Arquivo da tag: mulher

Jovem chateado liga para a polícia após bronca da mãe e é preso

Vicent Valvo ligou duas vezes para o serviço de emergência para reclamar. Rapaz de 19 anos disse que não gostou de como a mãe falou com ele.

Vicent Valvo ligou para a polícia duas vezez após ficar chateado com as broncas da mãe (Foto: Divulgação/Indian River County Sheriff’s Office)

Vicent Valvo ligou para a polícia duas vezez após ficar
chateado com as broncas da mãe
(Foto: Divulgação/Indian River County Sheriff’s Office)

publicado Planeta Bizarro

Um jovem de 19 anos, morador de Vero Beach, na Flórida (EUA), acabou preso depois de ligar duas vezes para a polícia ao ficar chateado por tomar uma bronca da própria mãe.

Vicent Valvo ligou para o serviço de emergência alegando que não tinha gostado da forma como a mãe havia se dirigido a ele, de acordo com um relatório da polícia do condado de Indian River. Por volta das 4h30, um policial foi até a casa de Vicent para responder ao chamado e prender o jovem.

O rapaz acabou preso por abuso do serviço de emergência, e solto após pagar fiança de R$ 1 mil. Não há informações sobre o tipo de coisas que a mulher teria falado ao filho.

 

Marido registra a batalha de sua mulher contra o câncer em fotos emocionantes

angelo_jennifer_interna

Vicente Carvalho, no Hypeness

“É ela” – é assim que Ângelo descreve a sensação que teve ao conhecer Jennifer, a mesma que seu pai teve quando conheceu a sua mãe. Eles então casaram, mas apenas 5 meses depois ela descobriu estar com câncer de mama, e de súbito falou: “Nós estamos juntos, vai ficar tudo bem”.

Ângelo resolveu registrar a luta de sua esposa durante os 5 anos que ela bravamente enfrentou a doença, no site “A luta da minha esposa com câncer de mama” (My wife with breast cancer).  Seu objetivo foi fazer com que as pessoas conhecessem mais sobre a doença, fizessem um exercício de empatia e, mais do que tudo, ele queria mostrar que o apoio e a vontade de viver do paciente é fundamental.

Se valeu a pena? E ele afirma que não trocaria os 5 anos que viveu com ela por nada no mundo. Vejam as fotos:

Squarespace-1-of-30

Jen blurrySquarespace-4-of-30Squarespace-5-of-30Squarespace-5-of-30aSquarespace-6-of-30Squarespace-7-of-305-13-2011 Jen waiting to get chemo after 2 weeks in hospitalA passerby stares as Jen hails a cab.Squarespace-8-of-30After a summer walk, Jen sits in the window and paints her nails.10-9-2011 Man looking at Jen6-19-2011 Jen walking old lady covering her eyes to seeBeth reaching for Jens hand
Continue lendo

Vídeo anônimo revela violência contra a mulher em uma foto por dia

Ninguém assumiu ainda a autoria do que cogita-se ser uma campanha contra a violência doméstica.

Amanda Almeida, no Brainstorm9

Algumas coisas me emputecem profundamente, e a violência contra a mulher é uma delas. E foi este sentimento de revolta que acabou despertado pelo vídeo acima. Publicado há alguns dias no YouTube, por um usuário “anônimo”, Jedna fotografija dnevno u najgoroj godini života ou Uma foto por dia no pior ano de minha vida registra imagens que revelam a cruel realidade da violência doméstica. O detalhe é que o vídeo viralizou – já são mais de 3 milhões de views -, mas ainda não se sabe se ele faz parte de uma campanha, já que ninguém assumiu a autoria.

Na verdade, espera-se que esta hipótese se confirme em breve, apesar de a polícia estar envolvida tentando determinar se a garota ou alguém próximo a ela sofreu o abuso. O Telegraph localizou a garota do vídeo – é a tradutora e modelo Mia Hujic - que não quis se pronunciar a respeito. Como o próprio jornal apontou, independentemente do que esteja por trás dessa história, é possível notar pessoas tentando se mobilizar ao longo dos quase 5 mil comentários para ajudar de alguma maneira a vítima dos abusos.

