Padre Marcelo Rossi faz apelo: “nunca vote em um religioso”

Após um período de depressão, no qual sofreu uma transformação na aparência, o religioso desabafou sobre sua frustração na política e como se recupera de uma dieta absurda que ele mesmo criou

Luisa Migueres, no Terra

 Padre Marcelo Rossi em 2012 e em 2013, já bem mais magro (foto: Edson Lopes Jr/Terra/Leo Franco e Thiago Duran / AgNews)
Padre Marcelo Rossi em 2012 e em 2013, já bem mais magro (foto: Edson Lopes Jr/Terra/Leo Franco e Thiago Duran / AgNews)

No momento que conversamos com o Padre Marcelo Rossi por telefone, seu nome era um dos mais comentados no Twitter. O motivo? Sua aparência. Há pouco mais de um ano, o religioso perdeu, de forma repentina, mais de 30 kg, mas há quem ainda leve um susto ao ver como a mudança não corresponde nada à lembrança do padre disposto e carismático do início dos anos 2000.

Sem rodeios, Padre Marcelo falou abertamente ao Terra sobre o que estava por trás da transformação: uma depressão silenciosa, agravada por uma dieta que consistia em apenas folhas de alface, cebolas e três hambúrgueres por dia. “Eu sofri tudo calado, mas nunca deixei de celebrar uma missa”, lembra. A aparência se tornou uma espécie de fardo para o padre, que não sabe dizer ao certo quem o cobrava pelo sobrepeso e, em seguida, pela magreza excessiva. “Dizem que os fiéis comentam sobre meu peso. Mas eu tô ótimo.”

A prova, segundo ele, são os 12 km que ele corre todos os dias na esteira. Exceto pela noite anterior à nossa entrevista, quando ficou frustrado com o debate entre os presidenciáveis, exibido na quinta-feira (16) pelo SBT. “Foi horrível. Eu queria saber sobre educação, saúde e projetos. Não queria saber de brigas”, desabafou, deixando espaço para expor a sua opinião política a respeito de outro tema pertinente às eleições deste ano.

Terra – Nessas eleições vimos muito do embate entre evangélicos ou cristãos defendendo certas posições mais conservadoras. Tivemos até um pastor como candidato à presidência da República. O que o senhor acha disso?
Padre Marcelo Rossi – Eu sou totalmente contra, seja padre ou pastor. Está errado. Ou você é um líder religioso, ou você é um líder político. Pode colocar minhas palavras: “Nunca vote em nenhuma pessoa religiosa”. A Igreja Católica viveu isso, a união de Estado, política e religião. Foi a pior fase. Pode ver que a Igreja Católica é a única que não tem candidato. Ela pode até dizer que gosta, mas nunca indica. Eu tenho medo. A pior coisa é fanático. Fuja dessas pessoas, que são as mais perigosas e as que se corrompem mais facilmente.
publicidade

Afinal, Padre, como o senhor conseguiu se desvencilhar da crise de depressão sofrida no ano passado?
Eu não fiz uso nenhuma vez de antidepressivo. Eu consegui, é possível. Eu acho isso legal. Eu dizia para as pessoas que depressão era frescura, mas serviu para calar a minha boca. Ela não escolhe idade nem classe social. Eu tive que passar por isso para ajudar outras pessoas.

Quais foram as mudanças na sua vida desde então?
Foram seis meses. Eu terminei saindo mesmo dessa depressão com uma matéria no Fantástico, quando eu estava pesando quase 60 kg. Para um ex-atleta como eu, é complicado. Eu voltei para o meu peso de 80 kg e pouco. Mas eu não tô com fobia de peso. Eu tô me alimentando bem, eu faço 12 km por dia diariamente, pelo menos, na esteira. Não dá pra correr na rua, porque não deixam.

