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Namorada de José Dirceu ganha emprego no Senado

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Publicado por Josias de Souza

No último dia 8 de agosto, a recepcionista Simone Patrícia Tristão Pereira foi alçada a uma posição multiambicionada. Virou funcionária do Senado. Foi acomodada numa repartição chamada Instituto Legislativo Brasileiro. Ganhou contracheque de R$ 12.800 mensais. No papel, a contratada obteve o posto por insuspeitadas habilidades em marketing de relacionamento. Na realidade, ela deve a colocação a outro tipo de relacionamento. Simone é namorada de José Dirceu.

Em notícia veiculada por Veja, os repórteres Robson Bonin e Adriano Ceolin contam que, no primeiro dia de trabalho, Simone foi apresentada aos novos colegas por ninguém menos que o diretor-geral do Senado, Helder Rebouças, homem de confiança do presidente da Casa, Renan Calheiros, amigo do peito do namorado da contratada. Tantos relacionamentos garantiram à contratada um horário maleável e uma rotina  tarefas flexível e tarefas uma rotina virtual.

foto: Facebook

foto: Facebook

O expediente normal começa às 8h. Mas Simone costuma chegar por volta de 11h. Ao meio-dia, sai para o almoço. Retorna habitualmente às 15h30. Deveria voltar para casa às 18h. Mas prefere sair um pouco antes, às 17h. Entre chegads e saídas, a namorada de Dirceu preenche o tempo trocando mensagens pelo celular e realizando passeios virtuais pela internet.

Perguntou-se a Simone se o namorado a indicou para o emprego. E ela: “Conheço o Zé Dirceu tem muito tempo. Procura na internet que você vai ver [quem indicou]. Já trabalhei na Câmara, no governo do Tocantins. Se estou todo esse tempo [em cargos de confiança], é tudo via ele? Imagina!”

Depois de ter sido abordada, Simone foi ao gabinete do presidente do Senado. Chamando-a pelo nome, Renan Calheiros pediu que aguardasse, Recebeu-a na sequência. O teor da conversa é desconhecido. Foi Dirceu quem a indicou?, perguntou-se a Renan. “Não sei quem foi. Mas vou procurar descobrir”, ele respondeu.

Submetido à mesma indagação, o diretor-geral Helder Rebouças, aquele que apresentara Simone aos colegas, figiu-se de morto: “Não sei nada sobre isso. Nem sei quem é ela.” Quer dizer: a recepcionista Simone, namorada de Dirceu, amigo de Renan, superior hierárquico de Helder foi à folha do Senado sem concurso por obra e acaso.

“Já passei por fase roqueira”, diz missionário que está evangelizando no Rock in Rio

Fabíola Ortiz, no UOL

José Roberto Martins saiu de Maceió com mais dois voluntários na missão de distribuir 30 mil folhetos (foto: Fabíola Ortiz/UOL)

José Roberto Martins saiu de Maceió com mais dois voluntários na missão de distribuir 30 mil folhetos (foto: Fabíola Ortiz/UOL)

“Já passei por uma fase roqueira”, conta missionário de igreja evangélica que veio para o Rock in Rio para tentar converter fãs roqueiros.

Jesus e música combinam, garante o advogado de 60 anos, José Roberto Martins. De Maceió, o missionário veio para o Rio de Janeiro com mais dois voluntários na missão de distribuir 30 mil folhetos. Abaixo da logo do Rock in Rio, o nome de Jesus está estampado junto com a frase “A melodia do meu coração”.

“Já passei por uma fase roqueira e tentei preencher de várias maneiras. Mas o rock não me preencheu. Hoje é dia de rock pesado, mas sinto que o pessoal com quem falei é otimista”, disse José Roberto.

Ele conta que já gostou de rock, mas agora só vem ao festival com a missão de “preencher o vazio nos corações dos roqueiros”. Na edição de 2011, ele também marcou presença nas filas no entorno da Cidade do Rock.

José Roberto veio ao Rio especificamente para ficar do lado de fora dos portões e assegura que o tempo feio com probabilidade de chuva não incomoda.

“Sou um agente, quem converte é Jesus”, disse.

Ele chegou por volta das 10h desta quinta-feira (19) para abordar as pessoas na fila e diz que não tem hora para sair. E assim será sua rotina até o último dia do evento, domingo (22).

5 coisas que toda mulher gorda precisa saber

Publicado no Geledés

Estava eu pesquisando na internet quando me deparei com 5 tópicos que toda mulher gorda precisa saber. O texto é do site Manual do Homem Moderno, e readaptei para nossa realidade, tendo em vista que como sempre, só foram postadas fotos de mulheres brancas. Então, vamos lá:

Texto reeditado. Original de Leonardo Filomeno em Manual do Homem Moderno

1# Acredite nos elogios

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Quando alguém disser que está linda, acredite. A síndrome da baixo-estima faz com que elogios muitas vezes sinceros seja encarado com ironia ou descrença. Enquanto você enxerga só os seus defeitos, outras pessoas podem muito bem apreciar as “N” qualidades que possui e só você que não vê. Pense nisso!