Outra coisa que é preciso frisar é que as imagens mostram o que muita gente já sabe, mas que as vítimas se negam a aceitar: abusadores que batem uma vez, batem duas, três, várias. E batem cada vez mais forte – o que pode se notar pela escalada dos ferimentos de Mia.

NO FINAL DO VÍDEO, UMA MENSAGEM DIZ “ME AJUDE. EU NÃO SEI SE O AMANHÃ VIRÁ”.

[ATUALIZAÇÃO] Depois de ler alguns comentários sobre este post, resolvi acrescentar algumas informações. Em primeiro lugar, acredito que não importa se este vídeo é “fake” ou real, campanha ou apenas uma iniciativa isolada. O que realmente importa é o conteúdo, a mensagem que ele traz.

Normalmente, o primeiro comentário das pessoas ao saberem que uma mulher apanhou é: “se fosse comigo, eu reagia”. Ou “se fosse comigo, eu largava ele”. Na prática, não é assim que funciona. A violência doméstica geralmente começa com abuso verbal. É algo tão terrível que a vítima costuma acreditar que é culpada pelo que acontece com ela e que merece apanhar. É quando começa a escalada da violência. Quando isso acontece, dificilmente elas conseguem escapar.

Outra coisa: abusadores raramente demonstram quem realmente são. Geralmente eles são caras legais, que tratam todo mundo bem e só revelam sua verdadeira personalidade para suas vítimas.

foto12.jpg.pagespeed.ce.2XSRVjstss

foto22.jpg.pagespeed.ce.p4SrMGANNU

foto31.jpg.pagespeed.ce.AmuupvR9ZB

foto4.jpg.pagespeed.ce.MbzRQ-W4_u

foto5.jpg.pagespeed.ce.MK0XB5AxP3

foto6.jpg.pagespeed.ce.xbitavcLnu

 

“Os evangélicos não são todos iguais”

“Os evangélicos não são todos iguais”, diz Caio Marçal. “O discurso do ódio só interessa a quem quer espalhar temor e pânico”.

Caio Marçal, secretário de mobilização da Rede Fale

Caio Marçal, secretário de mobilização da Rede Fale

Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo

O deputado Marco Feliciano, do PSC, conseguiu ficar apenas oito minutos à frente de uma reunião da Comissão de Direitos Humanos na tarde de quarta (20).  Manifestantes burlaram a segurança e protestaram contra ele. MF continua dizendo que não vai sair, mas um vídeo em tom conspiratório, com uma narração das catacumbas, foi postado em sua conta no Twitter. O título: “Marco Feliciano Renuncia”. Ele diz que não tem nada a ver com isso.

Uma das vozes mais eloquentes contra Feliciano, e uma das primeiras a se levantar, foi a de Caio Marçal, secretário de mobilização da Rede Fale, entidade que congrega 30 organizações evangélicas em 17 estados. A rede Fale soltou um comunicado oficial e um abaixo-assinado pedindo a destituição de MF.

Marçal, que se define como um missionário, mora em Belo Horizonte com a mulher, num apartamento de dois quartos. “Os evangélicos não são todos iguais”, diz ele. “O discurso do ódio só interessa a quem quer espalhar temor e pânico”.

Marçal conversou com o Diário.

Até que ponto Marco Feliciano representa o pensamento dos evangélicos?

Os evangélicos não são todos iguais. Há muitos de nós que não concordamos com a maneira como Marco Feliciano opera. Ele se utiliza de um discurso odioso e agressivo. Nós desejamos o debate, mas considerando o direito do outro a fazer suas escolhas. Eu faço parte de um grupo que crê que todo ser humano é alcançado pela graça de Deus. Por mais pecadores que sejamos, Jesus olha para as pessoas em sua essência.

Qual o papel da bancada evangélica?

Nós não precisamos da política. A igreja não precisa de defesa. Ao invés de defender os evangélicos, é melhor defender o povo como um todo. Fazer com que a sociedade não vire um terreno de discussões belicosas. A gente quer estar sintonizado com Deus e com Jesus. O Feliciano espalha o ódio. Nós não vamos ficar parados.

