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Top 10 Presentes Criativos da TrazPraCa

publicado no IdeaFixa

Sabe aqueles produtos criativos que vemos na internet, e sempre ficamos imaginando: Onde será que vou encontrar isso ? Pois então, você está no post certo. A Traz pra ca, possui mais de 1.500 produtos criativos disponíveis pra você presentear amigos e familiares.

Aproveite que já estamos chegando em Agosto, e já vai pensando no que você pode fazer para dar alguns presentes diferentes para o dia dos pais. É Sempre muito importante impressionar quem vai receber esses presentes, você vai ficar marcado pra sempre :)

Confira uma lista de produtos criativos que separamos no site.

1) Caneca Mixer – Mistura Tudo

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2) Saco de Pancada Puxa-saco Vermelho

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3) Adesivo Olho Mágico Trouxe Cerveja

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4) Capa Soco Inglês Knuckle Exclusiva Iphone 4 4s – (preto e dourado)

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5) Cortina para Chuveiro Bath –

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6) Mega Fronha – Boa pra Dormir –

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7) Almofofa Abraço Todo Dia –

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8) Avental Salva Vidas

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9) Capa de celular 4/4s Recarregável – Pink e Laranja

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10) Máscara Cabeça de Panda

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Médico é acusado de deixar namorada em seu lugar em plantão

Publicado no Estadão

Um médico é investigado no sul de Minas Gerais porque teria abandonado o plantão do Hospital São José, na cidade de Capetinga, no último final de semana e deixado sua namorada, que seria estudante de Medicina, em seu lugar. Ela teria atendido pacientes e receitado remédios, mas acabou descoberta pelas enfermeiras ao ver um homem com o braço quebrado e dizer que não sabia fazer sutura. A denúncia foi levada à Polícia Civil e ao Ministério Público pela prefeitura nesta quinta-feira, 24.

De acordo com o prefeito Daniel Bertholdi (PSDB), uma sindicância interna também foi aberta para apurar o problema, registrado nos dias 19 e 20. “É um caso de total irresponsabilidade e, se o médico assumiu compromisso com o município e não cumpriu, tem de ser punido”, afirmou. Ele diz que o número de pacientes atendidos pela mulher ainda está sendo apurado, assim como outros detalhes referentes ao caso. Mas já se sabe que o médico teria pegado carona em uma ambulância até a cidade de Passos (MG), onde ele permaneceu, tendo sua namorada retornado e ocupado o seu lugar no hospital.

Remédio. Durante o tempo em que esteve à frente do consultório, a mulher prescreveu remédios utilizando receitas assinadas pelo médico. O caso foi registrado na polícia como averiguação de exercício ilegal da medicina. Testemunhas e envolvidos serão chamados para depor. Na prefeitura, algumas pessoas já foram ouvidas, incluindo o motorista da ambulância que confirmou o transporte do casal. A mulher envolvida seria estudante da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), em Montes Claros (MG). Ela e o médico, de iniciais W.D.M., não foram localizados para comentar as denúncias.

Namorada de José Dirceu ganha emprego no Senado

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Publicado por Josias de Souza

No último dia 8 de agosto, a recepcionista Simone Patrícia Tristão Pereira foi alçada a uma posição multiambicionada. Virou funcionária do Senado. Foi acomodada numa repartição chamada Instituto Legislativo Brasileiro. Ganhou contracheque de R$ 12.800 mensais. No papel, a contratada obteve o posto por insuspeitadas habilidades em marketing de relacionamento. Na realidade, ela deve a colocação a outro tipo de relacionamento. Simone é namorada de José Dirceu.

Em notícia veiculada por Veja, os repórteres Robson Bonin e Adriano Ceolin contam que, no primeiro dia de trabalho, Simone foi apresentada aos novos colegas por ninguém menos que o diretor-geral do Senado, Helder Rebouças, homem de confiança do presidente da Casa, Renan Calheiros, amigo do peito do namorado da contratada. Tantos relacionamentos garantiram à contratada um horário maleável e uma rotina  tarefas flexível e tarefas uma rotina virtual.

foto: Facebook

foto: Facebook

O expediente normal começa às 8h. Mas Simone costuma chegar por volta de 11h. Ao meio-dia, sai para o almoço. Retorna habitualmente às 15h30. Deveria voltar para casa às 18h. Mas prefere sair um pouco antes, às 17h. Entre chegads e saídas, a namorada de Dirceu preenche o tempo trocando mensagens pelo celular e realizando passeios virtuais pela internet.

