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La Toya diz que ouve o espírito do irmão Michael Jackson sapatear

latoyamichael

Tiago Faria, no Pop! Pop! Pop!

A família Jackson renderia um reality show dos mais movimentados, não? Depois de brigar escandalosamente pela herança do astro pop Michael Jackson, desta vez o clã pop criou uma polêmica do outro mundo. A irmã do ídolo La Toya, em entrevista ao tabloide britânico The Sun, afirmou que ouve passos de sapateado do irmão morto na mansão onde vivem os filhos do cantor. “Seu espírito está sempre por perto para proteger Prince, Paris e Blanket. Não o vejo propriamente, mas sinto sua presença”, disse. Que susto!

Montagem criada pelo site TMZ. Qualquer semelhança é mera coincidência

Montagem criada pelo site TMZ. Qualquer semelhança é mera coincidência

Além disso, ela contou que está em contato com um vidente que diz ser capaz de falar com o cantor. “Se Michael tem algo a me dizer, eu quero ouvir.” Resta saber se o espírito de Michael vai dar uma palhinha no show que os irmãos do cantor estão preparando, ao lado do holograma do músico. Será?

Ator britânico diz ser 70% homem e 30% mulher

O ator, apresentador e escritor britânico Richard O’Brien, autor do musical The Rocky Horror Show, continua provocando polêmica décadas após abalar atitudes conservadoras em relação à sexualidade nos anos 1970.

O escritor britânico Richard O´Brien autor de Rocky Horror Show

O escritor britânico Richard O´Brien autor de Rocky Horror Show

publicado na BBC

O’Brien diz ser 70% homem e 30% mulher, e contou em entrevista exclusiva à BBC que toma hormônio feminino (estrogênio) há mais de uma década, e está feliz por conseguir “suavizar o lado masculino”.

Mas tornar isso público levou tempo. Até muito recentemente, o que se sabia mais claramente sobre a sexualidade de O’Brien estava no texto e nas canções deRocky Horror Show. O musical conta a história de um casal de noivos que se vê enclausurado no castelo do pansexual, cross-dresser e cientista louco Dr. Frank N Furter, que apresenta sua criação, o louro musculoso Rocky.

O musical se tornaria um dos mais cultuados de toda a história ao levar a grandes teatros de todo o mundo provocações como as canções Sweet Transvestite (Doce Travesti) e I can make you a man (Posso fazer de você um homem), uma homenagem ao corpo de Rocky.

Em 1975, o musical ganhou os cinemas, com um elenco que incluía o próprio O’Brien e a novata Susan Sarandon no papel da noivinha Janet Weiss. Apesar do fracasso de bilheteria, o filme se espalhou através de cópias privadas e popularizou o texto de O’Brien para além de Grã Bretanha e Estados Unidos.

No Brasil, duas montagens são particularmente memoráveis: a primeira, de 1975, dirigida por Rubens Corrêa (com Eduardo Conde, Lucélia Santos e Edy Star no elenco, e música de Jorge Mautner e Zé Rodrix); e, já nos anos 80, a montagem de Miguel Fallabela, no Colégio Andrews, no Rio de Janeiro, que marcaria a estreia da cantora Marisa Monte nos palcos.

‘Princesa encantada’

Mas, apesar de ter amplificado o grito por liberdade preso na garganta de tantas pessoas que não se enquadravam nos padrões de comportamento de 40 anos atrás, o criador de Rocky Horror Show se envergonhava da vontade, há muito acalentada, de ser mais feminino.

“Eu tinha seis anos e meio e disse ao meu irmão mais velho que queria ser a princesa encantada quando crescesse”, O’Brien revela.

“A expressão de desprezo na cara dele me fez ver que eu nunca mais deveria dizer isso em voz alta.”

Richard O´Brien e os atores de Rocky Horror ShowRichard O´Brien e os atores de Rocky Horror Show

Por 50 anos, O’Brien reprimiu o sentimento. Mas “não se pode simplesmente ignorar as coisas e fingir que elas não existem”, diz.

Então, há uma década, ele começou a tomar hormônios femininos, e está feliz com os resultados.

“Suaviza o meu lado masculino, movido a testosterona, e eu gosto muito disso”, diz.

“Acho que me tornei uma pessoa mais agradável de certa maneira, um pouco mais suave. Pela primeira vez na vida eu comecei a engordar um pouquinho, o que gosto.”

Ele também desenvolveu pequenos seios. Mas O’Brien não pretende ir além e fazer cirurgia de mudança de sexo.

“Eu não quero fingir ser algo que não sou. Anton Rodgers, o ator, disse ‘você é o terceiro sexo’. E eu achei isso legal. Gosto desta posição”, diz.

Sexo e ciência

O’Brien diz acreditar que “somos um (ser) contínuo entre homem e mulher”. “Há pessoas que são homens até o pescoço, ou mulheres até o pescoço, mas a maioria de nós é algo entre os dois, e acredito que eu seja 70% homem e 30% mulher.

