Consciência pode permanecer por até três minutos após a morte, diz estudo

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publicado no O Globo

Aquele túnel com uma luz brilhante no fundo e uma sensação de paz descritos por filmes e outras pessoas que alegaram ter passado por experiência de quase morte podem ser reais. No maior estudo já feito sobre o tema, cientistas da Universidade de Southampton disseram ter comprovado que a consciência humana permanece por ao menos três minutos após o óbito biológico. Durante esse meio tempo, pacientes conseguiriam testemunhar e lembrar depois de eventos como a saída do corpo e os movimentos ao redor do quarto do hospital.

Ao longo de quatro anos, os especialistas examinaram mais de duas mil pessoas que sofreram paradas cardíacas em 15 hospitais no Reino Unido, Estados Unidos e Áustria. Cerca de 16% sobreviveram. E destes, mais de 40% descreveram algum tipo de “consciência” durante o tempo em que eles estavam clinicamente mortos, antes de seus corações voltarem a bater.

O caso mais emblemático foi de um homem ainda lembrou ter deixado seu corpo totalmente e assistindo sua reanimação do canto da sala. Apesar de ser inconsciente e “morto” por três minutos, o paciente narrou com detalhes as ações da equipe de enfermagem e descreveu o som das máquinas.

– Sabemos que o cérebro não pode funcionar quando o coração parou de bater. Mas neste caso, a percepção consciente parece ter continuado por até três minutos no período em que o coração não estava batendo, mesmo que o cérebro normalmente encerre as atividades dentro de 20 a 30 segundos após o coração – explicou ao jornal inglês The Telegraph o pesquisador Sam Parnia.

Dos 2.060 pacientes com parada cardíaca estudados, 330 sobreviveram e 140 disseram ter experimentado algum tipo de consciência ao ser ressuscitado. Embora muitos não se lembrassem de detalhes específicos, alguns relatos coincidiram. Um em cada cinco disseram que tinha sentido uma sensação incomum de tranquilidade, enquanto quase um terço disse que o tempo tinha se abrandado ou se acelerado.

Alguns lembraram de ter visto uma luz brilhante, um flash de ouro ou o sol brilhando. Outros relataram sentimentos de medo, afogamento ou sendo arrastado pelas águas profundas. Cerca de 13% disseram que se sentiam separados de seus corpos.

De acordo com Parnia, muito mais pessoas podem ter experiências quando estão perto da morte, mas as drogas ou sedativos utilizados no processo de ressuscitação podem afetar a memória:

– As estimativas sugerem que milhões de pessoas tiveram experiências vivas em relação à morte. Muitas assumiram que eram alucinações ou ilusões, mas os relatos parecem corresponder a eventos reais. E uma proporção maior de pessoas pode ter experiências vivas de morte, mas não se lembrarem delas devido aos efeitos da lesão cerebral ou sedativos em circuitos de memória.

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Duas garotas quebram o vidro de um carro mas o motivo vai fazer você refletir por toda vida

publicado no Mega Curiosidades

Essa cena faz parte de uma campanha de conscientização feita na Dinamarca! Por lá esse problema é comum, não só lá mas aqui vemos também muito isso… Quantas vezes você já ouviu falar que um pai ou uma mãe esqueceu um bebê dentro do carro e quando chegou este estava morto ou entre a vida e a morte? Isso não acontece só com bebês mas também com animais! Tem gente que tem mania de carregar o cão no carro, mas como não pode entrar em devidos lugares acaba deixando o animal preso, no calor, sem oxigênio!

Muitas vezes as pessoas esquecem que trouxeram um animal…

Confira:

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Simulador online mostra o desespero de uma pessoa se afogando

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Felipe Flogi, no Comunicadores

Você já imaginou o quão desesperador deve ser ficar no meio do mar, sem expectativa de resgate e ainda por cima tendo que lutar para não morrer afogado por não estar usando colete? Visando promover seus produtos, a Gui Cotten criou um incrível site que te coloca exatamente nessa situação.

Após sofrer um acidente enquanto está velejando, um homem (que representará você no jogo) cai na água, e será necessário que você fique rolando o botão de scroll para se manter vivo. Prepare-se para quebrar o seu mouse!

Conforme o tempo vai passando, fica cada vez mais difícil aguentar. Durante esse percurso, algumas situações vão acontecendo com o personagem de forma que consiga realmente te envolver na história.

