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Noiva prende recém-nascida à cauda do vestido, a arrasta pela igreja e diz que bebê estava protegida por Cristo

MULHER COLOCA BEBÊ EM VESTIDO DE CASAMENTO NOS ESTADOS UNIDOS (Foto: FACEBOOK)

MULHER COLOCA BEBÊ EM VESTIDO DE CASAMENTO NOS ESTADOS UNIDOS (Foto: FACEBOOK)

Americana disse também que a menina, de apenas 1 mês, não correu risco, apesar de ter sido arrastada no chão da igreja até chegar ao altar

Publicado na Marie Claire

Uma noiva do Tennessee, nos EUA, chocou ao escolher uma forma “diferente” de levar a filha de apenas um mês ao seu casamento. Shona Carter-Brooks prendeu a recém-nascida à cauda de seu vestido de noiva e a arrastou pelo chão da igreja até o altar.

A atitude, é claro, causou indignação e a noiva recebeu ameaças de denúncia às autoridades de defesa dos direitos das crianças. Shona alega que a filha Aubrey estava “acordada e muito segura”, além de “coberta por Cristo”.

A cerimônia de casamento entre Shona Carter-Brooks e Johnathan Brooks aconteceu em Ripley no mês passado e as fotos do detalhe bizarro se espalharam pela internet gerando grande polêmica. A imagem da bebê na cauda continuam no perfil da mulher.

O vestido, segundo o jornal “Daily Mail” é da linha White by Vera Wang, a mais popular estilista de vestidos de noiva dos EUA, e teria custado entre R$ 800 e R$ 2.800. A peça foi adaptada para poder prender a garotinha.

Os críticos à atitude de Shona dizem que o ato foi incrivelmente perigoso para a criança, que poderia ter se arranhado no carpete da igreja batista onde ocorreu a boda. “Me desculpe, mas se eu tivesse visto isso teria me levantado do meu lugar e tirado o bebê daquela situação. É algo muito idiota”, escreveu uma das pessoas que reprovam a atitude no site Clutch.

Shona escreveu em sua página no Facebook que não se arrependeu do que fez.

“As pessoas me questionam por que fiz, fazem comentários negativos. Nós cremos que estamos cobertos pelo sangue daquele que nunca perde seu poder. Então para a mídia, rádio, jornais e quem mais que queira falar sobre o assunto: ‘Mídia, mídia sei como funciona, independente da situação ou do propósito sempre haverá coisas negativas a se dizer! A resposta é que fizemos o que nós queríamos fazer, e enquanto Jesus estiver ao nosso lado tudo vai funcionar bem e continuar bem.”

Noivas engordam ao menos 4 quilos depois do casamento, revela estudo

Publicado no UOL

De acordo com o estudo, as noivas engordam pelo menos quatro quilos seis meses depois de oficializar a união (foto: Thinkstock/Getty Images)

De acordo com o estudo, as noivas engordam pelo menos quatro quilos seis meses depois de oficializar a união (foto: Thinkstock/Getty Images)

O casamento muda por completo a vida dos recém-casados, mas segundo um estudo publicado na revista científica Body Image, a união pode ser prejudicial para quem quer manter a boa forma, especialmente para as mulheres. Cientistas australianos descobriram que as noivas engordam pelo menos quatro quilos logo nos seis primeiros meses de união.

A pesquisa também comprovou que as mulheres que seguiram meses de dieta rigorosa para perder peso antes do casório, engordaram ainda mais nesse período.

O objetivo do estudo, realizado pelos cientistas da Universidade de Flinders, em Adelaide, na Austrália, era examinar a relação entre o casamento e o aumento de peso. Para isso, eles recrutaram 350 noivas para participar do estudo em feiras de casamento.

A pesquisa mostrou que apesar de metade das mulheres terem vontade de emagrecer antes de casar, a maioria delas não teve alteração no peso, ou seja, nem emagreceu ou engordou.

No entanto, seis meses após o casamento, as participantes engordam, em média, 4,7 quilos, sendo que as que fizeram dieta antes do grande dia ganharam ainda mais peso.

As noivas que tinham como objetivo emagrecer antes do casamento pretendiam eliminar nove quilos. No entanto, as que conseguiram perder peso voltaram a engordar, em média, 3,2 quilos nos primeiros seis meses de casada.

Já as noivas que sentiram mais pressão para emagrecer e entrar no vestido engordaram até 4,5 quilos depois da cerimônia, quase três vezes mais do que as noivas que não foram pressionados a perder peso.

O estudo constatou ainda que uma em cada três noivas foram aconselhadas a perder peso antes da cerimônia pelos noivos ou por outros membros da família.

Segundo os cientistas, esse é o primeiro estudo que se propõe a analisar o ganho de peso depois do casamento. Para eles, o fato da mulher engordar depois da cerimônia não é surpreendente, pois não há mais algum evento especial para que elas se motivem a seguir com bons hábitos alimentares e atividade física.

Outra hipótese levantada pelo estudo é que a motivação para manter a forma é enfraquecida, pois as mulheres sentem que já conquistaram o parceiro e não precisam mais se dedicar na aparência.

SC: promotor nega casamento gay e desdenha de noivas

Carta do promotor Henrique Limongi chama união homoafetiva de 'indisputavelmente anômala' Foto: Priscila Minkz Zanuzzo / Reprodução

Carta do promotor Henrique Limongi chama união homoafetiva de ‘indisputavelmente anômala’
Foto: Priscila Minkz Zanuzzo / Reprodução

Publicado no Terra

Um promotor de Santa Catarina negou nesta semana a união civil entre duas mulheres, e ainda desdenhou do pedido. Henrique Limongi baseou-se na Constituição, que ainda afirma que a entidade familiar é composta “entre o homem e a mulher”, e ignorou a recomendação do Conselho Nacional de Justiça e da Corregedoria-Geral da Justiça de Santa Catarina de reconhecimento do casamento gay como união estável.

