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Americano enche casa com coleção de mais de 2 mil Barbies

Stanley Colorite diz que acervo ocupa quatro cômodos da residência. Namorado do colecionador contribuiu com mil bonecos Ken.

Acervo começou há 16 anos e toma quartro cômodos da casa (Foto: Reprodução)

Acervo começou há 16 anos e toma quartro cômodos da casa (Foto: Reprodução)

publicado no Planeta Bizarro

O americano Stanley Colorite, de 41 anos, comprou sua primeira boneca Barbie em 1997 e, 16 anos depois, o morador de Stanley, na Flórida, já acumula mais de 2 mil bonecas, assim como incontáveis acessórios dos brinquedos. O homem afirma que o hábito se tornou muito caro, e já chegou a gastar R$ 60 mil por ano (veja o vídeo, em inglês).

Stanley Colorite afirma ter gastado mais de R$ 60 mil por ano para manter coleção (Foto: Reprodução)

Stanley Colorite afirma ter gastado mais de R$ 60 mil por ano para manter coleção (Foto: Reprodução)

De acordo com o site “Oddity Central”, a coleção já ocupa quatro cômodos da residência de Colorite, mas o americano não tem medo do acervo ocupar todos os quartos; o homem considera até colar as bonecas no teto caso não sobrem opções para comportas os objetos.

O parceiro de Stan, Dennis Schilicker, conheceu o colecionador há 13 anos, e decidiu contribuir com o acervo. Dennis focou no boneco Ken, e já conta com mais de mil bonecos, incluindo todas as edições lançadas nos EUA.

 

Assim vivemos, assim clamamos

Imagem: Google

Imagem: Google

Ricardo Gondim

Vivemos como pêndulos. Suspensos por fios de seda, nada podemos contra o tiquetaquear inclemente do tempo. Ninguém é autônomo. Muitas vezes dependemos de mãos desconhecidas para nos manter em pé. Não passamos de um delicado cristal, perigosamente estilhaçável por qualquer descuido alheio. Nossas carências aparecem na perene busca de um colo que nos acolha.

Vivemos no limiar da morte. Somos torturados pela Fortuna – deusa que se esconde em esquinas sombrias, sempre se esgueirando de quem a procura. Padecemos de um mal incontornável: solidão. Quem entende os lamentos que mal conseguimos expressar?

Vivemos rodeados por minas prestes a arrancar as nossas pernas. Temos medo dos silêncios. Reticências parecem ardis; falas, contrafações; gestos, seduções; travessias, becos sombrios. Vielas se contorcem feito labirinto diante de nosso olhar. Fatigados, notamos que a jornada se alonga; e nós nos dissolveremos antes de entendermos o que jaz além.

Vivemos na ante-sala do desespero. Lucidez livresca não aplaca o choro do coração. Insanidade poética não basta para espairecer a sede do espírito. Rigidez religiosa não consegue aquietar os sentimentos viscerais. Sabemo-nos incompletos. Vemo-nos retalhados. Reconhecemo-nos bestiais.

Vivemos nas franjas de um oásis transcendental. Ouvimos o murmúrio de águas, paradoxalmente próximas, mas inalcançáveis. E diante da proximidade da alegria, murmuramos: “Até quando, Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre? Até quando ocultarás de mim o rosto? Até quando estarei eu relutando dentro de minha alma, com tristeza no coração cada dia? Atenta para mim, responde-me Senhor, Deus meu! Ilumina-me os olhos para que eu não durma o sono da morte” (Salmos 13).

Soli Deo Gloria

Fonte: site do Ricardo Gondim

Cardeal que participou de eleição do papa diz que pedofilia ‘não é crime’

Sacerdote sul-africano defende que pedófilos ‘são doentes’ e não podem ser punidos; declarações causam indignação entre vítimas de abusos

Para Cardeal Napier, pedófilos 'não merecem' ser punidos foto:  Reuters

Para Cardeal Napier, pedófilos ‘não merecem’ ser punidos
foto: Reuters

Publicado por BBC Brasil [ via iG]

O arcebispo sul-africano Wilfrid Fox Napier – um dos 115 cardeais que participaram da eleição do novo papa – defendeu neste sábado que a pedofilia seria uma “doença” psicológica, “não uma condição criminal”, causando indignação entre especialistas e vítimas de abusos de sacerdotes da Igreja Católica.

