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Infográfico mostra os Significados dos nomes dos personagens do Dragon Ball

publicado no Criatives

Você se lembra dos nomes do Dragon Ball ? Goku, Vegeta, Gohan. Era tudo uma salada mista, mas você sabe qual é o significado de cada um ?
Esse infográfico super criativo criado pela House of infographics, traz a origem e os significado dos nomes dos principais personagens.
O Legal é a semelhança que todos nomes tem com objetos e principalmente comida, sendo a maioria como comidas de origem oriental.

Confira!

Carimbo, Xerox e Fotocópia: os nomes mais “curiosos” do mundo em uma só família

Cleber Fachi, no Brasil Post

Você detesta o seu nome? Sente raiva dos seus pais pelo nome que eles escolheram para você? Então o vídeo aaixo vai fazer mudar de opinião em poucos segundos.

Registrado como Xerox Miguel Porfírio, este pai de família resolveu se vingar dar sequência ao nome curioso que ostenta. Irmão de Autenticada e Fotocópia (não é brincadeira), Xerox batizou os próprios filhos de Xerlaine, Xequira, Xeroline, Brucesfielde e… Carimbo.

São tantos nomes “pouco convencionais”, que no fim das contas o pobre Carlos Eduardo é o que mais assusta no meio dessa história toda.

Precisando de sugestões de nomes para os seus filhos? Sem dúvidas um bom exemplo para (não) seguir.

‘Game of thrones’: personagens fazem sucesso na hora de batizar bebês nos EUA

Publicado em O Globo

A gigantesca popularidade de “Game of thrones” está se refletindo também na hora do batismo. Pelo menos nos Estados Unidos, pais e fãs da série estão cada vez mais optando por dar aos seus filhos nomes dos personagens criados por George R.R. Martin em suas “Crônicas de gelo e fogo”. Veja os nomes mais populares pelo ranking de 2012, divulgado recentemente

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Arya 

A caçula dos Stark é uma das personagens favoritas do público. Não à toa, seu nome tornou-se extremamente popular. Se em 2011, o nome estava em 711º entre os mais usados em batismos nos EUA e, no ano seguinte, subiu para a 413ª posição, liderando o ranking: foram 754 bebês-Aryas nascidas nos EUA em 2012. Para efeitos de comparação, no Reino Unido, outras 104 meninas ganharam o nome da órfã itinerante no mesmo ano. Lembrando que Arya costumava ser um nome masculino, quase nunca usado para batizar meninas antes do lançamento dos livros de George R.R. Martin, em 1996.

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Khaleesi

Em 2012, nasceram nos EUA 146 meninas chamadas Khaleesi, título dado à personagem Daenerys Targaryen, de Emilia Clarke – e que significa “rainha”. Isso só nos Estados Unidos, onde ultrapassou as recém-nascidas chamadas Betsy em popularidade naquele ano. No Reino Unido, no mesmo ano, foram mais 21. Antes da série, ninguém havia sido batizado como a mãe dos dragões pelos registros americanos: em 2011, quando a série estreou, foram 28.

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Catelyn

Nos Estados Unidos, 76 criancinhas ganharam o nome Catelyn, em 2012, enquanto três outras foram batizadas em homenagem à saudosa Lady de Winterfell no Reino Unido. A força da personagem, que não mediu esforços para proteger sua família, deve ter influenciado, mas justiça seja feita: o nome já era bem popular antes da estreia da série – embora as buscas do Google indiquem, em seus primeiros resultados, justamente a personagem da série.

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Theon

Theon Greyjoy pode não ser dos personagens mais queridos, mas o som de seu nome – pouco comum até a estreia da série – atraiu bastante pais. Ao todo, 12 meninos americanos 15 do Reino Unido nascidos em 2012 são xarás do filho do Rei Balon Greyjoy.

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Tyrion

O anão mais querido dos Sete Reinos deu nome a 20 americanozinhos e a quatro bebês nascidos no Reino Unido em 2012.

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Daenerys

Menos popular que o título da personagem de Emilia Clarke, o nome conquistou alguns pais nerds: 21 bebês ganharam esse nome nos EUA em 2012.

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Bran

Bran, nome do filho sensitivo dos Stark, é um apelido de Brandon. Isso não impediu 18 mães (dez nos EUA, oito no Reino Unido) de usarem a corruptela na hora de batizar seus garotos.

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Ned

O patriarca da família Stark, um dos sujeitos mais íntegros a passar por Kingslanding, emprestou seu apelido a 12 meninos americanos. No entanto, seu nome de batismo, Eddard, não figura no ranking.

