Chris Brown diz que Ebola é forma de controle da população

Rapper usou o Twitter para expressar suas opiniões sobre o vírus letal

Publicado no Terra

 Chris Brown acredita que o vírus do Ebola foi fabricado (foto: Getty Images)
Chris Brown acredita que o vírus do Ebola foi fabricado
(foto: Getty Images)

Chris Brown vem iluminando o mundo com seus pensamentos a respeito do Ebola. O rapper disse que o vírus letal, que matou mais de 4 mil pessoas na Liberia, Serra Leoa e Guiné, não é uma doença natural. Com informações do site do jornal Independent.

Ele compartilhou sua própria teoria da conspiração, sugerindo que a pandemia foi deliberadamente fabricada para combater o crescimento da população mundial. “Eu não sei…mas eu acho que a epidemia de Ebola é a uma forma de controle da população”, twittou.

Na sequência, ele inseriu mais um post, talvez após ter percebido que anterior havia sido mal recebido. “Deixe eu calar minha b**** preta”.

O rapper foi libertado da prisão no último mês de junho, depois de atacar sua então namorada, a cantora Rihanna, antes do Grammy Awards 2009.

O governo britânico já anunciou a triagem a partir da próxima semana em alguns aeroportos e terminais. “Temos que nos preparar para uma situação cada vez pior”, disse o secretário da Saúde, Jeremy Hunt.

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Estrangeiros que vieram para a Copa do Mundo continuam no Rio de Janeiro meses após a final

‘Copariocas’ se somam aos 69,3 mil estrangeiros que já residem na capital. No Mundial, Rio foi a cidade mais visitada

A americana Elle Bergmann prepara caipirinhas em um 'hostel' na Lapa (foto: Adriana Lorete / Agência O Globo)
A americana Elle Bergmann prepara caipirinhas em um ‘hostel’ na Lapa (foto: Adriana Lorete / Agência O Globo)

Caio Barretto Briso, em O Globo

Elle Bergmann abre o freezer e pega uma cerveja gelada. Entrega a um inglês sem camisa que acabara de acordar. O relógio na parede marca 14h, ela pega outra longneck, tira a tampinha com a mão e bebe no gargalo. Não poderia sentir-se mais à vontade, como reforçam seus pés descalços. A cena se passa num descolado hostel na Lapa, onde a americana de 25 anos trabalha preparando caipirinhas. Embora não fale português, é ela quem vai às compras e escolhe as frutas da época num mercado na Rua do Riachuelo.

— Meu pai diz que vivo numa bolha — conta, com olhos de um azul translúcido. — Mas estou feliz. Muita gente no meu país só viaja pelo mundo depois de se aposentar. Nunca sonhei com essa vida para mim — completa.

Elle deixou para trás a pequena ilha de Hilton Head, no estado da Carolina do Sul (com menos de 40 mil habitantes), para viver in loco a emoção de sua primeira Copa do Mundo. Já estivera aqui no começo do ano, em pleno carnaval, durante um mochilão pelo continente. Quando desembarcou no Rio pela segunda vez, pouco antes de o Mundial começar, estava decidida a permanecer após o torneio. Conseguiu o trabalho de bargirl, que não chega a ser lucrativo, mas ela ainda tem as economias que fez durante um ano trabalhando como garçonete nos Estados Unidos.

O Rio foi a cidade mais visitada durante a Copa, com 886 mil turistas, mais da metade formada por gente de outros países, segundo o Ministério do Turismo. Pelos encantos da vida praiana, pelo espírito de aventura e também pela dificuldade de emprego na terra natal, muitos se recusam a ir embora e encorpam os 69,3 mil estrangeiros que já residem na capital — dado do Censo de 2010. Continuam espalhados por aí, prolongando a estadia o quanto podem, todos querendo “sugar a essência da vida”, como diria o escritor Henry David Thoreau em seu clássico “Walden’’.

Num bar vazio da Avenida Mem de Sá, o alemão Ritter Milan, de 24 anos, espera a namorada. O olhar se ilumina quando Camila chega, cabelos cacheados, sorriso solar. Foi uma dessas loucuras da vida que os uniu. Era sábado à noite, começo de Copa, e o Rio fervia, com gente de todo o planeta bebendo e cantando pelas ruas. Conheceram-se sob os Arcos da Lapa, na fila de uma barraca de caipirinha. No batuque de um samba, o primeiro beijo.

— Ele é meu conto de fadas — derrete-se Camila Barros, arquiteta, de 27 anos.

— Ela mudou minha vida — devolve Milan.

Ritter Milan veio com um namorada alemã, mas apaixonou-se por uma carioca e está no Rio até hoje (foto: Adriana Lorete / Agência O Globo)
Ritter Milan veio com um namorada alemã, mas apaixonou-se por uma carioca e está no Rio até hoje (foto: Adriana Lorete / Agência O Globo)

QUANDO O FIM É SÓ O COMEÇO

Nascido em Munique e torcedor do poderoso Bayern, ele era outro quando chegou ao Rio. Desembarcou na cidade com a ex-namorada alemã, um relacionamento que durava seis anos. Sonhava viver o clima da Copa por duas semanas e, quem sabe, ver sua seleção vencedora. Antes de chegarem, passaram alguns meses perambulando pelo mundo. Mas o amor era vacilante — a própria ideia de viajar foi uma tentativa de despertar sentimentos adormecidos. No Rio, a menina pôs um ponto final na história e voltou para Munique. Milan, que trabalha como corretor de imóveis e tirou uma licença não remunerada para viajar, decidiu continuar sozinho sua estada no Rio.

