5 sinais que fazem dele um sapo

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Cyelen Veloso, no Catalogando-me

Posso não ter muita experiência com príncipes, mas com os sapos eu sou a campeã de bilheteria.

Posso não ter muita experiência com príncipes, mas com os sapos eu sou a campeã de bilheteria! O mal não está em namorar um “cara sapo”, mas em ficar com ele pensando que você vai fazer dele um príncipe. O resultado disso é trágico!

Mas primeiro vamos definir o que é um homem sapo.

Homem sapo pode ser aquele cara que não quer nada sério com você, aquele grosso que você insiste em ficar ou até mesmo o rapaz que te faz mal e só você não percebe. Então colega, não adianta pensar em subir ao altar com um cara desses que dificilmente esse negócio vai pra frente. O príncipe (odeio essa nomenclatura, mas vou usá-la pra ficar mais fácil) é o cara que gosta realmente de você, que dá valor ao que você faz/gosta, que procura te agradar e faz bem, vocês tem muito incomum e compartilham dos mesmos ideais.

E quais os sinais de que seu boy é um sapo?

Não sabe o que quer da vida.
Aquele homem que vive uma coisa hoje a amanhã quer outra e depois arruma outra coisa totalmente diferente. Ele não sabe quem é e o que quer e não toma nenhuma atitude para descobrir isso. Ele defende a teoria do “viver o hoje sem pensar no amanhã”, mas isso é apenas desculpa para disfarçar a falta de foco na vida.

Nunca tem tempo pra você
Ele arruma todas as desculpas do mundo para não ficar com você e muitas vezes te troca por coisas absurdamente irrelevantes. Vocês não precisam ficar juntos 24h por dia durante 7 dias da semana, mas um relacionamento se constrói com convivência e se o cara NUNCA tem tempo pra ficar com você ou prefere estar com os amigos tem alguma coisa estranha aí. (você fica com as sobras)

É egoísta
Tipicamente a pessoa que só pensa em si, nunca pensa no casal. Tudo tem que ser do jeito que ele quer, quando e como ele bem entender, ele não compartilha os momentos, vive dentro de um casulo e quer que você seja totalmente o contrário com ele, além de estar sempre disponível. (ômi, vá viver vá!)

Não respeita o garçom
Usei o garçom nesse ponto para exemplificar um método que eu tenho para saber se a pessoa é educada ou não. Sempre observo a atitude dele no restaurante ao tratar o garçom, se for gentil e educado ganha pontos comigo se não for, vou repensar esse caso. Mas fora isso a educação conquista qualquer mulher, um cara estúpido com os outros dificilmente será delicado com você. (Prestenção guria!)

Não te valoriza
Ninguém é igual, então ele não é obrigado a gostar das mesmas coisas que você ou entender tudo o que você faz, mas te valorizar é um ponto muito importante. Um cara que ignora seus valores, seu jeito de ser nunca vai estar ao seu lado. Imagina você se esforçar tanto para passar em uma prova e quando for compartilhar o resultado super feliz com ele for ignorada como se aquilo não tivesse importância. Um cara que gosta de você fica feliz com suas conquistas mesmo que não entenda o que ela realmente representa.

O importante é você se valorizar acima de tudo e escolher estar com alguém que faça o mesmo. Todas nós somos valiosas e não é qualquer sapo que vai tirar isso de você.

dica do Jénerson Alves de Oliveira

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Estrangeiros que vieram para a Copa do Mundo continuam no Rio de Janeiro meses após a final

‘Copariocas’ se somam aos 69,3 mil estrangeiros que já residem na capital. No Mundial, Rio foi a cidade mais visitada

A americana Elle Bergmann prepara caipirinhas em um 'hostel' na Lapa (foto: Adriana Lorete / Agência O Globo)
A americana Elle Bergmann prepara caipirinhas em um ‘hostel’ na Lapa (foto: Adriana Lorete / Agência O Globo)

Caio Barretto Briso, em O Globo

Elle Bergmann abre o freezer e pega uma cerveja gelada. Entrega a um inglês sem camisa que acabara de acordar. O relógio na parede marca 14h, ela pega outra longneck, tira a tampinha com a mão e bebe no gargalo. Não poderia sentir-se mais à vontade, como reforçam seus pés descalços. A cena se passa num descolado hostel na Lapa, onde a americana de 25 anos trabalha preparando caipirinhas. Embora não fale português, é ela quem vai às compras e escolhe as frutas da época num mercado na Rua do Riachuelo.

