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Duas garotas quebram o vidro de um carro mas o motivo vai fazer você refletir por toda vida

publicado no Mega Curiosidades

Essa cena faz parte de uma campanha de conscientização feita na Dinamarca! Por lá esse problema é comum, não só lá mas aqui vemos também muito isso… Quantas vezes você já ouviu falar que um pai ou uma mãe esqueceu um bebê dentro do carro e quando chegou este estava morto ou entre a vida e a morte? Isso não acontece só com bebês mas também com animais! Tem gente que tem mania de carregar o cão no carro, mas como não pode entrar em devidos lugares acaba deixando o animal preso, no calor, sem oxigênio!

Muitas vezes as pessoas esquecem que trouxeram um animal…

Confira:

Simulador online mostra o desespero de uma pessoa se afogando

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Felipe Flogi, no Comunicadores

Você já imaginou o quão desesperador deve ser ficar no meio do mar, sem expectativa de resgate e ainda por cima tendo que lutar para não morrer afogado por não estar usando colete? Visando promover seus produtos, a Gui Cotten criou um incrível site que te coloca exatamente nessa situação.

Após sofrer um acidente enquanto está velejando, um homem (que representará você no jogo) cai na água, e será necessário que você fique rolando o botão de scroll para se manter vivo. Prepare-se para quebrar o seu mouse!

Conforme o tempo vai passando, fica cada vez mais difícil aguentar. Durante esse percurso, algumas situações vão acontecendo com o personagem de forma que consiga realmente te envolver na história.

A ideia do projeto, desenvolvido pela CLMBBDO, é mostrar que no mar você se cansa mais rápido do que imagina. Na vez que joguei por aqui eu consegui sobreviver por apenas 5 minutos. Clique aquipara jogar e depois conta pra gente o seu recorde. o/

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Homens irritados estão três vezes mais propensos à morte prematura

Estudo dinamarquês aponta que pessoas com grandes preocupações e relações sociais estressantes expõem a saúde a riscos

Cientistas estudaram os dados de 9.875 homens e mulheres entre 36 e 52 anos (foto: StockPhoto)

Cientistas estudaram os dados de 9.875 homens e mulheres entre 36 e 52 anos (foto: StockPhoto)

Publicado em O Globo

COPENHAGUE (DINAMARCA) – Um estudo publicado hoje na revista científica “Journal of Epidemiology and Community Health”, relacionou aspectos do comportamento humano à morte prematura. Realizado por pesquisadores da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, o trabalho estabelece que homens que estão frequentemente irritados – e que costumam participar de discussões com frequência – são mais propensos a morrer durante a meia idade.

O estudo aponta que os indivíduos que sofrem regularmente de estresse em suas relações com os seus parceiros, filhos, família, amigos ou vizinhos, estão de duas a três vezes mais aptos à morrer prematuramente. Ainda segundo a pesquisa, homens sofrem grandes riscos pois são afetados de forma mais significativa, já que tendem a não dividir seus problemas e contam com “redes de apoio” mais fracas do que as mulheres.

Os cientistas estudaram os dados de 9.875 homens e mulheres entre 36 e 52. Eles foram orientados a responder perguntas sobre seus relacionamentos sociais cotidianos. Onze anos depois, 196 mulheres (4%) e 226 homens (6%) haviam morrido. Quase metade das mortes foi causada por câncer. Doenças cardíacas, hepáticas, acidentes e suicídios também contribuíram.

Os pesquisadores analisaram a ligação entre as principais preocupações e causas de irritação e a mortalidade. A idade de uma pessoa, gênero, condições de vida e situação de emprego também foram levados em conta.

Verificou-se que as pessoas que relataram preocupações com demandas de algum parceiro tiveram um aumento do risco de mortalidade de 50 a 100%, enquanto aquelas que experimentaram conflitos regulares dentro de qualquer tipo de relação obtiveram um aumento das chances de morte de duas a três vezes .

- Ter uma discussão de vez em quando é bom. Mas quando ocorre sempre, parece perigoso – avaliou o pesquisador Rikke Lund, um professor associado de sociologia médica da Universidade de Copenhague.

Cerca de um em cada 10 participantes do estudo disseram que seus parceiros ou filhos eram uma fonte frequente de preocupação ou irritação. Seis por cento disseram os principais problemas vinham de outros parentes; e 2% definiram os amigos como fontes de estresse.

Campanha reescreve cartas reais de suicidas

Com o slogan “Dentro de um suicida há alguém querendo viver”, campanha muda final trágico das histórias

publicado no Administradores

Uma ideia simples, porém muito marcante. É a linha adotada pela agência Leo Burnett Tailor Made para uma nova campanha publicitária do CVV, ONG que atua gratuitamente na prevenção do suicídio há 52 anos. A agência se baseou em cartas reais deixadas por pessoas que atentaram contra a própria vida. Os textos foram reescritos, utilizando as mesmas palavras, de forma com que os autores chegassem a conclusões diferentes.

“Esse ato de reescrever sua própria vida ao reorganizar as ideias é um conceito fundamental da atuação do CVV”, comenta Adriana Rizzo, voluntária do CVV. “Muitas pessoas nos procuram porque as emoções se acumulam sem serem bem resolvidas, o que dificulta a clareza sobre as situações da própria vida. Ao se sentir acolhido, sem pressões ou cobranças, a própria pessoa reorganiza seus pensamentos durante a conversa com o voluntário do CVV e encontra outras saídas”, explica Adriana.

