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A Bíblia é livro para criança

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Ariovaldo Ramos

“Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar… Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz… E isto vos servirá de sinal: encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada em manjedoura… E disse (Jesus): Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus.” Gn 3.15; Is 9.6; Lc 2.12; Mt 18.3

Criança! Está no centro da Bíblia!

No jardim a Trindade nos prometeu a Criança!

O antigo testamento conta com o Deus formou e conduziu um povo que a Criança, nascendo de mulher, pelo poder do Altíssimo, fosse trazida para a história, a fim de abençoar a humanidade.

O novo testamento conta como a Trindade formou e conduz o povo que leva a Criança a toda a humanidade para abençoar a nossa história, fazendo-a terminar em salvação.

E a Criança, que cresceu em graça e sabedoria, diante de Deus e dos homens, portanto, sem perder a “criancitude”, disse que quem quiser viver sob o reinado dos céus tem de se tornar criança.

Criança é a fase do ser humano onde o Pai é tudo, sabe de tudo, e pode tudo!

Criança confia no Pai, e não tem medo da vida, porque o Pai pode tudo!

Criança usa a sabedoria do Pai, e não tem medo do desconhecido, porque o Pai sabe tudo, de tudo!

Criança usa o discernimento do Pai, e sempre sabe o que é certo e o que é errado, porque o Pai discerne tudo!

Criança desfruta do sustento do Pai, e não tem medo do infortúnio, porque o Pai tem tudo.

Criança ama o Pai com tudo!

Criança obedece o Pai em tudo!

Criança depende do Pai em tudo e para tudo!

Criança descansa no Pai!

Criança, nos braços do Pai, está salva; é segura; se gosta, porque se sente amada; e é feliz!

O Deus Filho se fez criança para que todo o ser humano criança se deixe fazer.

O FIlho se fez criança para nos mostrar o Pai! O Pai que é tudo e, tudo, a nós, em nós, e, para nós, quer, e graças ao Filho, o pode ser.

A Igreja é a parte da humanidade que, por meio do Filho, foi adotada pelo Pai, e habitada pelo Espírito; recuperando, assim, a “criancitude”.

A Igreja é a parte da humanidade que sabe, que ser adulto é ser criança que cresceu em graça e sabedoria, diante de Deus e dos homens.

A Igreja proclama: O Pai nos mandou o Filho, o Filho nos leva de novo ao Pai e o Espírito nos faz nascer de novo, e faz, de nós, filhos, nos faz crianças de novo, crianças como todo ser humano deveria ser.

A Igreja convida: vem ser criança com a gente!

A Bíblia é o livro, cujo centro é a Criança! A Bíblia é o livro da Criança, para que crianças voltemos a ser… E para sempre. A Bíblia é livro para criança!

fonte: Facebook

Mulher mata namorado com os próprios peitos

Americana teria discutido diversas vezes com o companheiro antes do crime

Donna estaria bêbada e teria pressionado os seios contra o rosto do namorado, que morreu em seguida. Imagem ilustrativa

Donna estaria bêbada e teria pressionado os seios contra o rosto do namorado, que morreu em seguida. Imagem ilustrativa

publicado no R7

Aos 51 anos de idade e pesando 85 quilos, a norte-americana Donna Lange deverá ficar muitos anos na prisão sob a acusação de ter sufocado o namorado até a morte. De acordo com o jornal britânico The Sun, a arma utilizada no crime foi o par de peitos fartos que a suposta assassina possui.

Pouco antes do crime, os vizinhos do casal haviam escutado pelo menos duas discussões entre a dupla. Em um dos casos presenciados, Donna empurrou o namorado e, quando ele caiu no chão, ela subiu em cima dele pressionando os seios contra o rosto da vítima.

A polícia disse que Donna estava com um homem e duas outras mulheres na cena do crime, e que todos estavam muito embriagados.

De acordo com as autoridades, testemunhas afirmaram que o homem pode ter morrido de ataque cardíaco, enquanto outro vizinho afirmou que “ela o sufocou até a morte”.

Apesar da ação da polícia e dos paramédicos, quando estes chegaram ao local do crime em Everett, nos EUA, não foi possível salvar a vida do homem de 51 anos. Ele foi declarado morto em seguida no Centro Médico Sueco de Washington.

 

Inglesa com câncer terminal se cura após gastar todas as economias em viagem de despedida

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Lisa com segura o cachorro da família na foto com seu marido e filhas Foto: Reprodução / site “Daily Mail”

Publicado por Extra

Uma inglesa considerada doente terminal devido a um câncer no pulmão se curou após gastar todas as suas economias para criar memórias com a família, de acordo com o site “Daily Mail”.

