Arquivo da tag: países

Religião e ateísmo pelo mundo

Carlos Ruas

Vi dados recentes de uma pesquisa sobre religiões e ateísmo e resolvi compartilhar com vocês:

religiao

Fontes: Pesquisas de Phil Zuckerman (2007), Richard Lynn (2008) e Elaine Howard Ecklund (2010), ONU, adherents.com, American ReligiousIdentification Survey, The Pew Research Center, Gallup Poll, The New York Times, Good, Nature, Live Science e Discovery Magazine.

Isso me lembra uma tirinha…

577fonte: Um Sábado Qualquer

Vigésimo país mais conhecido do mundo, Brasil é visto como ‘decorativo, mas não útil’, segundo pesquisa global

Publicado originalmente no Terra

O analista político britânico Simon Anholt

O analista político britânico Simon Anholt

O Brasil é o 20º país mais conhecido do mundo, e é visto pelo resto do planeta como “decorativo, mas não muito útil”, segundo dados de uma pesquisa global realizada anualmente desde 2005.

A informação faz parte do Índice britânico Anholt-GfK Roper de Nation Brands, que criou um método de avaliação semelhante ao que marketing usa para estudar a imagem que marcas têm no mercado, o chamado “top of mind”. Nele, as nações são consideradas marcas, e milhares de pessoas são entrevistadas em todo o planeta para darem opinião livre sobre o que pensam de cada uma dessas “marcas-países”, criando um retrato de qual a imagem do país pelos olhos do resto do mundo.

Apesar da clara sensação de que o Brasil vem melhorando sua imagem internacional, e de que recebe mais atenção no mundo, isso não muda imediatamente a forma como o país é visto no resto do planeta, segundo Simon Anholt, assessor de política britânico e criador da pesquisa.

“O Brasil é considerado atraente, mas não é levado muito a sério pela população em geral”, explicou Anholt, em entrevista concedido ao blog “Brazil no Radar”, do Terra. “As pessoas não mudam suas opiniões sobre outros países muito frequentemente ou muito rapidamente.”

Segundo ele, essa imagem decorativa não precisa ser um problema para o país. “É uma grande ajuda para o turismo e as exportações de produtos leves e serviços como moda, música, e assim por diante. Mas, se o Brasil quer exportar mais produtos industriais e tecnológicos e serviços, e para exercer maior influência política e econômica, então a sua reputação de competência e confiabilidade precisa melhorar”, explicou.

O trabalho é de longo prazo, ele explica, e o Brasil está caminhando a passos muito lentos. Além disso, o país corre sérios riscos de piorar sua imagem durante a realização da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, segundo o pesquisador britânico.

Leia abaixo a entrevista completa concedida por Anholt

Pergunta – Os brasileiros gostam de dizer que o Brasil tornou-se “moda” no mundo, e que está mais famoso internacionalmente. Concorda que as pessoas sabem mais sobre o Brasil no resto do mundo?

Simon Anholt – Apesar de haver a sensação de que o Brasil está recebendo um tratamento mais frequente e positivo na mídia hoje em dia, isso não teve um impacto mensurável sobre a massa percepções globais sobre o País.

Desde 2005 eu venho publicando o índice Anholt-GfK Roper de Nation Brands, o estudo mais original e significativo sobre imagens nacionais. Já compilamos mais de 164 bilhões de pontos de dados sobre “como o mundo vê o mundo”. O ranking global de imagens de países no Índice (no ranking geral é uma média do que mais de 60% da população do mundo pensa sobre todos os aspectos dos 50 países da lista) é bastante estável, pois as pessoas não mudam suas opiniões sobre outros países muito frequentemente ou muito rapidamente.

O Brasil é um dos poucos países que mostra uma tendência geral de melhora, mas estamos falando apenas frações percentuais em cada ano, não o suficiente para afetar a sua classificação geral, que permanece mais ou menos fixa em 20º lugar.

Você costuma dizer que a Marca Brasil é de um país “decorativo, mas não útil”. A crise global ajudou o Brasil a melhorar sua imagem em economia? Como a imagem do Brasil evoluiu?

Anholt - Realmente, o perfil não tem evoluído muito, e quatro anos [desde o início da crise global, em 2008] é um tempo muito curto na vida de uma nação. O Brasil ainda é considerado atraente, mas não é levado muito a sério pela população em geral.

