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Oito em cada 10 mulheres editam fotos antes de compartilhar

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Publicado no Terra

Oito em cada 10 mulheres editam as fotos que tiram durante as férias antes de postá-las nas redes sociais e mais da metade (58%) apagam as clicadas pelos maridos e namorados para garantir que apenas as boas irão “sobreviver”. A informação é de uma nova pesquisa feita pela empresa Forza Supplements e divulgada pelo Daily Mail.

De acordo com o estudo, o principal motivo pelo qual as mulheres editam suas fotos é se sentirem intimidadas por celebridades que exibem curvas impecáveis de biquíni, como Elle Macpherson e Gwyneth Paltrow.

A pesquisa também apurou os cinco tipos de imagens que mais incomodam as mulheres e a primeira da lista é aquela em que aparecem sentadas e com a barriga de fora. Aquela foto que mostra um look justo demais, que evidencia os quilos em excesso, aparece em segundo lugar, seguida por cliques que exibem o “queixo duplo”. As imagens em que aparecem bêbadas estão em quarto lugar e, na última colocação, a maioria das mulheres elegeu as fotos em que acabaram de sair da piscina ou mar e estão com os cabelos molhados e despenteados.

Ainda de acordo com o estudo, 76% das mulheres afirmaram que já se sentiram constrangidas depois que um amigo ou parente compartilhou uma foto da qual não gostaram, enquanto 57% pediram que as imagens pouco favoráveis fossem excluídas. A a razão para a remoção das fotos é a já tradicional “estou gorda”.

Entre os casais, são as mulheres que se encarregam de postar fotos nas redes sociais em 74% dos casos. O levantamento ainda mostrou que 95% das pessoas que compartilham imagens de férias o fazem por meio do Facebook, do Instagram, do Twitter ou simplesmente as enviam por e-mail pelo celular.

Os homens preferem, sim, as ‘boazinhas’, diz estudo

Sensibilidade pode ser determinante para garantir segundo encontro, mas mulheres não associam masculinidade a esta característica

Já algumas mulheres percebem um homem sensível como vulnerável e menos dominante

Já algumas mulheres percebem um homem sensível como vulnerável e menos dominante

Publicado em O Globo

A primeira saída com o potencial parceiro pode ser tanto traumática quanto promissora, e determinante para o destino da relação. Um estudo publicado no “Personality and Social Psychology Bulletin” constatou que uma das iniciais e necessárias “faíscas” para garantir o segundo encontro pode ser a sensibilidade às necessidades do parceiro. Isto é, as “boazinhas” são tidas pelos homens como mais atraentes, apontou a pesquisa. E o contrário também ocorre?

Pesquisadores do Centro Interdisciplinar Herzliya da Universidade de Rochester e da Universidade de Illinois, em Urbana-Champaign, EUA colaboraram em três estudos para observar as percepções de receptividade das pessoas. O quesito “sensível às minhas necessidades” aparecia como prioridade para muitos na hora de encontrar uma companhia – isso aumentaria a atração pelo outro. Vale ressaltar que, para o estudo, uma pessoa receptiva é aquela que apoia as necessidades e os objetivos do outro.

- O desejo sexual prospera com a crescente intimidade, e ser receptivo é uma das melhores maneiras de incutir essa sensação ao longo do tempo – explica o principal autor do estudo, Gurit Birnbaum, que ressalta, no entanto, que um primeiro encontro não é medidor fiel dessa característica, já que um potencial parceiro receptivo pode transmitir significados opostos para diferentes pessoas.

No primeiro estudo, os pesquisadores testaram se a sensibilidade às necessidades do parceiro era uma característica feminina ou masculina, para descobrir se homens e mulheres consideravam essa característica sexualmente desejável numa pessoa do sexo oposto.

Homens que consideraram as parceiras mais receptivas também as classificaram como mais femininas e mais atraentes. Já para as mulheres, a associação entre a receptividade e a masculinidade do parceiro não foi significativa, pelo contrário: foi negativamente associada com a atração pelo parceiro.

