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Eleanor Rigby (Lennon/ McCartney) por Cristiano Pinho

Publicado no You Tube

Cristiano Pinho é um dos mais talentosos, criativos e versáteis guitarristas do Brasil.
Natural de Viçosa do Ceará, Cristiano começou a tocar com 12 anos de idade.
Graduou-se em Música na Universidade Estadual do Ceará (UECE). Em 1988 estudou Harmonia e Improvisação na Escola Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical, no Rio de Janeiro.

Desde 1997 integra a banda do cantor e compositor Raimundo Fagner em suas turnês pelo Brasil e exterior, e nas gravações de seus CDs e DVDs. Foi responsável pela direção musical do álbum “Fortaleza” (Fagner / 2008), lançado pela gravadora Som Livre.

Nas palavras do próprio Cristiano, “Este trabalho é uma homenagem à presença de Paul McCartney em Fortaleza, em maio de 2013, e celebra o encontro entre a riqueza universal de sua obra e a força de nossa herança musical nordestina.”

Vocalista de banda de metal cristão nega ter planejado o assassinato da ex-mulher

Tim Lambesis, do As I Lay Dying, é acusado de pagar US$ 1 mil pela morte de Meggan Lambesis.

Foto: AP

Foto: AP

Fonte: Rolling Stone

Tim Lambesis, o vocalista do As I Lay Dying, se declarou inocente diante das acusações de que teria pago US$ 1 mil a uma pessoa para que ele estrangulasse sua mulher, noticiou a agência Associated Press. O cantor de heavy metal cristão, de 32 anos, foi acusado de assassinato pela corte de San Diego. Um juiz determinou sua fiança em US$ 3 milhões e afirmou que o cantor deve usar aparelho de GPS e sofrer restrições de viagem caso seja solto.

Lambesis foi preso na terça, 7, em uma livraria perto de San Diego, na Califórnia, depois de terem sido obtidas gravações em que ele diz a um agente de nome “Red” que queria que sua mulher, Meggan Lambesis, morresse. Tim Lambesis deu a Red um envelope cheio de dinheiro e forneceu instruções para o modo como matar a mulher, o endereço dela, senha do portão de segurança, fotografias e datas em que ele estaria com as três crianças para um álibi.

As autoridades fizeram a investigação depois que Lambesis disse a um homem em sua academia no mês passado que gostaria de ver a mulher morta porque estava dificultando o encontro dele com os filhos e a resolução do processo de divórcio. O advogado do caso, Anthony Salerno, disse à imprensa que o caso era uma armação.

“A aplicação da lei foi incentivada por alguém que eu acredito fortemente ser um delator, que tentava salvar a própria pele exagerando nas coisas”, disse Salerno, que insiste que o vocalista nunca teve a intenção de machucar ninguém.

O casal se separou em setembro do ano passado depois que o cantor enviou e-mail para a mulher durante uma turnê e afirmou que não a amava mais, disse o promotor do caso. Meggan Lambesis descobriu mais tarde que o marido estava envolvido com outra mulher.

No documento do divórcio, a mulher acusa o marido de dormir enquanto deveria estar cuidando das crianças perto de uma piscina e que estava gastando muito tempo e dinheiro com academia e tatuagens. Ela também diz que ele viaja seis meses por ano e fez duas viagens de última hora para a Flórida, onde encontrava a namorada.

Salerno diz que acredita que Lambesis irá arcar com a fiança, que inclui condições que o proíbem de entrar em contato com os filhos. O cantor também não poderá deixar San Diego, exceto para visitar o advogado em Los Angeles, o que frustra planos de uma turnê do As I Lay Dying por 30 cidades, que deveria começar no dia 30 de maio, em Oklahoma City.

Os outros integrantes da banda não deram declarações além de comunicado postado no site oficial na quarta, 8: “Nossos pensamentos agora estão com Tim, a família dele, e todo mundo que foi afetado por esta situação terrível.”

 

 

Pastor José Wellington é reeleito para continuar à frente de Assembleia de Deus

foto: Antônio Araújo/UOL

foto: Antônio Araújo/UOL

Publicado originalmente na Folha de S.Paulo

O pastor José Wellington, 78, confirmou o favoritismo e foi reeleito nesta quinta (11) presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, principal entidade da maior denominação evangélica do país.

Ele recebeu 9.003 votos contra 7.407 de seu adversário, Samuel Câmara, 56, de Belém (PA), que tentava pela terceira vez derrotar Wellington, há 25 anos no cargo e líder da Assembleia de Deus em São Paulo.

Dos cerca de 24 mil pastores que estavam credenciados para votar, apenas 17.075 de fato participaram da eleição, a maior da história da Convenção.

