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Marca italiana de condimentos mostra mulheres sendo agredidas em campanha polêmica

Campanha explora hábito dos consumidores de baterem no fundo das garrafas de ketchup. Mas o teor sensual – e sexista – não agradou

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publicado no Adminsitradores

A agência italiana Alch1m1a desenvolveu uma campanha para a marca Gioni`s, especializada na produção de molhos e condimentos. A propaganda, intitulada “Gioni’s Revenge” (Vingança de Gioni) mostra as garrafas dando palmadas nos glúteos dos consumidores – uma espécie de ‘inversão’, já que esse é o hábito usual para extrair ketchup de uma garrafa de vidro.

A campanha foi criada para os produtos Brown Sauce, Ketchup e Salad Cream, cada um com um “personagem” próprio. As imagens contêm dizeres como “Não espanque o traseiro dele novamente”, “Aprenda a espremê-la” e “Você espanca o traseiro da mãe dele?”. Duas delas mostram mulheres sendo agredidas.

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“Wow, isso é errado em tantos níveis”, escreveu Gohar Avagyan, em um comentário na postagem do Ads of the World. “#NotBuyingIt”, declarou outra pessoa. “A Itália tem problemas”, comentou. Outras pessoas acharam a campanha criativa e engraçada. Se o objetivo era gerar buzz e polêmica, a Alch1m1a acertou na mão.

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O que você achou da campanha? É realmente sexista ou há um exagero na reação dos consumidores? Deixe sua opinião nos comentários?

Eles preferem trair na segunda-feira

Um levantamento feito por um site de relacionamento mostra quem são os infiéis

Marcela Buscato (texto) E Otávio Burin (gráfico), na Época

O dia mundial do adultério é a segunda-feira. A conclusão é de um levantamento do site Ashley Madison, especializado em casos extraconjugais. A pesquisa foi feita com 38 mil usuários em dez países, inclusive o Brasil. Embora o site se venda como ponto de encontro para adultério, 9% dos brasileiros e 33% das brasileiras se dizem solteiros ali. Elas parecem ser as mais atiradas. Disparam, em média, 19 contatos por mês, seguidas de perto pelas italianas. Nesse quesito, os homens brasileiros parecem mais tímidos. Fazem 21 contatos por mês, menos da metade dos espanhóis, os campeões. Talvez nem sejam tão discretos em suas iniciativas. Cerca de 7% dos homens e 4% das mulheres dizem suspeitar de que as parceiras e os parceiros saibam das relações extraconjugais.

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Dona Jaci tinha o sonho de construir seu próprio forno para ajudar no sustento de sua família. Quando conheceu o GOLD – Grupo de Oportunidades Locais e Desenvolvimento – viu a chance de seu desejo se tornar realidade. “Hoje não preciso mais comprar merenda. Faço para casa, para minhas filhas e para outras pessoas. O GOLD mudou a minha vida”, diz D. Jaci.

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Homens sem grana preferem mulheres com peitos grandes

Carol Castro, no Ciência Maluca

Só os homens sem grana, né? Tá bom.

Alguns cientistas acreditam que, em tempos de escassez, os homens recuperam alguns instintos primitivos e preferem a abundância – vai que a fonte seca. E é por isso que eles preferem as mulheres mais fartas, com peitões, quando enfrentam uma crise financeira.

Para comprovar esta ideia, pesquisadores ingleses convidaram 266 homens, de ricaços a classes média e baixa, da Malásia para analisarem as imagens de mulheres de biquíni. A missão dos participantes era eleger as mais bonitas. Todas tinham o mesmo rosto, a única diferença era otamanho dos seios. A imagem era essa aqui:

E quanto mais pobre, maior era o gosto por seios fartos. Os ricos geralmente gostavam mais das mulheres com peitos menores.

Eles repetiram o teste na Inglaterra, mas com 66 homens famintos e outros 58 voluntários bem alimentados. O resultado foi o mesmo: homens com fome preferem mulheres com seios maiores, enquanto os saciados gostam mais das magrelinhas.

Faz sentido isso?

Anistia Internacional diz que escolha de Feliciano é ‘inaceitável’

Protesto "Fora Feliciano!" contra a permanência do deputado Marcos Feliciano na Comissão de Direitos Humanos na avenida Paulista, região central de São Paulo (foto: Joel Silva/Folhapress)

Protesto “Fora Feliciano!” contra a permanência do deputado Marcos Feliciano na Comissão de Direitos Humanos na avenida Paulista, região central de São Paulo (foto: Joel Silva/Folhapress)

Publicado originalmente na Folha de S.Paulo

Em nota divulgada ontem (24), a Anistia Internacional afirma que a escolha do deputado Marco Feliciano para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara é “inaceitável”, por suas “posições claramente discriminatórias em relação à população negra, LGBT e mulheres”.

Feliciano, eleito no início do mês para o cargo, é acusado por movimentos sociais de ser homofóbico e racista. Eles pedem a renúncia do parlamentar do comando da comissão. Feliciano nega as acusações e diz que apenas defende posições comuns aos evangélicos, como ser contra a união civil homossexual.

“É grave que tenha sido alçado ao posto a despeito de intensa mobilização da sociedade em repúdio a seu nome”, diz a nota da Anistia.

O texto prossegue afirmando que a Anistia Internacional espera que os parlamentares brasileiros “reconheçam o grave equívoco cometido” com a indicação de Feliciano e “tomem imediatamente as medidas necessárias à sua substituição”.

A Anistia afirma ser essencial que integrantes da comissão “sejam pessoas comprometidas com os direitos humanos e possuam trajetórias públicas reconhecidas pelo compromisso com a luta contra discriminações e violações” e que “direitos fundamentais não devem ser objeto de barganha política ou sacrificados em acordos partidários”.

COMISSÃO DOS DIREITOS HUMANOS

Nesta terça-feira (26) acaba o prazo dado pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para que o PSC encontre uma solução para a comissão. Embora não diga publicamente, ele pressiona para que o partido convença Feliciano a renunciar.

“Do jeito que está, situação da Comissão de Direitos Humanos e Minorias se tornou insustentável, disse Alves na última quinta-feira (21).

Ontem, o presidente da Casa disse que a situação não avançou no fim de semana. “Não tive notícias.”

Apesar de ter manifestado a colegas insatisfação com a permanência do pastor no comando da comissão, Alves tem dito, contudo, que não há margem regimental, como uma intervenção direta, para tirá-lo da presidência. Por isso, apelou à cúpula do partido.

Em entrevista ao programa ‘Pânico’, da Band, gravada na semana passada, mas levada ao ar apenas ontem, Feliciano disse que só deixaria o cargo morto.

“Estou aqui por um propósito, fui eleito por um colegiado. É um acordo partidário, acordo partidário não se quebra. Só se eu morrer”, disse o pastor.

dica do Sidnei Carvalho de Souza