Artista genial mostra como seria o mundo caso pudéssemos enxergar o WiFi

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Publicado no Tecmundo

WiFi, Bluetooth, 3G, 4G, TV digital… Vivemos em um ambiente recheado de ondas e sinais responsáveis por transmitir dados entre nossos dispositivos móveis sem o auxílio de fios. E isso já é algo tão normal que sequer paramos para pensar a bagunça que seria caso pudéssemos enxergar o fluxo dessas redes durante o nosso cotidiano. De fato, não conseguiríamos ficar um único minuto sem ver ondas de rádio onde quer que seja: no trabalho, na rua, no quarto e até mesmo no banheiro.

Foi filosofando sobre tal assunto que o fotógrafo Luis Hernan, aluno do curso de pós-graduação em Design Arquitetônico e Interativo da Universidade de Newcastle (na Inglaterra), resolveu trabalhar em um ensaio sensacional batizado como “Fotografia de espíritos – Espectro Wireless”, cujas imagens constituintes estão reunidas na galera logo abaixo. A ideia de Hernan é simples: registrar ambientes comuns que fazem parte do dia-a-dia de todos nós, mas preenchidos com feixes de luz que representam a intensidade do sinal de WiFi em cada área do ambiente.

Para criar tais fotografias, o inglês utilizou um dispositivo inventado por ele mesmo e que recebe o nome de Kirlian. Trata-se de uma pequena caixa de madeira, equipada com LEDs e uma placa Arduino, capaz de “ler” a intensidade de sinal de uma rede SSID previamente configurada e reagir a essa informação acendendo luzes de determinada cor. Tons mais quentes (como vermelho e laranja) significam maior recepção, enquanto as mais frias (verde e azul) se referem a zonas de baixa recepção.

Hernan simplesmente pendurou diversos Kirlians ao longo dos cenários e permitiu que eles se movessem enquanto registrava a cena usando técnicas de longa exposição. O resultado é sensacional, não concorda?

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Estátua de ‘Jesus Sem-Teto’ assusta moradores de bairro rico nos EUA

Publicado no UOL

Uma estátua religiosa na cidade de Davidson, na Carolina do Norte (EUA), é diferente de tudo que você possa ver em uma igreja. A escultura retrata Jesus Cristo como um morador de rua dormindo em um banco de praça. A Igreja Episcopal de St. Alban instalou a obra em sua propriedade no meio de um bairro nobre repleto de sobrados bem conservados.

Jesus está encolhido debaixo de um cobertor com o rosto e as mãos escondidos. Apenas as feridas da crucificação nos pés descobertos denunciam a sua identidade. A reação foi imediata. Alguns adoraram a intervenção, outros ficaram apavorados.

“Uma mulher da vizinhança chamou a polícia quando o viu, pensando ser um morador de rua real”, assinala David Boraks, editor do site DavidsonNews.net. “Isso mesmo: alguém chamou a polícia para prender Jesus!”, exclama o jornalista. Um outro vizinho, que vive a duas casas da igreja, escreveu para a redação pedindo que levassem o indigente para longe do bairro.

A estátua de bronze foi comprada por cerca de 50 mil reais por uma paroquiana, Kate McIntyre, que aprecia a arte em locais públicos. Mesmo assim, alguns vizinhos sentiram que era uma representação insultosa do líder religioso, por parecer mais com um vagabundo enrolado em um cobertor do que com um ícone.

O reverendo David Buck, de 65 anos, se mostra um pouco avesso à polêmica. “Isso dá autenticidade à nossa igreja”, assinala. “Esta é uma instituição relativamente influente e precisamos lembrar que a nossa fé se expressa na preocupação ativa com os marginalizados da sociedade”, reitera.

A escultura é concebida como uma tradução visual da passagem no Livro de Mateus, em que Jesus diz aos seus discípulos: “como você fez isso a um de meus irmãos, você fez isso para mim”. “Além disso, é uma boa lição da Bíblia para aqueles acostumados a verem Jesus representado na arte religiosa tradicional como o Cristo de glória, entronizado em elegância”, lembra o reverendo. “Acreditamos que esse é o tipo de vida que Jesus tinha. Ele era, em essência, um morador de rua”, completa.

Apesar das críticas, o reverendo informa que a estátua ganhou mais admiradores do que detratores. “É comum ver as pessoas sentarem no banco e rezarem, com as mãos sobre os pés de Cristo”, aponta.

Esta cidade é a primeira a ter em exibição a obra “Jesus Homeless”. Católicos de Chicagoplanejam instalar também sua estátua, assim como a Arquidiocese de Washington, na capital federal do país. Timothy Schmalz, criador da obra, é um canadense que também é um católico muito devoto. De seu estúdio, em Ontário, Schmalz admite que entende que seu Jesus é provocativo. “Isso é essencialmente o que a escultura tem de fazer, desafiar as pessoas”, reforça.

Ele aponta que ofereceu os primeiros moldes para a Catedral de St. Michael, em Toronto, e para a Catedral de St. Patrick, em Nova York. Ambas não tiveram interesse. Um porta-voz da igreja canadense indica que a apreciação da estátua “não foi unânime”. Além disso, a igreja estava sendo restaurada e uma nova obra de arte estava fora de questão. Já o porta-voz da igreja deNova York diz que gostou do Jesus sem-teto, mas a sua catedral também estava sendo reformada e eles não puderam arcar com a despesa.

A próxima instalação do Jesus de bronze em um banco de parque pode ser na Via della Conziliazione, a avenida que conduz à Basílica de São Pedro – se o Vaticano aprovar. Schmalz viajou para lá em novembro passado para apresentar uma miniatura para o próprio Papa Francisco. “Ele caminhou até a obra e foi simplesmente arrepiante quando ele tocou o joelho da escultura, fechou os olhos e orou”, lembra. “Isso é o que o papa está fazendo em todo o mundo: chegar aos marginalizados”, diz o artista.