Perguntou-se a Simone se o namorado a indicou para o emprego. E ela: “Conheço o Zé Dirceu tem muito tempo. Procura na internet que você vai ver [quem indicou]. Já trabalhei na Câmara, no governo do Tocantins. Se estou todo esse tempo [em cargos de confiança], é tudo via ele? Imagina!”

Depois de ter sido abordada, Simone foi ao gabinete do presidente do Senado. Chamando-a pelo nome, Renan Calheiros pediu que aguardasse, Recebeu-a na sequência. O teor da conversa é desconhecido. Foi Dirceu quem a indicou?, perguntou-se a Renan. “Não sei quem foi. Mas vou procurar descobrir”, ele respondeu.

Submetido à mesma indagação, o diretor-geral Helder Rebouças, aquele que apresentara Simone aos colegas, figiu-se de morto: “Não sei nada sobre isso. Nem sei quem é ela.” Quer dizer: a recepcionista Simone, namorada de Dirceu, amigo de Renan, superior hierárquico de Helder foi à folha do Senado sem concurso por obra e acaso.

Os parceiros dos exibidos

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Por Ivan Martins, na Época

Tem gente que pira nas redes sociais. Você abre o Instagram e a pessoa está lá, se exibindo da forma mais escandalosa. Ah, como eu sou linda. Ah, como eu sou foda. Ah, meu deus, como eu sou feliz. No Facebook, ele publica fotos que deveriam ter sido deletadas, revela detalhes sobre a sua vida privada, se gaba de tantas coisas, e com tanta frequência, que faz a gente pensar que, na verdade, anda profundamente deprimido.

Não estou falando – vejam bem – de quem perde a mão de vez em quando e exagera na exposição de si mesmo. Isso acontece. A esta altura da sociedade do espetáculo, o mau gosto eventual tornou-se quase obrigatório. O problema com quem pira nas redes é que age sem pudor sistematicamente. É como o sujeito que bebeu demais toda vez que você o encontra. Ele é bêbado, né?

Com isso tudo estamos acostumados, porém. Os excessos nas redes sociais não são novidade. O que me fez escrever esta coluna foi a súbita percepção de que os superexibidos têm parceiros.

Cada vez que eles fazem um espetáculo de si mesmo sobra para quem está ao lado. O sujeito sobe uma foto da baladas às 3 da manhã e a namorada leva uma porrada quando abre o telefone, seis horas depois. Ou ela posta um comentário indiscreto logo cedo e ele passa o dia ouvindo ironias dos “amigos” comuns.

Parece inevitável que onde existe alguém obcecado em exibir-se haverá outro alguém juntando os caquinhos emocionais. Ninguém passa imune a esse tipo de streap tease.

Para quem não frequenta as redes sociais, esta conversa talvez pareça mi-mi-mi, mas juro que não é. O balanço entre público e privado tornou-se uma questão real para os casais. O que se mostra e o que não se mostra? Qual é o nosso combinado? Quando uma das partes tem compulsão de aparecer, fica mais difícil. Aí cabe a um conviver passivamente com a consequência dos excessos do outro – o que frequentemente é intolerável.

Uma pesquisa da Universidade do Missouri divulgada na internet sugere que quanto mais os casais usam o Facebook mais eles brigam. Em geral por causa de ciúme. Eu entendo perfeitamente.

Pouca gente lida bem com a documentação da vida dos parceiros. Antes, quando entravam num relacionamento sério, as pessoas tiravam da estante as fotos dos ex-namorados e colocavam a troca de email com eles numa pastinha escondida no computador. Agora existem as redes. Nelas estão as fotos dos três últimos namoros, assim como promessas de amor e os grunhidos sensuais trocados em cada um deles. Para todo mundo ver e compartilhar.

Se isso não fosse constrangimento suficiente, ainda vem uma torrente diária de novas imagens, novos amigos, renovados e ardorosos elogios – “que gato”, “que linda”, “cada vez melhor”… Haja desapego.