Lisa Russel, de 37 anos, já havia planejado o seu funeral e até mesmo escrito cartas se despedindo de suas filhas Chloe e Geórgia. Ela e o seu marido, Anthony, decidiram então dar para as meninas o melhor ano da vida delas. Eles então pegaram sua poupança e gastaram em viagens.

Lisa queria deixar memórias boas para as filhas Chloe e Geórgia Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

Lisa queria deixar memórias boas para as filhas Chloe e Geórgia Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

— Eu era muito nova quando perdi minha mãe. Foi horrível imaginar que elas pudessem crescer sem mim. Poder dizer a elas que eu não ia a ligar nenhum foi o melhor momento da minha vida — contou.

Lisa lembra que fumava dez cigarros por dia e começou a tossir muito. Em 2009, ela resolveu visitar um médico e foi diagnosticada com câncer de pulmão.

Antes e depois: Lisa quando precisou raspar o cabelo para o tratamento de quimioterapia Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

Antes e depois: Lisa quando precisou raspar o cabelo para o tratamento de quimioterapia Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

Na época, os médicos disseram que seu câncer não tinha como operar, mas que o tratamento com quimioterapia lhe daria mais 18 meses de vida com a família:

— Eu não queria que a história se repetisse, então eu prometi criar tantas memórias maravilhosas para minhas filhas quanto fosse possível.

Lisa e Anthony organizaram até um casamento. Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

Lisa e Anthony organizaram até um casamento. Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

Ela gastou mais de R$ 65.000,00 em viagens para Lanzarote, Bulgária e Turquia, além de organizar um casamento com o marido para que as filhas assistissem.

— Era impossível esquecer o câncer, mas ver as meninas se jogar no mar e brincar na praia foi fantástico — lembrou.

A família durante uma das viagens Foto: Reprodução / Site "Daily Mail"

A família durante uma das viagens Foto: Reprodução / Site “Daily Mail”

Na volta para casa depois da viagem, já haviam passado os 18 meses de vida estipulados pelos médicos. Lisa continuou fazendo check-ups a cada três meses, sem mudar a perspectiva.

Lisa brinca com as filhas em uma das viagens Foto: Reprodução / SIte "Daily Mail"

Lisa brinca com as filhas em uma das viagens Foto: Reprodução / SIte “Daily Mail”

De repente, em abril de 2012, tudo mudou. Três anos após o diagnóstico original, ela fez mais uma biópsia de rotina e recebeu a notícia que o tumor tinha encolhido tanto que os médicos não conseguiam mais encontrá-lo.

— Eu não podia acreditar. Comecei a rir. Me sinto tão sortuda.

Por uma sociedade melhor, meninos deveriam brincar de boneca e de casinha

 Menino brinca de boneca em católogo Foto: Reprodução da web

Leonardo Sakamoto, no Blog do Sakamoto

Tenho dado bonecas de pano de presente para filhos de alguns amigos. Há algumas lojas que vendem brancas, negras, indígenas, asiáticas.

Diante do estranhamento dos pais (“Ah, mas ele é menino!”), tento explicar que brincar de boneca e de casinha deveria ser algo incentivado a ambos os sexos.

Formaríamos homens mais conscientes e menos violentos se eles entendessem, desde cedo, que cuidar de bebês, cozinhar, limpar a casa não são tarefas atreladas a um gênero, mas algo de responsabilidade do casal. Não há nada mais anacrônico do que tomar como natural que o homem deve sair para caçar e a mulher ficar cuidando da tenda no clã. Em alguns países, após um período inicial de licença maternidade básica, o casal escolhe quem continua fora do trabalho para cuidar do pimpolho. Podem decidir, por exemplo, que ele ficará em casa e ela irá para a labuta.

Enquanto isso, damos armas e espadas de brinquedo para os meninos. Dia desses, vi um par de pequeninas luvas de boxe expostas em uma loja – para lutadores de seis anos. Evoluímos como sociedade, mas continuamos fomentando a agressividade entre eles como se fosse algo bom. A indústria de brinquedos, com raras exceções, trabalha com essa dualidade “meninas precisam aprender a cuidar da casa e ficar bonitas para os meninos” e “meninos precisam aprender a governar o mundo”. Quem quer romper com isso encara certa dificuldade para encontrar produtos.