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Pesquisa mostra distância entre cotidiano de fiéis e preceitos da Igreja Católica

Fiéis alemães e suíços divergem de regras católicas sobre sexo, divórcio e homossexualidade

O Papa Francisco escuta uma confissão durante a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro (foto: REUTERS-26-6-2013)
O Papa Francisco escuta uma confissão durante a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro (foto: REUTERS-26-6-2013)

Publicado em O Globo

BERLIM Quando veio ao Rio de Janeiro no ano passado para a Jornada Mundial da Juventude, o Papa Francisco falou a bispos brasileiros sobre “o mistério difícil das pessoas que abandonam a Igreja”. Entre os possíveis motivos para tanto, o Pontífice apontou: “Talvez lhes pareça que o mundo fez da Igreja uma relíquia do passado, insuficiente para as novas questões”. Nesta semana, pesquisas divulgadas pela conferências de bispos de Alemanha e Suíça mostraram que, mesmo entre os que permanecem fiéis à religião, as posições da instituição sobre divórcio, sexo e homossexualidade estão distantes do que a maioria do rebanho destes países pensa sobre estes assuntos.

Na Suíça, 90% dos fiéis entrevistados opinaram que divorciados e pessoas que se casaram mais de uma vez deveriam ter direito aos sacramentos. Para 60%, a Igreja deveria reconhecer e abençoar casais do mesmo sexo. O levantamento também mostra uma “dramática discordância” sobre o uso de métodos anticoncepcionais, largamente apoiado pelos católicos suíços, para os quais a Igreja deveria “parar de atribuir valores absolutos a certas normas e diretivas”, diz o relatório dos bispos locais. Por outro lado, 80% consideram importante casar na Igreja, e 97% querem que crianças tenham educação religiosa.

Na Alemanha, o recado dos católicos não foi muito diferente. Segundo o relatório dos bispos do país, “a maioria dos batizados tem uma imagem da Igreja como amigável à família, mas ao mesmo tempo considera irreal a moralidade sexual” da instituição. O documento diz também que, enquanto a maioria dos católicos adere ao matrimônio “na expectativa de ter um vínculo para o resto da vida”, as regras da Igreja sobre sexo antes do casamento (“entre 90% e 100% dos casais que querem se casar na Igreja já vivem juntos”, atestam os bispos), homossexualidade, métodos anticoncepcionais e pessoas divorciadas e casadas novamente “são virtualmente nunca aceitas, ou expressamente rejeitadas na vasta maioria dos casos.”

As posições dos fiéis vieram em resposta a um questionário de 38 perguntas elaborado pelo Vaticano como documento preparatório para o Sínodo dos Bispos sobre a Família, marcado para outubro, e enviado às conferências episcopais ao redor do mundo. No Brasil, as dioceses e arquidioceses tiveram até 20 de janeiro para enviar suas informações à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Uma comissão deverá ser formada no órgão para compilar os dados. Segundo a CNBB, os responsáveis por este trabalho voltaram de férias na última sexta-feira, e por isso até ontem não havia resultado concreto do trabalho. (Com Flávio Freire, de São Paulo)

dica do Ailsom Heringer

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Adorável ensaio fotográfico mostra cães felizes passeando de carro

DogsinCars_internaEme Viegas no Hypeness

É difícil não sorrir ao olhar para estas imagens incrivelmente doces e ingênuas de cachorros com a cabeça pendurada do lado de fora da janela dos carros. Criada pela premiada fotógrafa norte-americana Lara Jo Reagan, a série Dogs in Cars mostra a alegria que os nossos amigos caninos sentem ao sair para um passeio em quatro rodas.

Tem a boca aberta, as línguas de fora contra o vento se dobrando, a brisa fresca oferecendo formas e expressões curiosas aos rostos dos cachorros, mas o que fica destas fotos é o entusiasmo e a atenção com que eles encaram a experiência.

“Eu normalmente tenho ideias de alguma forma bizarras ou complexas, pra garantir que ninguém mais faz a mesma coisa. Mas como dona de três cachorros vivendo na cultura automóvel de Los Angeles, esta ideia estava me olhando nos olhos”, conta Jo Reagan. Veja alguns dos retratos que ela fez por lá:

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Para os fanáticos de cães, uma bela novidade: estas fotos viraram calendário pra 2014, o que significa que pode tê-las penduradas na sua parede (disponível aqui).

todas as fotos © Lara Jo Reagan

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Vídeo indiano mostra as faces do assédio

Publicado no AdNews

Vídeo indiano mostra as faces do assédio e já tem 2 milhões de views (Reprodução)
Vídeo indiano mostra as faces do assédio e já tem 2 milhões de views (Reprodução)

Em dezembro, uma adolescente indiana sofreu dois estupros coletivos em ataques separados e depois morreu queimada viva. O Whistling Woods International Institute, uma escola de artes localizada em Mumbai, coincidentemente, lançou no mesmo mês uma campanha para promover o debate sobre o comportamento masculino no país.

O Instituto criou o filme Dekh Le, que tem como objetivo celebrar o aniversário de outro estupro coletivo cometido no país. O vídeo já tem mais de 2 milhões de views em apenas duas semanas no ar.

O vídeo mostra a face do assédio sexual se voltando para o homem. O olhar do abuso é refletido por objetos localizados no corpo das mulheres, deixando os homens desconcertados.

Como o homem que reagiria se o olhar perverso fosse voltado para ele? A resposta você vê abaixo.

Confira:

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