Relacionamentos, da forma como eu vejo, são construções para dois. Eles têm um forte componente social – dependem de amigos, família, colegas – mas, fundamentalmente, triunfam ou fracassam na intimidade. Quando uma das partes resolve viver em público, a relação fica enormemente vulnerável. Emoções que caberiam melhor na mesa da cozinha ou no banco da frente do carro acabam sendo exibidas diante de todos, como acontece com os artistas. Poucos aguentam esse tipo de exposição.

Ao final, quem procura atrair demais a aprovação de estranhos provoca insegurança no parceiro. Sugere que não bastam a atenção nem o aconchego que ele oferece. Se tudo tem de ser dividido com todos, o que há de especial e único nesta relação aqui? É algo a se pensar. E algo a se proteger. O ruído de aprovação das redes sociais, por mais intenso que seja, não preenche a nossa solidão. Ela se resolve apenas com relações reais. Amigos reais. Família real. Amor de verdade, com carne, ossos e defeitos, protegido por uma grossa camada de intimidade e de silêncio.

Fenômeno paraolímpico, Alan Fonteles “agradece a Deus” por deficiência

Fã de atletismo, garoto Rio Woolf tieta brasileiro Alan Fonteles em Londres (foto: Paul Gilham / Getty Images)

Fã de atletismo, garoto Rio Woolf tieta brasileiro Alan Fonteles em Londres (foto: Paul Gilham / Getty Images)

Guilherme Costa e Luiza Oliveira, no UOL Esporte

“Eu jogava bola, corria, andava de bicicleta, pulava muro e corria atrás de pipa. Na escola, sempre brinquei com os meus colegas. Voltava para casa todo sujo. Tive uma vida normal”. O relato exemplifica com perfeição o comportamento de Alan Fonteles, um dos principais nomes do esporte paraolímpico brasileiro atualmente. Longe da comiseração ou da afetação pelos obstáculos superados, o paraense não transforma a deficiência em assunto.

“Eu agradeço a Deus pelo que aconteceu comigo. Se não tivesse acontecido, não seria atleta, não seria reconhecido e não estaria aqui hoje”, disse Fonteles, 20, em entrevista exclusiva ao UOL Esporte.

Fonteles ganhou enorme repercussão nos Jogos Paraolímpicos de 2012, disputados em Londres. Ele venceu os 200m na categoria T43 e destronou o sul-africano Oscar Pistorius, medalhista de ouro na prova nas duas edições anteriores do torneio (Atenas-2004 e Pequim-2008).

Em pouco mais de um ano, as vidas de Fonteles e Pistorius tiveram trajetórias dicotômicas. O brasileiro consolidou o domínio, e no último mês conquistou quatro medalhas no Mundial de atletismo paraolímpico disputado em Lyon (França). Foram três ouros (100m, 200m e 400m) e uma prata (4×100 m).

O sul-africano migrou para as manchetes policiais. No início de 2013, Pistorius matou a namorada, a holandesa Reeva Steenkamp, na mansão do casal. A defesa alega que ele atirou porque a confundiu com um ladrão, e o tribunal de Pretória concedeu ao atleta o direito de aguardar o julgamento em liberdade mediante pagamento de fiança. O retorno dele ao tribunal está marcado para 19 de agosto.

“Acho que ele é insubstituível. Eu não quero substituir o Pistorius, mas fazer a minha história. Conquistei tudo que eu podia e fiz a minha trajetória. Tenho crescido e feito o meu nome”, afirmou Fonteles. “Eu acho que estaria onde estou mesmo se essas coisas não tivessem acontecido com ele. Desde que eu venci em Londres, comecei a elevar o meu nome. Eu queria que ele estivesse nas competições, mas não seria diferente”, completou o brasileiro.

Esportivamente, Fonteles ainda vê margem para evoluir. Sobretudo nos 400m, prova em que ele foi medalhista de ouro no Mundial de Lyon a despeito de não ter feito uma preparação específica: “Ainda dá para tirar uns três ou quatro segundos do meu tempo”.

O sucesso nas pistas já provocou mudanças na vida de Fonteles. O paraense mudou-se para São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, em 2012. O corredor também trocou a técnica Suzete Montalvão, que o acompanhava desde a infância, por Amaury Wagner Veríssimo, que é do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro).

O reconhecimento também mudou. “É bom saber que pessoas gostam do trabalho que você faz. Ter fãs e ouvir as pessoas dizerem que se tornaram atletas porque me viram correndo é uma felicidade muito grande”, contou Fonteles.

