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Pesquisa mostra que mulheres com menos maquiagem são mais atraentes

Heloisa Negrão, na Folha de S.Paulo

Pesquisadores da universidade Bangor descobriram que as mulheres superestimam o poder da maquiagem como arma para atrair homens (e também outras mulheres). Também chegaram à conclusão que a nossa percepção do que o outro acha atraente também está errada.

Para chegar nesse resultado um trio de psicólogos ingleses reuniu 44 mulheres e ofereceu batom, base, rímel e blush. Eles pediram para que elas se maquiassem para balada.

As 44 modelos foram fotografadas de cara lavada e então com a maquiagem finalizada. A partir dessas duas fotos, eles criaram digitalmente uma escala (ex: 0% maquiada, 50% maquiada e 100% maquiada) com 21 imagens da mesma modelo. Para chegar nessa “régua”, o rosto maquiado foi sendo “limpo” digitalmente até chegar ao natural.

Reprodução/The Quarterly Journal of Experimental Psychology

Modelo 0% (à esq.) e 100% maquiada

Eles então reuniram essas centenas de fotos e as apresentaram para 44 estudantes da universidade (homens e mulheres). Os “observadores” deveriam selecionar três fotos de cada modelo e separar em três grupos: “ela está a mais atraente para mim”, “ela está mais atraente para homens” e “ela está mais atraente para mulheres”.

As fotos das modelos foram mostradas ao acaso. Embaixo de cada foto, uma régua vermelha permitia ao “observador” aumentar ou diminuir a quantidade de maquiagem usada e a partir daí mandá-la para um dos três grupos. Sem mostrar aos observadores, os pesquisadores mediam a porcentagem da maquiagem nas fotos escolhidas.

Para a maioria dos observadores (homens e mulheres), os homens gostam mais das moças com bastante maquiagem. Ou seja, as fotos nas quais as modelos estão mais maquiadas foram para o grupo “ela está mais atraente para homens”.

Segundo os pesquisadores (Alex L. Jones, Robin S.S. Kramer e Robert Ward), esse julgamento sobre a preferência masculina está errado. Ao comparar o que homens e mulheres colocaram no grupo “ela está a mais atraente para mim”, viu-se que são as mulheres que acham mais bonitas as modelos usando um pouco mais de maquiagem.

Reprodução/The Quarterly Journal of Experimental Psychology

Sequência de fotos mostra a modelo sem maquiagem, 50% pintada e totalmente maquiada (à dir.)

A pesquisa mostra que é ainda mais gritante a diferença entre aquilo que a gente gosta (pessoalmente), daquilo que achamos que os outros vão gostar. “Observadores dos dois sexos acreditam que as outras pessoas preferem as modelos com níveis maiores de maquiagem do que eles mesmos”, diz o texto.

De acordo com o resultado da pesquisa, homens e mulheres têm o gosto parecido para maquiagem. Em média, ambos preferem as moças 50% maquiada e nunca 100%. Os resultados sugerem que as mulheres estão usando mais maquiagem para pareceram mais atraente para outras pessoas, mas há uma percepção equivocada do gosto alheio.

Para os pesquisadores, existe o consenso de que os homens gostam mais das moças com a maquiagem mais carregada. Porém, na esfera individual, “os homens podem achar que essas alterações são enganosas e escondem pontos importantes na hora de escolher alguém”.

Eles também mentem: um em cada quatro homens esconde da mulher informações sobre seu dinheiro

Pesquisa mostra que mulheres escondem detalhes financeiros para fazer alguma compra

Negócios à parte: casais discordam em relação ao que fazer com seu dinheiro (foto: Brent Lewin/Bloomberg News)

Negócios à parte: casais discordam em relação ao que fazer com seu dinheiro (foto: Brent Lewin/Bloomberg News)

João Sorima Neto. em O Globo

Homens e mulheres tendem a esconder de seus cônjuges informações sobre seu dinheiro. Entre os homens, 24% mentem ou escondem informações, já entre as mulheres esse índice chega a 32%, com maior probabilidade de terem mentido propositalmente para fazer alguma compra. Embora os casais afirmem que compartilham as decisões financeiras, um levantamento feito pelo banco suíço UBS com 2.596 entrevistados, entre março e abril deste ano, mostrou que na realidade as coisas não são bem assim.

Os casais discordam em relação ao que fazer com seu dinheiro, com as mulheres dando prioridade a poupar e pagar dívidas e os homens olhando para investimentos com maior risco. Quando perguntados como se comportam em relação a dez decisões financeiras, como despesas do dia a dia, pagamento de contas, grandes compras, investimento, planejamento de longo prazo, seguros, imobiliário, planejamento imobiliário, financiamento da faculdade e doações para caridade, as mulheres estão mais envolvidas com temas como a poupança da faculdade, o planejamento para compra da casa própria e doações de caridade.

A pesquisa mostrou que 50% dos casais têm diferenças em relação à tolerância ao risco, com as mulheres sendo mais conservadoras e também guardando mais dinheiro, enquanto os homens tentam buscar um retorno mais generoso em suas aplicações financeiras, acima da média do mercado. Nesse quesito, as mulheres preferem receber um retorno mais baixo, mas garantido.

O levantamento mostrou ainda que entre os casais homossexuais, existem algumas diferenças na forma de lidar com o dinheiro. Esses casais são mais propensos a separar seus investimentos por causa das divergências em relação ao risco. Eles também são mais otimistas em relação às suas finanças, bem como em relação à capacidade de atingir metas financeiras. Casais homossexuais estão mais envolvidos com investimento e toleram um pouco mais de risco em seus investimentos, mostrou a pesquisa. Pelo menos 3% dos entrevistados declararam ser homossexuais.

