Potencial candidato republicano a senador quer proibir sexo oral nos EUA

O procurador-geral do Estado da Virgínia, Ken Cuccinelli, propõe retomar lei que proíbe sexo oral e anal para proteger crianças
O procurador-geral do Estado da Virgínia, Ken Cuccinelli, propõe retomar lei que proíbe sexo oral e anal para proteger crianças

Publicado originalmente na Folha de S.Paulo

Ken Cuccinelli, procurador-geral do Estado da Virgínia, nos Estados Unidos, lançou uma proposta nesta sexta-feira para retomar uma lei que proíbe modalidades de relação sexual diferentes da vaginal.

Em campanha para concorrer ao Senado pelo Partido Republicano, Cuccinelli defende que a lei –chamada de Crimes Contra a Natureza– seja restabelecida para, ele diz, combater crimes ligados ao abuso sexual de crianças.

Cuccinelli chama a legislação de “lei anti-predadores de crianças”. Embora já existam na legislação da Virgínia crimes para punir o estupro e a molestação de vulneráveis, ele diz que só a retomada da antiga legislação pode proteger o público infantil.

Diversos Estados americanos mantiveram leis como essa, alguns até o ano de 2003, quando a Suprema Corte dos EUA julgou o caso “Lawrence versus Texas” e tornou inconstitucionais todas as legislações que criminalizavam formas sexuais.

A intenção de Cuccinelli é amplamente combatida por grupos defensores dos direitos civis porque a lei poderia ser usada para criminalizar relações sexuais entre adultos, e não apenas aquelas envolvendo crianças.

Além disso, ele teria combatido um projeto de lei em 2004 que propunha eliminar da legislação os crimes ligados ao sexo entre adultos e deixar apenas aqueles relacionados a prostituição, atentado ao pudor e pedofilia.

Os Centros de Controle de Doenças americanos estimam que 82% dos homens e 80% das mulheres com idades entre 15 e 44 anos admitem praticar sexo oral.

Outra pesquisa, do Kinsey Institute, revela que praticamente todos que mantém relações vaginais também praticam sexo oral.

dica do Fabio Martelozzo Mendes

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Quatro entre dez mulheres usam “Photoshop” em fotos publicadas no Facebook, diz estudo

Quando dizem que é possível fazer milagre com o Photoshop, não é exagero. A luta para perder aqueles indesejados quilinhos é dura, mas o programa de edição permite isso rapidamente -- e o melhor: e sem sacrifícios. Este tutorial, baseado na versão CS4 do programa, ensina como enxugar seu próprio corpo nas fotos
Quando dizem que é possível fazer milagre com o Photoshop, não é exagero. A luta para perder aqueles indesejados quilinhos é dura, mas o programa de edição permite isso rapidamente — e o melhor: e sem sacrifícios. Este tutorial, baseado na versão CS4 do programa, ensina como enxugar seu próprio corpo nas fotos

Ana Ikeda, no Gigablog

Mulheres, seu segredo foi revelado: um estudo feito no Reino Unido aponta que quatro em dez usuárias de redes sociais como o Facebook dão um “tapa” em fotos com programas como o Photoshop antes de publicá-las.

Quase oito entre dez mulheres disseram que a possibilidade de ter uma foto publicada no Facebook, Twitter e Instagram faz com que fiquem mais ansiosas do que se tivessem que falar em público, ir ao primeiro encontro ou fazer uma entrevista de emprego.

Metade das entrevistadas também admitiu ter tirado a marcação, apagado ou removido fotos em que aparecem e são publicadas pelos amigos nas redes sociais.

A pesquisa, conduzida pela Dove com 500 mulheres, indica ainda que a pressão para parecerem bonitas na rede social é tanta que elas estão cada vez mais tímidas em relação a fotos digitais: nove entre dez delas disseram se sentir desconfortáveis quando são clicadas. Além disso, mais da metade delas alegou estar mais tímida agora para tirar fotos do que há dez anos.

Tanta preocupação com o resultado do clique da câmera acaba levando muitas mulheres a usar a “magia” do Photoshop para alterarem a própria aparência nas fotos e se sentirem mais confiantes, apontaram os pesquisadores.

Quem nunca…

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Marcas da vida: fotógrafa evidencia a beleza do pós-parto

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Publicado no Catraca Livre

A fotógrafa Jade Beall criou uma série de fotos que pretende redefinir os padrões de beleza das mulheres, mais especificamente daquelas que acabaram de ter filhos. Muitas ficam com cicatrizes, estrias e flacidez da pele e é justamente esse o foco da série A Beaultiful Body: mostrar que essas marcas são belas, afinal, são elas que geram a vida.

Confira o vídeo do projeto e galeria de fotos (Créditos Jade Beall).

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“Homem que bate em mulher é um homossexual”, dispara Mr. Catra

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Welison, no Depósito Jovem

O cantor Mr. Catra não deixa de causar polêmica. Na manhã desta segunda-feira (15), data que é comemorado o Dia do Homem, não foi diferente. O funkeiro mandou um recado para àqueles que agridem as mulheres.

“Homem que bate em mulher é em homossexual, é o verdadeiro bichinha. Esse é o cara que vive no armário, e não tem coragem de se assumir. Bate no que ele acredita serem seus rivais. E podem acreditar, o homem que vive no armário são os verdadeiros homofóbicos”, disparou.

E não foi só isso. Catra, que mantêm quatro relacionamentos, revelou ser o homem mais feminista do Brasil: “Brigo pelos direitos das mulheres, por que não sei viver sem elas. Meu sonho era morar em uma cidade só de mulheres”.

O funkeiro adiantou que fará uma campanha contra a homofobia, citando o personagem Félix, do ator Mateus Sonalo, da novela ‘Amor à Vida’. “Vou fazer uma campanha para o Félix. ‘Félix, sai do armário e ajude a galera que está trancada sair’”, completou.

dica do Sidnei Carvalho de Souza

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Jornalista submetido a ‘dor de parto’ desiste após duas horas de agonia

Publicado por BBC Brasil [via UOL]

Os homens não podem engravidar nem ter filhos. As mulheres, sim. E desde de que esta diferença ficou bem clara, os homens ouvem frases como “você não deu à luz” ou “só as mulheres são capazes de suportar uma dor como esta”.

Mas uma rádio irlandesa resolveu fazer um “experimento”, para verificar se homens não seriam capazes de suportar dores semelhantes.

Para replicar a agonia do parto, médicos colocaram seis eletrodos em torno do abdômen de um jornalista da rádio, Henry McKean, que passou a receber dolorosos impulsos elétricos na região pélvica.

Após duas horas de agonia, McKean disse que a tortura a que estava sendo submetido era suficiente. Embora ele diga que agora se sente mais perto das mulheres, mães de todo o mundo lembram que a duração média do trabalho de parto é de oito horas.

“Foi como ter 100 escovas de dente elétricas dentro da barriga, com muitos bonequinhos Lego chutando. Se você já pisou em um Lego sabe que eles são muito afiados”, descreveu McKean.

Henry McKean sentiu na pele, enfim, a “mágica” da hora do parto, e foi recompensado com a fama mundial proporcionada pelo vídeo viral.

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