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Filhos de Michael Jackson torram quase R$ 18 milhões por ano

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publicado no Glamurama

Michael Jackson, acostumado a comprar o que queria e a gastar fortunas em exuberâncias, orientava as babás de Prince, 17, Paris, 15,  e Blanket, 12, que deixassem comprar “o que eles quisessem”. E o legado passou aos filhos. Hoje, após cinco anos de sua morte, a gastança continua, chegando a um montante de US$ 8 milhões, o equivalente a R$ 17,9  milhões por ano, de acordo com o site “Page Six”.

Os três herdeiros dividem esta quantia provinda de lucros crescentes com as propriedades, além do montante recebido pela avó Katherine, mãe de Michael, que ganha R$ 2,2  milhões para cuidar dos filhos do cantor.

Três férias por ano para destinos como Havaí e Vegas também geram gastos de cerca de R$ 786,9 mil, fora o pagamento seguranças, motoristas, passagem aérea de primeira classe e abundância de luxo. No Havaí, a família geralmente surfa na praia isolada e deixam cerca de R$ 12,3 mil por noite, em hotel de luxo em Honolulu.

Na escola, Paris compra presentes, como calçados e roupas esportivas para seus amigos. Prince, que já está se mostrado um galanteador, já gastou mais de R$ 112,4 mil em joias e outros presentes para pelo menos três namoradas diferentes. Blanket gasta regularmente sua herança pagando R$ 500 por hora para aulas como karatê e personal trainer.

Cão abandonado ajuda músico de rua e os dois viram parceiros de trabalho

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Publicado no Hypeness

O improvável (mas adorável!) dueto começou numa manhã de trabalho normal para Sergei Ivanovich. O artista de rua se preparava para tocar clarinete numa das praças da cidade ucraniana de Dnepropetrovsk, como sempre faz, quando um vira-lata abandonado se aproximou.Apesar de nunca ter visto o cachorro antes, Sergei percebeu que seu show era muito melhor a dois.

O artista e o cão (que começou logo a ‘cantar’) foram o grande sucesso do dia, com centenas de pessoas parando para os ver. O vídeo com a performance acabou por ir parar ao Youtube e rapidamente atingiu os milhares de visualizações.

Mas a melhor parte veio no fim: impressionado pela atitude e talento do cão, Sergei o levou pra casa, adotando o vira-lata como parceiro de trabalho. Bela parceria entre humanos e animais.

Vale a pena ver o show deste duo:

 

Marcelo Freixo defende direitos humanos em restaurantes japoneses

Após reagir com violência às provocações, Eduardo Paes enviou uma nota à imprensa: “Estava apenas dando uma lei de incentivo ao boxe”, explicou.

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Eduardo Paes havia passado a tarde treinando a mente para aplicar um novo Choque de Ordem

Publicado originalmente no The í-Píauí Herald

JARDIM BOTÂNICO – Após analisar as imagens do circuito interno de um restaurante japonês que mostram Eduardo Paes servindo rabo de arraia a um músico indigesto, o deputado Marcelo Freixo gravou um depoimento para o Fantástico criticando a operação. “Temos que instaurar imediatamente a CPI do Rolinho Primavera para apurar o que aconteceu. Eduardo Paes foi imprudente ao acertar um ebi no harumaki do músico. Precisamos fazer com que os direitos humanos cheguem até no lugares onde se come peixe cru”, discursou.

Indignado, o músico reconheceu que havia pronunciado palavras chulas como “tofu”, “shimeji” e “missoshiro” na direção do prefeito, que ficou com cara de banana caramelizada. Após reagir com violência às provocações, Eduardo Paes enviou uma nota à imprensa: “Estava apenas dando uma lei de incentivo ao boxe”, explicou.

No final do dia, o governador Sérgio Cabral solicitou o envio de uma UPP para o gabinete do prefeito assim que o secretário José Mariano Beltrame retornasse do Tiroteio da Paz no Complexo do Alemão. “A população já pode sair para jantar tranquilamente. Eduardo Paes está pacificado”, explicou Cabral.

