Noiva publica no Facebook lista de razões pelas quais não convidou todos os amigos para o casamento

“Vou tentar tornar isso o mais simples possível para que ninguém fique magoado”, escreveu a noiva, antes de enumerar sete motivos que usou para eliminar algumas pessoas de sua festa

"Não temos lugares sobrando na igreja e na recepção”, escreveu a noiva (foto: Think Stock
“Não temos lugares sobrando na igreja e na recepção”, escreveu a noiva (foto: Think Stock

Publicado na Marie Claire

Poucas coisas na vida dão mais trabalho do que selecionar os amigos que vão a sua festa de casamento. Mas uma noiva americana resolveu chutar para longe toda a etiqueta e listar, em sua página no Facebook, as razões pelas quais alguns “amigos” não são próximos o suficiente para ir ao evento.

“Não temos lugares sobrando na igreja e na recepção”, começa o post da noiva. “Então vou tentar tornar isso o mais simples possível para que ninguém fique magoado. Se você não for convidado, aqui vai uma lista de possíveis razões.”

Entre os sete motivos para a exclusão, a americana incluiu “Se eu já te convidei toda vez que faço uma reunião e você nunca apareceu”, “Se você é só um colega de trabalho e nós nunca saímos fora dele” ou “Se você provavelmente viria só pela comida e a bebida e realmente não tem nenhum outro interesse além disso”.

E, mostrando que não há limites para o constrangimento público, o número 7 é especialmente vingativo: “Se você se casou e eu pensei que éramos amigos mas você não me convidou”.
Confira, abaixo, a lista completa:

“1. Se eu já te convidei toda vez que faço uma reunião e você nunca apareceu;

2. Se você é só um colega de trabalho e nós nunca saímos fora dele;

3. Se eu compareci a coisa que você me convidou e você nunca apareceu ou sequer respondeu a meus convites;

4. Se eu só saí com você em um grupo, mas nós não somos próximos;

5. Se em algum momento você falou alguma m… sobre mim, você definitivamente não será convidado;

6. Se você provavelmente viria só pela comida e a bebida e realmente não tem nenhum outro interesse além disso;

7. Se você se casou e eu pensei que éramos amigos mas você não me convidou.”

Nos comentários, muitos usuários questionaram se alguém “que nunca respondeu a um convite” da noiva ou “nunca saiu com ela fora do trabalho” estaria realmente interessado na festa.

O post da noiva que decidiu listar os sete motivos para ter eliminado alguns convidados da sua festa (foto: Reprodução / Facebook)
O post da noiva que decidiu listar os sete motivos para ter eliminado alguns convidados da sua festa (foto: Reprodução / Facebook)

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Site lista motivos para brasileiros ficarem otimistas após derrota

Bruno Astuto, na Época

Torcedores se divertem antes do início da partida entre Brasil e Alemanha, em Belo Horizonte, em Minas Gerais (Foto: Dario Lopez-Mills/AP)
Torcedores se divertem antes do início da partida entre Brasil e Alemanha, em Belo Horizonte, em Minas Gerais (Foto: Dario Lopez-Mills/AP)

O site Hollywood.com  decidiu enviar uma mensagem de otimismo aos brasileiros no dia seguinte à derrota de 7 x 1 para a Alemanha. “Foram os 45 minutos mais chocantes da TV desde o fim da temporada de Game of Thrones”, diz o site, ironizando. “Mas não é só porque o Brasil está cabisbaixo, que está completamente acabado.

Então, anime-se Brasil, você tem muito do que se orgulhar”, diz o artigo, listando os motivos:

1- Você ainda tem mais títulos da Copa do Mundo do que qualquer outra nação.

2- Você ainda é o maior país da América do Sul.

3- Você ainda tem uma população inteira de pessoas que se parecem com a Gisele Bündchen (um tanto exagerados, não?).

4- Você ainda tem na memória os dias de glória de Pelé.

5- Você ainda tem o Cristo Redentor, a maior estátua art déco do mundo. Ei, espere….

6- O Carnaval está apenas a sete meses de acontecer…

7- Você ainda têm essa versão estranha do vôlei, em que só pode usar seus pés. Isso é quase como futebol, certo?

8- Você ainda tem Cidade de Deus, o único filme no mundo que todo mundo acha que é bom.

9- Você ainda produz mais modelos da Victoria’s Secret do que qualquer outro país.

