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20 fotos que vão te fazer enxergar o mundo de outra forma

publicado no Nomades Digitais

“Essa imagem é real?”, talvez seja a frase proferida por você após conferir este post. Nós sempre mostramos por aqui paisagens de tirar o fôlego, das mais surreais às mais estranhas do mundo. A mãe natureza tem o dom de nos presentear com lugares fantásticos que nem parecem de verdade.

Pensando em trazer as coisas belas da vida para o nosso cotidiano, o projeto “Daily Overview“, do site Digital Globescompartilha diariamente fotos de satélite, dando uma nova perspectiva e um novo olhar ao jeito que observamos o planeta. 

O especial é inspirado numa experiência chamada Overview Effect, descrito por Frank White, em 1987, como uma mudança cognitiva da perspectiva e visão de mundo vivida pelos astronautas assim que eles avistam o planeta Terra do espaço pela primeira vez. Como diria Platão, citado no site do Daily Overview, “o homem deve elevar-se acima da Terra, para o topo da atmosfera e além, pois só assim vai compreender o mundo em que vive.”

1. A cidade jardim Brondby, Brondby, Dinamarca

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2. Desenvolvimento Agrário, Loxahatchee, Flórida, EUA

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3Puente de Vallecas, Madri, Espanha

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4. Boca Raton, Flórida, EUA

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5. O desmatamento da Floresta Amazônica, a partir do Pará, Brasil

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6. Ilhas artificiais em construção em Durrat Al Bahrain, Bahrain

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7. Plasticultura/Estufas, Almeria, Espanha

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8. Viticultura, Huelva, Espanha

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9. Veneza, Itália

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10. Recessão do Mar morto, Neve Zohar, Israel

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11. Grande Muralha da China, norte da China

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12. Central Park, Nova York, EUA

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13. 309 – campo de Manutenção Aerospace e Grupo de Regeneração Tucson, Arizona, EUA

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14. Aldeia Bourtange, no município de Vlagtwedde, na Holanda

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15. Villa Epecuén, em Buenos Aires, Argentina

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16. Redes de pesca em Quanzhou, China

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17. Estação Tolk (de energia), Texas, EUA

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18. Produção de micro-algas, responsáveis pela coloração exótica da água, na Lagoa Hutt, Austrália

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19. Desenvolvimento Agrário, Adis Abeba, Etiópia

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20. The Eden Project, Cornwall, Inglaterra, Reino Unido

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Você pode acompanhar as imagens através do TumblrFacebook e Instagram oficial do projeto.

Bono ataca Apple por falta de apoio à sua ONG contra a AIDS: ‘Eles são como um culto religioso’

foto: Getty Images

foto: Getty Images

Publicado no Virgula

O clima ficou tenso na parceria entre Bono e a Apple nesta terça (24) na fala dele durante o Cannes Lions, em estival voltado para o mercado publicitário.

Bono estava em busca de marcas que pudessem vincular seu nome ao (Red), projeto liderado pelo vocalista do U2 que tem como objetivo uma próxima geração livre da AIDS. Procurando novos parceiros, ele aproveitou para alfinetar um antigo.

A Apple doou 75 milhões de dólares para a causa, mas Bono acusa a empresa de não querer vincular seus produtos à ONG de Bono. Durante a apresentação, ele apontou que os produtos lançados em parceria entre ambos camuflam a marca da (Red), dando destaque maior para a empresa.

Ele exibiu para o público um iPad oficial da (Red), mostrando que a marca estava apenas na parte interna do produto, ainda assim obscurecida pela marca da Apple. “Cadê a marca da (Red)?” ele perguntou para Jony Ive, design da Apple, presente no local. “Ninguém consegue ver aquilo. Isso é um pouco enlouquecedor. Esse é o jeito da Apple. Eles são como um culto religioso”.

5 belos momentos que marcaram a Copa 2014 (até agora)

Alysson Villalba, no Caos Bravo

Em meio a protestos e muita bagunça, tá tendo muita Copa!
E com menos de uma semana, a Copa do Mundo Brasil 2014 está provando que é a Copa da Copas, trazendo diversas imagens engraçadas e belos momentos que ficarão marcados na memória dos brasileiros e turistas.

/// Começando pelo taxista Adilson Luiz da Cruz, 42, que encontrou 40 ingressos da Copa em seu veículo e devolveu aos verdadeiros donos, um grupo de turistas mexicanos.

Adilson Luiz da Cruz encontrou 40 ingressos da Copa esquecidos em seu táxi

“Aquilo não era meu, é minha obrigação devolver. Eu prestei um serviço que foi pago, preciso ir até o fim, mesmo que isso tome um tempo terrível”, disse o taxista à Folha nesta sexta-feira (13), na empresa de rádio táxi a qual ele é filiado.
Leia a matéria completa aqui.

/// E a torcida japonesa, que mesmo perdendo para a Costa do Marfim, por 2 a 1, deu um show de civilidade e respeito ajudando a recolher o lixo deixado nas arquibancadas.

Torcida do Japão limpando Arena Pernambuco  (Foto: Reprodução / Facebook)Leia a matéria completa aqui.

/// Vimos ainda o encontro emocionante do pequeno torcedor Daniel Jr., 12, com o David Luiz, zagueiro da seleção brasileira.
Durante o treino da seleção no último domingo, Daniel driblou a segurança e correu para encontrar o ídolo, abraçá-lo e ainda levar a camisa autografada.

/// Outra imagem que rodou a internet foi a do jogador Mark Bresciano, da Austrália, amarrando as chuteiras de uma criança de muletas.

