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Thammy Miranda está namorando há 7 meses paulistana evangélica

Thammy e a nova namorada Foto: Instagram

Thammy e a nova namorada Foto: Instagram

Publicado originalmente no Extra

Thammy Miranda diz que está solteira desde que terminou o namoro com a cabeleireira Linda Barbosa, em março. Mas o que poucos sabem é que a filha de Gretchen já está em outro relacionamento, há sete meses! A eleita da vez é a paulistana Nilceia Oliveira, que nas redes sociais se diz evangélica.

Em um post no Facebook, em 27 de março, Nilceia afirma que estar namorando Thammy há seis meses. Só que, até março deste ano, era do conhecimento de todos que a namorada oficial de Thammy era Linda Barbosa. Xiii…

Além de várias fotos com Thammy, a nova namorada também publicou várias declarações de amor para amada (veja abaixo). Thammy, por sua vez, não fica atrás e até já declarou seu amor à moça.

 Thammy Miranda com a nova namorada Foto: Reprodução / Instagram

Thammy Miranda com a nova namorada Foto: Reprodução / Instagram

Na última sexta-feira, Thammy despertou a curiosidade dos fãs ao postar a foto com a nova namorada na praia. Na imagem, não era possível identificar a moça, pois ela aparecia no reflexo dos óculos escuros da atriz. A Retratos da Vida apurou e descobriu a identidade da jovem, que até já foi apresentada a Giovanna Antonelli, companheira de cena de Thammy em “Salve Jorge”.

Thammy e a nova namorada Foto: Instagram

Thammy e a nova namorada Foto: Instagram

Confira a declaração que Nilceia fez no Facebook para Thammy no dia 27 de março – na época, o relacionamento das duas completara seis meses.

Quero acordar de manha com você ao meu lado, quero chegar a noite e jantar com você. Quero compartilhar com você cada detalhe bobo do meu dia e ouvir cada detalhe do seu. Quero rir junto com você e dormir com você em meus braços. Porque você não é só alguém que amo. Você é a melhor parte do que sou, e não consigo me imaginar desistindo disso … ter te conhecido foi a melhor coisa que me aconteceu, obrigado por estar na minha vida e fazer desses 6 meses que estou com você a MULHER mais completa do mundo, E mesmo que eu pudesse escolher quem amar dentre as 7 bilhões de pessoas que existem no mundo, eu ainda escolheria amar você”. EU TE AMO VIDINHA!!!!

Nova namorada de Thammy Miranda Foto: Reprodução / Instagram

Nova namorada de Thammy Miranda Foto: Reprodução / Instagram

Nós, incompletos

Desde quando ficou feio precisar do carinho e da atenção do outro?

foto: Internet

foto: Internet

Ivan Martins, na Época

Gente perfeita não precisa dos outros. São tipos como você e eu que necessitam das qualidades dos parceiros. Eles nos emprestam organização, paciência e disciplina, em troca de humor, espontaneidade e imaginação. Eles nos dão coragem quando somos covardes, nos acalmam se estamos em fúria e elucidam, com a sua inteligência, tramas que nós seriamos incapazes de enxergar. Eles não são melhores do que nós, mas são diferentes – e isso, boa parte das vezes, é essencial.

Enfatizo tamanha obviedade porque estamos sufocados pela ideia de perfeição. Para garantir a nossa posição no relacionamento (e no mundo) temos de ser bonitos, inteligentes e bem-sucedidos. Além de totalmente independentes, claro: estou com você porque eu quero, não porque preciso, entendeu? Precisar do amor e da atenção do outro é feio.

Tenho um amigo que há pouco menos de um mês quebrou o braço direito. Nas primeiras semanas depois da queda – e da cirurgia que se seguiu – ele virou um dependente físico. Precisava da namorada para amarrar o seu sapato, ajudá-lo a tomar banho, vestir a camiseta e cortar o bife. Vendo os dois naquela cena de enfermagem, num almoço de domingo, me ocorreu que, sem ela, ele estaria frito. Iria se virar de algum jeito, claro, mas sem a sensação gostosa de ser cuidado e querido, que deve ter feito diferença enorme durante a chatice da recuperação.

Acho que esse caso encerra uma metáfora sobre os nossos relacionamentos.

Nós todos nascemos com algo quebrado dentro de nós. Essa fratura primordial impede a auto-suficiência e exige a presença do outro. Uma pessoa amada, querida ou apenas desejada mitiga a nossa dor original e provê, com a sua presença, algumas sensações essenciais. Ela nos dá o prazer do contato corporal, ela garante a segurança de não estarmos sós, ela oferece, com seus olhares e seus gestos, a admiração e o carinho sem o qual a nossa personalidade murcha.