10- A maioria dos outros países parecem idiotas quando tentam dançar samba.

E vão existir provavelmente mais duas sequências do filme Rio, no mínimo. Isso deve valer alguma coisa, certo?

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10 razões para não ter saudades da ditadura

O general e presidente do Brasil Ernesto Geisel (Arena) recebe cumprimentos em forma de continência de militar, no Rio de Janeiro. (foto: Manoel Pires/Folhapress)
O general e presidente do Brasil Ernesto Geisel (Arena) recebe cumprimentos em forma de continência de militar, no Rio de Janeiro. (foto: Manoel Pires/Folhapress)

Carlos Madeiro, no UOL

1. Tortura e ausência de direitos humanos

foto: José Nascimento/Folhapress
foto: José Nascimento/Folhapress

As torturas e assassinatos foram a marca mais violenta do período da ditadura. Pensar em direitos humanos era apenas um sonho. Havia até um manual de como os militares deveriam  torturar para extrair confissões, com práticas como choques, afogamentos e sufocamentos.

Os direitos humanos não prosperavam, já que tudo ocorria nos porões das unidades do Exército.

“As restrições às liberdades e à participação política reduziram a capacidade cidadã de atuar na esfera pública e empobreceram a circulação de ideias no país”, diz o diretor-executivo da Anistia Internacional Brasil, Atila Roque.

Sem os direitos humanos, as torturas contra os opositores ao regime prosperaram. Até hoje a Comissão Nacional de Verdade busca dados e números exatos de vítimas do regime.

“Os agentes da ditadura perpetraram crimes contra a humanidade –tortura, estupro, assassinato, desaparecimento– que vitimaram opositores do regime e implantaram um clima de terror que marcou profundamente a geração que viveu o período mais duro do regime militar”, afirma.

Para Roque, o Brasil ainda convive com um legado de “violência e impunidade” deixado pela militarização. “Isso persiste em algumas esferas do Estado, muito especialmente nos campos da justiça e da segurança pública, onde tortura e execuções ainda fazem parte dos problemas graves que enfrentamos”, complementa.

2. Censura e ataque à imprensa

foto: Acervo UH/Folhapress
foto: Acervo UH/Folhapress

Uma das marcas mais conhecidas da ditadura foi a censura. Ela atingiu a produção artística e controlou com pulso firme a imprensa.

Os militares criaram o “Conselho Superior de Censura”, que fiscalizava e enviava ao Tribunal da Censura os jornalistas e meios de comunicação que burlassem as regras. Os que não seguissem as regras e ousassem fazer críticas ao país, sofriam retaliação –cunhou-se até o slogan “Brasil, ame-o ou deixe-o.”

Não são raras histórias de jornalistas que viveram problemas no período. “Numa visita do presidente (Ernesto) Geisel a Alagoas, achamos de colocar as manchetes no jornalismo da TV: ‘Geisel chega a Maceió; Ratos invadem a Pajuçara’. Telefonaram da polícia para o Pedro Collor [então diretor do grupo] e ele nos chamou na sala dele e tivemos que engolir o afastamento do jornalista Joaquim Alves, que havia feito a matéria dos ratos”, conta o jornalista Iremar Marinho, citando que as redações eram visitadas quase que diariamente por policiais federais.

Para cercear o direito dos jornalistas, foi criada, em 1967, a Lei de Imprensa. Ela previa multas pesadas e até fechamento de veículos e prisão para os profissionais. A lei só foi revogada pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 2009.

Muitos jornalistas sofreram processos com base na lei mesmo após a redemocratização. “Fui processado em 1999 porque publiquei declaração de Fulano contra Beltrano. A Lei de Imprensa da Ditadura permitia isso: punir o mensageiro, que é o jornalista”, conta o jornalista e blogueiro do UOL, Mário Magalhães.

3. Amazônia e índios sob risco 

foto: memoriasreveladas.arquivonacional.gov.br / Arquivo Nacional
foto: memoriasreveladas.arquivonacional.gov.br / Arquivo Nacional

No governo militar, teve início um processo amplo de devastação da Amazônia. O general Castelo Branco disse, certa vez, que era preciso “integrar para não entregar” a Amazônia. A partir dali, começou o desmatamento e muitos dos que se opuseram morreram.

“Ribeirinhos, índios e quilombolas foram duramente reprimidos tanto ou mais que os moradores das grandes cidades”, diz a jornalista paraense e pesquisadora do tema, Helena Palmquist.