O filho de um amiga ganhou de presente um kit de panelinhas, prato e talheres de brinquedo. Ele adora. Mas foi duro encontrar um modelo que não tivesse estampas com desenhos de meninas. Isso sem contar as caixas, que trazem garotas brincando de cozinha, como se o produto não pudesse ser utilizado por garotos também. Isso sem falar dessa imbecilidade de que rosa é cor de menina e azul de menino. Quando alguém começa a defender esse maniqueísmo pobre, dá uma preguiça…

Brinquedos não deveriam trazer distinção de gênero. Ou como diz uma imagem que estava correndo o Facebook: “Como saber que um brinquedo é para menino ou para menina?” E faz uma pergunta: “Vibra?” Se a resposta for sim, não é para crianças. Se a resposta for não, vale para ambos os sexos.

O homem é programado, desde pequeno, para que seja agressivo. Raramente a ele é dado o direito que considere normal oferecer carinho e afeto para outro ser em público. Ou cuidar de bebês e da casa. Manifestar sentimentos é coisa de mina. Ou, pior, é coisa de “bicha”. De quem está fora do seu papel. Papel que é reafirmado diariamente: dos comerciais de produtos de limpeza em que só aparecem mulheres sorrindo diante do novo desentupidor de privadas até a escolha de determinados entrevistados por nós jornalistas, que também dividimos o mundo entre coisas de homem e de mulher. “Ah, mas o mundo é assim, japa.” Não, não é assim. Nós que não deixamos ele ser diferente.

Homens que trabalham no Brasil gastam 9,5 horas semanais com afazeres domésticos, enquanto que as mulheres que trabalham dedicam 22 horas semanais para o mesmo fim. Os dados são da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Com isso, apesar da jornada semanal média das mulheres no mercado ser inferior a dos homens (36 contra 43,4 horas, em termos apenas da produção econômica), a jornada média semanal das mulheres alcança 58 horas e ultrapassa em mais de cinco horas a dos homens – 52,9 horas – somando com a jornada doméstica. Ou 20 horas a mais por mês. Ou dez dias por ano.

A análise mostra também que 90,7% das mulheres que estão no mercado de trabalho realizam atividades domésticas. Enquanto isso, entre nós homens, esse número cai para 49,7%. Porque brincar de casinha é coisa de menina.

Trabalho doméstico não é considerado trabalho por nossa sociedade, mas sim obrigação, muitas vezes relacionado a um gênero, que tem o dever de cuidar da casa. Às vezes, o casal trabalha fora e, nesse caso, terceiriza-se o serviço doméstico para outra mulher, seja ela babá, faxineira ou cozinheira. Sem, é claro, garantir a elas todos os direitos trabalhistas porque, até o Congresso Nacional aprovar nova lei, são cidadãs de segunda classe. E, diante da possibilidade de pagar direitos trabalhistas a quem faz o trabalho doméstico, a classe média pira.

A disputa é no campo do simbólico e, portanto, fundamental. Todos nós, homens, somos inimigos até que sejamos devidamente educados para o contrário. E os brinquedos que escolhemos para nossos filhos fazem parte dessa longa caminhada a fim de garantir um mínimo de decência para com o sexo oposto.

Abaixo, vídeo de uma sensacional campanha do governo do Equador contra o machismo que traduz em imagens o que quero dizer:

dica do Sidnei Carvalho de Souza

imagem: campanha da Top Toy, na Suécia

Mais uma vez crianças nos dando lições valiosas

publicado no Razões para Acreditar

“Ontem minha mãe postou uma foto no Facebook do meu irmão Sam, de 5 anos, usando um par de sapatos que ele escolheu para usar no seu primeiro dia de aula na escola.

Ela tentou explicar para ele na loja que os sapatos foram feitos para garotas. Sam respondeu que não se importava e que “ninjas podem usar sapatos rosa também”.

Sam foi para a escola e recebeu diversos elogios sobre os seus sapatos novos. Nenhuma criança disse algo de negativo sobre eles.No entanto, minha mãe recebeu cerca de 20 comentários sobre a foto de vários membros da família dizendo o quão “errado” é isso e como “coisas como essa irão afetá-lo socialmente”. Minha tia-avó foi ainda mais eloquente dizendo que “essa merda vai transformá-lo em um gay.”Minha mãe apagou a foto da internet e disse ao Sam que ele pode vestir o que ele quiser para ir à escola, que essa é uma decisão só dele. Se ele quiser usar sapatos cor de rosa, ele pode usar sapatos cor de rosa.Sam, então, explicou-lhe que ele não gostava dos sapatos por eles serem cor de rosa, mas porque eles foram “feitos de zebras” e zebra é o seu animal favorito.

O que dizer de uma sociedade quando um grupo de adultos deveria ter aulas sobre humanidade com uma turma de crianças?”