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No Facebook, Danette alfineta SPFC por eliminação

A imagem trazia a frase: “Poderia ser Danette, mas foi um chocolate no seu time do coração”, fazendo referência indireta à goleada de 4 a 1 sofrida pelo Tricolor paulista.

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Publicano no Máquina do Esporte

A Danette, marca de sobremesa do grupo Danone, fez nesta quinta-feira uma ação de marketing esportivo, no mínimo, arriscada. Em sua fan page na rede social Facebook, a empresa compartilhou uma imagem ironizando a derrota do São Paulo para o Atlético Mineiro pela Copa Bridgestone Libertadores.

A imagem trazia a frase: “Poderia ser Danette, mas foi um chocolate no seu time do coração”, fazendo referência indireta à goleada de 4 a 1 sofrida pelo Tricolor paulista na noite de quarta, que determinou a eliminação da equipe na fase de oitavas de final do torneio continental. Como inscrição da foto, a marca trazia a provocativa chamada: “Tudo bem, né, gente? Ano que vem tem mais.”

Na última segunda, a empresa já havia feito uma ação semelhante ao publicar outra imagem com os dizeres “Seu time foi eliminado do campeonato? Só chocolate salva!”.

Procurada pela Máquina do Esporte, a Danette ainda não divulgou uma posição oficial sobre o assunto, mas a imagem foi retirada do ar minutos após o contato da reportagem com a assessoria de imprensa da marca.

A “brincadeira” não foi bem recebida pelos seguidores da página, que conta com mais de 215 mil “curtidas”. Antes de excluída, a postagem já tinha mais de 500 comentários, a maioria deles repreendendo a ação da empresa.

a empresa publicou um pedido de desculpas:

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Depois de polêmica, Lobão e Mano Brown decidem tocar juntos na Virada Cultural de SP; Mano Brown não confirma

Publicado originalmente no UOL

foto: Caio Duran/AgNews

foto: Caio Duran/AgNews

Depois da polêmica sobre declarações de Lobão dadas à “Folha de S.Paulo”, o cantor disse no Twitter, na tarde desta sexta-feira (3), que conversou com o rapper Mano Brown e que eles “conseguiram se entender”. “Atenção, enfim, uma linda notícia,o Mano Brown acabou de me ligar, tivemos uma conversa franca e decidimos que vamos fazer um som juntos”. E acrescentou: “Vamos nos encontrar e vamos tocar juntos na Virada. Queremos mostrar pra galera que podemos divergir e ao mesmo tempo caminhar juntos”.

Mano Brown estará na Virada Cultural de São Paulo com o Racionais MCs no domingo (19) às 15h, no Palco Júlio Prestes. Já Lobão se apresenta no Palco São João, no sábado (18) às 18h.

O perfil oficial dos Racionais no Twitter, no entanto, desmentiu e ironizou durante a madrugada a afirmação de Lobão. “O Lobinho agora está falando que conversou com Brown. Mentiroso!”, escreveram em tuíte que foi compartilhado por Mano Brown na rede social.

Entenda o caso

Na entrevista, Lobão alfinetou o novo rap e disse que o ritmo faz parte de “anseios de intelectuais petistas”. Logo depois, recebeu diversas mensagens de artistas reclamando do conteúdo de suas declarações e de seu novo livro “Manifesto do Nada na Terra do Nunca”. “Você segura o Lobão que vai ter uma fila pra bater! Kkkk até eu fui esculhambada! Vamos cobrar royaltes desse livro!”, escreveu a empresária Paula Lavigne para o rapper Mano Brown, escreveu no Twitter nesta quinta-feira (2).

“Conheci o Lobão em 1996. Cumprimentei e depois disso nunca mais o vi. Sinceramente não tenho o que falar da pessoa dele. Estranho o Lobão falar de mim sem nunca ter me conhecido. Não entendo a postura dele agora. Ele que pregava a ética e rebeldia, age como uma puta para vender livro. Nos anos 80 as ideias dele não fizeram a diferença para a gente aqui da favela. Ninguém é obrigado a concordar com ninguém, nem ele comigo. O Lobão está sendo leviano e desinformado. Tô sempre no Rio de Janeiro, se ele quiser resolver como homem, demorô! Do jeito que aprendi aqui”, escreveu Mano Brown em uma série de publicações.

Outros músicos também foram citados e também se defenderam via rede social.

Depois de atingir a marca de 150 mil exemplares vendidos com sua autobiografia, Lobão volta às livrarias com um livro no qual se propõe a falar sobre o “estado de paralisia” em que acredita que o Brasil se encontra.

dica do Ronaldo Junior

afinal, vão ou não tocar juntos? :-)

Atualização:

O UOL publicou um comunicado de Mano Brown desmentindo a informação passada por Lobão. Segue: 

“Informamos que o Mano Brown não ligou e não conversou com o Lobão. Eles não irão tocar juntos na Virada Cultural como está sendo noticiado na imprensa. Pedimos que os veículos de comunicação que estão noticiando esse fato esclareçam a questão com a verdade, pois o Lobão mentiu e não haverá esse show do Racionais com o Lobão”.

Michael Bublé canta à capela em metrô de Nova York; assista

Acompanhado de grupo vocal, cantor mostrou música de novo disco.
Ele postou vídeo em canal oficial no YouTube nesta quinta-feira (25).

Michael Bublé durante show em São Paulo em abril de 2012 (Foto: Raul Zito/G1)

Michael Bublé durante show em São Paulo em abril de 2012 (Foto: Raul Zito/G1)

Publicado originalmente no G1

O cantor Michael Bublé apresentou-se no metrô de Nova York nesta quinta-feira (25). Acompanhado do grupo vocal Naturally 7, ele mostrou uma versão à capela de “Who’s lovin’ you”, música de seu disco mais recente, “To be loved”.