A ideia dos militares era que Amazônia era “terra sem homens”, e deveria ser ocupada por “homens sem terra do Nordeste.” Obras como as usinas hidrelétricas de Tucuruí e Balbina também não tiveram impactos ambientais ou sociais previamente analisados, nem houve compensação aos moradores que deixaram as áreas alagadas. Até hoje, milhares que saíram para dar lugar às usinas não foram indenizados.

A luta pela terra foi sangrenta. “Os Panarás, conhecidos como índios gigantes, perderam dois terços de sua população com a construção da BR-163 –que liga Cuiabá a Santarém (PA). Dois mil Waimiri-Atroaris, do Amazonas, foram assassinados e desaparecidos pelo regime militar para as obras da BR-174. Nove aldeias desse povo desapareceram e há relatos de que pelo menos uma foi bombardeada com gás letal por homens do Exército”, afirma.

4. Baixa representação política e sindical

dita4Um dos primeiros direitos outorgados aos militares na ditadura foi a possibilidade do governo suspender os direitos políticos do cidadão. Em outubro de 1965, o Ato Institucional número 2 acabou com o multipartidarismo e autorizou a existência de apenas dois: a Arena, dos governistas, e o MDB, da oposição.

O problema é que existiam diversas siglas, que tiveram de ser aglutinadas em um único bloco, o que fragilizou a oposição. “Foi uma camisa-de-força que inibiu, proibiu e dificultou a expressão político-partidária. A oposição ficou muito mal acomodada, e as forças tiveram que conviver com grandes contradições”, diz o cientista político da Universidade Federal de Pernambuco, Michael Zaidan.

As representações sindicais também foram duramente atingidas por serem controladas com pulso forte pelo Ministério do Trabalho. Isso gerou um enfraquecimento dos sindicatos, especialmente na primeira metade do período de repressão.

“Existiam as leis trabalhistas, mas para que elas sejam cumpridas, com os reajustes, é absolutamente necessário que os sindicatos judicializem, intervenham para que os patrões respeitem. Essas liberdades foram reprimidas à época. Os sindicatos eram compostos mais por agentes do governo que trabalhadores”, lembra Zaidan.

5. Saúde pública fragilizada

foto: Folhapress
foto: Folhapress

Se a saúde pública hoje está longe do ideal, ela ainda era mais restrita no regime militar. O Inamps (Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social) era responsável pelo atendimento, com seus hospitais, mas era exclusivo aos trabalhadores formais.

“A imensa maioria da população não tinha acesso”, conta o cardiologista e sindicalista Mário Fernando Lins, que atuou na época da ditadura. Surgiu então a prestação de serviço pago, com hospitais e clínicas privadas.

“Somente após 1988 é que foi adotado o SUS (Sistema Único de Saúde), que hoje atende a uma parcela de 80% da população”, diz Lins.

Em 1976, quase 98% das internações eram feitas em hospitais privados. Além disso, o modelo hospitalar adotado fez com a que a assistência primária fosse relegada a um segundo plano. Não existiam planos de saúde, e o saneamento básico chegava a poucas localidades. “As doenças infectocontagiosas, como tuberculose, eram fonte de constante preocupação dos médicos”, afirma Lins.

Segundo estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), “entre 1965/1970 reduz-se significativamente a velocidade da queda [da mortalidade infantil], refletindo, por certo, a crise social econômica vivenciada pelo país”. (mais…)

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Onze motivos estranhos que levaram profissionais à demissão

Simdemitirnecessrio

Publicado no O Globo

No dia 19 de fevereiro, a Pizza Hut decidiu fechar sua unidade em West Virginia, nos Estados Unidos, depois que um vídeo de um funcionário urinando na pia da cozinha caiu na rede. O trabalhador, claro, também foi demitido. Estar com cheiro de cigarro, ironizar clientes no YouTube e estar acima do peso são outros motivos estranhos que levaram profissionais à demissão recentemente, conforme compilou o jornal Huffington Post. Veja onze razões esquisitas que fizeram profissionais perderem seus empregos.

  1. Escrever e-mail em caixa alta

    Em 2007, uma trabalhadora da Nova Zelândia foi dispensada porque mandava e-mails em caixa alta, negrito e com fundo vermelho. Vicki Walker acabou ganhando R$ 40 mil depois por determinação da Justiça. Ela disse que usava os recursos para reforçar algumas instruções.