Entre as elites (por exemplo, políticos, diplomatas, jornalistas sérios, investidores) o quadro tende a ser mais complexo, mais positivo e mais volátil. Suspeito que, como resultado de conceitos como os países do BRIC, a opinião da elite, geralmente é mais positiva sobre o Brasil, mas pode-se demorar gerações para que isso se reflita na opinião pública.

A ausência de Lula no cenário internacional provavelmente já fez mais para diminuir o perfil do Brasil do que qualquer outro fator. Continue lendo

Pesquisa: japoneses são os que fazem menos sexo

Fernando Moreira, no Page not Found

Uma pesquisa de uma grande fabricante de preservativos revelou detalhes curiosos sobre o comportamento sexual em 37 países. Trinta mil pessoas foram entrevistadas. Vamos aos principais resultados:

FREQUÊNCIA

- Os japoneses são o povo que faz menos sexo no planeta. Apenas 27% da população tem uma relação por semana. Os britânicos ocupam a penúltima posição, com 55%.

- Quem mais faz sexo no mundo são os colombianos: 89% têm pelo menos uma relação sexual por semana. Os indonésios e os russos vêm em segundo lugar, com 88%. Em seguida: China e Portugal (85%).

Média mundial: 71%

PRELIMINARES

Quantos minutos você gasta nas preliminares? Os gregos venceram, com 21,2 minutos. Os brasileiros ficaram com o vice-campeonato, com 20,8%. Quem gasta menos tempo e vai mais rapidamente ao “vamos ver” são os tailandeses (11,2 minutos) e os malaios (12,5 minutos).

TEMPO DE DURAÇÃO

Novo vice-campeonato para os brasileiros. Somos os segundos que têm as relações mais demoradas: 27,2 minutos. Só perdemos para Hong Kong (29,4 minutos). Os mais rapidinhos são os franceses (14,3 minutos) e os britânicos (14,5 minutos).

ORGASMO FEMININO

As mulheres que “mais chegam lá” estão na Hungria: 75% das entrevistadas disseram ter orgasmo com os parceiros. As gregas vem em seguida (71%). As chinesas (23%) e as sul-coreanas (25%) são as que menos chegam ao clímax.

USO DE CAMISINHA

Os chineses são os que usam mais camisinha: 77% deles afirmaram ter usado preservativo na última relação. Os brasileiros ficaram na sexta posição (67%). Os tchecos são os que menos se protegem: apenas 38% usaram camisinha na última vez.

OUTROS RESULTADOS

- Entre todas as práticas sexuais, a mais popular no mundo é… a massagem! Especialmente para gregos e sul-africanos.

- Sexo oral é mais comum entre austríacos (80%) e brasileiros (77%).

- Suíços (77%) lideram o ranking das fantasias sexuais.

- Os tailandeses são os que mais aderem ao uso de materiais eróticos para aumentar a libido (68%).

- Masturbação: liderança para os suíços (96%). Na última posição ficaram os nigerianos: 30%. Um terço dos entrevistados faz pelo menos uma vez por semana: homens (43%) / mulheres (22%).

Ser mandona compromete a vida sexual, diz pesquisa

Michelle Achkar, no Portal Terra

Assumir a liderança e tomar todas as decisões a respeito da casa e da vida familiar não tem nada de errado, mas pode comprometer a vida amorosa. Uma pesquisa aponta que as “mandonas” no lar ficam até 100 vezes mais tempo sem fazer sexo do que as que costumam dividir as decisões com os companheiros. As informações são do site do jornal inglês Daily Mail.

O levantamento foi feito com mulheres em seis países da África, divididas em dois grupos: as que conduziam tudo sozinhas e as que discutiam e tinham a participação dos homens no planejamento e execução de tarefas, que incluem a definição do orçamento familiar semanal ou mensal, compras, visitas a amigos, consultas médicas, entre outros itens.

“Quanto mais decisões a mulher tomou sozinha, maior foi o tempo sem sexo, que aumentou de três a 100 vezes”, disse Michelle Hindin, professora da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, em Baltimore, Estados Unidos.

No entanto, os pesquisadores alertaram que a diminuição na frequência sexual também pode ser uma decisão das mulheres. Eles consideram que pode ser uma consequência do estilo mandão das parceiras, que poderia intimidar os homens, mas também uma atitude delas, que nem no quarto querem perder o controle e por isso não cedem à paixão.