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Os 10 piores estados do Brasil para ser negro, gay ou mulher

preconGabriela Loureiro, no Brasil Post

Preconceito mata – e muito – no Brasil. A discriminação por cor, gênero e orientação sexual ainda é um problema endêmico do país com dados que proporcionam um panorama triste.

O preconceito de cor, escancarado na semana passada com três casos relacionados à televisão, é tão sério que reduziu a expectativa de vida do brasileiro negro. A possibilidade de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior do que um branco, segundo uma pesquisa divulgada em 2013 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Pelo levantamento, a expectativa de vida de um homem brasileiro negro é menos que a metade a de um branco.

o-MAPA-NEGROS-570Ser mulher também é perigoso. Somente em dois anos, entre 2009 e 2011, quase 17.000 mulheres morreram por conflitos de gênero, o chamado feminicídio, que acontece pelo fato de ser mulher. Ou seja, 5.664 mulheres são assassinadas de forma violentada por ano ou 15 a cada 90 minutos. Os dados também são da Ipea.

o-MAPA-MULHERES-570O relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB) de 2013-2014 também mostrou como a intolerância a homossexuais mata. Mais especificamente, um gay é morto a cada 28 horas no país. Foram documentados 312 assassinatos de gays, travestis e lésbicas no Brasil em 2013. O Brasil continua sendo o campeão mundial de crimes homo-transfóbicos: segundo agências internacionais, 40% dos assassinatos de transexuais e travestis no ano passado foram cometidos aqui.

o-MAPA-GAYS-570dica da Rina Noronha

Mulheres preferem beijar homens sem barba, diz estudo

Segundo pesquisa, a barba causa irritação na pele (foto: Getty Images)

Segundo pesquisa, a barba causa irritação na pele (foto: Getty Images)

Publicado no Terra

Homens barbudos foram considerados pouco atraentes pela maioria das mulheres, de acordo com pesquisa. A empresa Gilette saiu às ruas para entender o que o público feminino pensa sobre os pelos faciais do parceiro e descobriu que 93% delas preferem homens barbeados.  Os resultados foram apoiados por uma pesquisa nacional que concluiu que 75% do público feminino gostam da aparência, mas se sentem incomodadas quando o parceiro vai beijá-las. As informações são do Female First.

Um estudo recente dos Estados Unidos havia insinuado que a barba por fazer estava prejudicando o beijo. A pesquisa incentivou as mulheres a partilharem os seus sentimentos em relação aos pelos faciais dos parceiros.

Os homens precisam entender que a barba, especialmente a curta, pode incomodar em um momento de carinho: 60% das mulheres disseram que tiveram experiências negativas depois de beijar um homem com barba por fazer, incluindo irritação na pele. Estudos concluíram que um homem barbeado é mais propenso a receber um longo beijo apaixonado.

Embora os homens possam se sentir sexy com a barba por fazer, talvez esta não seja a melhor forma de agradar a parceira quando o assunto é contato físico. De acordo com Rafael Wlodarski, do departamento de Psicologia Experimental da Universidade de Oxford, “pesquisas anteriores mostram que o beijo é uma parte importante do relacionamento. Em primeiro lugar, ele pode ser usado para avaliar a ‘conveniência’ de um parceiro em potencial e é importante durante as fases iniciais de uma relação. Em segundo lugar, verificou-se que a frequência de beijos entre casais está relacionada com a qualidade de seu relacionamento”.

Estudo comprova que homens são mais esquecidos do que as mulheres

Estudo ainda não sabe motivo, mas homens de 30 a 60 anos são mais esquecidos do que as mulheres em geral Foto: Getty Images

Estudo ainda não sabe motivo, mas homens de 30 a 60 anos são mais esquecidos do que as mulheres em geral Foto: Getty Images

Publicado no Terra

Se o seu marido é distraído, esquece o seu aniversário ou o nome do seu novo vizinho, não se preocupe, pois ele não é o único homem a fazer isso. Uma nova pesquisa mostrou que não importa se eles têm 20 ou 60 anos, são sempre mais esquecidos do que as mulheres. As informações são do Daily Mail.