Diferente do que muitas pessoas acreditam, o suicida pede ajuda e tenta outras soluções até o ato final, porém, a falta de conscientização e de comunicação reduz as chances de prevenção do suicídio. A OMS aponta que nove de cada dez suicídios poderiam ser evitados. “Pelo menos 25 brasileiros morrem vítimas de suicídio diariamente”, afirma Adriana. “A ideia suicida é muito mais comum do que se pensa. Um estudo da Unicamp aponta que 17% dos adultos já pensaram seriamente em se matar”, complementa.


Uma das peças da campanha

O CVV é um serviço gratuito e realizado exclusivamente por voluntários desde sua fundação, em 1962. A entidade oferece apoio emocional a pessoas que sentem a necessidade de conversar de forma aberta e acolhedora, sem receber críticas, julgamentos ou cobranças, seja pelo telefone (141), Skype, chat, e-mail, carta ou pessoalmente.

Melhor impossível?

Os poucos jovens religiosos que conheço no meio que frequento costumam ser melhores alunos, mais atentos ao que se fala em sala de aula e menos inseguros com relação a temas como sexo, drogas e rock and roll

3basesLuiz Felipe Pondé, na Folha de S.Paulo

Você lembra do filme com Jack Nicholson chamado “Melhor É Impossível”? Há uma cena em que ele, um obsessivo-compulsivo (diríamos, um caso grave de TOC), de repente, saindo do analista, se dá conta: “E se melhor do que isso for impossível?”. Referia-se a seu quadro tenso, cheio de rituais obsessivos, mas rasgado por um esforço cotidiano de enfrentá-lo.

Pois bem, outro dia, em meio a uma aula com alunos de graduação, discutindo se é melhor ser religioso ou não, essa questão apareceu: “E se a vida não puder ser melhor do que isso?”. Ou: “E se uma vida melhor for impossível de se conseguir?”. Que vida é essa da qual falávamos? O que pensa um jovem de 20 anos acerca do que seja qualidade de vida?

A questão se apresentou quando ouvíamos uma menina, religiosa, dizer o quanto melhor era a qualidade de vida que se tinha vivendo dentro de uma comunidade religiosa. Melhores amizades, melhor namoro, meninos mais honestos, melhores férias, melhor convívio com os pais, enfim, melhor tudo que importa, apesar de nunca ser perfeito.

Os semiletrados pensam que jovens gostam de ser “livres”.

Risadas? Jovens querem famílias estáveis, casa com segurança, futuro garantido, um grupo para dizer que é seu, códigos que os definam de forma clara e distinta, enfim, de um quadro de referências que torne o mundo significativo e seu.

Quando encontram, aderem de forma muito mais direta do que pessoas com mais de 30. Estas já começam a entrar no desgaste cético que a vida impõe a todos nós. Da louça que lavamos, do sexo meia boca que fazemos à arte que cultivamos.

Basta ver o caráter dogmático do movimento estudantil pra ver esse tipo de adesão direta e sem medo dos jovens. Às vezes temo que mais atrapalhamos os jovens do que os ajudamos com o conjunto de exigências que fazemos a eles: sejam diferentes, mudem o mundo, rompam com tudo, inventem-se. Woodstock foi um surto do qual eles já se curaram, mas nós não.

Mas, de volta a: “E se a vida não puder ser melhor do que isso?”. O problema era: É melhor viver sem religião ou viver aceitando um código religioso claro?

E vejam: no dia a dia, os poucos jovens religiosos que conheço no meio que frequento costumam ser melhores alunos, mais atentos ao que se fala em sala de aula, menos inseguros com relação a temas como sexo, drogas e rock and roll, assim como também quando se fala de futuros relacionamentos. Enfim, parecem saber mais o que querem e serem menos permeáveis às modinhas bobas que existem por aí.

A conclusão parece ser que uma adesão a uma vida religiosa sem exageros de contenção de comportamento nutre mais esses meninos e meninas ao redor dos 20 anos do que a parafernália de teorias que a filosofia ou as ciências humanas produziram nos últimos séculos.

É como se as religiões tradicionais (como digo sempre, se você quiser uma religião, pegue uma com mais de mil anos…) carregassem uma sabedoria mais instalada, apesar de silenciosa, com relação ao que de fato eles precisam.

E se tivermos alcançado algum limite nas utopias propostas para a modernidade? E se o surto do século 18 pra cá tiver se esgotado como fórmula e chegarmos à conclusão que, como pequenos ajustes aqui e ali, pequenas correções de percurso (um cuidado com os recursos do meio ambiente, uma sensibilidade maior aos riscos de um materialismo extremado, maior longevidade, beijo gay na novela das nove), a vida se impõe em seu ritmo como sempre se impôs aos nossos ancestrais?

E se o velho ritmo de nascer, crescer, plantar, colher, reproduzir e morrer, com variações criadas pela Apple, for tudo o que temos? E se for justamente essa “perenidade do esforço” impermeável às modas de comportamento a realidade silenciosa da vida?

E se o Eclesiastes, livro que compõe o conjunto de quatro textos da Bíblia hebraica (que os cristãos chamam de Velho Testamento) conhecidos como Sabedoria Israelita (Provérbios, Eclesiastes, Livro de Jó e Cântico dos Cânticos) estiver certo, e não existir nada de novo sob o Sol? E se tudo for, como diz o sábio bíblico, vaidade e vento que passa?