Todos precisam de atenção, mas nem todos são capazes de aceitá-la calmamente. Ao sentir-se dependente – isto é, ligado ao outro – muita gente pira. Arruma razões fúteis para brigar, enlouquece de ciúme, sente-se sufocar pela presença do outro. Ao final, dá um jeito de chutar o pau da barraca e acabar com aquilo, para enlouquecer de dor logo em seguida. É um paradoxo triste e comum. As pessoas sofrem sozinhas, mas não conseguem permitir que alguém chegue tão perto a ponto de comovê-las – e ameaçá-las com a possibilidade de uma dor ainda maior.

Isso tem a ver também com o espírito do tempo que vivemos.

As pessoas tornaram-se vigorosamente individualistas. As virtudes do século XXI são aquelas do sujeito solitário e decidido que se impõe a um mundo amorfo. Pense nos heróis da nossa época: Steve Jobs, Neymar e até a presidente Dilma. Eles fazem tudo sozinhos, não fazem? O resto da empresa, do time, do governo, existe apenas para executar sua vontade onisciente ou para permitir que ele ou ela exerça o seu gênio autoritário.

Esse mito – da pessoa que não precisa de ninguém – é uma falsidade que invadiu o nosso modo de pensar. E até a nossa intimidade. Agora, todos seremos gênios solitários. Ou pelo menos burros independentes. Bonito é não precisar emocionalmente de ninguém.

Acho isso tudo uma babaquice, claro. Nós precisamos dos outros. Sempre. Do cara que nos vende o bilhete de metrô à mulher que nos abraça no meio da noite, somos profundamente dependentes das pessoas que nos cercam. Sem as ideias e os sentimentos alheios o nosso próprio mundo não avança – e não há nada de errado em admitir isso.

Se for o caso, claro, a gente se aguenta sozinho. Todos já passamos por isso e é bom saber que resistimos. Estar só, afinal, pode ser inevitável – mas não precisamos fingir que é a melhor maneira de viver. Na qualidade de pessoas imperfeitas e dependentes, florescemos na presença de outros como nós, para quem a nossa presença também é essencial. Entender isso ajuda a ter paciência com quem está ao lado. E a desfrutar melhor da sua presença. A nossa humanidade requer o outro. Sejamos humildes. Sejamos modestos. Quanto mais desarmados estivermos na presença do outro, melhor.

Argentina tem o primeiro “clube de homens abandonados por uma mulher”

Alguns dos integrantes do grupo. (Foto: Facebook)

Alguns dos integrantes do grupo. (Foto: Facebook)

Julián Gonnella, no EFE [via UOL]

Após ser dispensado por sua namorada, o músico argentino Roberto Lázaro criou o primeiro “clube de homens abandonados por uma mulher”, que em menos de um ano reuniu mais de 1.700 homens que viveram uma experiência similar e com o qual procura romper estereótipos machistas.

“Fiquei abatido com o abandono de uma mulher após sete anos de namoro. Éramos quase um casal consumado, ela era quase minha esposa. Íamos ter filhos e todas essas coisas, mas você nunca pensa que essa pessoa irá embora”, relata Lázaro à Agência Efe.

O vocalista da banda pop Sinusoidal explica que sua relação se deteriorava porque havia reiteradas “injúrias sem sentido” e “silêncios profundos”, mas que seu fim ocorreu de forma repentina, quando, ao voltar para casa após uma discussão, viu suas coisas empacotadas.

“Pedi uma explicação, mas pelo meu orgulho tratei de ir embora rápido. Fui para a casa dos meus pais, e o outro dia foi muito difícil porque eu estava acostumado a compartilhar com minha mulher as atividades cotidianas, esse pequeno mundo tão gigante para o casal”, acrescenta.

No meio dessa angústia, o produtor artístico compôs uma canção e a postou no YouTube para que pudesse ser escutada por outros homens que também estivessem passando por uma desilusão amorosa.

Lázaro conta que a música teve grande repercussão nas redes sociais e que começou a receber vários contatos de pessoas que queriam saber “se se tratava de um clube de abandonados”, o que o encorajou a transformá-lo em uma realidade.

“A princípio, tive de suportar as gozações, mas eu tinha certeza do que fazia. Queria estender um laço entre os homens que estava passando por isso para evitar situações de violência contra essa mulher que não quer mais você. Para que o homem possa aceitar o abandono e ajudá-lo a reconstruir sua vida”.

O fundador sustenta que a página do clube no Facebook não é um lugar para expressar posturas machistas e que se algum integrante se manifestar de forma “violenta”, ele tenta convencê-lo a não insultar a mulher; se a atitude perdurar, o sujeito é bloqueado.

“O que apregoo é que a mulher continue sendo uma inspiração para a vida e não um objeto”, destaca.

A cada duas semanas essa comunidade promove reuniões itinerantes em diversos pontos da Argentina, mas Lázaro nega que o clube use técnicas dos grupos de autoajuda e destaca que ele também não é “um terapeuta que diz aos homens o que eles têm de fazer”.

“Não somos como os Alcoólicos Anônimos, que abrem uma roda, contam suas experiências e começam a chorar enquanto os outros integrantes os ouvem. Evito isso porque é muito cruel. Nos juntamos para fazermos coisas como assistir a um jogo de futebol. Podem parecer insignificantes, mas são muito importantes para o momento que essa pessoa está atravessando”, indica.