O vídeo da performance foi publicado no canal oficial do artista no YouTube.

Ao final do breve show improvisado, o canadense comenta: “Cantar no metrô de Nova York e algo que fazem há muitos e muitos anos. Acho que é a maneira mais autêntica e orgânica de se fazer música”.

Pastor José Wellington é reeleito para continuar à frente de Assembleia de Deus

foto: Antônio Araújo/UOL

foto: Antônio Araújo/UOL

Publicado originalmente na Folha de S.Paulo

O pastor José Wellington, 78, confirmou o favoritismo e foi reeleito nesta quinta (11) presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, principal entidade da maior denominação evangélica do país.

Ele recebeu 9.003 votos contra 7.407 de seu adversário, Samuel Câmara, 56, de Belém (PA), que tentava pela terceira vez derrotar Wellington, há 25 anos no cargo e líder da Assembleia de Deus em São Paulo.

Dos cerca de 24 mil pastores que estavam credenciados para votar, apenas 17.075 de fato participaram da eleição, a maior da história da Convenção.

Wellington ficará os próximos quatro anos à frente da entidade, ocupando um papel central no funcionamento da denominação –que, se contados seus diferentes ramos, tem 12,3 milhões de fiéis no país, segundo o Censo de 2010.

Diferentemente do que ocorre em outras igrejas pentecostais, a Assembleia de Deus tem um funcionamento descentralizado e a influência do presidente da Convenção sobre a maior parte dos fiéis é indireta.

Ele tem, no entanto. ascendência sobre os pastores e, devido ao cargo que ocupa, um canal privilegiado de diálogo com políticos de diferentes esferas.

FELICIANO

Marco Feliciano (PSC-SP), o pastor da Assembleia e deputado que preside a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, esteve no local onde ocorreu a votação durante o final da manhã.

Pressionado para deixar a comissão devido às declarações compreendidas como racistas e homofóbicas, ele foi tratado como celebridade pelos colegas, que o cercaram para tirar fotos.

Ele já recebera da entidade uma moção de apoio –o encontro que culminou na eleição de hoje foi precedido de três dias de plenárias e cultos.

dica do Moisés Gomes

foto: Antônio Araújo/UOL

foto: Antônio Araújo/UOL

Assembleia de Deus tem disputa ‘entre gerações’ nesta quinta

Pastores participam do primeiro dia do Congresso da Assembleia de Deus em pavilhão de exposições, em Brasília (foto: Andre Borges/Folhapress)

Pastores participam do primeiro dia do Congresso da Assembleia de Deus em pavilhão de exposições, em Brasília (foto: Andre Borges/Folhapress)

João Carlos Magalhães, na Folha de S.Paulo

Maior denominação evangélica do país, a Assembleia de Deus realiza hoje em Brasília uma megaeleição para escolher a cúpula de sua principal entidade.

Participarão aproximadamente 24 mil dos mais de 50 mil pastores da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, a mais tradicional da igreja –fundada em Belém em 1910.

É o maior pleito de sua história, antecedido por três dias de plenárias e cultos lotados realizados num centro de eventos da capital.

Foram necessárias 20 mil cadeiras para comportar o oceano de homens vestidos de terno com suas indefectíveis bíblias. Diante do esgotado sistema hoteleiro de Brasília, boa parte deles acampou em torno do local.

Entre os pastores está Marco Feliciano (PSC-SP), chefe da Catedral do Avivamento, deputado e presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, acusado de racismo e homofobia.

A despeito da atenção recebida por estar no centro de uma onda de protestos há mais de um mês, Feliciano é considerado “peixe pequeno” na complexa política interna da entidade, comandada pelo aliado José Wellington, 78, da Assembleia em São Paulo, desde 1988.

Discreto, apoiado pela maior parte dos deputados ligados à denominação e cioso das antigas tradições da Assembleia de Deus, Wellington é tido como favorito para vencer a disputa.

Seu concorrente, pela terceira vez, é Manuel [sic] Câmara, 56, líder de Belém que se apresenta como um reformador da igreja –quer o uso maciço da TV e o fim da reeleição para o cargo de presidente da convenção. Quem for eleito vai chefiar a entidade pelos próximos quatro anos.

A disputa é acompanhada pelos 12,3 milhões de fiéis de diferentes ramos da Assembleia, que representam quase um terço de todos os evangélicos do Brasil. Desde 2000, esse rebanho cresceu 46%.

Ser eleito presidente da Convenção Geral não significa, no entanto, influência direta sobre os fiéis. Diferentemente de algumas neopentecostais, como a Universal do Reino de Deus, que não realizam eleições e são normalmente ligadas a um único líder, a Assembleia tem uma estrutura descentralizada.

O que está em jogo é a ascendência política e teológica sobre os pastores e o domínio da editora da Convenção, a Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD), dona de um rendimento desconhecido publicamente, mas que se sabe ser vultoso.

Esses fatores ajudam a explicar a disputa, que tem elementos de um pleito para cargo público: altos gastos com propaganda, acusações mútuas e uma agenda extenuante dos candidatos.

“É uma guerra”, disse à Folha Câmara, que tem dormido três horas por noite nesta semana e começou a rodar o país há dois meses numa campanha que, segundo seu adversário, custou R$ 12 milhões –o que ele nega.

Para os candidatos à presidência da convenção, não se trata de dinheiro, mas da busca de um “ideal”. “Esta é uma disputa geracional.”

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