Axilas em festa: cultivar e tingir os pelos de cores vibrantes é a nova moda entre as minas descolês do Instagram

A americana Roxie Hunt e suas axilas azuis: a mina não só adotou a tendência como fez um tutorial no blog dela para ensinar as outras garotas a tingirem os pelos sozinhas
A americana Roxie Hunt e suas axilas azuis: a mina não só adotou a tendência como fez um tutorial no blog dela para ensinar as outras garotas a tingirem os pelos sozinhas

Publicado no Vírgula

Se você pensou que “a” tendência de beleza de 2014 entre as minas descoladas era raspar a lateral da cabeça e tingir o cabelo de azul, verde, rosa, roxo… pensou errado! Agora a moda é deixar crescer e pintar de cores vibrantes o pelos das axilas! E não sou eu quem estou falando isso, é a internet! E meu bem, você sabe, a voz da internet é a nova voz de Deus! Essa é pra zerar 2014 meixmoooo!!!

A tendência está conquistando as meninas, em especial (claro) aquelas que já têm os cabelos coloridos (da cabeça), e querem que os pelos da “sovaco” fiquem “combinandinho”. No Tumblr e no Instagram dá pra encontrar várias fotos de garotas que já adotaram o novo visual. A hashtag #dyedpits (axilas tingidas, em inglês) é a bombante do momento!

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Se você curtiu a modinha mas não sabe como fazer, não tem problema! A cabeleireira e blogueira americana Roxie Hunt, que trabalha em um salão de beleza em Seattle, nos Estados Unidos, detalhou o processo num passo a passo em um blog. O post já tem mais de 32 mil compartilhamentos. Uh la la!!!

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Segundo ela, a coloração durou algumas semanas e foi desaparecendo aos poucos até que os pelos ficassem descoloridos e, em seguida, voltassem à cor natural. “Quem sabe um dia nós podemos tentar uma cor diferente e fazer isso nos pelos pubianos também”, completou.

Olha só quem já aderiu…Uh, Lady Gaga!!!

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Bom, você tem todo o direito de não gostar desse lance de tingir os pelos da axila. Mas antes que você diga algo sobre como considera a prática da não-depilação nojenta e blá blá blá, é bom injetar alguns dados históricos e culturais no seu cérebro:

1) A depilação como conhecemos só começou em 1915, tsá? Embora o costume seja antigo e era geralmente praticado em sociedades onde piolhos eram um problema, as mulheres europeias e americanas mantiveram os pelos das axilas e outras partes intactos até o século XX.

2) Uma famosa marca de lâmina da barbear queria expandir seus negócios e se aproveitou do fato que as mangas das roupas das mulheres estavam encurtando, para lançar uma campanha castradora dos pelos das axilas os tornando símbolo de feiúra, impureza e masculinidade.

3) Os anúncios de lâminas para remover os pelos da perna surgiu em 1920. Ou seja, os pelos das axilas foram incriminados cinco anos antes.

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A tribo do ‘whey protein’

A febre do suplemento que é consumido sem controle, vendido a peso de ouro e usado como ingrediente de receitas

Daniel Bastos toma whey protein todos os dias (foto: Ivo Gonzalez)
Daniel Bastos toma whey protein todos os dias (foto: Ivo Gonzalez)

Roberta Salomone, em O Globo

Durante a adolescência, os apelidos mais carinhosos que Daniel Bastos recebeu foram “fofinho” e “pão de queijo”. Nessa época, o estudante de Relações Internacionais chegou a 106 quilos, numa proporção não tão bem distribuída em 1,70m de altura. Dois anos atrás, ele resolveu perder o peso que tanto o incomodava. Pesquisou sobre dietas na internet, criou o próprio cardápio, cortou os carboidratos depois das 18h e acabou enxugando as medidas. Mas o corpo ideal, ele diz, só conseguiu mesmo depois de incorporar uma rotina regular de exercícios, sempre finalizada com uma espécie de pó “mágico”.