A ideia do projeto, desenvolvido pela CLMBBDO, é mostrar que no mar você se cansa mais rápido do que imagina. Na vez que joguei por aqui eu consegui sobreviver por apenas 5 minutos. Clique aquipara jogar e depois conta pra gente o seu recorde. o/

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Homens irritados estão três vezes mais propensos à morte prematura

Estudo dinamarquês aponta que pessoas com grandes preocupações e relações sociais estressantes expõem a saúde a riscos

Cientistas estudaram os dados de 9.875 homens e mulheres entre 36 e 52 anos (foto: StockPhoto)
Cientistas estudaram os dados de 9.875 homens e mulheres entre 36 e 52 anos (foto: StockPhoto)

Publicado em O Globo

COPENHAGUE (DINAMARCA) – Um estudo publicado hoje na revista científica “Journal of Epidemiology and Community Health”, relacionou aspectos do comportamento humano à morte prematura. Realizado por pesquisadores da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, o trabalho estabelece que homens que estão frequentemente irritados – e que costumam participar de discussões com frequência – são mais propensos a morrer durante a meia idade.

O estudo aponta que os indivíduos que sofrem regularmente de estresse em suas relações com os seus parceiros, filhos, família, amigos ou vizinhos, estão de duas a três vezes mais aptos à morrer prematuramente. Ainda segundo a pesquisa, homens sofrem grandes riscos pois são afetados de forma mais significativa, já que tendem a não dividir seus problemas e contam com “redes de apoio” mais fracas do que as mulheres.

Os cientistas estudaram os dados de 9.875 homens e mulheres entre 36 e 52. Eles foram orientados a responder perguntas sobre seus relacionamentos sociais cotidianos. Onze anos depois, 196 mulheres (4%) e 226 homens (6%) haviam morrido. Quase metade das mortes foi causada por câncer. Doenças cardíacas, hepáticas, acidentes e suicídios também contribuíram.

Os pesquisadores analisaram a ligação entre as principais preocupações e causas de irritação e a mortalidade. A idade de uma pessoa, gênero, condições de vida e situação de emprego também foram levados em conta.

Verificou-se que as pessoas que relataram preocupações com demandas de algum parceiro tiveram um aumento do risco de mortalidade de 50 a 100%, enquanto aquelas que experimentaram conflitos regulares dentro de qualquer tipo de relação obtiveram um aumento das chances de morte de duas a três vezes .

– Ter uma discussão de vez em quando é bom. Mas quando ocorre sempre, parece perigoso – avaliou o pesquisador Rikke Lund, um professor associado de sociologia médica da Universidade de Copenhague.

Cerca de um em cada 10 participantes do estudo disseram que seus parceiros ou filhos eram uma fonte frequente de preocupação ou irritação. Seis por cento disseram os principais problemas vinham de outros parentes; e 2% definiram os amigos como fontes de estresse.

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Campanha reescreve cartas reais de suicidas

Com o slogan “Dentro de um suicida há alguém querendo viver”, campanha muda final trágico das histórias

publicado no Administradores

Uma ideia simples, porém muito marcante. É a linha adotada pela agência Leo Burnett Tailor Made para uma nova campanha publicitária do CVV, ONG que atua gratuitamente na prevenção do suicídio há 52 anos. A agência se baseou em cartas reais deixadas por pessoas que atentaram contra a própria vida. Os textos foram reescritos, utilizando as mesmas palavras, de forma com que os autores chegassem a conclusões diferentes.

“Esse ato de reescrever sua própria vida ao reorganizar as ideias é um conceito fundamental da atuação do CVV”, comenta Adriana Rizzo, voluntária do CVV. “Muitas pessoas nos procuram porque as emoções se acumulam sem serem bem resolvidas, o que dificulta a clareza sobre as situações da própria vida. Ao se sentir acolhido, sem pressões ou cobranças, a própria pessoa reorganiza seus pensamentos durante a conversa com o voluntário do CVV e encontra outras saídas”, explica Adriana.

Diferente do que muitas pessoas acreditam, o suicida pede ajuda e tenta outras soluções até o ato final, porém, a falta de conscientização e de comunicação reduz as chances de prevenção do suicídio. A OMS aponta que nove de cada dez suicídios poderiam ser evitados. “Pelo menos 25 brasileiros morrem vítimas de suicídio diariamente”, afirma Adriana. “A ideia suicida é muito mais comum do que se pensa. Um estudo da Unicamp aponta que 17% dos adultos já pensaram seriamente em se matar”, complementa.


Uma das peças da campanha

O CVV é um serviço gratuito e realizado exclusivamente por voluntários desde sua fundação, em 1962. A entidade oferece apoio emocional a pessoas que sentem a necessidade de conversar de forma aberta e acolhedora, sem receber críticas, julgamentos ou cobranças, seja pelo telefone (141), Skype, chat, e-mail, carta ou pessoalmente.

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