Em entrevista à Radio 5, da BBC, Napier disse que, no geral, pedófilos são pessoas que sofreram abusos quando eram crianças e por isso eles precisam ser examinados por médicos especializados.

“(A pedofilia) é uma condição psicológica, uma desordem”, afirmou o arcebispo. “O que você faz com transtornos? Você tem que tentar consertá-los.”

Napier disse que conhecia pelo menos dois sacerdotes pedófilos, que teriam sofrido abusos quando crianças.

“Se alguém ‘normal’ escolher quebrar a lei, sabendo que está quebrando a lei, então eu acho que precisa ser punido”, disse.

“Agora não me diga que essas pessoas (pedófilos) são criminalmente responsáveis, como alguém que escolhe fazer algo assim. Eu não acho que você pode realmente tomar a posição de dizer que a pessoa mereça ser punida. Ele mesmo foi afetado (na infância).”

As declarações foram feitas em um momento em que a Igreja Católica está bastante abalada por causa dos escândalos de abusos sexuais cometidos por seus sacerdotes em diversos países.

Indignação
Os comentários de Napier foram amplamente criticados por especialistas, vítimas dos padres pedófilos e grupos de defesa dos direitos das crianças.

“Pode ser que (pedofilia) seja uma doença, mas também é um crime e os crimes são punidos. Os criminosos são responsabilizados pelo que fizeram e o que fazem”, diz Barbara Dorries, que foi vítima de abusos por parte de um padre quando era criança e hoje trabalha para uma ONG com sede em Chicago que trata do tema.

“Os bispos e os cardeais contribuíram muito para que esses predadores seguissem em frente, sem serem presos, e também para manter esses segredos dentro da igreja.”

Para Michael Walsh, que escreveu uma biografia do falecido papa João Paulo 2º, as declarações do cardeal Napier refletem uma posição que já foi comum na Igreja Católica no Reino Unido e nos Estados Unidos.

“Eles chegaram a acreditar que essa era uma condição que podia ser tratada. Muitos bispos simplesmente mudaram o lugar de atuação de seus sacerdotes e tentaram esconder o fato de que eles tinham cometido esses crimes”, afirmou Walsh à BBC.

Marie Collins, outra vítima de abusos, acredita ser “terrível” o fato de um cardeal – integrante da alta hierarquia da Igreja – manifestar uma opinião desse tipo. “Ele ignora totalmente o lado da criança”, diz.

dica do Fabio Martelozzo Mendes

Pastor para adolescente: ‘Jesus apoia o sexo entre nós’

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Fernando Moreira, no Page not Found

Um pastor evangélico de Hammond (Indiana, EUA) admitiu ter tido um relacionamento sexual com uma menor de idade. Jack A. Schaap (foto) fez um acordo com a promotoria a fim de ter a pena reduzida para dez anos de prisão.

Na investigação, a polícia descobriu que Schaap enviara mensagens por celular à adolescente afirmando que “Jesus apoiava uma relação sexual” entre os dois. Schaap era conselheiro espiritual da jovem.

“Você abriu totalmente o seu coração para mim. Você fez de mim mais do que um pastor. Você fez de mim seu amigo e seu confidente, seu amado. Você me deu sua confiança, seu coração, seu amor, sua afeição”, escreveu pelo celular o pastor, que acabou sendo demitido da Primeira Igreja Batista de Hammond.

De acordo com promotores, a jovem havia sido encaminhada ao pastor por apresentar um comportamento autodestrutivo, de acordo com reportagem do “Chicago Tribune”.

dica do Nietzsche Ribeiro Robson