— Meu pai diz que vivo numa bolha — conta, com olhos de um azul translúcido. — Mas estou feliz. Muita gente no meu país só viaja pelo mundo depois de se aposentar. Nunca sonhei com essa vida para mim — completa.

Elle deixou para trás a pequena ilha de Hilton Head, no estado da Carolina do Sul (com menos de 40 mil habitantes), para viver in loco a emoção de sua primeira Copa do Mundo. Já estivera aqui no começo do ano, em pleno carnaval, durante um mochilão pelo continente. Quando desembarcou no Rio pela segunda vez, pouco antes de o Mundial começar, estava decidida a permanecer após o torneio. Conseguiu o trabalho de bargirl, que não chega a ser lucrativo, mas ela ainda tem as economias que fez durante um ano trabalhando como garçonete nos Estados Unidos.

O Rio foi a cidade mais visitada durante a Copa, com 886 mil turistas, mais da metade formada por gente de outros países, segundo o Ministério do Turismo. Pelos encantos da vida praiana, pelo espírito de aventura e também pela dificuldade de emprego na terra natal, muitos se recusam a ir embora e encorpam os 69,3 mil estrangeiros que já residem na capital — dado do Censo de 2010. Continuam espalhados por aí, prolongando a estadia o quanto podem, todos querendo “sugar a essência da vida”, como diria o escritor Henry David Thoreau em seu clássico “Walden’’.

Num bar vazio da Avenida Mem de Sá, o alemão Ritter Milan, de 24 anos, espera a namorada. O olhar se ilumina quando Camila chega, cabelos cacheados, sorriso solar. Foi uma dessas loucuras da vida que os uniu. Era sábado à noite, começo de Copa, e o Rio fervia, com gente de todo o planeta bebendo e cantando pelas ruas. Conheceram-se sob os Arcos da Lapa, na fila de uma barraca de caipirinha. No batuque de um samba, o primeiro beijo.

— Ele é meu conto de fadas — derrete-se Camila Barros, arquiteta, de 27 anos.

— Ela mudou minha vida — devolve Milan.

Ritter Milan veio com um namorada alemã, mas apaixonou-se por uma carioca e está no Rio até hoje (foto: Adriana Lorete / Agência O Globo)
Ritter Milan veio com um namorada alemã, mas apaixonou-se por uma carioca e está no Rio até hoje (foto: Adriana Lorete / Agência O Globo)

QUANDO O FIM É SÓ O COMEÇO

Nascido em Munique e torcedor do poderoso Bayern, ele era outro quando chegou ao Rio. Desembarcou na cidade com a ex-namorada alemã, um relacionamento que durava seis anos. Sonhava viver o clima da Copa por duas semanas e, quem sabe, ver sua seleção vencedora. Antes de chegarem, passaram alguns meses perambulando pelo mundo. Mas o amor era vacilante — a própria ideia de viajar foi uma tentativa de despertar sentimentos adormecidos. No Rio, a menina pôs um ponto final na história e voltou para Munique. Milan, que trabalha como corretor de imóveis e tirou uma licença não remunerada para viajar, decidiu continuar sozinho sua estada no Rio.

— Fiquei triste, mas éramos como amigos, nem sexo rolava mais. Pensei que teria uma vida de solteiro no Rio, mas conheci a Camila uma semana depois. Foi uma coisa maluca — conta.

As duas semanas que ele passaria na cidade já viraram três meses. Os dois estão morando juntos no apartamento dela, no Largo do Machado. Milan joga basquete no Aterro do Flamengo, faz musculação nos aparelhos da praia, apaixonou-se por molho vinagrete (“nunca comi nada igual”, afirma). Ele acha graça da maneira como é abordado por traficantes na orla de Copacabana:

— Primeiro oferecem uma canga, depois maconha, por último cocaína.

Mesmo sem falar inglês, os familiares de Camila já o tratam como filho. No último churrasco dos Costa, em Campo Grande, o avô pronunciou o nome do casal como se fosse um só (“Camilan”), em seguida desenhou no ar um coração.

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Tumblr substitui os rostos dos ex-namorados por Beyoncé

Publicado no Catraca Livre

Após terminar seu namoro, a canadense Cassandra Blackwell criou um tumblr para postar as fotos que tinha ao lado de seu ex, mas de um jeito diferente: substituindo o rosto do rapaz pelo da Beyoncé.