Wellington ficará os próximos quatro anos à frente da entidade, ocupando um papel central no funcionamento da denominação –que, se contados seus diferentes ramos, tem 12,3 milhões de fiéis no país, segundo o Censo de 2010.

Diferentemente do que ocorre em outras igrejas pentecostais, a Assembleia de Deus tem um funcionamento descentralizado e a influência do presidente da Convenção sobre a maior parte dos fiéis é indireta.

Ele tem, no entanto. ascendência sobre os pastores e, devido ao cargo que ocupa, um canal privilegiado de diálogo com políticos de diferentes esferas.

FELICIANO

Marco Feliciano (PSC-SP), o pastor da Assembleia e deputado que preside a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, esteve no local onde ocorreu a votação durante o final da manhã.

Pressionado para deixar a comissão devido às declarações compreendidas como racistas e homofóbicas, ele foi tratado como celebridade pelos colegas, que o cercaram para tirar fotos.

Ele já recebera da entidade uma moção de apoio –o encontro que culminou na eleição de hoje foi precedido de três dias de plenárias e cultos.

dica do Moisés Gomes

foto: Antônio Araújo/UOL

foto: Antônio Araújo/UOL

O próximo supermaterial que vai mudar o mundo é cultivado, não produzido

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Eric Limer, no GizModo

Fique esperto, grafeno: alguma coisa está vindo para comer o seu lanche de supermaterial. A nanocelulose está prestes a ser o material resistente como kevlar, superleve e comedor de gás do efeito estufa do futuro. E a melhor parte? É feito de nada além de algas.

Já sendo anunciado como “material maravilhoso” por cientistas envolvidos, a nanocelulose foi mostrada na semana passada durante o Encontro e Exposição Nacional da Sociedade Americana de Química, uma reunião com as maiores sociedades científicas do mundo. R. Malcolm Brown JR., que está envolvido com o desenvolvimento do material há 40 anos, está bastante feliz com o progresso recente:

Se conseguirmos completar os passos finais, vamos ter concluído uma das potencialmente mais importantes transformações na agricultura da história. Vamos ter plantas produzindo nanocelulose abundantemente e com baixo custo. Pode se tornar a matéria-prima para produção sustentável de biocombustíveis e muitos outros produtos. Quando produzem a nanocelulose, as algas absorvem o dióxido de carbono, o principal gás do efeito estufa associado ao aquecimento global.

A celulose, em sua forma macro, é uma das coisas mais abundantes no planeta. É disso que a casca da árvore é feito. Ela é a fibra da sua tigela de cereais. Mas assim como muitas outras coisas, a celulose é uma fera diferente na escala sub-nanométrica. Lembra alguma coisa? Quando a nanocelulose é refinada da forma certa – em cadeias de longos polímeros ou cristalizada – ela pode ser colocada em uso em armaduras leves, biocombustível, novas telas finas, e até substitutos para órgãos em transplantes. A coisa tem potencial sério.

Inicialmente, a produção de nanocelulose envolvia grandes tanques de criação de bactérias, o que exige coisas como comida. Mas avanços recentes ajudaram a preparar uma nova forma de produção: algas azuis, que diferentemente de bactérias normais, podem produzir a própria comida do sol, e detonar gases do efeito estufa no processo. Você não poderia pedir mais do que isso.

Até agora, cientistas conseguiram fazer as algas produzirem polímeros, ou grandes cadeias de celulose, e estão trabalhando para criar coisas mais completas. As operações ainda estão saindo de amostras de laboratórios para lugares abertos. A pesquisa com nanocelulose já dura décadas, mas Brown, que participa desde o começo, considera este passo “uma das descobertas mais importantes da biologia das plantas”. Parece que temos muita coisa por vir.

Versão freestyle da Bíblia causa polêmica e divide opiniões em MG

Pastor roqueiro de Uberlândia reescreve textos das Sagradas Escrituras.
Teólogo afirma que em alguns trechos o sentido original foi alterado.

Passagem da Bíblia Freestyle descrevendo o encontro dos primos João e Jesus, no Evangelho de Mateus (Foto: reprodução/TV Integração)

Passagem da Bíblia Freestyle descrevendo o encontro dos primos João e Jesus, no Evangelho de Mateus (Foto: reprodução/TV Integração)

Augusto Medeiros e Paulo Borges, no G1

Jesus Cristo é “o cara”. E São José, pai de Jesus, é um “cara muito joia”. Pelo menos é assim que os dois são descritos em uma releitura da Bíblia “Freestyle” – que em português significa Estilo Livre. A versão escrita por um pastor evangélico de Uberlândia está sendo publicada diariamente na internet e as novas formas de narrar as passagens bíblicas, que podem ser lidas na página do autor, já estão gerando polêmica.