A visão do autor sobre gênero pode parecer não corresponder à realidade – tanto no século passado quanto em 2013. Mas há evidências científicas de que O’Brien está correto. A professora de Psicologia da Universidade de Cambridge Melissa Hines diz que não há dois sexos distintos, homem e mulher.

“A pesquisa nesta área sugere exatamente o oposto, de que há uma variedade de gêneros – e há muitas dimensões de gênero em uma só pessoa. Cada indivíduo pode ter diferentes porções masculina e feminina”.

Já o professor Dinesh Bhugra, do Instituto de Psiquiatria do King’s College de Londres, tem uma visão diferente. Ele sugere que as pessoas podem não se sentir inteiramente homens ou mulheres, mas todos nascem ou homem ou mulher.

“É preciso ser feita uma distinção entre gênero e sexo. Gênero é construção social, sexo é biológico. Minha impressão é de que as noções de gênero são ditadas pelo nosso comportamento.”

Então, como explicar que transexuais sintam ter nascido no “corpo errado” e queiram mudar de sexo?

Há pesquisas mostrando que cérebros de transgêneros convertidos de homem para mulher têm características de cérebros femininos na região central do comportamento sexual. Mas não se sabe se ser transgênero é causa ou efeito disso.

Melissa Hines acredita que o hormônio masculino, a testosterona, tem um papel importante nisso. Ela afirma que meninas que receberam quantidades altas deste hormônio enquanto estavam no útero tendem a preferir brinquedos tradicionalmente de meninos, como caminhõezinhos, na infância.

E elas estariam mais propensas a se comportar como homem em comparação a outras meninas.

Empresas investem em espaço para soneca no horário de trabalho

Uma delas aluga espaço para quem quer tirar cochilo depois do almoço. Outra deixa funcionário parar e dar uma ‘dormidinha’ durante o expediente.

sonecapublicado no G1

Tirar uma soneca depois do almoço pode ser produtivo e rentável. É um descanso que dá fôlego novo para o funcionário continuar a jornada de trabalho.

Em São Paulo, empresas criam o “cantinho do cochilo” para os funcionários e outras inovam e criam o negócio do sono. Uma delas montou um espaço com cabines individuais para alugar para quem quer tirar um cochilo depois do almoço.

São Paulo é conhecida como a cidade que não dorme: trabalho, negócios, diversão. A megalópole de mais de 11 milhões de habitantes não para. Será?

A meia quadra da famosa Avenida Paulista, uma novidade chama a atenção. Às 11h30, hora que normalmente está todo mundo trabalhando, em um cantinho, as pessoas dormem. A empresa vende cochilos. São quatro cabines de aluguel. No meio de um dia estressante de trabalho, a pessoa paga para dormir um pouquinho.

O negócio é do empresário Marcelo Von Ancken e da filha Camila. Eles investiram R$ 80 mil em pesquisas, projetos e montagem das cabines.

“Em questão de qualidade de vida, acho que todos hoje nessa vida corrida da cidade necessitam de ter um descanso diário. Então, assim como se procura hoje se alimentar bem, também o descanso faz parte dessa qualidade de vida. Então acho que existe aí um nicho muito grande a ser explorado”, afirma o empresário.

A “empresa soneca” foi pensada para ter o máximo de aproveitamento no mínimo de espaço. Com 1,2 m de largura e 2,10 de comprimento, cada cabine tem revestimento acústico, cama anatômica e painel de controle.

“A gente tem o controle do ar condicionado, um interfone para falar com a recepção, temos a luz azul, que também tem essa propriedade de calmante e o fone de ouvido, com uma música agradável para tirar um bom cochilo”, relata a filha.

Uma soneca de 15 minutos custa R$ 15. Meia hora de descanso sai por R$ 20; e uma hora, por R$ 30. Quando termina o tempo, uma luz pisca e a cama vibra para avisar o cliente. Para acordar de vez, ele ainda ganha um cafezinho de brinde.

“Novo, em folha, bateria recarregada. Pronto para a parte da tarde, agora”, diz o cliente Marco Polo Marmo.

A empresa é recente – foi inaugurada em julho de 2012. Para torná-la conhecida, os empresários distribuem máscaras de dormir e fazem convênios com empresas, com descontos de até 50 %. O movimento ainda é pequeno – dez clientes por dia. Mas a meta é espalhar o negócio e a soneca pela cidade.

“Os planos são expandir para que todo mundo que tem aquele sono depois do almoço tenha um lugar tranquilo para isso, então sejam franquias, investidores, a gente aposta muito nessa idéia, acredito que vai dar certo”, aponta Camila.

Outra empresa apostou no sono para ser competitiva. Ela faz propagandas para internet, como animações, banners e mensagens.