  2. Ironizar os clientes no YouTube

    O Starbucks demitiu o barista Christopher Cristwell depois que o profissional resolveu descontar sua raiva dos clientes no YouTube. Em 2011, Cristwell fez um vídeo em que cantava uma música usando apenas cuecas e um avental, cuja letra dizia, entre outras coisas, que os amantes de capuccino eram os piores e que os frapuccionos demoravam uma hora para ficar prontos. O barista se defendeu dizendo que fez apenas uma sátira e que havia realmente momentos estressantes no trabalho na rede de cafeterias. O Starbucks alegou que a visão de Cristwell não era compatível com seu compromisso com os clientes. O vídeo ainda está disponível. Veja aqui.

  3. Estar acima do peso

    O excesso de peso foi o motivo que levou Ronald Kratz II a ser demitido, sob alegação de que interferia em sua performance. Kratz depois processou a BAE Systems, que produz veículos militares e na qual ele atuava há 16 anos. O ex-funcionário, que acabou perdendo mais de 100 quilos após a demissão, pesava mais de 300 quilos à época.

  4. Fazer um gesto obsceno para o presidente

    A âncora russa Tatyana Limanova perdeu o emprego após ter “mostrado o dedo” para o presidente Obama ao vivo no telejornal, em 2011. Na verdade, Tatyana disse que fez o gesto não para insultar o presidente americano, mas para pedir que a equipe subisse o teleprompter, e reclamou por ter sido dispensada apenas depois de o vídeo ter se tornado viral na internet. A equipe do canal de TV alegou que a postura da jornalista foi antiprofissional.
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  5. Urinar na pia Um funcionário da Pizza Hut em West Virginia, nos Estados Unidos, foi pego pela câmera de segurança urinando da pia da cozinha do estabelecimento. Não apenas o trabalhador foi demitido, como a rede de pizzarias decidiu fechar permanentemente a unidade em fevereiro deste ano, após o vídeo ter sido divulgado na internet. Já foram mais de 500 mil visualizações. Veja aqui
  6. Uma fatia a mais de queijo

    Em 2009, uma funcionária holandesa do McDonald’s foi demitida depois de dar a uma colega um cheeseburger em vez de um hambúrguer mais barato, pelo qual ela havia pago. A empresa alegou que a funcionária descumpriu a regra que proíbe beneficiar amigos e parentes com lanches grátis e brindes. Mas a Justiça holandesa determinou que a demissão tinha sido uma punição severa demais para o caso e o Mc Donald’s teve que pagar à ex-funcionária o salário de cinco meses (equivalente ao término de seu contrato), cerca de R$ 13.730.

  7. Cheiro de cigarro

    Stephanie Cannon, uma funcionária do Centro de Câncer Park Nicollet Health, nos Estados Unidos, foi demitida por estar com cheiro de cigarro no trabalho. Ela, inclusive, teria sido orientada a tomar banho no trabalho e a evitar contato com seu marido, também fumante. Apesar dos esforços para tirar o cheiro da roupa, que incluía passar spray perfumado antes de sair de casa, o centro médico acabou dispensando a funcionária, seis semanas depois do início do contrato. Em sua defesa, a americana disse que nunca fumou em horário de trabalho.

  8. Estender licença-médica por câncer

    Em 2010, a funcionária Judy Henderson foi demitida da loja de móveis e acessórios para a casa Home Depot depois de ter informado que precisaria estender sua licença-médica porque estava com câncer. A empresa teve que pagar uma multa de US$ 100 mil (cerca de R$ 235 mil) e promover treinamentos antidiscriminação para seus funcionários.

  9. Usar moeda de papel em lavanderia (há 50 anos) 

    O banco americano Well Fargo demitiu Richard Eggers em 2012, depois de sete anos de contrato, por ter descoberto que, em 1963, ele havia usado uma moeda de papel para usar uma máquina de lavar em uma lavanderia. A empresa, que decidiu apertar sua política anticorrupção, disse que iria dispensar todos os funcionários com anotações em suas fichas criminais, por menor que fossem elas.

  10. Ter câncer de mama 

Em junho de 2012, Kathleen Mason foi demitida do cargo de CEO da cadeia de móveis e objetos para casa Tuesday Morning e alegou que havia sido afastada depois que a diretoria descobriu que ela tinha câncer de mama. Mas a empresa disse que o afastamento se deu por causa de má performance no cargo.