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Sansa

Apesar de não ser das favoritas entre o público, a irmã mais velha de Arya Stark também seu apelo: existem quatro Sansas no Reino Unido nascidas em 2012.

‘Meu público é todo mundo, não tem religião’, diz cantora Aline Barros

Cantora é um dos maiores nomes da música gospel no Brasil

Aline Barros comenta sobre a carreira (foto: Rafael Kistenmacher / Divulgação)

Aline Barros comenta sobre a carreira (foto: Rafael
Kistenmacher / Divulgação)

Anna Gabriela Ribeiro, no G1

Vencedora de cinco Grammys, a cantora Aline Barros já vendeu milhões de discos e é um dos maiores nomes da música gospel no Brasil. Mas para a artista, passar mensagens de fé é muito mais importante do que a fama. Aline Barros faz show em Santos, no litoral de São Paulo, neste sábado (28) e conversou com o G1 sobre a carreira.

O show que será apresentado na cidade faz parte da turnê que marca os 20 anos de carreira de Aline Barros. “Estamos preparando um mix de 20 anos de ministério, e relembrar um pouco de toda essa história vai ser lindo e impactante. Vamos ver as pessoas adorando ao Senhor, várias gerações reunidas”, diz.

A cantora comenta ainda sobre as premiações que já recebeu e como lida com o sucesso. “Prêmios até consolidam a carreira de um artista, principalmente no exterior, mas me preocupo apenas em fazer aquilo que está no coração de Deus e passar para essa geração a essência da verdadeira adoração. O chamado para a minha vida é pregar o amor de Deus e ser testemunha desse amor por onde eu passar. A única coisa que posso dizer de tudo que aconteceu é que o Espírito Santo é lindo. É Ele quem convence o homem, quem trabalha o nosso coração. E esta é a minha missão”, ressalta Aline.

Sobre a grande participação do público gospel em shows atualmente, a cantora diz que acredita não ter um público definido. “Meu público eu acho que é todo mundo, não tem tamanho, nem idade e muito menos religião. Aliás, não prego religião, mas a vida que há em mim através de Jesus, isso sim é evangelho”, afirma.

Aline Barros conta que admira alguns cantores, mas que não tem ídolos. “No começo da carreira, Michael W. Smith e a Banda Jesus Culture me inspiraram. ‘Consagração’ é a música que não pode faltar no meu show, é minha favorita”, revela.

Questionada sobre a importância de falar sobre Deus, Aline Barros comenta que a música é um objeto muito poderoso. “A música tem o poder de tocar o homem sim, e é um instrumento muito poderoso, por isso devemos saber usa-lá da melhor forma, para que ela traga o ser humano para perto de Deus. Essa intimidade com Deus nos ensina cada dia mais a amar, perdoar, ser agradecido, ter um coração que deseja mais e mais esse Deus”, finaliza Aline.

foto: Rafael Kistenmacher / Divulgação

foto: Rafael Kistenmacher / Divulgação

dica do Deiner Urzedo

O cidadão Teletubbie

Pensar pra quê? Ouvir o voto pra quê? Em nosso primário exercício de assimilação, tudo “termina em pizza” e ninguém precisa de juiz. Basta votar em enquete

Matheus Pichonelli, na CartaCapital

O método Telettubies de assimilação política: basta ver uma imagem e repetir “bo-bo, “ban-di-do”, “sa-fa-dos”, “ca-na-lha”

O método Telettubies de assimilação política: basta ver uma imagem e repetir “bo-bo, “ban-di-do”, “sa-fa-dos”, “ca-na-lha”

Há um momento da vida em que o mundo ao redor é um amontoado de signos sem significados. Chama-se infância. Nessa fase, uma pedra não é uma pedra. Não tem sequer nome. É apenas um material disforme que simplesmente existe. À medida que aprendemos que uma pedra é uma pedra e não um ovo, passamos a assimilar a ideia de valor e grandeza. De significado, enfim. Leva tempo.

Mal resumindo, é assim que aprendemos a compreender o mundo, até então uma associação inicial e pouco sofisticada de ideias projetadas em sílabas repetidas vagarosamente. Como numa peça de Lego, encaixamos as sílabas “a” “ma” “re” e “lo” e associamos o borrão apresentado em um cartaz, ou na tevê, ao nome das cores. Vemos o desenho de um arco ascendente e alguém explica ser um “sor-ri-so”. E descobrimos que a bola de fogo a-ma-re-la de-se-nha-da é o “sol”. Daí o sucesso de programas como Teletubbies na formação dos nossos quadrúpedes (porque ainda engatinham) não alfabetizados. Peça por peça, eles aprendem a codificar o mundo. E se tornam adultos.