Só no último ano, a empresa cresceu 200% e, acredite, o desempenho e a energia dos dedicados funcionários têm pelo menos uma boa razão. Na empresa, o cochilo no meio do trabalho é livre. Quem trabalha no local pode dar uma dormidinha na hora que quiser. Seja no sofá, seja na rede.

“É sempre legal dar uma descansadinha, para voltar melhor”, diz o programador João Pinto.

O negócio é dos empresários Denis Marin e Felipe Nakasima. Para eles, grandes criações surgem depois de uma soneca. “Só do pessoal dar aquela paradinha, às vezes ele está indo muito para um só caminho, dá uma paradinha, encontra novos caminhos”, diz Marin.

O médico Fernando Morgadinho, do Instituto do Sono, em São Paulo, confirma: a soneca é produtiva. “Os trabalhos científicos realmente tem mostrado que as pessoas que dormem depois de receber uma informação, ou previamente receberam uma informação ou uma função, melhoram a performance, a atividade, depois de um cochilo, com certeza.”

Para estimular mais a criatividade, o ambiente de trabalho na empresa de propaganda é leve, descontraído. Tem TV com videogame e uma cadela que passeia de sala em sala. Na cozinha, também não faltam mimos par os funcionários.

“Na geladeira a gente deixa uma coisa para o pessoal comer à tarde, um pão, um requeijão, refrigerante, bolo, a gente deixa um sorvete também (…). É um investimento. Faz o pessoal render bem”, diz Marin.

Para oferecer lazer e descanso, os empresários investiram R$ 2500 no sofá, redes, TV e videogame. E gastam R$ 800 por mês para oferecer lanches e bebidas.

Mas é claro que, mesmo dormindo em serviço, trabalho na empresa é coisa séria, e os lucros só aumentam. “O plano é continuar crescendo, que a empresa cresça mais 200% no ano que vem, e manter todas essas regalias que são lanchinho da tarde, sonecas, e continuar produtividade 100%”, revela Nakasima.

Carla Perez se irrita com piada em que confunde Niemeyer com Neymar: ‘Sem noção’

Publicado originalmente no Extra

Uma brincadeira de mau gosto deixou a ex-dançarina do É o Tchan Carla Perez indignada. Numa montagem, que circula na internet, a loira se confunde e lamenta a morte do jogador do Santos, Neymar: “O futebol brasileiro nunca mais será o mesmo sem você, descanse em paz Neymar”, diz o primeiro comentário postado no dia que o arquiteto Oscar Niemeyer morreu, na última quinta-feira. “Eu adorava ver ele jogando no Santos, tão jovem, menino de ouro”, diz o segundo comentário.

Procurada pela coluna, a apresentadora se recusou a comentar o assunto, mas desabafou no seu Instagram. “Meus amores, por favor não deem atenção a essa bobagem não! Isso é mais uma brincadeira de mau gosto no pior momento, pois o país ainda está se refazendo da grande perda do nosso querido Oscar Niemeyer. A pessoa que cria uma coisa assim é insensível, sem noção e sarcástica. Não é tudo que se pode fazer piada!!! Ainda tem pessoas inocentes, ludibriadas que acabam acreditando num absurdo desse. Deus abençoe a todos”, escreveu Carla.

l-u-d-i-b-r-i-a-d-a-s, carla?

o mundo já pode acabar. #bye

Veja publica foto falsa de Lula e Rosemary abraçados. Colunista pede desculpas

Colunista da revista VEJA, Ricardo Setti cometeu ontem uma gafe: publicou uma suposta foto com Lula e Rosemary Noronha abraçados. O fato ganhou as redes sociais e dividiu opiniões. Abaixo, o pedido de desculpas do jornalista. Em seguida, a foto falsa.

Título original: “Errei ao publicar foto falsa de Lula com “Rose” e dona Marisa que, na verdade, era uma montagem. Peço desculpas aos leitores e às três pessoas que aparecem na montagem”

A foto original, com a qual se realizou a falsa foto produto de montagem, é esta. E foi feita no dia 22 de fevereiro de 2009, no Sambódromo, no Rio, e mostra Lula, D. Marisa, Neguinho da Beija-Flor e a mulher, Elaine Reis (Foto: Ricardo Stuckert / Presidência da República)

Amigas e amigos do blog, não tenho compromisso com o erro, e nem medo de pedir desculpas.

Então, queria dizer que a suposta foto que até há alguns minutos ilustrava o post sobre o “Caso Rose” que publiquei hoje, mostrando Lula supostamente abraçado a Rosemary Noronha, de um lado, e a dona Marisa Letícia, de outro, é na verdade uma montagem.

Foi feita a partir de foto do Carnaval de 2009, no Sambódromo. Na foto, realmente Lula abraça dona Marisa e outra mulher, na verdade a esposa do cantor Neguinho da Beija-Flor, Eliane Reis. Neguinho aparece na foto original, abraçado a Lula e a dona Marisa, mas foi eliminado na montagem.

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eis a foto “photoshopada”:

opiniões a parte, mas a montagem está bem cachorra, neam.