— Passei por uma mudança radical e, no início, me sentia muito cansado. Foi quando eu me rendi ao whey protein e comecei a tomar depois dos treinos — garante Daniel Bastos, 23 anos, hoje com 72 quilos, apenas 8% de gordura corporal, sobre o suplemento que é elaborado a partir da proteína extraída do soro do leite e diluído em água ou suco antes do consumo.

Discursos como o de Daniel são repetidos por frequentadores assíduos — e nem tanto — das academias. Apesar do preço alto (dependendo da marca, um pote de quase um quilo pode custar até R$ 400) e da indicação para atletas com “A” maiúsculo, o consumo de whey protein cresceu sem controle, virou modismo e abriu até uma rota de contrabando no país No mês passado, uma empresária de 26 anos foi presa no Galeão com R$ 25 mil em quilos da proteína e de outros suplementos que trazia de Miami, nos Estados Unidos — onde é comercializado por, pelo menos, um terço do preço cobrado por aqui —, e oferecia pelas redes sociais.

De acordo com dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Suplementos Nutricionais e Alimentos para Fins Especiais (Brasnutri), o whey protein, em diversos formatos (pó, barra de cereal etc.), corresponde a 60% das vendas de seu segmento, ou seja, é o recordista no Brasil. Em tempo: a indústria de suplementos alimentares faturou R$ 1 bilhão no ano passado e prevê crescimento de 10% ainda em 2014.

De assunto nas salas de musculação, o whey (como chamam os aficionados) foi parar na cozinha. Ao lado de ovos, açúcar e fermento, virou ingrediente de pratos como bolos, tortas e pães. As receitas, nem sempre tão saborosas, são compartilhadas e se multiplicam na internet.

Patrícia Helu tem uma conta no Instagram com mais de 30 mil seguidores que curtem cada foto de prato novo que ela inventa. Nem todo mundo imagina que, até o ano passado, a chef de cozinha, vegetariana e adepta da dieta funcional fumava um maço de cigarros por dia e fugia de qualquer atividade física.

— Resolvi correr atrás do prejuízo e testar algumas receitas. Posso garantir que tudo com whey vira o maior sucesso. Dá para agradar todos os gostos com pão de abóbora, trufa de tâmaras e até churros com calda de chocolate — enumera Patrícia, autora de receitas que conquistaram gente como a musa fitness Carol Buffara.

A doceira Ana Foster incluiu receitas com a proteína a pedido dos clientes (foto: Leo Martins)
A doceira Ana Foster incluiu receitas com a proteína a pedido dos clientes (foto: Leo Martins)

Doceira de mão cheia, Ana Foster criou recentemente uma linha para atender clientes que, como ela, preferem evitar o açúcar. São guloseimas com alfarroba de avelã, banana e crispy de aveia, pinhão e, claro, whey protein. O formato do docinho com recheio de brigadeiro é igual àqueles que transbordam calorias. As diferenças estão nos ingredientes e na “decoração’’ especial, com desenhos de halteres ou de um muque.

— Faltavam opções para convidados de casamentos e aniversários que vivem de dieta ou que têm restrição alimentar. A maior parte da linha é sem glúten e lactose, mas as receitas com whey foram tão bem recebidas que não paro de pensar nas próximas combinações — conta Ana, 29 anos, formada em Nutrição, namorada de um fisiculturista e responsável por uma produção mensal de cerca de cem mil doces e chocolates.

Sem esforço, não há whey protein que faça milagre. Os especialistas dizem, inclusive, que o uso regular do suplemento por quem não pratica exercícios físicos pode não ter relevância alguma. A sugestão é sempre a mesma: basta seguir uma alimentação balanceada, que inclua um cardápio de opções saudáveis. Boas fontes de proteína, como um bife, são mais do que suficientes para os não-atletas. Já entre os mais ativos, adeptos de atividades físicas intensas e com frequência regular, estudos mostram que as proteínas ajudam, sim, na recuperação e construção dos músculos, e que a melhor indicação é o consumo logo após o treino (pesado).

