Escutar 15 minutos de música pode ser bom para a concentração

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Publicado no Estadão

Escutar música com fones de ouvido pode ser um sinal de distração na rotina de muitos escritórios, um sinal de que a mente do ouvinte está em algum outro lugar que não no seu trabalho. Mas um estudo publicado por uma psicóloga norte-americana, doutora Teresa Lesiuk, afirma que o efeito pode ser o contrário. Ao ouvir música, o indivíduo consegue incrementar sua capacidade de resolver problemas e de realizar tarefas.

Segundo o doutor Amid Sood, especialista em estresse consultado pela fastcompany, a música pode ser biologicamente benéfica, aumentando a nossa felicidade e foco. Outros especialistas acreditam que indivíduos mais contentes também se mostram mais produtivos.

Autora do estudo, Teresa acredita que a melhor forma de potencializar o efeito da música é deixar com que cada um escute o que gostar mais. Por isso, nada de caixas de som espalhadas por todo o escritório. Ela afirma, entranto, que o tempo necessário para obter esse efeito varia de 15 minutos à meia hora de música é o suficiente para retomar a concentração perdida.

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Foto irônica com Silas Malafaia faz sucesso nas redes sociais

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Publicado no Portal Forum

Uma foto publicada na última segunda-feira pela jovem Murielle Facure se tornou um viral na internet. A imagem traz o pastor Silas Malafaia ao fundo e uma plaquinha com os dizeres: “Abra sua mente, gay também é gente”. O trecho da música do grupo Mamonas Assassinas e a expressão séria do pastor foram motivos suficientes para gerar milhares de compartilhamentos no Facebook, além de mensagens de apoio à manifestação de Murielle.

“Apenas a melhor foto do ano”, “Merece um prêmio”, “Palmas infinitas!” foram alguns dos comentários na rede social. Segundo informações publicadas no jornal Extra, ela o encontrou em um voo da Gol e disse que, depois do clique, foi chamada de “estúpida” por Malafaia, que é declaradamente opositor da causa LGBT.

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Música preferida aciona região do cérebro que responde pela memória

foto: getty images
foto: getty images

Publicado no Estadão

A música aciona diferentes funções do cérebro, o que explica por que uma canção de que se gosta causa prazer e uma música favorita pode fazer submergir na nostalgia, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Scientific Reports.

Neurologistas dos Estados Unidos usaram imagens de ressonância magnética (fMRI) para fazer um mapa da atividade cerebral em 21 voluntários que escutaram diferentes tipos de música, incluindo rock, rap e música clássica.
Os voluntários escutaram seis canções de cinco minutos cada, incluindo cinco consideradas “icônicas” para cada gênero, uma canção que não era familiar e, mesclada na seleção, uma música favorita.

Os cientistas detectaram padrões de atividade cerebral que colocaram em evidência o gosto ou não pela canção escutada. Também apontaram uma atividade específica do cérebro quando se escutava a canção favorita.

Escutar a música de que se gosta, sem que seja a preferida, abre um circuito neuronal em ambos os hemisférios cerebrais denominado rede de modo padrão, que desempenha um papel nos pensamentos “concentrados no interior”.
Mas escutar uma canção favorita também desencadeou atividade no hipocampo, a região adjacente do cérebro, que desempenha um papel fundamental na memória e nas emoções vinculadas à socialização.

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A pesquisa, publicada na revista Scientific Reports, foi coordenada por Robin Wilkins da Universidade da Carolina do Norte, en Greensboro.

Os autores ficaram surpresos ao constatar que os padrões de fMRI eram muito similares apesar de a preferência musical ser uma questão individual. “Essas conclusões podem explicar por que estados emocionais e mentais comparáveis podem ser experimentados por pessoas que escutam músicas tão diferentes como Beethoven e Eminem”, destacaram os autores.

Jean-Julien Aucouturier, pesquisador do Centro Nacional de Investigação Científica da França (CNRS), destacou que o estudo completa a teoria sobre como a música afeta o cérebro.

Os resultados sugerem que escutar a música favorita poderia ajudar a tratar a perda de memória, segundo Aucouturier. Serão necessários, entretanto, novos estudos para avançar nesta direção, advertiu.

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