“Foi surpreendente ver que os homens esquecem mais do que as mulheres”, disse o professor Jostein Holmen, da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (NTNU). “Isso nunca foi documentado antes”, acrescentou. O estudo, chamado HUNT3, é um dos maiores de saúde já realizados, com análise de mais de 48 mil pessoas. Os participantes foram questionados com que frequência eles tiveram problemas para se lembrar de coisas, se tiveram problemas com nomes e datas e se conseguiam lembrar o que fizeram há um ano, com detalhes de conversas. Foram nove perguntas no total e os homens apresentaram problemas para responder oito delas.

“Temos especulado muito sobre por que os homens relatam problemas de memória com mais frequência do que as mulheres, mas não fomos capazes de encontrar uma explicação. É um mistério”, comentou o professor. Os pesquisadores descobriram que, enquanto as mulheres têm memória muito melhor que os homens, eles lutam para se lembrar de nomes e datas.

A pesquisa descobriu que as pessoas com nível educacional mais alto esquecem menos do que as com educação mais simples. Depressivos e ansiosos também têm mais problemas de memória. Após os 60 anos, se lembrar das coisas fica mais difícil tanto para homens como para mulheres.

Aplicativo para avaliar moças, ‘Tubby’ nunca existiu, dizem criadores

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Publicado no G1

Os criadores do aplicativo “Tubby”, para homens avaliarem mulheres, revelaram que o lançamento do app nunca existiu e, na verdade, se tratava de uma campanha para conscientizar as pessoas dos limites da exposição da intimidade e dos riscos da violação da intimidade, de acordo com um vídeo publicado nesta sexta-feira (6) no YouTube pelos criadores.

A proposta do aplicativo gerou comoção entre as mulheres. A 15ª Vara Criminal de Belo Horizonte (MG) chegou a proibir a disponibilização do “Tubby” em todo o Brasil na quarta-feira (4), dia em que o app seria lançado. Antes, a equipe responsável por ele cancelou seu lançamento para esta sexta.

No vídeo, os idealizadores, Guilherme Salles e Rafael Fidelis, apresentam, como parte da brincadeira, um suposto investidor que explica os objetivos do aplicativo. Ele fala em coreano, e o vídeo exibe uma legenda falsa em português. Ao ativar o sistema de legendas do YouTube, a legenda verdadeira surge.

“Sério, caras, vocês caíram nessa bobagem? 2014 já está chegando e ainda tem gente querendo regredir para 6ª série, dando notas pra pessoas do sexo oposto”, diz o rapaz, que permeia o discurso com menções ao aplicativo “Lulu”, direcionado ao público feminino que é incentivado a avaliar o comportamento masculino.

“Pessoas não são objetos, e a intimidade de um relacionamento, por pior que tenha sido, não pode ser exposta dessa forma.”

“Esse tipo de aplicativo pode até ser “mera brincadeira”, mas dão as ferramentas para pessoas anonimamente fazerem estragos na imagem pública das outras, caso ainda mais grave nos dias atuais, em que observamos intimidades filmadas por ex-namorados por exemplo vazando na rede e tendo repercussão drásticas”, continua.

O jovem fala ainda no “aspecto sexista”, “machista” e “heteronormativo” de aplicativos como o “Lulu” — e como também seria o “Tubby”.

Ao fim, questiona se pessoas que usam apps como esses ouviram falar de “respeito, intimidade e privacidade” e sugere que deixem de ser “babaca, imaturo e sem noção”.

O aplicativo chegou à Google Play. Ao ser instalado, porém, o objetivo é direcionar os usuários para o vídeo no YouTube, mas apresenta falhas em alguns celulares. Os jovens que idealizaram o “Tubby” contaram com a ajuda do blogueiro Cid, do “Não Salvo”.