Como você percebeu que havia tomado uma decisão equivocada com essa dieta?
O meu problema foi que quis fazer minha dieta à parte. A gente pensa que sabe, porque trabalhei com isso. Tudo que é rápido, tem suas consequências. Foi bom, porque se eu não passasse por isso, não iria reconhecer o que é depressão. Não vejo nada negativo. Não tenho nada contra, mas saí sem remédio. Se tivesse buscado um profissional do jeito que eu tava, ele teria me dado antidepressivo. E aí estaria tomando até agora.

De onde vinha essa cobrança em relação à sua aparência?
Dizem que os fiéis comentam sobre meu peso. Eu tô ótimo, isso ficou no passado. Não dá para me comparar com cinco anos atrás. Eu falo “mãe, eu tô ótimo, eu não vou ficar gordo ou ficar puxando ferro”, e alguém que corre 12 km todos os dias tem que estar bem.

O senhor acha que a fama pode ter sido um dos agravantes dessa depressão?
A fama pode ser um dos fatores. Mas a sociedade faz isso. Você tem celular? Usa internet? Na hora de dormir, você colocar o despertador? Olha o celular antes de dormir? Na hora de almoçar ou jantar, você leva o celular? Então você pode ter uma depressão. As coisas passam muito rápido. As pessoas não se dão conta.

Receber pedidos de ajuda de pessoas com os mesmos problemas pode ter feito do senhor uma espécie de catalisador?
Eu recebo muitos desabafos, que têm a ver com ansiedade, que levam à depressão. E eu vivi isso. Acaba te fazendo mal.

O início dos anos 2000 marcou o auge da sua exposição da mídia. O que mudou desde então?
Eu continuo na mesma mídia, o que mudou foi que as pessoas achavam que eu era fogo de palha. Recentemente, saiu uma matéria dizendo que eu havia sido investigado pelo Vaticano. Realmente teve um período que houve uma cortada, que não me deixaram chegar até o Papa. Mas esse mesmo Papa, o Bento XVI, me deu apoio. Eu só não sei qual foi o objetivo dessa matéria, se fosse em 2010 eu até entenderia. Mas isso não muda nada pra mim.

Essa história de que o Vaticano investigou o seu trabalho durante dez anos surgiu durante a gestão do Papa Bento XVI. Alguma coisa mudou desde que o Papa Francisco assumiu o posto?
Ele foi bem claro dizendo “não se acomode”. Quando você recebe o título de evangelizador moderno, não acabou por aí. Ele poderia me combater, mas ele me apoiou.

A sua carreira sofreu os efeitos da internet na indústria fonográfica nos últimos anos? Ou o seu público ainda é predominantemente formado por quem compra CDs?
Eu nunca senti. Eu sinto que as pessoas mais simples se sacrificam, por serem católicos, eles sabem que é pecado comprar uma coisa pirata. Eu sei que pode ser caro, mas tudo o que é dado de graça, as pessoas não valorizam. Eles têm essa consciência. Esse dinheiro vai para a capela, para o Santuário. Poderia ficar pra mim, mas eu não quero.

Esse seu novo trabalho foi feito para as pessoas que também sofreram de depressão?
Como no ano passado eu caí nessa depressão e foi público, eu tinha esse plano para ajudar pessoas com isso nesse ano. Esse CD [O Tempo de Deus] é um projeto duplo. Ele foi lançado agora pela Sony, e ano que vem complementa com um livro, que vai sair com outro título. Mas é um projeto só. Philia, o livro, é contra depressão, ansiedade etc. O livro já está pronto com a Editora Globo. Eu devo lançar em março. O CD eu quis lançar primeiro porque o brasileiro não tem costume de ler. E também porque a depressão, que eu vivi até o ano passado, aos mais de 46 anos, eu dizia que era uma frescura, mas é o mal do século. Deus decidiu que eu a tivesse.