O Capítulo 1 do Livro Evangelho Segundo Mateus começa assim: “Livro da geração de Jesus, o cara. Da descendência de Davi e também de Abraão. Depois de Abraão, muito sexo foi feito e muitas crianças nasceram por conta disso. Até que 41 gerações se passaram e nasceu um cara muito joia chamado José. Esse tal de José era especial porque quando a dona Maria (sua noiva) apareceu dizendo que tava grávida do Espírito Santo, ele obviamente sentiu que isso cheirava a chifre.”

Pastor diz que já esperava polêmica (Foto: Reprodução/TV Integração)

Pastor diz que já esperava polêmica (Foto:
Reprodução/TV Integração)

Até Maria Madalena também ganhou atenção especial. Na versão ela é descrita como uma mulher que “mais parecia um pudim de capeta”.

A ideia da versão jovem da bíblia foi do pastor Ariovaldo, que há dez anos fundou a Igreja Manifesto Missões Urbanas de Uberlândia, voltada ao público de roqueiros. Segundo o pastor, ele começou a escrever os textos por hobby. Ele disse ter percebido que poderia falar de forma mais profunda sobre religião, unindo humor e cultura contemporânea. “Na verdade eu escrevi alguns textos para mim mesmo, tentando contar as histórias da vida da maneira que a gente conversa no dia a dia. Quando publiquei isso na internet comecei a divulgar em redes sociais. E várias pessoas passaram a me escrever dizendo que eu devia fazer a Bíblia toda”, contou o pastor.

Mas essa liberdade de expressão rendeu polêmica na internet. Abaixo, alguns comentários de pessoas que leram a versão Freestyle das Sagradas Escrituras. Por meio de opiniões publicadas na própria página do pastor, enquanto alguns criticam, outros apoiam a atitude.

* “Infelizmente estamos perdendo a seriedade da palavra de Deus, muito triste isso”

* “a Bíblia não fala que devemos nos adequar a este mundo”

* “Eu te encorajo a continuar escrevendo, vc alcançará mtas pessoas”

Apesar de ter total apoio dos fiéis da igreja, o pastor disse que já esperava o

Manoel diz que em alguns trechos o sentido foi modificado (Foto: Reprodução/TV Integração)

Manoel diz que em alguns trechos o sentido
foi modificado (Foto: Reprodução/TV Integração)

surgimento de pessoas contra a ideia.

Nas ruas, a população também se divide. “É muito fora dos padrões, até porque o Livro da Vida é a Bíblia e este linguajar não cabe muito bem”, disse o motorista Aparecido Reis da Silva. Para a estudante Thays Silva faltou respeito. “A Bíblia é algo de respeito. E isso ficou muito vulgar”, argumentou.

Para a pesquisadora Sidneia Silva, a mudança de estilo não é bem vinda. “A Bíblia tem que ser aquilo que nós vemos, da maneira como está escrita. Se eu mudar uma palavra, uma pessoa mudar outra, como vai ficar daqui a algum tempo ?”, questionou.

Frequentador da Igreja Manifesto, o técnico em eletrônica Cássio Atestor contou que apoia o projeto. “Eu entendo que seja uma forma de atrair as pessoas a lerem o texto original”, afirmou. Já a atriz Laís Batista disse que a nova linguagem tende a alcançar públicos diferentes. “Ela alcança novas tribos”, resumiu.

Sereno, o pastor disse que já esperava que nem todos concordassem com a releitura. “A discordância vem por causa da resistência que as pessoas têm à mudança do paradigma, da maneira de se falar”, avaliou.

O teólogo Manoel Messias disse que há pontos positivos e negativos na escolha do pastor. “Em alguns textos, como o prólogo de João, o capítulo 6 de Mateus, o pastor mantém a ideia do texto, embora com uma linguagem totalmente nova e, provavelmente, adequada ao público que ele tem interesse de levar esta Palavra. Em outros lugares, ele faz uso de alguns termos que talvez sejam um pouco fortes e desnecessários. Nestes casos, talvez altere um pouco o sentido do texto original”, explicou o teólogo.

Ainda segundo o pastor, ele escreve pelo menos um capítulo por dia e o objetivo é publicar a versão completa e impressa da Bíblia até o fim do ano que vem. No entanto, mesmo com toda a polêmica, ele não pretende desistir de evangelizar neste estilo “rock and roll” . “As críticas chamam muito a atenção, fazem muito barulho. Mas a quantidade de pessoas que têm escrito e dito que têm sido abençoadas por este trabalho compensa todo o esforço”, concluiu.