— O whey protein contém uma proteína de alto valor biológico e de rápida absorção, e é indicado para auxiliar no ganho de massa muscular entre quem pratica atividade de alto ou médio impacto — explica Lúcia Flávia Ramalho, endocrinologista do Hospital Adventista Silvestre. — Quando acontece, a perda de peso se dá, principalmente, devido à sensação de saciedade que o produto oferece.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enquadra a proteína como um alimento, e não medicamento, e marca em cima das empresas brasileiras. Só neste ano, mais de 20 lotes tiveram distribuição e comercialização vetadas. O maior problema era o desencontro de informações entre a quantidade de carboidratos e de proteínas presentes nos produtos e a que era declarada nos rótulos.

— O acompanhamento de um nutricionista é fundamental para evitar qualquer problema — ressalta Gabriel Alvarenga, coordenador do setor de nutrição das unidades Bodytech Rio de Janeiro e Brasília. — Este é um produto com calorias semelhantes as dos carboidratos e seu uso exagerado pode provocar aumento de peso. Além disso, quem tem intolerância à proteína do leite pode sentir inchaço, apresentar problemas intestinais e desenvolver até processos alérgicos. É recomendável fazer exames clínicos e laboratoriais.

Longe do mundo dos pesos, anilhas e caneleiras, pouca gente sabe, mas o whey protein também tem indicações médicas. Pode ser recomendado, por exemplo, em casos de desnutrição, emagrecimento excessivo e até como auxiliar em tratamentos de câncer.

De olho no interesse crescente pelo produto, empresas do ramo de suplementos, e também de fora dele, usam e abusam da imaginação para lançar uma série de produtos com a proteína na fórmula. Tem cupcake, barrinha de cereal, musse de chocolate, cookie, sorvete, cereal, sucos, cappuccino com canela e macarrão.

Apesar das novidades, nada chega perto de ameaçar o lugar do produto original, em pó. Entre os adeptos, não existe qualquer regra na utilização. Há quem beba antes ou depois das atividades físicas; há quem prefira meia hora antes de dormir; logo depois de acordar; e aqueles que escolhem todas estas opções. Na maioria das vezes, sem qualquer orientação de um profissional especializado.

Depois do nascimento da filha, Joana Gervais substituiu o jantar por uma dose de whey protein (foto: Guito Moreto)
Depois do nascimento da filha, Joana Gervais substituiu o jantar por uma dose de whey protein (foto: Guito Moreto)

A atriz Joana Gervais, 27 anos, é mãe de Eva, de seis meses. Durante a gestação, engordou 30 quilos (“tudo era desculpa para comer”, lembra). Quando a filha completou três meses, ela voltou a fazer exercícios e também resolveu trocar o jantar por uma dose de whey protein misturada à água.

— O meu marido toma há anos e nunca entendi direito para que servia aquilo. Mas aí uma amiga me disse para experimentar porque com certeza eu secaria. É claro que não é tão simples assim, mas a sensação é que a minha fome está mais controlada — comemora Joana, que segue tomando a misturinha depois dos treinos funcionais que faz religiosamente três vezes por semana.

Diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), Jomar Souza condena o consumo indiscriminado do produto e faz um alerta aos empolgadinhos de plantão.

— Há riscos com o uso abusivo de proteínas, que pode sobrecarregar o fígado e os rins e interferir na função destes órgãos. Se a pessoa vai se submeter a um treinamento intenso que justifique o uso deve fazer uma avaliação médica e nutricional para determinar exatamente que quantidade e quando o suplemento deverá ser utilizado — afirma o médico do esporte.

A estudante Giovanna Noletto não sai de casa sem as suas barrinhas (foto: Ivo Gonzalez)
A estudante Giovanna Noletto não sai de casa sem as suas barrinhas (foto: Ivo Gonzalez)
A estudante do terceiro período de Medicina Giovanna Noleto, 20 anos, contou ter pesquisado bastante sobre o tema antes de incorporar a proteína à rotina. Para ela, é uma combinação perfeita para potencializar o treino intenso: três dias por semana dedicados a musculação e dois a exercícios aeróbicos, como esteira e transport.

