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Mulher Melão vira evangélica e choca colegas

Janaína Nunes, no Yahoo!

Não se fala em outra coisa entre as mulheres frutas e afins. Mulher Melão virou evangélica. Segundo sua assessoria, Renata Frisson frequenta a Igreja Universal há dois anos e meio. Mas o curioso é que só agora algumas pessoas mais próximas ficaram sabendo. No mínimo, estranho.

Tem gente afirmando que ela deve pegar mais leve nas suas cancões e nas roupas. E que a famosa “Você Quer” vai ganhar um refrão assim: “Você quer, Você quer …. Jesus!”. Que coisa… A assessoria da fofa nega tudo e diz que a bela manterá o estilo funkeira de ser. Resta saber até quando.

Foto: AgNews

Facebook confunde cotovelo com seio e bloqueia foto de usuário

Imagem foi publicada em teste de revista para tentar ‘enganar’ rede social. Site bloqueia imagens que violam regras de uso.

publicado no Tecnologias e Games

O Facebook bloqueou uma foto de um usuário em que uma mulher mostra os cotovelos dentro de uma banheira. Os moderadores da rede social acharam que na imagem, em vez do cotovelo, era o seio da mulher, de acordo com reportagem do jornal “Daily Mail”.

A publicação da imagem foi um teste da revista “Theories of the Deep Understanding of Things”, que queria ver se uma imagem deste tipo poderia confundir a rede social, que entenderia que a foto viola as regras de uso do site.

“Os moderadores do Facebook não conseguem diferenciar um inofensivo cotovelo de um sujo, perigoso e violento seio de uma mulher”, diz a revista. A publicação ainda afirma que não recebeu nenhum aviso de violação de regras da rede social e nem o motivo pelo qual a imagem foi censurada.

Anteriormente, imagens de mães amamentando seus bebês também chegaram a ser bloqueadas no Facebook, que classificou as fotos como “inapropriadas”.

O Facebook fez um alerta aos usuários, informando que imagens que mostrarem seios de mulheres, independentemente da atividade que estiverem fazendo, viola as regras de uso do site e serão censuradas. Quem continuar com a atitude pode ser expulso da rede social.

Foto de cotovelo que parece um seio engana moderadores do Facebook (Foto: Reprodução)

 

Homens e mulheres podem trair mais entre 40 e 50 anos, diz pesquisa

 Foto: Getty Images
O nível de infidelidade cresce em idades críticas para a autoestima

Publicado originalmente no Terra

Segundo pesquisa realizada pelo maior site Ashley Madison, a possibilidade de traição aumenta entre os 40 e 50 anos de idade. O estudo utilizou a base de dados com mais de 16 milhões de pessoas que participam do site para relacionamentos extraconjugais e revelou que a maioria dos cadastrados está com 39 ou 49 anos.

Entre as mulheres com idade na faixa entre 30 e 40 anos, as de 39 representam 24%. “Parece que no caso das mulheres casadas essa idade, muito próxima aos 40, assusta, mexe muito com a autoestima. Então, elas recorrem a esse serviço. Pesquisas anteriores revelaram que algumas mulheres casadas usam o site exatamente para isso, para sentirem-se mais bonitas, desejadas. Isso com certeza aumenta a autoestima delas”, declara Eduardo Borges, diretor do AshleyMadison no Brasil.

Segundo Borges, no caso dos homens a idade crítica seria 49 anos, quando ter uma amante parece fazê-los se sentirem mais viris. A pesquisa aponta que 25% das pessoas do sexo masculino cadastradas no site têm essa idade.

Foto: Getty Images

Uma estátua para José Dirceu

José Dirceu foi visto no jardim de uma casa em uma praia de Camaçari        (Foto Agência Estado)

Rogério Gentile, na Folha de S.Paulo

José Dirceu passou o feriadão na Bahia, onde, num dia, curtiu o sol e a praia com uma belíssima bermuda estampada e, no outro, foi homenageado por companheiros petistas com uma paella e uma saborosa costela de bode.