Além de negar o pedido, o promotor escreve na carta de reposta que a união de Priscila Minks Zanuzzo e Carmen Abreu de Melo é “indisputavelmente anômala” e que foge aos “mais comezinhos parâmetros de normalidade” – comezinhos significa simples e de fácil entendimento. Limongi ainda menciona “o chamado casamento gay ou, para ser ‘politicamente correto’, união homoafetiva” (sic) e diz que a Constituição tem “clareza de fustigar a visão” sobre o tema, o que deveria, na escrita do magistrado, “dispensar, assim, fogosos malabarismos exegéticos ou extenuantes ensaios de hermenêutica”.

“Quando a gente entrou com pedido, não via a possibilidade de ser negado”, conta Priscila ao Terra, “mas ainda não é lei, então tem a arbitrariedade do promotor e do juiz”. Para fazer a união civil, um casal deve pedi-la no cartório, que lavra o pedido e encaminha os documentos ao promotor, que deve habilitar todas as uniões – independente de serem homoafetivas. A decisão do promotor ainda precisa ser validada pela Justiça.

“Acredito que o juiz não vai negar”, opina Priscila, mas ressalva que, se o magistrado endossar a decisão do promotor, ela e a noiva vão recorrer da decisão.

Juntas há 10 anos, Priscila e Carmen, 29 e 30 anos, decidiram oficializar a união pelo “aspecto legal, de ter os direitos que as outras pessoas têm”. Elas planejavam assinar os documentos no cartório dia 23, e no fim de semana realizariam uma festa para os amigos.

“Foi bem horrível receber essa carta, porque não é só a carta dizendo ‘olha, segundo a lei, vocês não podem casar’. A carta é cheia de ironias, sarcasmos, colocando negrito ‘entre homem e mulher’, dá pra sentir um tom bem preconceituoso. Não é só o que está escrito, mas o modo como está escrito”, diz Priscila.

Foi por se sentirem ofendidas que as duas publicaram a carta em seus perfis no Facebook, onde reclamam que o magistrado “caçoa” do pedido de união estável. Na rede social, os amigos de outras cidades – de São Paulo, terra natal de Carla, e do oeste de Santa Catarina, onde Priscila nasceu -, passaram de empolgados com o casamento em Florianópolis para indignados.

“Estou me informando sobre o que é possível fazer contra esse promotor, porque acho que com essa carta ele está fazendo um desserviço, está colocando as convicções pessoais dele na frente de tudo, não só se pautando na lei mas indo além e ofendendo gratuitamente”, diz Priscila. “E eu sei que ele já escreveu outra carta semelhante”, comenta, em referência a documento divulgado por reportagem da RBS TV sobre um pedido de união homoafetiva que Limongi negou a dois homens em junho. As imagens destacam trechos da carta que, como a enviada às noivas, colocam em negrito e sublinhado que a Constituição cita “homem e mulher” para que a união estável se caracterize como entidade familiar.

Australiana se casa com ponte da França e tem aval do prefeito da cidade

“Ele me dá um porto seguro, me traz de volta a mim mesma, sem tentar me manter amarrada ou escrava de suas necessidades ou desejos”

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Publicado no Virgula

Dizem que o amor é cego, não vê diferenças e não tem preconceitos, certo? Para Jodi Rose essa máxima é levada a sério, e ela nem se importa se o “amado” for uma ponte de concreto. Pois é, ela se casou com uma linda ponte erguida no século XIV na cidade de Ceret, no sul da França. Além do vestido, 14 convidados e fotógrafo, a celebração teve a benção do prefeito local.

A australiana, que passou a última década viajando pelo mundo e gravando as vibrações de pontes com cabos e microfones, para usá-las em música experimental, decidiu se casar com a construção, além de lançar o projeto “Singing Bridges”.

Conforme o “Daily Mail”, apesar da dificuldade do novo marido expressar seus sentimentos, a recém-casada disse que “ele é um ser muito presente, me sinto em paz e sendo fortemente abraçada”. “Ele me faz sentir ligada à terra e me chama para descansar das minhas intermináveis andanças nômades. Ele é fixo, estável, enraizado no chão, enquanto eu sou nômade, transitória, sempre na estrada”, explicou.

Apaixonada, Jodi ainda disse que o marido é seu porto seguro. “Ele me dá um porto seguro, me traz de volta a mim mesma, sem tentar me manter amarrada ou escrava de suas necessidades ou desejos”, declara-se.

O casamento entre Jodi e Le Point du Diable (que pode ser traduzida, ironicamente, como Ponte do Diabo), teve até o momento em que os noivos recitam seus votos, além de anéis de compromisso feitos especialmente para os pombinhos. “Ele sabe que eu amo outras pontes – e homens -, a nossa relação é um amor que abraça os caprichos da vida”, escreveu a noiva em seu site.

“A Le Point du Diable é tudo o que eu poderia desejar em um marido – resistente, confiável, sensual e linda. Nós realmente trazemos alegria um para o outro”, disse. Ela ainda declarou que está completamente ‘devotada’ ao seu novo marido, e ainda tentou explicar como será o sexo com a ponte, mas essa parte é melhor deixar para lá…

A união do casal, no entanto, não é reconhecida legalmente na França.

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