— Experimentei pela primeira vez há dois meses e agora levo até barrinhas de proteína para o lanche da tarde, na faculdade. Quando tenho tempo livre, gosto de inventar receitas com o suplemento. A minha especialidade é a panqueca — conta Giovanna.
Lilia Lima largou o emprego para vender doces com whey protein (foto: Leo Martins)
Lilia Lima largou o emprego para vender doces com whey protein (foto: Leo Martins)

Ex-gordinha e hoje com um corpo torneado à prova de celulite mesmo quando veste legging branca, Lilia Lima, de 36 anos, virou a própria garota propaganda dos doces e salgados que faz em casa e vende pela internet e em academias de Copacabana, bairro onde mora.

— Quem falou que não dá pra manter a forma com beijinho de coco? — pergunta Lilia, que largou o emprego de vendedora de loja para passar horas na cozinha e faturar até R$ 3 mil por mês. — É o que eu digo sempre: whey bom é whey caro, por isso que, para mim, a qualidade vem em primeiro lugar. Capricho porque nunca vi tanto interesse de pessoas tão diferentes. Tenho mais é que aproveitar.

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Museum of Selfies transforma obras de arte em versões modernas de autorretratos

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Publicado no Brainstorm

Mesclar o antigo com o novo é algo que sempre traz resultados surpreendentes, e a simplicidade do projeto Museum of Selfies não tira nem um pouco a sua graça.

A ideia é da designer e profissional de marketing Olivia Muus, que fez o experimento em uma visita à uma galeria de Copenhagem e gostou do resultado. A brincadeira, que inclui um iPhone, uma mão e a pintura de um retrato rapidamente virou uma série, apelidada de Museum of Selfies.

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“Eu tirei uma foto apenas por diversão, e gostei de ver como algo tão simples podia mudar a característica da imagem, dando um novo significado à expressão do rosto do retrato”, explica ela.

O bacana é que o projeto aceita colaborações de quem se dispuser a criar uma versão de selfie de museu – basta encaminhar a foto para musemofselfies@gmail.com

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Como ganhar dinheiro com blogs?

Você já sabe que é possível tirar sustento de um blog – saiba como os blogueiros profissionais trabalham

(foto: Thomas Hawk / flickr/ creative commons)
(foto: Thomas Hawk / flickr/ creative commons)

Ana Freitas, na Galileu

“Blogueiro profissional” deveria ser um termo usado com mais frequência para diferenciar aqueles que tiram o sustento do blog daqueles que escrevem por hobby. Acontece que é raro encontrar alguém, hoje, que entre nessa de ter um blog só pela paixão à escrita. A maioria das pessoas sonha com uma história parecida com a de algumas blogueiras de moda (que de acordo com algumas matérias, ganham mais de 100 mil reais por mês) ou com a do Não Salvo, um dos maiores blogs do Brasil.

Queira você ou não se tornar um blogueiro, ainda faz sentido que você entenda como um blog ganha dinheiro – afinal, você deve ler alguns. Mas se você quiser mesmo virar um, está aqui o principal segredo para produzir dinheiro com seu blog: a audiência. É preciso ter uma audiência muito grande ou pequena, mas bastante específica e qualificada em um determinado tema.

Veja as maneiras mais comuns de ganhar dinheiro com blogs:

- Anúncios de marcas
Você tem audiência e as “vende” para uma marca como público consumidor de um produto ou serviço. Falando desse jeito soa pior, verdade, mas é exatamente isso. Esses anúncios podem vir em forma de contato direto da marca para um anúncio de banner ou um publieditorial, ou seja, um texto que venda um produto, serviço ou ação da marca. Também pode vir por de Google Adsense, Boobox, programas de afiliados de sites como o Submarino e o Mercado Livre… esses últimos serviços agenciam anúncios de terceiros que tenham a ver com o tema do seu blog e você, geralmente, ganha por clique ou então uma porcentagem da compra, se ela for efetuada.