A fama e o endereço, contudo, encerram a lista de mudanças. Fonteles continua sendo caseiro, apesar de ter uma agenda que inclui entrevistas, palestras e até um encontro com a presidente da República, Dilma Roussseff, na próxima sexta-feira.

“Desde criança, sempre fiz as coisas normalmente. Eu nunca fiquei falando ‘ah, não vou fazer porque não consigo’. Minha mãe sempre me tratou como uma criança normal. Meu pai também. Então, sempre passei para as pessoas que não é porque eu uso prótese que eu tenho de ser tratado de forma diferente”, apontou Fonteles.

Acometido por um problema congênito, o corredor começou a fazer fisioterapia quando tinha pouco menos de um mês de vida. Fonteles usa prótese desde um ano de idade e começou a andar antes de completar três. Ele debutou no atletismo aos oito anos, quando fez um pedido aos pais após ter visto Robson Caetano competindo.

“Existem pessoas com perna e existem pessoas sem perna, assim como existem pessoas com cabelo e existem pessoas sem cabelo. Eu não tenho as pernas e tenho de lidar com isso. Da mesma forma, uma pessoa que não tem cabelo precisa lidar com o fato de ser careca. Eu até brinco que consigo passar de 1,78m para 1,83m quando troco de prótese. Então, eu consigo crescer e diminuir da noite para o dia. Pessoas não conseguem”, comparou o atleta.

A casa de Fonteles em São Caetano do Sul não tem nenhuma adaptação motivada pela deficiência do corredor. A única coisa que ele tem de diferente é o carro, cujos controles de aceleração e frenagem ficam nas mãos.

Segundo o corredor, ele nunca sofreu nenhum tipo de discriminação por causa do uso de próteses. O principal problema imposto a Fonteles é estrutural: “A questão das calçadas. Hoje, para andar em uma rua, você não consegue seguir por uma mesma calçada. A diferença de nível é muito grande. Se você pega uma subida e uma calçada mais alta, é complicado até para um atleta”. O paraense treina no CT da BM&F Bovespa, que fica a pouco mais de um quilômetro da casa em que ele mora.

A mudança, aliás, ainda não foi totalmente assimilada por Fonteles. Caseiro, o atleta tem sofrido com o ritmo do novo Estado. “Eu gosto de São Caetano do Sul porque é mais tranquila”, disse o corredor. “Mas de São Paulo eu confesso que não gosto, não. É uma cidade muito movimentada, muito agitada. Só estou em São Paulo por causa da minha profissão. Tanto que quando eu terminar as minhas coisas no atletismo eu pretendo ir para outro lugar”, adicionou.

Até por ser muito novo, Fonteles ainda não estipulou quando pretende deixar o esporte. Antes, o corredor vislumbra outras duas mudanças: ele quer disputar o Troféu Brasil de atletismo, competição em que enfrentará pessoas sem deficiência, e vai se casar em novembro.

No primeiro caso, porém, Fonteles fará apenas um teste: “Disputar uma Olimpíada não está nos meus planos. Não tenho vontade. A única coisa que eu quero é disputar o Troféu Brasil. Quero continuar competindo e levando o nome do esporte paraolímpico do Brasil. Posso mudar de ideia daqui a alguns anos, mas hoje eu não tenho vontade de mudar”.

Na vida pessoal, a mudança de Fonteles será mais definitiva. Ele vai se casar com Lorrany, 17, namorada do atleta desde dezembro do ano passado. A cerimônia será realizada em Arapiraca (AL), mas os dois vão morar em São Caetano do Sul (SP), no apartamento em que o corredor vive atualmente.

A noiva já é a maior companheira de Fonteles nos períodos de folga: “A gente sai para almoçar ou jantar e para ir ao shopping ver filmes. Não sou de sair e não sou tão agitado assim. Prefiro programas bem tranquilos”.

Para um jovem de 20 anos, as principais peculiaridades de Fonteles passam longe das próteses: o status como atleta paraolímpico e a vida tranquila. O tom de “coitadinho”, porém, não aparece sequer quando o corredor fala sobre a rotina no esporte. “Foram treinamentos de seis horas por dia, de segunda a sábado. Eu deixei minha família, saí de casa e tenho uma vida muito regrada. Mas quando chego a um campeonato e subo no pódio, vejo que tudo isso vale a pena”, finalizou.