Leia Mais

Concurso polêmico vai eleger a Miss Hitler 2014

Para participar da disputa realizada em em uma rede social russa é preciso ser uma mulher nazista

Fotos das candidatas ao concurso de beleza nazista - Reprodução
Fotos das candidatas ao concurso de beleza nazista – Reprodução

Publicado em O Globo

Um concurso de beleza organizado através da rede social russa VKontakte, o equivalente local do Facebook, está provocando polêmica. O Miss Ostland 2014 (Ostland é o nome dado pela Alemanha nazista aos Estados bálticos ocupados e ao Leste da Polônia), hospedado na página do grupo “Adolf Hitler” — com mais de 7 mil seguidores — já conta com 14 participantes, todas nazistas.

Para participar, é preciso seguir as seguintes regras: “Ser mulher, ser nazista, ser uma mulher nazista, ser uma mulher que odeia judeus, ser membro do grupo “Adolf Hitler”, postar uma foto nazista sexy, conseguir outros nazistas para curtir sua foto e não insultar outras fotos — nazistas são um monte de coisas, mas são, aparentemente, pouco maliciosos nas mídias sociais”.

Além de enviar suas fotos sensuais, as mulheres interessadas em participar devem escrever sobre seu amor por Hitler. O candidato que obtiver o maior número de curtidas será declarado o vencedor. Até agora, Katya Shkredova que “adora Adolf por sua filosofia sobre a sociedade ideal”, lidera o concurso.

Além dela, outras 13 mulheres se inscreveram. Uma delas Ekaterina Matveeva, de São Petersburgo, que acredita que “a posição de Adolf Hitler é de um gênio e verdadeiro, já que as raças são diferentes, não só na aparência, mas também em inteligência”. Já Irina Nagrebetskaya (na foto) é ucraniana.

“”Não se esqueça! Adolf é o seu nome, ele é a nossa eterna raça, a ele foi dada a vida eterna”, escreveu.

O primeiro lugar ganhará uma joia, parecida a uma das runas nórdicas que eram tão amadas por Heinrich Himmler, um dos principais líderes do Partido Nazista. O segundo prêmio é um pingente da suástica.

O concurso despertou críticas nas redes sociais. “É vergonhoso. Por que alguém organiza um concurso como esse?”, tuitou Miriam Struk. Para o internauta Andrew Gross, o concurso “é um lembrete de que o antissemitismo se dissemina online e que é preciso combatê-lo”.

Uma das candidatas ao concurso, Irina Nagrebetskaya é ucraniana (foto: Reprodução)
Uma das candidatas ao concurso, Irina Nagrebetskaya é ucraniana (foto: Reprodução)

Leia Mais

Governo do Amazonas negocia apoio de traficantes para o 2º turno

Subsecretário de Justiça do candidato à reeleição José Melo (PROS) vai à cadeia, se reúne com bandidos e, em troca de regalias, recebe a promessa do líder de uma facção criminosa: “A mensagem que ele mandou para vocês, agradeceu o apoio e que ninguém vai mexer com vocês, não”

O governador do Amazonas, José Melo de Oliveira (PROS) (foto: Alan Marques/Folhapress)
O governador do Amazonas, José Melo de Oliveira (PROS) (foto: Alan Marques/Folhapress)

Leslie Leitão, na Veja on-line

A conversa mais parece um bate-papo informal entre amigos em uma mesa de bar. O teor, no entanto, revela uma relação promíscua entre o poder e o crime. O encontro se dá dentro do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), a maior unidade prisional do Amazonas, e reúne na mesma sala o maior traficante do estado e um integrante da cúpula da Secretaria de Justiça. O objetivo do encontro é simples: negociar o apoio das quadrilhas ao candidato à reeleição, o atual governador José Melo (PROS), no segundo turno das eleições, no próximo domingo. São cerca de 30 minutos de uma gravação feita por um dos presentes ao encontro, a que o site de VEJA teve acesso.