Com o nome de “Beyoncify My Boyfriend” ela encontrou um jeito bem humorado para enfrentar o período pós-namoro. Agora além das fotos de Cassandra, a página começou a receber imagens de outras garotas que querem se divertir com essa situação. Veja algumas:

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Twitter é pivô de brigas de casais, diz estudo americano

Pesquisas anteriores já mostravam impacto negativo do Facebook no casamento e nos relacionamentos afetivos

Twitter (foto: Ognen Teofilovski/Reuters)
Twitter (foto: Ognen Teofilovski/Reuters)

Publicado na Veja on-line

O uso exagerado do Twitter pode causar conflitos e outros efeitos nocivos às relações amorosas, revelou nesta quinta-feira um estudo divulgado nos Estados Unidos. A pesquisa vai ao encontro de trabalhos anteriores, que já mostravam o impacto do Facebook no casamento e nos relacionamentos afetivos em geral.

Publicado na revista especializada Cyberpsychology, Behavior and Social Networking, o estudo revelou que “o uso ativo do Twitter pode criar muitos conflitos entre casais vinculados à rede social, o que a longo prazo pode levar à infidelidade, à separação e ao divórcio”.

O autor da pesquisa, Russell Clayton, da Universidade do Missouri, concluiu que essa descoberta se soma ao grande número de evidências pré-existentes sobre o lado obscuro das redes sociais e seu papel nas relações interpessoais. Outro estudo de Clayton, publicado na mesma revista no ano passado, revelou que o uso excessivo de Facebook tinha consequências negativas nos relacionamentos afetivos.

A editora-chefe da revista, Brenda Wiederhold, acrescentou que essas pesquisas destacam a necessidade de explorar mais o impacto do uso das redes sociais. “Como os estudos sobre as redes sociais ainda estão engatinhando, não sabemos se outros meios, como o Instagram, por exemplo, também podem ter um impacto negativo nas relações humanas”, escreveu a editora em um comunicado.

Para a última pesquisa, os cientistas entrevistaram 581 usuários do Twitter. Entre as perguntas estava a frequência com que eles usavam a rede social e o tipo de conflito que enfrentavam com seus parceiros por causa do uso do microblog. Clayton concluiu que, quanto mais ativo é o usuário do Twitter, maiores são as chances de haver problemas com o companheiro ou companheira por causa da rede social.

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3 motivos científicos para você começar a namorar

foto: flickr.com/citizen_poeta
foto: flickr.com/citizen_poeta

Carol Castro, no Ciência Maluca

Umas semanas atrás o CIÊNCIA MALUCA mostrou três bons motivos para você continuar solteiro. Mas a vida a dois também tem lados positivos. E para fazer jus a eles, a gente separou outras três pesquisas que mostram como um amor pode fazer bem para você. Olha só.

DEIXA SEU CORAÇÃO MAIS FORTE
Pessoas apaixonadas se mostram mais otimistas quando enfrentam cirurgias. E aí aumentam as chances de sobreviver à operação. Foi o que aconteceu com 500 pacientes que estavam prestes a passar por uma cirurgia cardíaca. Segundo pesquisa americana, o índice de sobrevivência entre os casados era três vezes superior ao dos solteiros. É por essas e outras que…

SOLTEIRÕES MORREM MAIS CEDO
Por um motivo óbvio: os apaixonados têm um suporte social maior, ou seja, alguém com quem contar quando algo sai errado. De acordo com pesquisadores da Universidade de Louisville, os homens solteiros têm um risco de morte 32% maior que os casados. E as mulheres também sofrem: as solteiras correm um risco 23% maior de morrer. No fim das contas, os solteirões vivem de 7 a 17 anos menos que os comprometidos.

AMOR DEIXA A COMIDA MAIS GOSTOSA
Ok, essa é gordice. Mas é legal. Kurt Gray, um psicólogo da Universidade de Maryland, convidou 87 pessoas para um teste. Todos eles ganharam uma caixa com doces. Enquanto metade das embalagens carregava uma mensagem carinhosa, do tipo “espero que você goste”, a outra parte vinha com um bilhete grosseiro (“tô nem aí se você não gostar”). E quem havia recebido a caixa fofa gostava mais da comida do que os outros. “O jeito que captamos as intenções dos outros muda nossa percepção física do mundo”, explica Gray. Vai ver é por isso, aliás, que os casais engordam depois de um tempo de namoro.

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