Nessa nova fase, aprendemos – ou deveríamos aprender – que existe uma infinidade de tamanhos, formas e cores de pedras, algumas com muito mais do que cinquenta tons numa mesma superfície, tenham elas nomes inventados ou não. Umas têm valor de uso, e servem para a guerra. Outras têm valor de troca, e vão parar nos pescoços mais endinheirados. Alguns dirão a vida toda que, não importa o que te ensinam, é sempre bom desconfiar de afirmações categóricas de quem jura que uma pedra é uma pedra e que isto não se discute. E se uma pedra é capaz de provocar tanto embate, o que não se vê e nem se toca é nitroglicerina pura. Ao longo dos séculos, o que dá dentro da gente e e não devia também recebe nome, valor e peso, mesmo sem ter forma nem espessura. Com base nestes nomes, criamos as leis (filosóficas, físicas, jurídicas e até sentimentais). São elas as responsáveis por regular as mais complexas, inconfessáveis, inacabadas, incompletas, mal diagnosticadas e muitas vezes inomináveis relações humanas. Alguns estudam estas leis. Por anos. Pela vida toda. Mais do que qualquer outro bípede, que a essa altura da vida já não engatinha.

No mundo ideal, seria prudente ouvi-los antes de tomar posição. Mas, no mundo real, ainda estamos conectando peças de Lego, as sílabas jogadas por variações de um mesmo Teletubbie que nos ensinou a falar quando nossa manifestação verbal era ainda gutural. Tornamo-nos bípedes, mas continuamos babando, repetindo com a boca e os olhos hipnotizados, com vozes vacilantes, as associações criadas neste grande programa Teletubbies que é a televisão, o rádio, a revista, o jornal, o meme de duas frases do Facebook e o e-mail da tia indignada: “ban-di-do”, “im-pu-ni-da-de”, “is-so-é-u-ma-ver-go-nha”, “cor-ruP-Tos”, “cu-ba-nos-mal-va-dos”, “va-mos-a-ca-bar-como-a-Ve-ne-zu-e-la” (custa crer que alguns aprenderam a repetir as sílabas dos “embargos infringentes” sem a ajuda do lexotan).

As associações, muitas vezes, são criadas por cores ou rostos. Não é preciso saber o que é massa nem energia nem teoria nem relatividade para associar Albert Einstein a valores como “in-te-li-gên-cia”, “ge-ni-a-li-da-de”. Não é preciso sequer formular uma frase inteira. Basta repetir uma ideia pronta. Ou praguejar. Dizer se é bom ou ruim sem explicar os porquês. E dar sequência às reações coletivas, de manada, diante do vermelho. Ou do azul. Ou da foto um ex-presidente com barba. Ou de um ex-presidente sem barba. Não é preciso ler jornal, só a primeira frase do título; basta reagir diante de uma foto. Não é preciso sequer analisar o conteúdo. Nem diferenciar uma Constituição de uma capivara. Operamos, afinal, com símbolos prontos, acabados, imutáveis. E, assim, basta ao rockeiro boa-pinta colocar um nariz de palhaço para, como um bom Teletubbie, se comunicar com a sua plateia de Teletubbie: “bo-bo, “ban-di-do”, “sa-fa-dos”, “ca-na-lhas”.

Pensar pra quê? Ouvir o decano, ou quem quer que seja, para quê? Não importa o que se diga, nem em que se embase. No fim a única associação que conseguimos fazer do amontoado de palavras voadoras de significantes sem significados durante o voto de um ministro da Suprema Corte é que tudo é só uma grande “piz-za”. Ou uma vitória da “de-mo-cra-cia”. Ou uma resposta aos “gol-pis-tas”. Ou uma “in-fâ-mia” à opinião pública que grita, sonolenta, “A-cor-da-Bra-sil” e sonha com o dia em que o Congresso e o Judiciário se transformem em um grande estacionamento privado. No país do “que país é este”, os porta-vozes da suposta maioria se ressentem pela “o-fen-sas” constantes de uma corte de 11 juízes que usam as leis para afrontar a “jus-ti-ça” e proclamar a “im-pu-ni-da-de”. Ou de 594 parlamentares, “pa-gos-às-nos-sas-cus-tas” para, “on-de-já-se-viu”, criarem leis. Leis para quê? Dependesse dessa maioria de pensamento binário, todas as contradições e penas e direito de defesa se resumiriam a uma grande enquete. “Se você acha que eles erraram e devem morrer, curta. Se acha que devem ser linchados, compartilhe. Participe. A sua opinião é muito importante. O final, você decide”. Nesta forma curiosa de aprimoramento democrático, pensar é dispensável, mas grunhir, feito porco, é exercício pleno de cidadania.

dica do Jénerson Alves ‏