Religioso, casal cria site de swing para troca de parceiros cristãos e versículos da Bíblia

Cristy e Dean Parave criaram um site voltado para pessoas religiosas e adeptas da troca de casais. “Não acho que Deus está condenando o que estamos fazendo”, diz americana

Cristy Parave e seu marido, Dean, afirmam não ter nenhum receio de encontrar outros casais e apresentá-los ao estilo de vida dos dois (foto: Reprodução / Facebook Cristy Parave)
Cristy Parave e seu marido, Dean, afirmam não ter nenhum receio de encontrar outros casais e apresentá-los ao estilo de vida dos dois (foto: Reprodução / Facebook Cristy Parave)

Publicado na Marie Claire

Um casal da Flórida vem mudando a maneira que as pessoas, especialmente as mais religiosas, praticam sua fé. Eles criaram um site de swing, a troca de parceiros sexuais, voltado para os cristãos adeptos da prática.

Cristy Parave e seu marido, Dean, afirmam não ter nenhum receio de encontrar outros casais e apresentá-los ao estilo de vida dos dois, basicamente trocando parceiros e versículos da Bíblia, segundo o “New York Post”.

Os dois, que são fisiculturistas, disseram estar cansados de procurar casais pela internet que não atendiam às expectativas de ambos e resolveram criar seu próprio site, o FitnessSwingers.com. Desde então, têm viajado pelos Estados Unidos, encontrando outros casais que querem compartilhar de sua sagrada liberdade sexual.

O casal, que se conheceu durante uma competição de fisiculturismo, diz não se importar com o que os outros pensam sobre eles e acreditam que Deus também não acha que eles estejam maculando sua fé.

“Não acho que Deus está condenando o que estamos fazendo”, diz Cristy. “No início, eu tive um conflito, mas quanto mais cremos nele, mas faz sentido para a gente.” A fisiculturista de 44 anos afirma sentir que “a humanidade foi criada para se divertir e se relacionar sexualmente um com o outro”.

“Sinto que Deus está sempre comigo e ele nos colocou aqui por algum motivo”, completa. Os dois pesos-pesados cristãos estão juntos há 20 anos e começaram a dar suas escapadas na relação após terem conhecido outro casal amante dos halteres que, sem pestanejar, os convidou para um swing.

“Eu era tão ingênua, pensei que eles estavam falando sobre a dança”, conta Cristy. “Depois, quando chegamos em casa e procuramos pelo termo na internet pareceu excitante.”

O casal têm viajado pelos Estados Unidos, encontrando outros casais que querem compartilhar de sua sagrada liberdade sexual (foto: Reprodução / Facebook Cristy Parave)
O casal têm viajado pelos Estados Unidos, encontrando outros casais que querem compartilhar de sua sagrada liberdade sexual (foto: Reprodução / Facebook Cristy Parave)

dica do Deiner Urzedo

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Beijo ajuda a avaliar parceiros e a manter relacionamentos

Jan Hoffman do”New York Times” [via  Folha de S.Paulo]

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Há atividades que são comuns à maioria dos humanos e das quais gostamos imensamente, sem pensar muito a respeito. Mas, de vez em quando, os pesquisadores sentem a necessidade de tentar entendê-las. Recentemente, psicólogos experimentais da Universidade de Oxford, no Reino Unido, exploraram a função do beijo nos relacionamentos românticos. Eles acharam complicado.

Após realizarem uma pesquisa on-line com 308 homens e 594 mulheres com idades entre 18 e 63 anos, a maioria da América do Norte e Europa, os pesquisadores concluíram que o beijo pode ajudar as pessoas a avaliar potenciais parceiros e depois a manter esses relacionamentos.

“A alteração de propósito do comportamento é muito eficiente”, disse Rafael Wlodarski, coordenador do estudo.

Mas outra hipótese sobre o beijo –que sua função seria elevar a excitação sexual e preparar um casal para o coito– não se sustentou.

Os participantes da pesquisa foram questionados sobre as atitudes em relação ao beijo durante diferentes fases dos relacionamentos românticos. Também foram questionados sobre seu histórico sexual –por exemplo, se eles eram mais inclinados a encontros casuais ou a relações prolongadas e comprometidas.