Hugh Laurie – Didn’t It Rain?

Muito do fascínio pelo primeiro trabalho vinha da força do personagem de Laurie nas televisões do mundo, o Doutor House, mas não dá pra negar a competência dele em arregimentar músicos competentes e reproduzir um climão empoeirado e misterioso no disco.

Fonte: Internet

Fonte: Internet

Por Carlos Eduardo Lima, no Monkey Buzz

A maioria dos britânicos tem profunda fascinação pela América. É um grande playground cultural, um pedação de terra que fugiu do controle da Velha Ilha e adquiriu vida e mitologia próprias. Sempre haverá um branquelo inglês cantando como negro, tocando como negro, embasbacado pelo caldeirão do Blues/R&B/Soul/Funk/Country e o que mais vier. Com Hugh “House” Laurie não é diferente.

Se valeu da paixão ancestral por Blues e som de Nova Orleans, sobretudo pelo standard de Professor Longhair, “Tipitina”, e caiu na farra. O êxito foi tamanho, que Laurie não teve outra escolha a não ser gravar um punhado de canções que mostravam o imaginário folclórico-musical da região da Lousiana.

Let Them Talk, lançado em 2011, fez bonito nas paradas de sucesso inglesas, chegando a empatar com Adele. Claro que muito do fascínio pelo primeiro trabalho vinha da força do personagem de Laurie nas televisões do mundo, o Doutor Gregory House, mas não dá pra negar a competência dele em arregimentar músicos competentes e reproduzir um climão empoeirado e misterioso no disco.

Esse mesmo time de músicos, inclusive o produtor Joe Henry, estão presentes em Didn’t It Rain. Após um 2012 agitado, passado o tempo todo na estrada em uma agenda de shows invejável, Laurie retornou ao Ocean Studios para ampliar seu espectro sobre a música americana, incluindo generosas porções de Blues e R&B, chegando na sonoridade que os manuais de música gostam de chamar de Heartland Sound.

Ao longo do caminho, com os serviços da Copper Bottom Band (a banda, devidamente batizada) e a presença charmosa da cantora e compositora guatemalteca Gaby Moreno, Laurie convida o ouvinte para uma viagem pelos rincões imemoriais dos USA, através de belezas como Junkers Blues (gravada por Champion Jack Dupree em 1940), o dueto belíssimo com Gaby Moreno em Kiss Of Fire (um tango originalmente chamado El Choclo, que teve sua versão para o inglês em 1952, com Louis Armstrong e Connie Francis nos vocais), Unchain My Heart (cavalo de batalha da melhor fase de Ray Charles), Vicksburg Blues (gravada por Little Brother Montgomery em 1930), num total de 15 cartões postais musicais para uma dobra temporal em que o mundo não é atrapalhado pela modernidade pós-segunda guerra mundial.

Mais que um disco, Didn’t It Rain é quase uma viagem por um museu e, se você tem algum problema em ser conduzido por um inglês, não esqueça que Laurie nunca foi um habitante comum da Velha Ilha. Imperdível.

 

 

Momentos históricos da música em gif

Valerie Scavone, no IdeaFixa

Por falar em GIF, o músico Josh Carrafa, da banda Old Monk, cria gifs de momentos históricos da música. De Johnny Cash à travessia dos Beatles. Divirtam-se!


The White Stripes para o seu 4º álbum Elephant.


Weezer, debut album – 1994


The Strokes, Is This It – 2001


Talking Heads, Stop Making Sense – 1984.


Talking Heads, Stop Making Sense – 1984.


Ramones na apresentação de seu primeiro show, 1974.


Radiohead, OK Computer – 1997


PsyGangnam Style – 2012.


Prince muda seu nome para um símbolo impronunciável que posteriormente foi chamado de Love Symbol #2 – 1993. Continue lendo