Conteúdo marcado como Palavra

Tenho vocação para a tristeza, mas acredito demais na alegria

Tenho vocação para a tristeza, mas acredito demais na alegria
Nós hoje tendemos a focalizar só os fatos. Com isso, perdemos de vista a vida que, sendo o nosso maior bem, é efêmera. Como a vida tanto depende da atualidade quanto dos sentimentos, vou andar na contramão e falar sobretudo deles Betty Milan, na Veja On-Line Não sei quem é o autor desta frase que eu escrevi e atribuí ao personagem João no romance O Clarão. Ana, a heroína do […]

Record exige que Mangueira mude refrão para reportagem, mas escola recusa

Record exige que Mangueira mude refrão para reportagem, mas escola recusa
Publicado no SRZD A Rede Record convocou a Mangueira para uma reportagem, mas exigiu que a escola tirasse a palavra “orixás” do refrão do meio. A agremiação recusou mudar a letra da obra para a gravação. dica do Tom Fernandes

Emoji do coração é ‘palavra’ mais popular de 2014

Emoji do coração é 'palavra' mais popular de 2014
As variações do coração apareceram bilhões de vezes por dia em conversas e posts de todo o mundo neste ano Publicado na Veja on-line O símbolo do coração é a ‘palavra’ mais usada neste ano, de acordo com levantamento do Global Language Monitor divulgado neste fim de ano. Chamados de emojis, esses símbolos se popularizaram junto com a febre das redes sociais. As variações do coração apareceram bilhões de vezes por […]

É oficial: selfie em grupo é batizado de ‘usie’

É oficial: selfie em grupo é batizado de ‘usie’
Hoje mais populares nas redes sociais do que os selfies, retratos ‘de galera’ simbolizam as relações entre amigos Publicado em O Globo “Selfie” foi eleito o termo do ano em 2013 pelo Dicionário Oxford, mas, agora, há um novo termo sendo usado nas redes sociais: “usie”. Junção de “us” (“nós”, em inglês) com “selfie”, a palavra simboliza a crescente tendência das pessoas se apertarem na frente da câmera fotográfica — […]

Quintessência

Quintessência
Yago Licarião, no Retalhos e Frestas Poesia é a pobre maneira de traduzir em palavras os mistérios da vida e da morte. Estupefatos, reduzimos a letras o incompreensível. Ora, toda palavra é mera fração, fragmento, sempre incompletas, nunca acabadas. Incapazes de abarcar as revelações sensoriais, nos contentamos com ínfimas definições, sentenciamos o inefável. Todo poeta soçobra em angústia, decai em descontentamento. Nem seus olhos, boca e mãos se mostram suficientes […]