- Parcerias com marcas
Às vezes (muito mais frequentemente do que os blogueiros gostariam), as marcas não oferecem dinheiro, mas uma parceria que geralmente envolve brindes – ou o que chamamos, no jargão, de jabá. Te oferecem amostras de produtos, kits, convites para eventos, roupas e acessórios e coisas desse tipo. Não paga as contas, mas é um jeito de agregar capital social à marca do seu blog e se fazer conhecido para ações futuras que possam gerar dinheiro.

Atenção: para esses dois modelos, leve em conta que se você for trabalhar com marcas, é possível que haja exigências editoriais e você precisa avaliar se elas valem a pena. Pedidos como não mencionar a concorrência se você estiver trabalhando com determinada marca, alterações em publieditoriais e o sigilo sobre o teor publicitário do post são comuns, mas cada vez mais blogueiros se recusam e mantém a integridade de seu projeto de conteúdo e a honestidade com seus leitores.

- Se transforme em um especialista
Se de blogueiro você se transformar em alguém que seja reconhecido, na verdade, por entender muito sobre aquilo que fala, pode ser convidado para falar em congressos e eventos relacionados e, claro, receber para isso. O jeito mais eficiente de se tornar alguém que é considerado especialista em um assunto: estude e escreva muito sobre ele. Convide leitores e outros especialistas para a discussão. Interaja. Escreva textos de qualidade. Não é uma fórmula mágica ou desconhecida, mas dá trabalho sim.

- Crie conteúdo exclusivo e venda-o
Alguns blogueiros desenvolveram um modelo de negócio bastante interessante. Eles oferecem parte do conteúdo de graça, como qualquer outro blog. Mas se o usuário quiser ter acesso a um outro tipo de conteúdo, mais aprofundado e exclusivo, precisa pagar, através da compra de um e-book ou de uma mensalidade para participar de um grupo de conteúdo exclusivo. Esse modelo exige que você convença o usuário de que tem realmente algo a mais a oferecer, que o preço seja justo e que você, claro, de fato produza conteúdo diferente do que é oferecido de graça pela internet. Um dos meus exemplos favoritos é o www.ducsamsterdam.com, que tem dicas de viagem incríveis sobre a Holanda mas também vende um guia de viagem que vale o preço.

- Convide seus leitores a te patrocinarem
Um botão do Paypal ou uma conta no Patreon: é assim que alguns blogueiros tentam se manter. Eles pedem doações dos leitores. O botão do Paypal é um pouco mais arriscado, já que só doa (e geralmente, em micro quantias) quem se sentir muito bom naquele dia. O modelo do Patron, uma espécie de Catarse que financia produtores de conteúdo em um modelo de contribuição mensal e não única, foi uma saída para Izzy Nobre, o blogueiro do www.hbdia.com, que passou a produzir vídeos com o tempo que emprega neles todo financiado por seu público.

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Preta Gil se indigna com Photoshop em revista: “não sou eu”

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publicado no Terra

A cantora Preta Gil dividiu com o público sua indignação sobre o uso do Photoshop que fizeram em sua foto na capa da revista Moda Moldes. Na última quarta-feira (10), ela publicou no Facebook uma montagem com a imagem original e se disse “em estado de choque” com a publicação. “Infelizmente essa que está na capa da revista não sou eu!”, escreveu.

E completou: “não tem como não me indignar, pois fiz essas fotos para capa dessa revista e a mesma foi publicada sem minha aprovação e do fotógrafo. O Photoshop foi feito por conta própria. Aí está o resultado!!”.

Ela disse ainda que a foto original está “linda, nem precisava de grandes ajustes”. A cantora questionou também o uso indevido de sua imagem e dos recursos tecnológicos.

“Para que isso? Que vergonha!!! O trabalho de todos os profissionais envolvidos foi comprometido. Infelizmente essa que está na capa da Revista não sou eu!!”, escreveu na rede social.

Na comparação das imagens (a original está à esquerda), é possível perceber que até o tom da pele de Preta foi modificado, ficando vários tons mais claros e até amarelado. O rosto ganhou novos contornos, o sorriso também ficou mais “engessado”, a maquiagem dos olhos bem mais marcada e o cabelo mais loiro.

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