2# Esqueça dos quilos a mais

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Não gosto dessa coisa de mudar pra agradar alguém, mas tem gente que liga né… Pra quem liga, desencane! Boa parte dos homens, não está nem ai para os quilinhos a mais. Uma dobrinha aqui, uma celulite a colá não faz a menor diferença quando ama-se alguém. Nossas curvas são extremamente sexies para nossos admiradores, então se aceite. Aceitar seu corpo e desencanar dos excessos ou que a sociedade chama de falhas que ele possa ter é um bom caminho para curtir mais o momento e fazer valer a pena. Não perca o tempo com encanações.

3# Não busque a perfeição, ela não existe

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A perfeição nunca é alcançada, é paranoica e aparece mais em comerciais de margarina do que na vida real. Saiba lidar com o seu corpo e enxergar as coisas boas que ele pode te proporcionar.

4# Tenha atitude, acima de tudo

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Uma não aceitação de uma pessoa com o seu corpo leva a uma baixa-estima que, consequentemente, pode levar a você, mulher gorda, deixar de se relacionar com os outros por vergonha ou medo da não aceitação das pessoas. Ao invés de ficar se remoendo pelos cantos pelo manequim que não te pertence, aprecie seu corpo do jeito que é, seja uma mulher no sentido pleno da palavra. Você será muito mais interessante sendo uma gorda com atitude do que uma magra sem personalidade.

5# Mude seu corpo somente se você quiser

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Todas nós sabemos sobre os benefícios da atividade física e o quanto uma vida saudável pode fazer bem para a sua vida. Mas, só deve optar pela malhação por vontade própria e não para mudar o seu corpo por uma imposição social ou das pessoas em volta. A gente tem que aprender a cuidar da saúde sem estuprar quem nós somos… A busca do corpo perfeito, nem sempre é sinal de se amar. Mudar para agradar os outros, não é se amar. Se amar e saber que seu organismo precisa de nutrientes e de uma alimentação saudável para que se prolongue seus dias e sua estética só precisa ser mudada se VOCÊ estiver afim. Aprenda a apreciar seu corpo, suas curvas e seja sempre o seu próprio padrão.

O princípio é se amar. A partir do momento que olhamos para nós e nos amamos, nos cuidamos… O que o que as pessoas pensam sobre a gente se torna cada dia menos importante. O que verdadeiramente importa é o que você acha e sente sobre si mesma. Exercite essa idéia.

Beijocas, moças!
Alê.
Preta&Gorda.

Dica do Sidnei Carvalho

Terapia de choque para curar vício em Facebook

A técnica foi batizada de “Pavlov Poke” (cutucada de Pavlov), em homenagem ao cientista russo que treinava cães através de choques

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Luciana Galastri, na Revista Galileu

Dois cientistas do MIT, Robert Morris e Dan McDuff, estavam frustrados com o tempo que eles gastavam no Facebook. Durante uma semana, os dois, combinados, passavam 50 horas na rede. E, para aproveitarem melhor seu tempo e perder o hábito, eles resolveram criar uma terapia de choque – literalmente.

Inspirados por Ivan Pavlov, fisiólogo russo que estudava o comportamento dos animais através de choques, condicionando-os a uma determinada ação, eles criaram o “Pavlov Poke”. A ideia é que, a cada período de tempo ‘perdido’ em redes sociais ou em sites de entretenimento, o usuário leve um choque. A descarga elétrica não é grande o suficiente para ser perigosa, mas ela, de acordo com os cientistas, é definitivamente desagradável. Isso condicionaria o cérebro do internauta a associar o Facebook com a sensação ruim – e, logo, evitá-lo.

Editora Globo

O resultado foi que, depois de usar a técnica em si mesmo, Morris afirma que não deixou de acessar a rede, mas o tempo que passa lá agora é bem menor. “Depois de alguns choques esses comportamentos automáticos foram reprogramados. Eu não visito o site a não ser que eu realmente queira. Eu ainda visito, mas não sou levado até ele por uma compulsão misteriosa”, escreveu o cientista em seu blog. Mesmo assim, ele esclarece que não espera que o método se popularize e que o concebeu como uma piada do que como uma intervenção legítima.

Confira a demonstração:

Além do Pavlov Poke, os dois criaram outro método menos dolorido (mas nem por isso menos violento) para diminuir o vício em Facebook. Se o usuário excede o tempo limite de uso do Facebook, uma pessoa contratada especificamente para isso é notificada pelo sistema, liga para o viciado e grita com ele até ele sair da rede. Sutil.

Você usaria um método desse para aumentar sua produtividade? Ou indicaria um amigo viciado em redes sociais para participar de um experimento do tipo?