Lázaro se mostra orgulhoso de o clube ter ajudado muitos homens a compartilharem o seu abandono com outros, o que, segundo sua opinião, significa o rompimento de um “estereótipo machista”, já que habitualmente os homens tendem a ocultar a sua desilusão por medo ou vergonha.

“Admiro esses casais que podem ficar juntos por 40 anos, como meus avôs ou meus pais, mas estamos em uma época muito mais individualista, e isso faz com que os casais durem pouco e que não trabalhem para superar as crises. Mas também acredito que é possível encontrar uma parceira para toda a vida e busco isso”, conclui.

Roberto Lázaro, fundador do clube. (Foto: Facebook)

Roberto Lázaro, fundador do clube. (Foto: Facebook)

fotos: Yahoo!

Fotógrafo retrata namorada guiando-o pelas mãos em viagens

publicado na Zupi

Viajar com a namorada e conhecer diversos lugares do mundo já é uma coisa muito legal. O fotógrafoMurad Osmann aproveitou essas viagens não apenas para ficar do lado de sua amada, como também para tirar fotos dela. Mas as fotos não são aquelas típicas onde o casal pede para alguém tirar uma foto deles em frente a algum grande monumento. A série intitulada “Follow me On” retrata os momentos em que a namorada de Osmann o guiava pelos lugares segurando as suas mãos, em cada uma das viagens feitas pelo casal.

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Irmãos Cravinhos irão cumprir pena em regime semiaberto em Tremembé

Os irmãos Cristian (esq.) e Daniel Cravinhos, em foto de 23 de janeiro de 2006. (Foto: Vidal Cavalcante/Estadão Conteúdo)

Os irmãos Cristian (esq.) e Daniel Cravinhos, em foto de 23 de janeiro de 2006. (Foto: Vidal Cavalcante/Estadão Conteúdo)

Publicado originalmente no G1

Os irmãos Cravinhos vão cumprir em regime semiaberto o restante da pena a que foram condenados pela morte dos pais de Suzane von Richthofen. Na época do crime, em 2002, Daniel Cravinhos era namorado de Suzane, com quem planejou o assassinato dos pais dela. O crime aconteceu na casa da família de Suzane, na zona sul de São Paulo. Manfred e Marísia Richthofen eram contra o namoro da filha Suzane com Daniel Cravinhos.

Suzane von Richthofen e os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos de Paula e Silva foram submetidos a júri popular em 2006. Suzane foi condenada a 39 anos de reclusão em regime fechado e seis meses de detenção no semiaberto, além de multa; Daniel, a 39 anos e seis meses, no mesmo regime da ex-namorada e o irmão, Cristian, a 38 anos e seis meses em regime fechado. Eles estão presos desde 2002.

A decisão que passa os irmãos Cravinhos do regime fechado para o semiaberto é da juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da Vara das Execuções Criminais de Taubaté, que atendeu o pedido para progressão de regime feito pela defesa de Cristian e Daniel Cravinhos. Segundo o Tribunal de Justiça, ela levou em consideração o bom comportamento carcerário, atestado pelo diretor da unidade prisional.

O Ministério Público também apresentou parecer favorável a progressão do regime fechado para o semiaberto. Segundo o promotor Paulo Rogério Bastos, não havia nenhum argumento que fosse contra o pedido dos irmãos Cravinhos.

“Me posicionei a favor da progressão do regime porque são presos com bom comportamento, têm boa relação com os outros detentos e o laudo criminológico foi totalmente favorável a eles. Não tinha nada que eu poderia ir contra”, afirmou ao G1.

Ainda segundo o promotor, os dois já foram transferidos para o pavilhão de regime semiaberto da penitenciária Doutor José Augusto Salgado, a P2 de Tremembé. Apesar disso, eles não terão direito a saída temporária na páscoa, pois o detento precisa ficar pelo menos 40 dias em observação.

Os pais de Suzane foram assassinados enquanto dormiam em sua mansão na Rua Zacarias de Góis, no Brooklin. O casal levou golpes de barras de ferro na cabeça e Marísia ainda foi asfixiada com uma toalha e um saco plástico.

Suzane von Richthofen

Suzane Richtofen teve pedido de transferência negado em 2011. (Foto: Reprodução/TV Globo)

Suzane Richtofen teve pedido de transferência
negado em 2011. (Foto: Reprodução/TV Globo)

Em junho de 2011, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido de progressão para o regime semiaberto formulado pela defesa de Suzane von Richthofen. Com a decisão, ela continua presa em regime fechado em Tremembé.

A progressão para o regime semiaberto já tinha sido negada pelo juízo de primeira instância. Também foi negado recurso ao Tribunal de Justiça de São Paulo sob o argumento de que o exame criminológico mostrou imaturidade, egocentrismo, impulsividade, agressividade e a ausência de remorso por parte de Suzane