Arquivo da tag: modelos

Menina de quatro anos produz, com a mãe, incríveis vestidos de papel inspirados em celebridades

Publicado no Catraca Livre

A experiência começou porque a mãe, Angie, queria ter momentos mais intensos com a filha de quatro anos – e, ao mesmo tempo, porque a menina vivia remexendo em seu armário para ver e experimentar suas roupas.

Daí surgiu uma experiência que mistura afeto, criatividade e beleza. Elas passaram a produzir juntas modelos feitos em papel – a mãe, diga-se, não tinha nenhuma experiência em design de moda.

O resultado virou uma galeria de bem-humoradas imagens.

c5hUR4R - Imgur t0v7wEr - Imgur 50w7EQv - Imgur CQD5Iye - Imgur k5jAJLD - Imgur WR3kYBJ - Imgur

Fotógrafo registra letra de música na pele de pessoas

kYjLDCI - Imgur

Publicado no Catraca Livre

A música tem o poder de marcar a vida das pessoas, por causa disso o fotógrafo Luiz Augusto Rodrigues decidiu marcar a pele das pessoas. Criou o um projeto no qual escreve frases famosas de canções no corpo dos modelos (pessoas comuns). Ele já captou mais de 500 pessoas, o que deu origem ao livro Música na Pele – Projeto Livro de Cabeceira.

O próprio fotógrafo tem um trecho da música Let it be, dos Beatles, tatuado no corpo e, no dia em que escreveu na mão “I admit it’s getting better”, frase de outra canção dos Fab Four, decidiu começar fotografando.  Veja algumas imagens que compõem o livro:

asb5QGL - Imgur jOJy70K - Imgur 8SXduFN - Imgur xBW20QU - Imgur KgKibL2 - Imgur Al7jiqO - Imgur zi6ekpK - Imgur yrmnzuQ - Imgur

 

Atriz do “Teste de Fidelidade” denuncia esquema de prostituição na RedeTV!; canal nega

Publicado originalmente no F5

A modelo Priscila Vilela, 24, publicou neste domingo (4) um vídeo no YouTube denunciando um suposto esquema de prostituição no programa “Teste de Fidelidade”, da RedeTV!.

Ela também acusa a emissora de calote e diz que a atração é armada, “gravada como uma novela”.

A jovem, que participou do programa de João Kléber no último dia 14 de julho, afirma não ter recebido seu cachê porque se recusou a sair com o diretor, Rafael Paladia.

No “Teste de Fidelidade”, Priscila desempenhou o papel de uma “sedutora”, que tentava fazer com que um homem traísse a mulher.

“Aquilo ali não é câmera escondida. É uma novela. A câmera na sua cara [...] É claro que é armado. Eu fiquei amiga do testado, para você ter uma noção”, diz a modelo no vídeo.

“Eu sei muito bem porque o diretor não quis me pagar. É porque eu não aceitei fazer o teste do sofá. Ele me falou que já pegou todas as ‘sedutoras’”, segue a jovem no vídeo.

Segundo ela, há um “esqueminha” para que as modelos que participam do programa se prostituam.

De acordo com Priscila, a produção dá preferência em selecionar modelos tipo e “ficha rosa”, que além de trabalhos comerciais, se prostituem.

“Toma vergonha na cara, RedeTV!”, dispara a jovem.

Priscila afirma ter recebido ligação do diretor do programa, pedindo que retirasse todos os comentários na internet para receber seu cachê.

Procurada pelo “F5″, a emissora nega as acusações.

“A produção do programa “Teste de Fidelidade” informa que atua com absoluto profissionalismo e manifesta perplexidade e repúdio em relação à postura da artista. Além disso, o cachê da atriz foi regularmente pago nos termos aventados, conforme recibo assinado, em poder da produção. Informa ainda que serão adotadas as medidas judiciais cabíveis”, informou em comunicado.

Usuários de Crocs, uma questão sociológica

Estudo relaciona características de usuários de Crocs ao redor do mundo e conclusão é impressionante

Uso de Crocs: um alívio e uma salvação para pessoas sem estilo...

Uso de Crocs: um alívio e uma salvação para pessoas sem estilo…

Patrícia Romano, no RG

Lembro com clareza da primeira vez que vi um par de Crocs. Foi antipatia à primeira vista. Passei muitos anos me indignando cada vez que via alguém usando a tal pantufa pós-moderna. Muito drástica, dramática, raivosa, minha relação com os Crocs? Afinal de contas é só um sapato feio? Muito feio? Não, não é. A questão é social e mundial. Duvida?

A Universidade de Columbia, em Nova York, vocês sabem, é uma das mais importantes do mundo; administra o Prêmio Pulitzer e já formou três presidentes americanos. Pois bem. Para corroborar com minha aversão, divulgaram o resultado de uma pesquisa feita por um de seus mestres, o professor de sociologia Talmond Rabinowitz, que analisou cerca de 800  “usuários” de Crocs – eles são milhares no mundo, nas idades mais variadas. Muitos começam cedo, ainda bebês.

Segundo a pesquisa, as mais populares justificativas para o  uso dos calçados são o conforto, a facilidade de limpar e o louvável fato de que Crocs não dão chulé. Elementos, veja,  absolutamente infantis. Sendo assim, ok, acredito ser  coerente liberar o uso de Crocs para crianças, até a idade máxima de oito anos. Eles podem enfeitar seus calçadinhos com sapinhos, mini Mickeys e florezinhas. Fofo. Mas cabe aos pais impor os limites e dizer para seus filhos a hora de parar.

Acompanhemos a linha de raciocínio do Dr. Rabinowitz. Ele concluiu que o surgimento do Crocs foi um alívio e uma salvação para pessoas sem estilo, que consideravam um sofrimento escolher entre tantos modelos diferentes nas lojas de sapatos. A chegada do Crocs também uniu os sem estilo em uma comunidade. Uma confraria triste de usuários, cujo diagnóstico é de enternecer: são pessoas que sofrem de falta de entusiasmo, depressão, não têm ambição nem imaginação e geralmente nada de interessante para dizer. É o que diz a pesquisa, que conseguiu até traçar um perfil das mulheres usuárias de Crocs. O mais interessante é que elas têm profundo desprezo e desdém por mulheres fashionistas. Devo dizer que é recíproco, queridas usuárias.

Para terminar o estudo sociológico sobre os usuários de Crocs, Doutor é categórico, dramático e definitivo: “Pessoas que usam Crocs desistiram de suas vidas”.

Por um mundo com menos usuários.