‘Meu público é todo mundo, não tem religião’, diz cantora Aline Barros

Cantora é um dos maiores nomes da música gospel no Brasil

Aline Barros comenta sobre a carreira (foto: Rafael Kistenmacher / Divulgação)
Aline Barros comenta sobre a carreira (foto: Rafael
Kistenmacher / Divulgação)

Anna Gabriela Ribeiro, no G1

Vencedora de cinco Grammys, a cantora Aline Barros já vendeu milhões de discos e é um dos maiores nomes da música gospel no Brasil. Mas para a artista, passar mensagens de fé é muito mais importante do que a fama. Aline Barros faz show em Santos, no litoral de São Paulo, neste sábado (28) e conversou com o G1 sobre a carreira.

O show que será apresentado na cidade faz parte da turnê que marca os 20 anos de carreira de Aline Barros. “Estamos preparando um mix de 20 anos de ministério, e relembrar um pouco de toda essa história vai ser lindo e impactante. Vamos ver as pessoas adorando ao Senhor, várias gerações reunidas”, diz.

A cantora comenta ainda sobre as premiações que já recebeu e como lida com o sucesso. “Prêmios até consolidam a carreira de um artista, principalmente no exterior, mas me preocupo apenas em fazer aquilo que está no coração de Deus e passar para essa geração a essência da verdadeira adoração. O chamado para a minha vida é pregar o amor de Deus e ser testemunha desse amor por onde eu passar. A única coisa que posso dizer de tudo que aconteceu é que o Espírito Santo é lindo. É Ele quem convence o homem, quem trabalha o nosso coração. E esta é a minha missão”, ressalta Aline.

Sobre a grande participação do público gospel em shows atualmente, a cantora diz que acredita não ter um público definido. “Meu público eu acho que é todo mundo, não tem tamanho, nem idade e muito menos religião. Aliás, não prego religião, mas a vida que há em mim através de Jesus, isso sim é evangelho”, afirma.

Aline Barros conta que admira alguns cantores, mas que não tem ídolos. “No começo da carreira, Michael W. Smith e a Banda Jesus Culture me inspiraram. ‘Consagração’ é a música que não pode faltar no meu show, é minha favorita”, revela.

Questionada sobre a importância de falar sobre Deus, Aline Barros comenta que a música é um objeto muito poderoso. “A música tem o poder de tocar o homem sim, e é um instrumento muito poderoso, por isso devemos saber usa-lá da melhor forma, para que ela traga o ser humano para perto de Deus. Essa intimidade com Deus nos ensina cada dia mais a amar, perdoar, ser agradecido, ter um coração que deseja mais e mais esse Deus”, finaliza Aline.

foto: Rafael Kistenmacher / Divulgação
foto: Rafael Kistenmacher / Divulgação

dica do Deiner Urzedo

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Fazendeiro egípcio é preso por dar nome de general a seu burro

Policial revista dono de burro em subúrbio do Cairo. No sábado, um fazendeiro foi preso por dar nome de general a seu animal (foto: MOHAMED ABD EL GHANY / REUTERS)
Policial revista dono de burro em subúrbio do Cairo. No sábado, um fazendeiro foi preso por dar nome de general a seu animal (foto: MOHAMED ABD EL GHANY / REUTERS)

Publicado em O Globo [via Extra]

CAIRO – Um fazendeiro egípcio foi preso neste sábado por ter nomeado seu burro com o nome do Abdel-Fattah el-Sissi, o mais alto general do país. Omar Abul-Magd foi detido após policiais notarem que o animal usava um boné com o nome do militar, mas não ficou claro se o apetrecho era uma gozação com el-Sissi ou uma homenagem. A motivação do homem não fez diferença para os agentes, que o encarceraram por insulto ao general.

Outras oito pessoas foram presas hoje no resto do país por supostamente terem feito pichações contra o governo militar. Depois de el-Sissi ter anunciado o golpe que derrubou o ex-presidente Mohamed Mursi, as detenções arbitrárias de partidários da Irmandade Muçulmana e opositores viraram um costume, segundo observadores.