Veja algumas conclusões da pesquisa:

- As mulheres são mais propensas a gerenciar despesas do dia a dia (31%) e a fazer doações para caridade (25%)

- O pagamento de contas é feito por homens e mulheres quase na mesma proporção (40% homens e 36% mulheres)

- As decisões são compartilhadas pelo casal quando o assunto é o setor imobiliário (74%), grandes compras (73%), planejamento para comprar uma propriedade (63%) e financiamento da faculdade (51%)

- A mulher mantém mais dinheiro guardado: 44% são conservadoras em comparação a 36 % dos homens

- 51% dos homens tentam acompanhar ou bater o mercado em seus investimentos, em comparação a 39% das mulheres

- As mulheres ficam felizes com uma taxa de retorno menor, mas garantida (32% das mulheres contra 28% dos homens )

- Os homens são mais propensos a investir imediatamente , as mulheres mais propensas a poupar e pagar dívidas

- Apenas um em cada quatro casais compartilha verdadeiramente suas decisões financeiras

- Casais homossexuais são investidores mais agressivos, otimistas e envolvidos

- Quando os casais homossexuais discordam sobre a tolerância ao risco, eles são mais propensos do que heterossexuais a separar suas contas de modo cada um invista de acordo com sua tolerância ao risco

- Casais homossexuais são mais otimistas e confiantes financeiramente do que casais heterossexuais

Sexo traz felicidade para os franceses, mas as francesas preferem chocolate

Pesquisa feita com mil adultos destaca, porém, que para 72% é pior ter um parceiro ruim na cama do que ruim na cozinha

Elas gostam mais de chocolate (foto: StockPhoto)

Elas gostam mais de chocolate (foto: StockPhoto)

Publicado em O Globo

Homens franceses acreditam que o sexo é o caminho mais seguro para a felicidade, mas para as mulheres francesas a chave para a felicidade é a comida. De preferência chocolate, queijos e foie gras. A conclusão é de uma pesquisa publicada nesta quarta-feira pela empresa Harris Interactive.

Os franceses colocam sexo e comida no mesmo patamar como catalisadores de bem-estar, dando a ambos uma pontuação de 7,1 em uma escala de 0 a 10. A diferença é que os homens avaliam sexo em 7,5, enquanto as mulheres deram nota 6,7.

Para os gourmets de ambos os sexos, o chocolate levou o primeiro lugar na busca da felicidade, seguido de queijo, foie gras, marisco, morangos, bife e pão. Mulheres citaram chocolate e morangos mais frequentemente, os homens optaram pelas carnes.

Se fossem escolher entre cortar sexo ou comida, adivinhe o que elas responderam? Pois é, nada de sexo. A pesquisa foi feita com mil adultos em março e destaca ainda que, para 72% dos franceses, é pior que ter um parceiro é ruim na cama do que ruim na cozinha.

Projeto no Iraque reduz idade para mulher casar a 9 anos

Os opositores ao projeto afirmam que a decisão representa um retrocesso e que pode agravar as tensões no Iraque

foto: Ahmad Al-Rubaye / AFP

foto: Ahmad Al-Rubaye / AFP

Publicado em O Dia Online

Um projeto de lei que, segundo seus opositores, legaliza o casamento das meninas e o estupro conjugal provocou uma polêmica no Iraque, semanas antes de eleições previstas para o fim de abril.

Os opositores ao projeto – que, segundo analistas, tem poucas chances de ser adotado – afirmam que representa um retrocesso em matéria de direitos da mulher e que pode agravar as tensões entre diferentes confissões do país.

Seus opositores ressaltam que um de seus artigos permite que as crianças se divorciem a partir dos nove anos, o que significa que podem se casar antes desta idade, e que outro prevê que uma mulher seja obrigada a ter relações sexuais com seu marido quando ele pedir.

Segundo um estudo de 2013 do grupo de pesquisa americano Population Reference Bureau (PRB), um quarto das mulheres no Iraque se casam com menos de 18 anos.

— Este projeto de lei é um crime humanitário e uma violação dos direitos das crianças — declarou Hanaa Edwar, que dirige a associação Al-Amal (“esperança”, em árabe).

Os partidários do projeto de lei afirmam que o texto apenas regula práticas que já existem.

— A ideia da lei é que cada religião regule e organize a condição jurídica pessoal em função de suas crenças — estimou Ammar Toma, um parlamentar xiita do partido Fadhila.

No entanto, analistas consideram muito improvável que o parlamento iraquiano vote este projeto e afirmam que se trata de uma manobra política.

Assim, o primeiro-ministro xiita Nuri al-Maliki pode estar tentando deixar aberta a possibilidade de uma aliança com Fadhila após as eleições, que, acredita-se, não fornecerão maioria parlamentar absoluta a nenhum partido.

Fonte: Zero Hora

Projeto fotográfico registra história de mulheres do sertão

Publicado no Catraca Livre

Histórias de vidas, de mulheres, que com as próprias mãos moldaram a paisagem da Serra do Espinhaço, em Minas Gerais, são retratadas no projeto documental “Mulheres Sempre Vivas”.

De forma independente, a pesquisadora Marina Moss e o jornalista Thiago Almeida registram diferentes biografias, diferentes verdades e trajetórias de um Brasil pouco lembrado nas capas dos jornais.

Sertões e veredas 

No ensaio, a grandeza de histórias de carvoeiras, colhedoras de chá, lenheiras no distrito de Lavras Novas, garimpeiras na região do Alto Jequitinhonha, benzedeira das Àguas Vertentes ou de guardiã dos tambores do candomblé no Cipó.

Exemplos de luta, anônimas mulheres, que construíram diferentes caminhos e deixaram suas marcas no chão: sempre vivas.

Fotos: Thiago Almeida 

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