— Fiquei triste, mas éramos como amigos, nem sexo rolava mais. Pensei que teria uma vida de solteiro no Rio, mas conheci a Camila uma semana depois. Foi uma coisa maluca — conta.

As duas semanas que ele passaria na cidade já viraram três meses. Os dois estão morando juntos no apartamento dela, no Largo do Machado. Milan joga basquete no Aterro do Flamengo, faz musculação nos aparelhos da praia, apaixonou-se por molho vinagrete (“nunca comi nada igual”, afirma). Ele acha graça da maneira como é abordado por traficantes na orla de Copacabana:

— Primeiro oferecem uma canga, depois maconha, por último cocaína.

Mesmo sem falar inglês, os familiares de Camila já o tratam como filho. No último churrasco dos Costa, em Campo Grande, o avô pronunciou o nome do casal como se fosse um só (“Camilan”), em seguida desenhou no ar um coração.

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Guitarrista do AC/DC está internado em casa de repouso com demência

Malcolm Young (foto: Divulgação)
Malcolm Young (foto: Divulgação)

Publicado por EFE [via UOL]

Malcolm Young, guitarrista, letrista e cofundador da lendária banda AC/DC, e que havia anunciado sua saída do grupo nesta semana, foi internado em uma casa de repouso em Sydney, na Austrália, com demência, informou nesta sexta-feira (26) a imprensa local.

“Se você está em um quarto com Malcolm, sai um momento e retorna minutos depois, ele já não te reconhece. Perdeu completamente a memória imediata. Sua mulher, Linda, o pôs sob cuidado em período integral”, disse uma fonte próxima à família do músico ao jornal “Sydney Morning Herald”.

No último mês de abril foi anunciado que o músico de 61 anos sofria uma doença séria, mas sua natureza se manteve em segredo, e por isso não participaria da gravação do álbum “Rock or Bust”, que será lançado em novembro deste ano.

Seu sobrinho Steve, que o substituiu nessa gravação, ocupará o lugar de Malcolm Young na turnê mundial que o AC/DC realizará em 2015 e na qual estarão os outros membros do grupo: Angus Young, Brian Johnson, Phil Rudd e Cliff Williams.

Próxima turnê pode ser a última

Em abril, o vocalista do AC/DC, Brian Johnson, falou pela primeira vez sobre os rumores ao jornal “The Telegraph”. Sem citar nomes, ele confirmou que um integrante estava com uma “doença debilitante”, mas voltou a confirmar que a banda iria se reunir para compor um novo álbum.

“Nós definitivamente vamos nos reunir em maio em Vancouver”, disse Brian na época. “Vamos pegar nas guitarras, dedilhar, e ver se alguém tem alguma música ou ideias. Se acontecer alguma coisa , vamos gravar”.

“Eu não gostaria de dizer qualquer coisa sobre o futuro. Eu não estou descartando nada. Um dos meninos tem uma doença debilitante, mas eu não quero falar muito sobre isso. Ele é muito orgulhoso e privado, um cara maravilhoso. Nós somos amigos por 35 anos.”

Mesmo descartando o fim, Brian sinalizou que a próxima turnê, marcada para este ano em comemoração aos 40 anos da banda, pode ser realmente a última da carreira. “Isso seria uma ótima maneira de dizer adeus”, disse Johnson. “Nós gostaríamos de fazê-lo. Mas está tudo no ar no momento”.

 

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Episódio de ‘Os Simpsons’ ‘prevê’ lesão de Neymar na Copa

Episódio de "Os Simpsons" que prevê lesão de Neymar (Foto: Reprodução)
Episódio de “Os Simpsons” que prevê lesão de Neymar (Foto: Reprodução)

No desenho, Homer é árbitro do mundial, e craque sai de campo carregado.
Jogador teve vértebra lesionada em entrada do colombiano Zuñiga.

Publicado no G1

O desenho “Os Simpsons” previu a lesão de Neymar em uma partida de Copa do Mundo. No episódio em que Homer se torna árbitro da Copa do Mundo e a família visita o Brasil, o patriarca apita a final do mundial, quando El Divo, uma versão animada de Neymar, se joga na área, simulando um pênalti. Homer, que tentou ser “comprado” para dar a vitória para o Brasil, não apita o pênalti e o jogador sai de campo carregado em uma maca.

Nas cenas seguintes, a família vai ao “enterro” de El Divo, e Homer reafirma que não houve pênalti. Curiosamente, a partida era Brasil e Alemanha, válido pela final da Copa. Os germânicos são o próximo adversário da seleção nacional, mas pela semifinal do torneio.

Lesão de Neymar
Nos campos, o craque brasileiro sofreu uma lesão na vértebra L3, após forte entrada por trás do zagueiro Zuñiga, na parte final do confronto contra a Colômbia, pelas quartas de final da Copa, em Fortaleza.

Com a lesão, Neymar está fora da Copa do Mundo, já que o tempo de recuperação varia de seis a oito semanas.

Neymar sai de campo lesionado (Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)
Neymar sai de campo lesionado (Foto: Fabrizio Bensch/Reuters)

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