A queda de Mursi, em julho desse ano, teve grande apoio popular, mas também grande resistência de islamistas. Partidários do ex-presidente acamparam nos arredores de duas mesquitas no Cairo e centenas foram massacrados quando as Forças Armadas removeram à força os ativistas.

No início desta semana, uma corte militar ordenou que cinco manifestantes pró-Mursi fossem condenados a dois e três anos de cadeia por protestos contra o Exército, alegando que os ativistas estavam difamando as Forças Armadas. Três dos acusados foram julgados à revelia.

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“Jihad do sexo”: tunisianas viajam à Síria para satisfazer combatentes

Publicado originalmente no Terra

Combatentes sírios celebram no vilarejo de Kafr Nabuda (foto: AP)
Combatentes sírios celebram no vilarejo de Kafr Nabuda (foto: AP)

Mulheres tunisianas viajaram à Síria para travar a “jihad do sexo” e aplacar as necessidades sexuais dos combatentes islamitas, afirmou o ministro do Interior da Tunísia, Lofti Ben Jedu.

“Elas têm relações sexuais com 20, 30, 100 jihadistas (combatentes islamitas)”, declarou Ben Jedu na Assembleia Nacional Constituinte (ANC), sem explicar o período das relações. “Depois destas relações sexuais, feitas em nome da ‘jihad al nikah’ (“guerra santa do sexo”), retornam grávidas”, disse, sem precisar quantas tunisianas retornaram da Síria neste estado.

Ben Jedu também informou que o seu ministério baniu 6 mil tunisianos de viajar à Síria desde março de 2013 e prendeu 86 indivíduos suspeitos de envolvimento em redes que enviavam jovens do país para a “jihad” na Síria.

A chamada “jihad al nikah”, que permite relações sexuais fora do casamento com várias pessoas, é considerada uma forma legítima de guerra santa por alguns líderes salafistas, que proclamam um retorno às origens do islã. A imprensa calcula em centenas os casos de mulheres que viajam à Síria com este objetivo, assim como em centenas o número de homens que seguem para este país para lutar contra as tropas do presidente sírio Bashar al-Assad.

Em abril, o ex-mufti da Tunísia Sheikh Othman Battikh, então autoridade máxima religiosa do país, disse que meninas tunisianas estavam sendo enganadas para viajar a Síria e oferecer serviços sexuais para os rebeldes.

Battikh, que foi dispensado de suas funções dias depois das declarações, descreveu a chamada “jihad do sexo” como uma forma de prostituição. “Pela Jihad na síria, eles agoram estão pressionando garotas para ir para lá. Meninas de 13 anos foram enviadas para a jihad sexual. O que é isso? Isso se chama prostituição”, disse na ocasião.

Em agosto, outra autoridade afirmou que grupos afiliados à Al-Qaeda estavam usando menores, com os rostos cobertos por véus, para oferecer serviços sexuais a combatentes homens.

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Folha de S.Paulo repete o Dr. Mentira para atacar “Mais Médicos”. E é pega em flagrante.

folhacoxinha2Fernando Brito, no Tijolaço

A tolice da matéria de ontem da Folha, que a gente apontou aqui, era só uma amostra do péssimo jornalismo que ela resolveu fazer contra o “Mais Médicos”.

Anuncia que as prefeituras vão demitir seus médicos para fazer economia, colocando no lugar um profissional do “Mais Médicos”.

Isso é, sem meias-palavras, mentira.

E a Folha saberia – se é que não sabe – que, ao demitir um médico das suas unidades básicas de saúde, uma prefeitura perde os recursos que o Ministério já paga para que ela lhe custeie o salário, encargos e demais despesas.

Mas a Folha não foi sequer ouvir o Ministério da Saúde antes de abrir manchete.

Pegou boatos recolhidos por três funcionários em Manaus, Fortaleza e Recife, com a ajuda dos CRMs locais – duvido e faço pouco que os repórteres tenham viajado centenas de quilômetros pela selva e pelo sertão-  juntou tudo em São Paulo, bateu no liquidificador e fez uma peça digna de qualquer jornaleco sensacionalista.

A prova da mentira deliberada está aqui, neste vídeo, gravado diante dos repórteres da Folha, no dia 14, onde o ministro Alexandre Padilha explica que as prefeituras que fizerem isso perderão dinheiro, em lugar de ganhar.