“Vamos apoiar o Melo, entendeu? A cadeia…vamos votar minha família toda, lá da rua, entendeu? Não tem nada não, a gente não conhece o Melo (trecho inaudível), a gente quer dar um alô, que ele não venha prejudicar nós. E nem mexer com nós”, diz o traficante José Roberto Fernandes Barbosa, conhecido como Zé Roberto, uma das maiores lideranças da facção Família do Norte, que domina o tráfico em território amazonense.

A resposta vem do subsecretário de Justiça e Direitos Humanos (órgão responsável pelo sistema penitenciário no estado), major Carliomar Barros Brandão: “Não, ele não vai, não”. E esse acordo fica explícito: “A mensagem que ele mandou para vocês, agradeceu o apoio e que ninguém vai mexer com vocês, não”.

A promessa logo no início deixa a conversa mais informal. E durante boa parte do tempo é Zé Roberto quem fala. Em vários trechos o criminoso confessa assassinatos de inimigos ou de quem não reza pela cartilha da quadrilha que controla. Quando o assunto é política, entretanto, mostra-se receptivo e faz promessas como se fosse um cabo eleitoral.

“Tá vendo o que está acontecendo em Santa Catarina (vários ataques)? É o comando dos caras, que estão rodando lá por causa do governo dos caras. Tá vendo aqui, a cadeia tá tudo em paz porque o governo daqui não mexe com nós”, afirma o criminoso num dos trechos, no que ouve a resposta de Carliomar: “O que ele quer é isso, é a cadeia em paz”. O major, em momento algum, fala o nome do governador José Melo na gravação. Procurado por VEJA, no entanto, ele admitiu o encontro, e disse ter ido ao local em missão oficial: “Comuniquei ao secretário  porque tínhamos informações de que haveria um banho de sangue lá dentro da cadeia, e fomos tentar conversar para evitar isso”, disse, negando qualquer intenção eleitoreira.

Mas a gravação é clara em outros trechos de que, sim, trata-se de um acordo entre governo e o crime organizado amazonense. Dentro da sala, além do diretor do presídio, capitão José Amilton da Silva, do major Carliomar e de Zé Roberto, estão outros detentos. O oficial diz lembrar apenas de um, mesmo assim pelo apelido: Bicho do Mato. Ele se refere a um dos líderes do bando, Francisco Álvaro Pereira. Zé Roberto fala das condições precárias, de algumas regalias e diz que ele próprio, se quisesse, poderia fugir. “A mensagem que ele mandou para vocês, agradeceu o apoio e disse que ninguém vai mexer com vocês, não”, afirma Carliomar na conversa.

Então, em seguida, faz uma projeção sobre o número de eleitores que conseguirá angariar para José Melo no seguinte diálogo: “Eu acho que de voto ele vai ter de nós mais de cem mil votos”, diz, completando: “Você imagina cada preso que tem família lá, se a gente der uma ordem eles vão cumprir. Não é igual aqueles caras que se der 100 reais que diz que vai votar e não vota. O nosso vai votar no Melo porque nós mandemos (sic)”, afirma. A resposta do subsecretário é seca: “Certo, tô sabendo”.

No final da conversa, já com o clima bem mais ameno, vários interlocutores chegam a fazer piadas. “Não esquece, no 90″, diz o diretor da unidade, capitão Amilton, numa referência ao número eleitoral de José Melo. Outro homem, não identificado pela reportagem de VEJA, emenda: “Eu vou pra uma festa lá na casa (inaudível). Olha o nome: Festa dos anos 90. E vai acabar a festa às 5 horas, 55 minutos da manhã”, diz, para gargalhada geral, numa referência ao número 555, usado pelo ex-governador e agora eleito senador Omar Aziz, de quem José Melo foi vice nos últimos sete anos. Neste momento, então, é de Zé Roberto a promessa final: “O Melo vai ter mais votos de nós do que das outras pessoas que ele vai comprar aí…”.