Em seu merecido descanso, teve tempo de sobra para refletir sobre o julgamento do mensalão e a argumentação do ministro Toffoli contra o emprego de pena de prisão para crimes contra o patrimônio público. Segundo Toffoli, que, por mera coincidência, foi assessor de Dirceu, multas e a recuperação de valores desviados surtem mais efeito “pedagógico” do que prender o responsável.

De fato, é um absurdo obrigar uma pessoa como Dirceu, que “dedicou sua vida ao Brasil e à luta pela democracia”, como ele mesmo se descreve, a trocar os prazeres da Bahia pelo sol quadrado de uma penitenciária.

Afinal, coitado, ele não é o primeiro político a desviar recursos públicos e a comprar apoio parlamentar. E, definitivamente, mandar político para a cadeia não faz parte da tradição brasileira. Uma multinha seria mais do que suficiente para servir de exemplo aos demais, não seria?

Até porque não existem tantas provas contra Dirceu. É só uma grande coincidência, por exemplo, ele ter se reunido com Valério e dirigentes do BMG num dia e o banco ter liberado recursos para o mensalão dias depois. Também é só uma casualidade o fato de sua ex-mulher ter recebido favores do operador do esquema.

O problema é que o julgamento, em um tribunal formado em sua maioria por ministros indicados por Lula e Dilma, foi “político”, como diz o PT, e permeado pela “paixão”, como insinuou a presidente. Convenhamos, os ministros tinham motivos de sobra para castigar o PT, que lhes impingiu um emprego estafante, atulhado de processos e com sessões sonolentas. E o pior, como reclamou Ayres Britto na sua despedida do STF, com salários defasados. Vingança pura, claro. Pensando bem, Dirceu merece ganhar uma estátua.

Os 50 são os novos 30

Guiomar Nogueira (Foto: Rodrigo Schmidt/ÉPOCA)

Com mais saúde, beleza e dinheiro no bolso, menos responsabilidades e encanações, uma nova geração descobre que a melhor fase da vida chega aos 50 anos

Flávia Yuri Oshima, Margarida Telles, Natália Spinacé (texto) e Rodrigo Schmidt (foto), na Época

Idade é quase uma questão de opinião. Pode mudar de acordo com o ponto de vista. Na cabeça da gente é uma. Aos olhos dos filhos, outra. Na impressão dos amigos, uma terceira. Há apenas 30 anos, os 50 anunciavam o início da velhice. Não mais. Não só por uma questão de percepção íntima ou da sociedade. Mas pela própria fisiologia. Graças a avanços na saúde, nos costumes e no conforto material, a nova geração de 50 anos chega a essa fase com vitalidade, um gosto de novidade e a sensação de estar no auge da vida. Eles se sentem jovens como, há alguns anos, se sentia quem tinha 30. “Há três décadas, o estado de saúde geral dos meus pacientes de 50 era o mesmo das pessoas de 70 que atendo hoje”, diz o geriatra João Toniolo Neto, da Escola Paulista de Medicina. “Não é exagero dizer que a maioria dos pacientes de 50 anos tem saúde e disposição mental dos de 35 daquela época.”

As pessoas de 50 anos de hoje em nada lembram as da década de 1970. Muitas têm o corpo tão ou mais em forma que seus filhos adultos. Outras estão no pique para ter filhos (biológicos ou adotados), começar uma nova faculdade, um novo romance, uma nova empreitada ou qualquer outra aventura. É um fenômeno mundial. Só na livraria on-line Amazon, há mais de 100 livros escritos na última década sobre o tema: Os novos velhos, Os sem idade, Os imortais. A profusão de títulos é só um sintoma. A postura dessa nova idade tem impacto direto na economia, no mercado de trabalho, no consumo, nos relacionamentos, nas relações familiares – em toda a sociedade.