11. Criticar o time no Facebook

O operador do estádio do time de futebol americano Philadelphia Eagles, Dan Leone, foi demitido, em 2009, depois de atualizar seu status do Facebook criticando a venda de um jogador. Mesmo arrependido e tendo pedido desculpas, Leone foi dispensado.

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12 motivos para casar com um Historiador

Por que eu achei divertida a idéia hahahaha.

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Publicado no Café Miossi

1Nunca vai faltar assunto.

Historiador sempre tem uma história pra contar, é legal quando você tem um “figura” do seu lado que tem a cabeça ampla pra as mais diferentes conversas, assuntos, papos, e uma opinião formada mesmo daquilo, ele nunca terá problemas em ser “social” mesmo que seja tímido, tem papo pra tudo.

O único problema é quando o historiador contrariar sua família toda naquele almoço de domingo dizendo que tudo que todo mundo disse tá absolutamente errado e estragar o almoço err…

2. Ele dificilmente irá julgar sua família, amigos, etc…

Estudamos todo tipo de civilizações e forma de viver dos seres humanos, então é mais fácil a gente se surpreender com eventos naturais óbvios do que com os “complexos” seres humanos, pra estudar todo tipo de forma de vida de um ser humano é necessário tentar compreender aquele estilo de vida.

Também jamais irá julgar você pela aparência, ainda mais se ele for fã da teoria da sociedade da imagem.

Então, por consequência quebramos preconceitos, se você namora um historiador fica tranquilo quanto a aquele primo anti-cristo, aquele amigo esquisito, normalmente nunca será julgado, agora quanto a parte de tirar sarro, er não garanto.

3. Todo tipo de regra imposta o historiador normalmente não dá a mínima.

Então se sua preocupação era quanto a onde vai ser o casamento, se você foi “crismada” ou não, que seja, pro historiador é o de menos, ele se importa com tudo menos com os esteriótipos, isso se ele não tiver umaalergia a catolicismo, então naturalmente o importante é que a união dê certo, então ele fará de tudo para que a união mesmo dê certo e dificilmente irá se importar com o preconceito do povo.

4. Se você acredita em outras vidas, o historiador já está pagando sua dívida.

Porque provavelmente ele é professor, então todos os atos ruins da vida passada provavelmente ele já está resgatando como uma boa pessoa.

5. Você será trocado, mas fique tranquilo.

Será no máximo por um livro do Karl Marx ou do Max Weber.

6. No natal, aniversário, dia dos namorados, etc, você não terá problemas em presenteá-lo.

Você sabe que se você der aquele livro que ele tava querendo DAQUELE AUTOR que ele adora provavelmente ele vai ter orgasmos múltiplos de felicidade.

Ou então dê uma estatuazinha do deus Osíris, ou de Afrodite, qualquer coisa relacionada a mitologia que vai ter um ar de “uma pessoa que ama história mora por aqui” também é legal.

7. Ele tem pose de nerd mas isso não quer dizer que seja um.

E principalmente não quer dizer que ele seja certinho, quanto mais se estuda a humanidade menos afim de ser correto nos padrões da sociedade você fica, ele pode ser um capeta, mas tem aquela cara de pessoa certinha e esforçada, o que te poupa explicações, e ele sabe muito bem o que é ridículo pra sociedade e vai te poupar de certas vergonhas alheias.

8. Até os programas de índio vão ser interessantes pra ele.

Nada mais legal do que sentir na pele o que é ser uma sociedade livre do estado, sem regras, sem leis, sem naaada.

10. Não sabe em quem votar na eleição, pede um palpite pra ele!

Só não espere que ele vá sugerir que você vote em partido de direita, aliás se você votar em partido de direita será um motivo pra união ser questionada.

11. Ele pode parecer revoltado, anarquista, socialista, mas no fundo ele só quer o bem de todos.

Então você jamais estará do lado de uma pessoa individualista, pois como estudante de humanas ele sempre pensará no todo e não somente nele mesmo.

12. Quanto mais você estuda, mais medo de falar bobagem você tem.

Então pode contar com ele na hora de jogar na roda aquele assunto difícil, aquela lavação de roupa suja, normalmente ele vai ser bem cauteloso com as palavras, a não ser que você tenha testado demais o santo dele, ai eu já não garanto afinal, fazer história não é como fazer letras não é minha gente?

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