O site de VEJA procurou o governo do Amazonas para falar sobre o caso. O secretário de Justiça, coronel Louismar Bonates, disse ter sido comunicado por seu subordinado (major Carliomar) do encontro após a reunião. “O objetivo era manter a paz lá dentro da cadeia”, afirmou. Bonates contou ainda um episódio ocorrido há cerca de dois meses, dentro da própria unidade prisional, durante um evento evangélico. Segundo ele, na ocasião o mesmo traficante Zé Roberto se aproximou para falar com ele: “Esse mesmo detento veio dizer que iria votar no José Melo e que era pra eu avisar isso. Eu disse para ele: “Isso aqui não é Colômbia, onde governo se vende para as drogas”. E é claro que não levei recado algum, senão eu seria demitido na hora. O governo não negocia com bandido”, disse o secretário de Justiça e Direitos Humanos.

Ouça os trechos aqui.

Leia Mais

Mulheres preferem abandonar sexo a chocolate, diz pesquisa

De acordo com o levantamento, as pessoas têm mais dificuldade de abrir mão de chocolate, álcool, sexo, cafeína e falar palavrões

Os especialistas justificam a escolha do chocolate por causa da endorfina que o alimento oferece,causando uma sensação de prazer e bem estar
Os especialistas justificam a escolha do chocolate por causa da endorfina que o alimento oferece,causando uma sensação de prazer e bem estar

Wendy Candido, no Virgula

Tomar decisão nunca é algo fácil. Mas se você tivesse que passar um mês sem algo, o que preferiria renunciar: chocolate ou sexo? Segundo um levantamento feito pela Instituição Pesquisa de Câncer, do Reino Unido, para as mulheres é mais difícil abandonar o doce e os homens não abrem mão do sexo.

Para chegar a essa conclusão foram entrevistadas duas mil pessoas; foi constatado que chocolate, álcool e sexo, não necessariamente nesta ordem, são as coisas mais complicadas de renunciar.

Enquanto 22% dos homens afirmaram que o sexo é uma das coisas mais difíceis de viver sem, apenas 9% delas concordaram, e em contrapartida, 22% das mulheres colocaram o chocolate como a coisa mais difícil de abandonar.

De acordo com o DailyMail, a pesquisa foi realizada para marcar o lançamento de uma campanha que incentiva testar sua força de vontade e abandonar o álcool.

“Indivíduos com mais força de vontade são provavelmente mais propensos a alcançar os seus objetivos. Alguns acreditam que a força de vontade é como um músculo, pode ficar cansado, mas também pode ser reforçado com o treinamento”, disse o psicólogo Robert West em entrevista ao tabloide britânico.

Em 2008, a Unilever realizou uma pesquisa com 13 países, incluindo o Brasil, para descobrir o que era mais irresistível para as mulheres e o estudo mostrou que as brasileiras são as maiores fãs do doce: 84% das participantes colocaram o chocolate no topo da lista e o sexo apareceu somente em quinto lugar, com 73% dos votos.

Na pesquisa, elas afirmam que comer um bom chocolate, além de garantir o bom humor, é como se presentar.

Leia Mais

Mara Maravilha alfineta Val Marchiori: “Sou crente, mas não demente”

eliana-e-mara-maravilha2

Diego Falcão, no Na Telinha

A cantora Mara Maravilha é a convidada especial do “Programa Eliana” deste domingo (19). Mara participa do quadro “Rede da Fama” e ao lado de Eliana, ela relembra a época em que comandava programas infantis.

Mara fala de todas as polêmicas que envolveram seu nome,  desde a macumba que teria feito à Angélica, até em não querer que seu pai biológico receba sua herança.

Ainda no quadro, a cantora fala sobre a socialite Val Marchiori com quem já teve alguns desentendimentos no passado. Eliana pergunta para Mara Maravilha se ela aceita Val como amiga. Mara responde: “Sou crente, mas não demente.”

Leia Mais