Pesquisas anteriores haviam sugerido que, num novo relacionamento, o beijo romântico serve para empurrar dois relativos estranhos para o espaço um do outro. Poderia ser uma espécie de entrevista primária: será que essa pessoa pode ser um(a) parceiro(a)?

Os resultados de Wlodarski sugerem uma dinâmica mais nuançada. Os participantes geralmente apontavam o beijo em relações casuais como sendo mais importante antes do sexo, menos importante durante o sexo, ainda menos importante depois do sexo e minimamente importante “em outros momentos”.

Pesquisas anteriores já demonstraram que três tipos de pessoas tendem a ser mais exigentes na seleção de parceiros geneticamente aptos e compatíveis: as mulheres, os que se consideram altamente atraentes e os que preferem o sexo casual.

Nesse estudo, essas pessoas disseram que o beijo era importante principalmente no começo de um relacionamento.

Isso pode ocorrer porque, para esses indivíduos, o beijo acaba sendo uma forma rápida e fácil de testar a adequação de um parceiro. Depois desse primeiro beijo, esses tipos têm muito mais propensão do que outros participantes a mudar de ideia sobre um parceiro em potencial, segundo os pesquisadores. Se o beijo dele não é bom, esqueça-o.

Mas outras pessoas poderiam usar critérios diferentes para avaliar parceiros: os homens, os que se julgam sexualmente menos atraentes e pessoas buscando compromisso. Na busca mais ampla por um parceiro, esses indivíduos procuram pessoas que pareçam ter inclinação e recursos para um relacionamento longo. E para elas, conforme mostrou o estudo, o beijo tem uma prioridade menor no começo do namoro.

Particularmente no caso de homens e mulheres que buscam relacionamentos de longo prazo, o beijo serve a outros propósitos, como à reafirmação do relacionamento. Eles usam seu músculo orbicular da boca para mediar, aperfeiçoar e sustentar seus vínculos.

Essas pessoas consideraram o beijo como sendo igualmente importante antes do sexo e “em outros momentos não relacionados ao sexo”. Para esses participantes, o beijo menos importante era o que ocorria durante o sexo.

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Mulheres têm média de 107 peças de roupa, mas dizem não ter o que vestir

Posts de fotos nas redes sociais contribuem para insatisfação delas com as próprias roupas (foto: Getty Images)
Posts de fotos nas redes sociais contribuem para insatisfação delas com as próprias roupas (foto: Getty Images)

Publicado no Terra

Se você reclama do seu guarda-roupa, saiba que não é a única. Uma pesquisa realizada pela Sharps Bedrooms, no Reino Unido, constatou que as mulheres possuem, em média, 107 peças de roupa, mas, pelo menos uma  vez por semana, dizem que não têm o que vestir. Um dos motivos são as fotos postadas nas redes sociais, que fazem com que achem que os modelitos já estão ultrapassados. Os dados são do jornal Daily Mail.

As roupas também são consideradas inadequadas por estarem apertadas demais, grandes, não-lavadas ou amassadas. As entrevistadas consideraram que 36% dos itens de vestuário que possuem não são usáveis e declararam que ainda não estrearam 15% deles.

A pesquisa também descobriu que 67% delas acham traumático ter que encontrar algo para vestir para um evento especial e 64% sempre acabam comprando algo novo. Além disso, 36% adquirem roupas e, em seguida, as escondem dos parceiros.

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Facebook encabeça projeto para levar web a 5 bilhões de pessoas

Samsung, Nokia e Ericsson são parceiras. Estratégia de ação ainda não é clara

Mark Zuckerberg fala durante o lançamento do novo celular do Facebook com sistema Android (foto: Justin Sullivan/AFP)
Mark Zuckerberg fala durante o lançamento do novo celular do Facebook com sistema Android (foto: Justin Sullivan/AFP)

Publicado na Veja online

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, anunciou nesta quarta-feira o lançamento de um projeto que pretende promover o acesso à internet a 5 bilhões de pessoas no planeta. São parceiros da iniciativa grandes empresas do setor de tecnologia, como Samsung, Nokia, Opera, Media Tek, Ericsson e Qualcomm, que concentraram esforços no site internet.org. “Durante nove anos, eu estive envolvido em uma missão para conectar o mundo”, afirmou Zuckerberg em um post em seu perfil no Facebook. “Para realizar o sonho de conectar os 5 bilhões, seremos obrigados a resolver um grande problema: a grande maioria da população que não tem acesso à internet.”