/// Lembramos ainda da torcida brasileira no jogo de abertura do Mundial, que emocionou o mundo todo ao cantar o Hino Nacional Brasileiro à capela.

 

Brasil mostra a sua cara para o mundo. E ela está feia

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Clóvis Rossi, na Folha de S.Paulo

No dia de 2007 em que o Brasil foi oficialmente escolhido para sediar a Copa do Mundo, a comitiva brasileira exalava orgulho patriótico por todos os poros, sob o comando de um certo Luiz Inácio Lula da Silva.

Era tanto “patrioteirismo” que, no discurso em que comemorou a designação, Lula tirou o terno de presidente e vestiu o verde e amarelo de torcedor fanático, com direito a uma cutucada no presidente da Associação de Futebol Argentino, Julio Grondona, sentado nas primeiras fileiras do auditório: “O Brasil orgulhosamente organizará uma Copa do Mundo pra argentino nenhum colocar defeito”.

O ambiente de exaltação patriótica (coisa que me horroriza sempre) era explicável: a escolha para agasalhar a Copa era a grande chance de o Brasil mostrar a sua cara. Era um Brasil que estava na moda no mundo e parecia destinado a uma escalada definitiva rumo ao topo do planeta, o que, de resto, a revista “The Economist” sacramentaria com sua famosa capa de 2009 em que o Cristo Redentor do Rio virava foguete em plena decolagem.

Outro parêntesis: se tivesse algum parentesco com o Taleban, a “Economist” teria queimado os exemplares com aquela capa.

Sete anos depois, no entanto, não são apenas (nem principalmente) os argentinos que estão botando um e mil defeitos no país da Copa.

São alguns brasileiros como Marcello Serpa, sócio da agência de publicidade AlmapBBDO, para quem a Copa trouxe um holofote para as deficiências de infraestrutura e para a desigualdade social no país, a ponto de acentuar o mau humor e de prejudicar a marca Brasil, como afirmou durante evento promovido por esta Folha na terça-feira (10).

São também estrangeiros dos mais diferentes quadrantes, como Shannon Sims, que fez pesquisas no Brasil durante dois anos para o Instituto para Assuntos Mundiais Atuais: “Organizar o maior evento esportivo do mundo era, supunha-se, uma oportunidade para o Brasil demonstrar sua organização, desenvolvimento e competência. Mas, com corrupção abundante, infraestrutura cambaleante e constantes crimes nas ruas, muitos brasileiros sentem que essa oportunidade oferece mais coisas más que boas”.

Sims compara o Brasil que aguarda a Copa com um estudante que espera uma prova para a qual não se preparou.

De todo modo, vai ter Copa, ao contrário do que se cantava no ano passado e em alguns momentos deste ano, mas não será a Copa das Copas, como pretende a propaganda.

Afinal, se um dos jornalistas escalados para a Copa, caso de Brian Winter (da agência de notícias Reuters), sofre por cinco horas e vinte minutos para sair do aeroporto de Cumbica e chegar ao seu hotel, não dá para ser a Copa das Copas.

A questão seguinte, proposta por José Sámano (do jornal espanhol “El País”), um dos melhores jornalistas esportivos da Espanha, é se, “com tantos problemas de fundo, convém medir se, nestes tempos, a bola ainda servirá como sedativo ou, ao contrário, chegou a hora de revisar profundamente o modelo”.

Respostas a partir de hoje, com o veredito final em outubro.

Agora vejo

fomeEd René Kivitz

Agora vejo mais claramente que não apenas as consequências da Grande Comissão, mas a Grande Comissão em si precisam ser entendidas no sentido de incluir a responsabilidade tanto social quanto evangelística, para que não nos tornemos culpados de distorcer as palavras de Jesus.
[John Stott]

O mal não está apenas no coração humano, mas também nas estruturas sociais (…) A missão da igreja inclui tanto a proclamação do evangelho quanto sua demonstração. Precisamos, pois, evangelizar, responder a necessidades humanas imediatas e pressionar por transformações sociais.
[Declaração de Weathon, 1983]

O propósito primeiro das missiones ecclesiae não pode, por consequência, ser simplesmente a implantação de igrejas e a salvação de almas; pelo contrario, ele deverá ser o serviço à missio Dei, representar a Deus no e diante do mundo (…) Em sua missão, a igreja é testemunha da plenitude da promessa do reino de Deus e é partícipe da batalha contínua entre esse reinado e os poderes das trevas e do mal.
[David Bosch]

Não há dicotomia bíblica entre a palavra falada e a palavra que se faz visível na vida do povo de Deus. Os homens olharão ao escutarem, e o que eles virem deve estar em consonância com o que ouvem (…) Há tempos em que nossa comunicação pode dar-se apenas por atitudes e ações, e há outros em que a palavra falada estará só: mas precisamos repudiar como demoníaca a tentativa de meter uma cunha entre a evangelização e a preocupação social.
[René Padilla]

A missão histórica de Jesus somente pode ser entendida em conexão com o Reino de Deus. Sua missão aqui e agora é a manifestação do Reino como uma realidade presente em sua própria pessoa e ação, em sua pregação do evangelho e em suas obras de justiça e misericórdia.
[René Padilla]

Por meio da Igreja e de suas boas obras o Reino de Deus se torna historicamente visível como uma realidade presente. As boas obras, portanto, não são um mero apêndice da missão, mas uma parte integral da manifestação presente do Reino: elas apontam para o Reino que já veio e para o Reino que está por vir.
[René Padilla]

A missão da igreja é manifestar aqui e agora, como anúncio profético do novo céu e da nova terra, a maior densidade possível do reino de Deus que se consumará ali e além.
[Robinson Cavalcanti]

fonte: Facebook