Jessica Alba canta “Para Nossa Alegria” em campanha do CCAA

para-a-nossa-alegria-jessica-albaGuilherme Pereira, no Plugcitários

Tenho certeza que muitos ficaram com uma grande interrogação na testa com o título do texto, mas é isso mesmo. Jessica Alba, atriz norte-americana de 31 anos, conhecida por filme como a franquia Quarteto Fantástico, estrelou novo filme do CCAA ao lado de Jefferson, do viral “Para Nossa Alegria”.

No filme, os dois encontram-se em um elevador, sentados em banquinhos. Jefferson toca e canta o hit viral enquanto Jessica apenas acompanha. Quando chega ao ponto alto da música, adivinhem? Sim, Jessica Alba solta à voz num “para nossa alegria” com um português muito bom.

Vale lembrar que o viral estourou há dois anos. O critério para uso dele agora? Não sabemos. As opiniões sobre o filme divergem, uns acham engraçado, outros acham vergonhoso. Assistam e tirem suas próprias conclusões.

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Assim surgiu a brincadeira da Girafa

imagem: Reprodução/DesktopNexus
imagem: Reprodução/DesktopNexus

David Castillo, no Facebook

Diabo: Precisamos pensar em uma nova estratégia para dominar a mente das pessoas.

Sub-Diabo: Hum… deixa eu ver se descubro algo novo no Google.

Diabo: Tá… mas antes deixa eu ver meu face.

Sub Diabo: Isso chefe, o Face!

Diabo: Que tem o Face? Deixei o meu aberto?

Sub Diabo: Não chefe, o que eu quero dizer é que a gente tem q usar o Face pra conquistar a galera.

Diabo: Interessante, fale-me mais sobre isso!

Sub Diabo: Vamos criar uma charadinha com uma mensagem subliminar no meio, aí quem não acertar a gente domina a mente e faz ele fazer coisas imbecis…

Diabo: Ae… curti, pode entrar no meu face pra gente começar.

Sub Diabo: Vou entrar… opa, já tava logado… mas pera aí, esse é o perfil do Rafinha Bastos.

Diabo: Droga, esqueci de sair do meu fake… sai e entra de novo!

Sub Diabo: Beleza chefe, oq a gente faz agora?

Diabo: Antes de mais nada deixa eu cutucar o Feliciano… adorooo.

Sub Diabo: Boa.

Diabo: Bom, escreve ai uma historinha que se passa às 3 da manhã.

Sub Diabo: Mas chefe… assim o senhor está revelando o horário ultra-secreto em que os portais do inferno são abertos para nossos enviados espalhar a impureza sobre as vidas e…

Diabo: Heim?

Sub Diabo: Tá… depois não diga que eu avisei?

Diabo: Escreve aí que às 3 da manhã chega alguém pra tomar café na sua casa…

Sub Diabo: Até parece… a essa hora eu só abro a porta se for meus pais.

Diabo: Boa, escreve aí que quem chega são seus pais!

Sub Diabo: Meus pais?

Diabo: Não sua besta… os pais de quem ta lendo!

Sub Diabo: Ah tá…

Diabo: Diz aí que você tem algumas coisas pra oferecer.

Sub Diabo: Sei como é… charuto, farofa, galinha preta, pinga barata…

Diabo: Nãããoo… assim fica na cara, tem q colocar coisas inocentes tipo mel, geléia, pão, queijo…

Sub Diabo: Vinho?

Diabo: Tá… pode deixar o vinho vai!

Sub Diabo: Legal, e qual vai ser a charada?

Diabo: O que você abre primeiro?

Sub Diabo: O vinho, claro!

Diabo: Ahh… se ferrou trouxa, claro que a resposta certa é o olho!

Sub Diabo: Por que o olho?

Diabo: Porque? São 3 horas da manhã, você ta dormindo palhaço!

Sub Diabo: Tá… se eu tiver dormindo as 3 da manhã quem é que vai abrir o portal místico do inferno?

Diabo: Ah é!

Sub Diabo: Mas beleza, acho que a galera que não cuida do portal do inferno deve ta dormindo a essa hora, então pode ser essa a resposta certa!

Diabo: Legal… quem errar a pergunta vai ter que pagar uma prenda, tem que ser algo bobo, quase infantil, mas que traga uma legalidade nossa sobre a vida espiritual dessa pessoa.

Sub Diabo: E se a pessoa tiver que trocar sua foto de perfil?

Diabo: Pra que?

Sub Diabo: Pra mostrar ao mundo que aquela pessoa é nossa!

Diabo: Tipo marca da besta?

Sub Diabo: É… podia colocar uma foto de um animal bem besta mesmo!

Diabo: Macaco… eu acho macaco muito engraçado.

Sub Diabo: Não, macaco pode gerar piadas racistas, preconceituosas.

Diabo: Pô, meu fake ia curtir!

Sub Diabo: Elefante?

Diabo: Pô, legal… mas vai que a pessoa é gorda, olha o constrangimento que pode gerar.