É como se, em questão de poucas décadas, a população ativa do país dobrasse. Foi o que aconteceu no Brasil. Em 50 anos, a expectativa de vida da população aumentou de 48 para 73 anos. Deverá chegar a 80 em 2050. Ao se distanciar da morte, os cinquentenários se distanciaram também da velhice. Eles têm disposição física, mental e financeira. O fato de não se verem como os mais velhos do grupo contribui para o sentimento de bem-estar com a própria idade. Uma pesquisa da seguradora MetLife, feita com mais de 2 mil americanos, estima que mais da metade dos nascidos entre 1955 e 1964 tem ambos os pais vivos. Apenas 11% já perderam os dois. Os cinquentões ainda são os filhos e, em muitos casos, cuidam dos mais velhos.

Fontes: Bruna Felix Bravo, coordenadora do departamento de cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (RJ); Karla Assed, dermatologista; Joel Block, psicólogo, autor do livro Sex over 50 (Sexo depois dos 50);  (Foto: Monica Yassuda, coordenadora de gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (Each USP); Claudia Carraro, consultora da Carreira e Cia.)Fontes: Bruna Felix Bravo, coordenadora do departamento de cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia (RJ); Karla Assed, dermatologista; Joel Block, psicólogo, autor do livro Sex over 50 (Sexo depois dos 50); Monica Yassuda, coordenadora de gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (Each USP); Claudia Carraro, consultora da Carreira e Cia.

Graças a essa satisfação, o hábito de tentar disfarçar a idade parece estar ficando démodé – para usar uma expressão francesa que também saiu da moda. A maioria deles, mesmo os mais vaidosos, encara a idade de forma positiva. Não querem ter dez ou 20 anos a menos. Querem estar bem aos 50. De acordo com uma pesquisa do Ibope Mídia, feita com 3.500 brasileiros nessa faixa etária, mais de 60% estão muito satisfeitos com a vida que têm.

A longevidade depende de três fatores: uma genética favorável, um ambiente saudável e bons hábitos. O primeiro deles, nosso DNA, não mudou. Os dois outros evoluíram. A começar pelas condições criadas pelos avanços da medicina e pelo progresso econômico e social. Algumas conquistas vieram da saúde pública. Vacinas desde a infância, condições de moradia mais higiênicas, expansão do saneamento básico e até o hábito de fazer exames pré-natais contribuíram para isso. Mesmo quem chega aos 50 anos com doenças crônicas pode ter uma vida saudável e funcional. “O controle e o tratamento de enfermidades como câncer e problemas cardíacos ajudaram muito a elevar a idade média do brasileiro e a aprimorar sua qualidade de vida”, diz Nezilour Lobato Rodrigues, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.

Walmir Paulino (Foto: Rodrigo Schmidt/ÉPOCA)

Décadas de avanço econômico recente no Brasil e no mundo – apesar da crise atual – levaram bilhões de pessoas da pobreza aos confortos modernos. Além de comprar bens materiais, elas estão investindo em saúde e bem-estar. Algumas pesquisas mostram a relação entre o conforto financeiro e a longevidade. Um dos maiores levantamentos com essa faixa etária no mundo, o Estudo Longitudinal sobre Idade (Elsa, na sigla em inglês), do University College of London, mostra que a incidência de depressão no grupo com menos recursos financeiros chega a 27%. Entre os mais ricos, o índice fica em 8%. O estudo acompanhou 9 mil pessoas por dez anos e comprovou a relação entre bem-estar e longevidade. Entre os que se diziam infelizes, a mortalidade foi o triplo da registrada no grupo que se declarava mais satisfeito com a vida.

Dinheiro ajuda, mas o rejuvenescimento dos cinquentões não depende de nível social. É uma mudança notável mesmo entre os mais pobres. “A informação está disponível para todos. É uma questão de escolha, não de classe”, diz Toniolo. Quem opta por uma vida saudável envelhece melhor. Não se trata de acompanhar níveis de triglicérides ou colesterol. “Viver bem tem a ver com cuidar da saúde do corpo, da mente e das relações.” A seguir, ÉPOCA mostra como a geração de novos cinquentões encara saúde, sexo, família, trabalho, dinheiro, cultura e consumo. Continue lendo