Para o segundo estudo, os pesquisadores pediram para que os participantes interagissem com um indivíduo sensível ou insensível do sexo oposto após verem a foto do mesmo (a foto dada para cada participante foi igual). Eles interagiram on-line e discutiram detalhes sobre um atual problema em sua vida. A sensibilidade do indivíduo virtual às necessidades do outro foi manipulada a partir do teor da resposta que davam, como por exemplo, “você deve ter passado por um momento muito difícil”, como uma reação atenciosa, versus “não parece tão ruim para mim”, como uma resposta pouco sensível.

Os homens que interagiram com a reação atenciosa da mulher a consideraram mais feminina ou mais sexualmente atraente. As percepções femininas aparentemente não foram afetadas pela receptividade e refletiram tendências conflitantes entre as diferentes mulheres.

- Algumas mulheres interpretaram a receptividade de forma negativa e se sentiram desconfortáveis; outras perceberam a resposta sensível como atenciosa e, portanto, como desejável em um parceiro para um longo relacionamento – elabora Birnbaum.

O terceiro e último estudo colocou em prova a possibilidade de a receptividade estimular mecanismos motivacionais para os homens que buscam tanto um relacionamento sexual rápido, quanto um relacionamento duradouro. A sensibilidade de uma parceira levou os homens a considerá-la mais feminina, e, consequentemente, mais sexualmente atraente. A excitação sexual intensa, no entanto, estava ligada ao aumento da atração pelo outro e ao maior desejo de desenvolver um longo relacionamento.

O estudo ajuda a explicar por que os homens acham as mulheres sensíveis às suas necessidades mais atraentes, mas não revela os mecanismos que regulam o desejo das mulheres por novas companhias. Nesse sentido, as mulheres não percebem um homem sensível como menos masculino, mas mesmo assim, também não acham um homem sensível mais atraente.

Personal trainer garante que adotar hábitos ‘de homens’ ajuda a emagrecer

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Publicado no Extra

Coma como um homem. Esse é o conselho do personal trainer e especialista em dietas americano Jim White a todas as mulheres que querem emagrecer. Em um artigo publicado na revista “Fitness Magazine”, ele defende que adotar hábitos alimentares masculinos — como trocar drinks por cerveja e dispensar produtos light em prol de opções mais gordurosas — pode ser bastante favorável à boa forma feminina.

Segundo White, sete regras explicam o fato de os homens estarem sempre comendo e, mesmo assim, perderem peso com mais facilidade do que as mulheres.

— A abordagem é bem interessante, porque ele se baseia nos princípios da nutrição. A questão é que muito do que ele coloca não é, necessariamente, um hábito masculino. Comer de três em três horas, por exemplo, é um padrão mais das mulheres do que dos homens — comenta a nutricionista Natália Eudes, doutora em nutrição pela Universidade de São Paulo.

De acordo com a especialista, os pontos listados por White realmente podem ajudar no emagrecimento. No entanto, ela faz ressalvas:

— Ele diz que a cerveja é inibidora da fome, mas não vemos isso na prática. O consumo de bebida alcoólica em pequenas quantidades, seja ela qual for, não atrapalha a perda de peso. O problema é o que acompanha a bebida, como uma porção de salame ou de batatas fritas.

Embora também pregue cautela com produtos light, Natália Eudes pede atenção com alimentos gordurosos na dieta. Abacate, azeite, nozes e linhaça são boas fontes de gorduras saudáveis. Além disso, as mulheres devem lembrar que os homens se beneficiam do metabolismo mais acelerado para emagrecer. O ideal é consultar um especialista antes de iniciar a perda de peso.

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Projeto da Câmara prevê prisão para assédio sexual no transporte público do Brasil

Estação de metro em São Paulo lotada

Publicado no Brasil Post

A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 7372/14, do deputado Romário (PSB-RJ), que torna crime o ato de constranger alguém por meio de contato físico com fim libidinoso. A intenção é punir o assédio sexual no transporte público, em que homens – os chamados “encoxadores” – se utilizam da superlotação para se aproveitar de mulheres.

Segundo o projeto, quem for enquadrado no crime pode pagar multa e cumprir detenção (prisão em regime aberto ou semiaberto) de três meses a um ano. A pena poderá ser convertida em prestação de serviços ou outro tipo de pena alternativa.