Sub Diabo: Verdade… precisamos pensar em algo diferente, enxergar mais acima.

Diabo: Enxergar mais acima? Girafa! Esse é o bicho!

Sub Diabo: Boa chefe!

Diabo: Alem disso a girafa é um dos animais símbolos da sexualidade e que mais fazem uso do sexo com um parceiro do mesmo sexo…

Sub Diabo: Pô chefe, vc fica um saco quando assiste Discovery.

Diabo: Beleza… publica aí que ficou bom, publica aí…

Sub Diabo: Tá lá… já to vendo uma galera trocando a foto pra girafa.

Diabo: Finalmente vamos dominar o mundo!

Sub Diabo: Mas chefe, e se alguém descobrir nosso plano?

Diabo: Fácil, é só a gente trocar o avatar pra uma girafinha Tb!

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“Trio do amor”, hum… Filha do senador Magno Malta requebra o “afé music”

Teresa Perosa, na Épocakarla

“Trio do amor” é o sugestivo nome do carro-chefe do CD de música gospel a ser lançado em novembro por Karla Malta, filha do senador Magno Malta.

O lado, digamos, animado da canção não está no conteúdo, que se refere à Santíssima Trindade, mas no ritmo. Karla canta um estilo chamado afé music. Isso mesmo: uma versão evangélica do axé music.

Com participação de músicos que já tocaram com Caetano Veloso e Ivete Sangalo, o disco é uma superprodução da Sara Music, gravadora da Sara Nossa Terra.

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Igreja evangélica demoniza Cosme e Damião, mas vai distribuir guloseimas

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Publicado no Extra

Um grupo de evangélicos está tirando doce de criança com uma mão para dar com a outra. A troca acontece em pleno Dia de São Cosme e São Damião, comemorado em 27 de setembro na cultura popular. E dentro da igreja Projeto Vida Nova, na Vila da Penha, onde os pastores “convidam” mil meninas e meninos a entregar-lhes os saquinhos que conseguiram na rua para receber outros, “abençoados por Deus”.

– É apenas um convite. Só entrega os doces quem quer. Geralmente, os saquinhos são queimados, representando fim de todo o mal que, por ventura, foi direcionado às crianças – avisa o pastor Isael Teixeira.

Ele conta que geleia, pipoca doce, bananada e pirulito chegam às mãos de oito a dez mil crianças, nos 70 templos da unidade, ao lado de uma surpresa: a Bíblia. É para comer “orando”.

– A gente pede para trocar o doce abençoado (da igreja) pelo amaldiçoado. Nosso projeto é um meio de trazer as crianças (que não são evangélicas) para o bem, livrando-as do mal. Se a criança come doce (de rua), pode plantar uma semente dentro dela. Eles (outros religiosos) invocam os espíritos para que entrem nos doces – diz.

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A entrega dos sacos gospel é promovida na igreja há mais de 20 anos. Três deles com a presença da cabeleireira Raquel Cristo, de 36 anos, uma fiel convertida.

– Se alguém dá doce para meu filho na rua, eu até pego para não fazer desfeita. Mas depois jogo fora. Minha mãe foi espírita e nós vivíamos doentes. Ela fazia mesa de doces de Cosme e Damião e chamava sete crianças para comê-los. Hoje, acredito que a função disso era transferir a nossa doença para elas.

Para o presidente da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), babalaô Ivanir dos Santos, a ação evangélica “dá sentido a uma mentira”.

– Estão fazendo troca simbólica com as crianças porque, no fim das contas, também dão doces. Demonizar a fé de outra religião e ter um mesmo sentido, que é o doce, é um ato de intolerância. E isso, sim, é pecado.

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A vice-presidente do Movimento Umbanda do Amanhã (Muda), Marilena Mattos, concorda.

– Isso é um fiel retrato da intolerância religiosa. Eles estão mostrando que não aceitam a Umbanda como religião, pois estão denominando nossos rituais como sendo do mal – defende.

Outra casa de Deus onde também há entrega de doces é a católica Paróquia da Ressureição, no Arpoador. Mas algumas crianças atendidas lá ouviram que os saquinhos seriam do diabo.

– Algumas disseram que a professora falou isso. Esse fanatismo de alguns evangélicos pode nos levar a um extremismo. Incutem o medo nas crianças ao dizer que o doce é do diabo. E isso não é de Deus – diz o padre José Roberto Devellard.

Psicóloga especializada em crianças, Katia Campbell diz que as polêmicas religiosas não conseguem competir com o verdadeiro interesse dos pequenos.

– As crianças não entendem isso. Elas só querem o doce.

Intolerância assusta

Surpresa O padre José Roberto Devellard, da Paróquia da Ressurreição, no Arpoador, conta que ficou impressionado quando uma menina, sem saber quem ele é, lhe disse que os saquinhos de doce não são de Deus.

Um novo ciclo O pastor Isael Teixeira diz que a partir de amanhã pode ser aberto um ciclo de trabalhos em cima de crianças e jovens, já que São Cosme e São Damião são festejados pela igreja católica no dia 26; na Umbanda e no Candomblé, no dia 27, e na igreja ortodoxa em 1º de novembro.