A mesma informação pode ser lida aqui, na página do MS.

A Folha não precisava, aliás, nem ter ouvido o Ministério. Bastava que fizesse o que eu fiz, buscar no Google.

Mas não fez e, dessa forma, igualou-se ao espertalhão de Goiânia que quis justificar a sua demissão como uma “invasão dos cubanos”.

Certamente, entre as quase quatro mil prefeituras do país inscritas no “Mais Médicos” haverá demissão de algum profissional. Porque não aparece para trabalhar, porque brigou com alguém, porque, simplesmente, resolveu que não quer mais aquilo. Como acontece com qualquer profissão.

Transformar isso num problema do programa é simples desonestidade e sensacionalismo barato.

Barato, não, caro, porque desqualifica uma iniciativa que é importantíssima para a saúde e a vida de milhões de brasileiros pobres.

Daqui a pouco, estará rodando na internet este “escândalos”, movidos pelas reproduções de “coxinhas” e “anonimous” factóides de classe média, que, além de não terem capacidade de compadecer-se com a situação do povo pobre, não têm capacidade para raciocinar e verificar informações, exatamente como fez a Folha.

Se nesse país houvesse coragem para enfrentar e justiça para proteger a verdade, amanhã a Folha estaria sendo obrigada a publicar um desmentido de primeira página, em letras garrafais como as que usa para mentir.

Mas – e olhe lá – gaguejará “esclarecimentos” amanhã e sua ombudswoman, uma pessoa reconhecidamente gentil, escreverá “ai, que coisa feia, pessoal…”.

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Americano cria copo que detecta presença de “Boa noite, Cinderela”

Ainda em fase de desenvolvimento, os produtos, que além de copos incluem canudos, mudam de cor caso alguma substância seja adicionada à bebida

Alerta: listras vermelhas aparecem no copo caso alguma droga seja adicionada à bebida (Divulgação)
Alerta: listras vermelhas aparecem no copo caso alguma droga seja adicionada à bebida (Divulgação)

Publicado na Veja on-line

Uma ideia financiada por meio do crowdfunding (financiamento coletivo) pode ajudar a evitar casos do conhecido golpe “Boa noite, Cinderela”: copos e canudos que mudam de cor quando detectam a presença de drogas na bebida. Esse tipo de crime consiste em drogar a vítima sem que ela perceba, adicionando alguma substância entorpecente em sua bebida, deixando-a vulnerável a roubos ou violência sexual.

Em 2010, Mike Abramson, que hoje é o fundador da DrinkSavvy (“beba com consciência” em tradução livre), empresa que está desenvolvendo os produtos, ficou desacordado após tomar seu primeiro drinque em uma festa de aniversário. Ele despertou sem se lembrar do ocorrido e, felizmente, sem nenhum ferimento. Sua suspeita é ter sofrido uma tentativa de roubo ou ter consumindo uma bebida destinada a outra pessoa.

As “rapes drugs” (drogas de estupro, em tradução livre), nome dado a drogas anestésicas ou sedativas utilizadas para dopar pessoas para depois estuprá-las ou roubá-las, não apresentam cor, sabor ou cheiro, sendo muito difíceis de detectar pelas vítimas. Por essa razão, Abramson teve a ideia de unir as substâncias capazes de acusar a presença dessas drogas com os próprios recipientes em que elas são colocadas. O projeto está sendo desenvolvido por ele, em parceria com John MacDonald, que tinha sido seu professor de química no Instituto Politécnico Worcester, nos Estados Unidos.

Em menos de dois meses de campanha no site IndieGogo, especializado neste tipo de financiamento, o DrinkSavvy ultrapassou os 50.000 dólares da meta de arrecadação, totalizando 52.089 dólares.

Os primeiros produtos serão enviados para as pessoas que contribuíram com a arrecadação no final de novembro. Serão produzidos no momento canudos, mexedores de bebida e copos de plástico, mas a empresa pretende avançar para copos de vidro, garrafas e latas no futuro. Os produtos detectam os três tipos de rape drugs mais comuns: GHB (ácido gama-hidroxibutírico), cetamina e flunitrazepam.

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