Romário critica o fato de a lei que revisou os crimes sexuais em 2009 ter retirado a punição do abuso em transporte ou aglomerações públicas. A conduta, segundo ele, precisa voltar a ser crime, já que a impunidade incentiva o assédio.

Em São Paulo, foi aprovada recentemente a obrigatoriedade de vagão exclusivo para as mulheres, o chamado “vagão rosa”.

Divulgadores

A proposta também aplica a punição a quem divulgar imagem, som ou vídeo com a prática do ato libidinoso.

“Uma busca rápida pela internet revela que a prática é exaltada em redes sociais, sites e blogs. Sem pudor ou constrangimento, os ‘encoxadores’, como se autodenominam, compartilham experiências, marcam encontros e trocam imagens das vítimas e relatos do que, muitas vezes, chamam de ‘brincadeira’. As histórias, que vêm de várias partes do País, chamam atenção pela quantidade de detalhes e descortinam a certeza da impunidade”, argumenta Romário.

O projeto de lei também exige que os responsáveis pelos serviços de transportes reservem área privativa para as mulheres e afixem avisos de que é crime constranger alguém mediante contato físico com fim libidinoso.

Repressão

O relator da proposta na Comissão de Seguridade Social e Família, deputado Paulo Foletto (PSB-ES), apresentou parecer favorável, que aguarda votação. Foletto diz que a punição não é o melhor caminho, mas afirma que ela se torna necessária diante do aumento dessa agressão. “Não é polícia nem punição que resolvem o problema, mas passa a haver um temor”, afirma.

Foletto lembra que, atualmente, o agressor, quando punido, cumpre somente pena alternativa, como prestação de trabalho comunitário. “Se for só ‘sem-vergonhice’, cabe mais ainda a punição penal. Se for desvio de conduta na personalidade, também há necessidade de se encaminhar para um tratamento porque, aí, só a punição não vai resolver”, ressalta.

O advogado criminalista Pedro Paulo Castelo Branco, que é professor da Universidade de Brasília (UnB), dá apoio integral a essa proposta. “Não resolve, mas ameniza. É preciso reprimir esse tipo de contato físico, que nós chamamos de ‘encoxada’, e também essas outras situações de se tirar fotografias e de se filmar as partes íntimas de uma pessoa que, de repente, se vê constrangida em uma situação dessas.”

Tramitação

O projeto precisa ser analisado pelo Plenário, mas ainda depende de votação nas comissões de Seguridade Social e Família; de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Pessoas atraentes são menos propensas a ficarem doentes

Um estudo descobriu que quanto mais bonita a pessoa for, menos chances tem de desenvolver problemas como hipertensão, colesterol alto e depressão

Publicado no Terra

foto: Getty Images

foto: Getty Images

Pessoas atraentes são menos propensas ficarem doentes e a terem doenças como asma, diabetes e hipertensão, segundo nova pesquisa feita pela Universidade de Cincinnati, nos EUA. Eles também se sentem mais saudáveis, se afastam menos do trabalho e têm menos diagnósticos de problemas de saúde física e mental ao longo da vida. As informações são do Daily Mail.

O estudo avaliou 15 mil homens e mulheres, com idades entre 24 e 35 anos, acompanhados desde os 10 anos de idade. É o maior estudo, até o momento, que relaciona a aparência física à saúde.

A pesquisa foi feita com entrevistas cara-a-cara, diferente de muitos estudos. Pesquisadores acreditam que a boa aparência está ligada a bons genes e também sinalizam boa saúde. Homens e mulheres foram questionados se já haviam sido diagnosticados com vários tipos de doença.

O grupo foi dividido em cinco categorias: pouco atraentes, não atraentes, mediano, atraentes e muito atraentes. Quanto mais atraente a pessoa fosse, menos complicação de saúde apresentava. Para cada aumento na classificação de atratividade física para os homens, houve redução de 13% na probabilidade diagnostico para colesterol alto, 20% menos chances de hipertensão, 15% de depressão, 23% menos risco de TDAH, e 21% de gagueira.

Já em relação às mulheres, as mais atraentes se mostraram 21% menos propensas a terem hipertensão, 22% a serem diagnosticadas com diabetes, 12% com asma, 17% com depressão, 18% menos risco de TDAH e 18% de gagueira.