Recado No lugar da foto dos santos gêmeos, o saco de doces do Projeto Vida Nova, na Vila da Penha, estampa a frase: “Jesus, o único protetor das crianças”.

Liberdade A troca de sacos de doce na igreja evangélica não é um ato de intolerância religiosa, afirma o pastor Isael Teixeira. “Temos a liberdade”, alerta.

Igualdade “Nossos doces são tão iguais ao dos pastores. Vamos à loja, compramos, enchemos os saquinhos e distribuímos às crianças. Não há nada que faça mal a elas. Respeitamos a distribuição de doces deles, mas repudiamos a troca dos saquinhos”, diz pai Renato de Obaluaê, presidente da Irmandade Religiosa de Cultura Afro-Brasileira.

Divergência “O problema não é dar doce, mas trocar os sacos”, opina o babalaô Ivanir dos Santos.

dica do Sidnei Carvalho

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A descoberta mais deprimente sobre seu cérebro

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Publicado no HypeScience

Segundo uma nova pesquisa da Universidade Yale (EUA) conduzida por Dan Kahan, as crenças políticas destroem nossa capacidade de fazer contas.

Kahan realizou algumas experiências sobre o impacto da paixão política sobre a capacidade das pessoas de pensar claramente. Sua conclusão foi de que o partidarismo pode minar nossas habilidades básicas de raciocínio.

Em outras palavras, pessoas perfeitamente capazes de fazer contas cometem erros graves em um problema que de outra forma provavelmente seriam capazes de resolver, simplesmente porque a resposta certa vai contra suas crenças políticas.

1.111 participantes foram questionados sobre suas opiniões políticas, e fizeram uma série de perguntas destinadas a avaliar sua “matemática”, isto é, sua capacidade de raciocínio matemático. Eles então foram convidados a resolver um problema muito difícil que envolvia interpretação dos resultados de um estudo científico (falso).

Algumas pessoas tiveram que interpretar uma tabela de números sobre se um creme de pele reduzia erupções cutâneas, e outras foram convidadas a interpretar uma tabela diferente, que continha os mesmos números, sobre se uma lei que proibia os cidadãos americanos de carregar armas ocultas em público reduzia o crime.

Kahan descobriu que, quando os números na tabela entravam em conflito com as posições das pessoas sobre o controle de armas, elas não faziam as contas direito, embora conseguissem fazer as mesmas contas quando o assunto era o creme de pele.

A pior constatação foi que, quanto mais avançadas eram as habilidades matemáticas das pessoas, mais provável era de que suas opiniões políticas, fossem liberais ou conservadoras, diminuíssem sua capacidade de resolver o problema de matemática.

Em outras palavras, diga adeus ao sonho de que a educação, o jornalismo, a evidência científica, a literacia mediática ou a razão possam fornecer as ferramentas e as informações de que as pessoas precisam para tomar boas decisões.

Na esfera pública, a falta de informação não é o problema real. O obstáculo é a forma como as nossas mentes funcionam, não importa o quão inteligentes ou racionais nós pensamos que somos. A cabeça não chega nem perto de ganhar do coração.

Essa não é a primeira vez que um estudo chega a uma conclusão desse tipo. Brendan Nyhan, professor assistente da Faculdade de Dartmouth (EUA), também realizou experimentos para tentar descobrir se os fatos importavam versus as crenças, e a resposta é, basicamente, não.

Ele concluiu que quando as pessoas estão mal informadas, dar-lhes fatos para corrigir esses erros só faz com que elas se apeguem ainda mais a suas crenças. Por exemplo, pessoas que pensavam que armas de destruição em massa haviam sido encontradas no Iraque acreditaram muito mais nessa desinformação quando foram apresentadas a uma notícia que a corrigia.

Outro resultado visto por Nyhan, muito semelhante a nova pesquisa, tinha a ver com crenças afetando a habilidade de uma pessoa de interpretar gráficos.

No seu experimento, as pessoas que disseram que a economia era a questão mais importante para elas, e que desaprovavam o histórico econômico do presidente americano Barack Obama, quando viram um gráfico de empregos não agrícolas em relação ao ano anterior – uma linha ascendente, adicionando cerca de um milhão de empregos – responderam, olhando diretamente para a figura, que o número de pessoas com empregos tinha abaixado.

No entanto, se antes de verem o gráfico elas eram convidadas a escrever algumas frases sobre uma experiência que fez com que se sentissem bem consigo mesmas, um número significativo de pessoas mudava de opinião sobre a economia. Isso sugere que, se você gastar alguns minutos afirmando sua autoestima, você é mais propenso a dizer que o número de empregos aumentou.

Seja como for, talvez a implicação mais importante desses estudos é de que mais e melhores fatos não transformam eleitores de baixa informação em cidadãos bem equipados: apenas os torna mais comprometidos com seus equívocos. O poder da emoção sobre a razão não é um “erro” em nossos sistemas operacionais humanos: é uma característica deles.

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