O Evangelho não endossa esse tipo de postura. Aprendemos a não agredir e a oferecer a outra face. Tocar os que estão à margem. Não podemos estar mancomunados com o poder ou com um projeto de poder. Nosso projeto é de serviço, de servir o outro. Não se trata de dominação e controle.

Além do mais, os interesses não estão claros. Por que esse ataque ao PT agora, se eles fazem parte da base aliada do governo? O que eles vão ganhar com isso? O discurso do ódio só interessa para quem quer semear temor e pânico. Pessoas tomadas pelo pânico não pensam direito.

Por que há pastores evangélicos que  falam tanto em dinheiro?

Essa leitura teológica do Feliciano é equivocada. Pastores como ele têm uma posição privilegiada. Ele é um “homem de Deus”. A fixação pelo dinheiro tem a ver com a Teologia da Prosperidade, criada por religiosos americanos. Eles precisam ter um estilo de vida condizente com o que pregam: avião, carro importado etc.

Mas há igrejas evangélicas na periferia, na cracolândia, nas favelas. Isso não está na mídia. Boa parte do que aparece sobre os evangélicos na mídia é por causa desses caras. Dá essa ideia de que todos funcionamos da mesma forma.

O Brasil precisa tratar de forma mais responsável os direitos humanos. Temos de superar problemas com relação ao índio, à mulher, à criança. Temos membros filiados a partidos, mas fazemos questão de manter nossa isenção. Não queremos fazer parte de bancada evangélica.

Existem homossexuais na sua igreja?

Não sei se há homossexuais na minha igreja. Se tem, a gente não sabe… Mas entendemos que não se pode entrar no joguete da política do ódio e da perseguição. A perspectiva da negação do outro não pode existir. Não podemos impor uma agenda de santificação. Acredito piamente que nosso dever é fazer o bem, dar amor e pregar o evangelho.

Sean Penn faz churrasco para ator brasileiro com síndrome de Down; veja foto do encontro

O ator Ariel Goldenberg com seu ídolo, o também ator Sean Penn

O ator Ariel Goldenberg com seu ídolo, o também ator Sean Penn

Rodrigo Salem e Fernanda Ezabella, na Folha de S.Paulo

O sonho do ator Ariel Goldenberg, do filme “Colegas”, de encontrar o astro Sean Penn foi realizado nesta sexta-feira (15), em Los Angeles. De acordo com Marcelo Galvão, diretor do longa, o brasileiro foi com a mulher, Rita Pokk, à casa de Penn, na praia de Malibu, sem avisar e tocou a campainha.

“Foi tudo de surpresa. Teve uma americana no local dizendo que essas coisas são proibidas e que chamaria a polícia se tocássemos a campainha. Mas o próprio astro atendeu e, como conhecia a campanha Vem Sean Penn, foi superbacana com Ariel”, conta à Folha o cineasta, que ficou no Brasil por causa de problemas no visto e mandou dois assistentes para acompanhar a empreitada.

A Folha recebeu a foto do encontro com exclusividade.

“Nós batemos na porta com a cara e a coragem. Eu achava que era a maior roubada do mundo, que éramos loucos, mas ele [Sean Penn] atendeu [a porta]“, disse Carlos Cardinalli, amigo de Ariel e de Galvão que mora em San Diego (Califórnia) e está ajudando na viagem. “Penn o chamou para andar na praia e fez um churrasco para Ariel, que ficou muito feliz.”

O ator hollywoodiano, segundo o diretor, pensou em viajar para o Brasil para encontrar Ariel Goldenberg e o elenco de “Colegas”, mas não queria sua imagem ligada a nenhum tipo de patrocínio. “Em compensação, Penn tirou da parede o certificado do Oscar que venceu por ‘Milk’ e deu para Ariel com um pôster autografado”, revela Galvão.

Protagonizado por um trio de atores com síndrome de Down (incluindo Ariel Goldenberg e Rita Pokk), “Colegas” já foi visto nos cinemas por mais de 96 mil pessoas ao longo de duas semanas em cartaz.

O casal Rita Pokk e Ariel Goldenberg no apartamento em que moram, em São Paulo foto: Zé Carlos Barretta/Folhapress

O casal Rita Pokk e Ariel Goldenberg no apartamento em que moram, em São Paulo foto: Zé Carlos Barretta/Folhapress