As companhias não ofereceram detalhes sobre o papel de cada uma no projeto, tampouco de que forma ele pode promover a conexão à web. A composição do time, contudo, sugere que a conexão se derá por via móvel, uma vez que os participantes são especializados nesse setor. Por exemplo, tanto a sueca Ericsson quanto a taiwanesa Media Tek têm experiência na área de comunicação sem fio e infraestrutura de redes móveis. A sul-coreana Samsung e a finlandesa Nokia são especializadas no desenvolvimento de celulares, smartphones e tablets – muitos dos quais utilizam processadores e componentes desenvolvidos pela americana Qualcomm. Por sua vez, a norueguesa Opera é capaz de desenvolver plataformas de navegação na web.

“Conectar 5 bilhões de pessoas será um grande esforço global que exigirá inovação contínua. Desenvolvedores, operadoras móveis e fabricantes de dispositivos trabalharão juntos para introduzir modelos empresariais que proporcionem às pessoas mais formas para acessar a internet”, diz texto presente na página.

De acordo com dados divulgados pelo próprio Facebook, 2,7 bilhões de pessoas têm acesso à rede mundial de computadores atualmente. O número, que representa um terço da população mundial, leva em conta o acesso a partir de diversos dispositivos, incluindo os móveis como celulares, smartphones e tablets.

No Brasil, o Facebook fechou acordo com as principais operadoras para oferecer seus serviços gratuitamente aos usuários de celulares de baixo custo. A rede tem 76 milhões de usuários ativos por mês no país, dos quais 44 milhões acessam o serviço a partir de dispositivos móveis.

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Quase quatro em cada dez assassinatos a mulheres são cometidos pelo marido

Dado faz parte de levantamento feito pela OMS, que considera violência às mulheres um problema de saúde pública com proporções epidêmicas

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Publicado originalmente na Veja

Quase quatro em cada dez (38,6%) mulheres assassinadas no mundo foram mortas por seus maridos ou namorados, revelou um novo estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre violência contra pessoas do sexo feminino. Por outro lado, esposas e namoradas são responsáveis por “somente” 6,3% dos assassinatos a homens.

A taxa de homicídios de mulheres cometidos por seus parceiros varia de acordo com o país. A taxa mais elevada é observada em países asiáticos, onde quase 60% dos assassinatos a mulheres são cometidos pelos maridos ou namorados. A região com a menor porcentagem é da mediterrânea (14,4%).

O trabalho da OMS também mostrou que mais de um terço de todas as mulheres do mundo é vítima de violência física ou sexual, e na maioria das vezes o abuso acontece por parte de seu marido ou namorado.

Diante desses números, a organização afirmou que o quadro representa um problema de saúde global com proporções epidêmicas. De acordo com a OMS, problemas de saúde comuns decorrentes desses abusos incluem ossos quebrados, contusões, complicações na gravidez, depressão e outros transtornos mentais.

Estatística — A pesquisa da OMS, divulgada nesta quinta-feira, foi feita em parceria com a Faculdade de Higiene e Medicina Tropical de Londres e com o Conselho Sul-africano de Pesquisa Médica. Os autores do estudo procuraram por todos os estudos sobre o assunto publicados nos últimos 20 anos e analisaram dados estatísticos de 169 países. Para chegar aos resultados finais, a equipe considerou 118 pesquisas que envolveram, ao todo, quase 500.000 pessoas.

“Nossos resultados sublinham que as mulheres são desproporcionalmente mais vulneráveis do que os homens a sofrerem violência e assassinato cometidos pelo próprio parceiro, e suas necessidades foram negligenciadas por muito tempo”, diz Heidi Stöckl, pesquisadora da Faculdade de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

Em um comentário anexado ao estudo, Rosana Norman, pesquisadora do Instituto Infantil de Pesquisa Médica Queensland, Austrália, disse que esses resultados “têm implicações importantes para esforços em prevenir homicídios cometidos por parceiros íntimos e a necessidade de futuras pesquisas.”

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