BC consegue bloquear de acusados apenas 7% do estimado pela PF

Cerca de R$ 47 milhões estavam nas contas de envolvidos nos desvios da Petrobras. Destes, R$ 3,2 milhões com o ex-diretor da Petrobras Renato Duque. Justiça esperava bloquear até R$ 20 milhões das contas de cada um dos executivos investigados

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Cleide Carvalho, em O Globo

O Sistema de Atendimento ao Poder Judiciário do Banco Central informou à Justiça Federal de Curitiba que foram bloqueados até agora R$ 47,2 milhões nas contas de 16 dos presos na sétima fase da Operação Lava Jato, a maioria dirigentes de empreiteiras, e de três empresas. O valor é bem abaixo da expectativa da Justiça Federal, que esperava bloquear até R$ 20 milhões em cada instituição financeira em que os envolvidos tivessem conta ou aplicações financeiras. A PF chegou a afirmar que os valores a serem bloqueados poderiam alcançar R$ 720 milhões.

O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, que teve prisão preventiva decretada na última terça-feira e segue preso na carceragem da PF em Curitiba, teve R$ 3,247 milhões bloqueados. O executivo Júlio Camargo, que assinou acordo de delação premiada, afirmou que Duque mantém contas em nome de off shore na Suíça e que fez depósitos milionários a título de propina para fechar negócios com a Petrobras.

Apenas as contas de Gerson de Mello Almada, vice-presidente da Engevix, tinham saldo para o bloqueio de R$ 22.615.150,27. O executivo com a segunda maior quantia de dinheiro bloqueado é Ricardo Pessoa, da UTC, que teve R$ 10,221 milhões identificados em instituições financeiras.

De acordo com o Banco Central, também foram bloqueados R$ 8,562 milhões nas contas das empresas Technis Planejamento e Gestão em Negócio (R$ 2,001 milhões) e Hawk Eyes Administração de Bens (R$ 6,561 milhões), que seriam de Fernando Antonio Falcão Soares, apontado como operador do PMDB na diretoria Internacional da Petrobras. Na conta particular de Soares foram bloqueados R$ 8.872,79.

Na conta de outra empresa, a D3TM Consultoria e Participações, foram bloqueados R$ 140.140,69.

Na edição desta quinta-feira, o GLOBO mostrou que as primeiras varreduras feitas para o bloqueio de até R$ 720 milhões de dirigentes de empresas presos na Operação Lava-Jato indicavam que as contas bancárias dos investigados podiam ter sido esvaziadas antes da determinação da Justiça Federal. Primeiro a informar à Justiça, o Banco Itaú encontrou com saldo zerado na conta de três dos presos e bloqueou apenas os R$ 4,60 que estavam na conta de Ildefonso Colares Filho, que deixou a presidência da Queiroz Galvão em abril passado, depois que a Operação Lava Jato foi deflagrada.

De acordo com o relatório desta quinta-feira do BC, encaminhado à Justiça Federal, estavam zeradas as contas em nome de Valdir Lima Carreiro, da Iesa, e de Erton Medeiros Fonseca, Galvão Engenharia. Carreiro foi libertado na última terça-feira, depois de cumprir prisão temporária por cinco dias. Fonseca segue preso.

Veja quanto foi bloqueado até agora de cada um dos envolvidos:

Renato Duque, ex-diretor da Petrobras: R$3.247.190,63

Gerson de Mello Almada: R$ 22.615.150,27

Ricardo Ribeiro Pessoa, da UTC: R$ 10.221.860,68

Dalton dos Santos Avancini, da Camargo Corrêa: R$ 852.375,70

Sérgio Cunha Mendes, da Mendes Jr: R$ 700.407,06

José Ricardo Nogueira Breghirolli, da OAS: R$ 691.177,12

Eduardo Hermelino Leite, da Camargo Corrêa: R$ 463.316,45

Othon Zanoide de Moraes Filho, da Queiroz Galvão: R$ 166.592,14

João Ricardo Auler, da Camargo Corrêa: R$ 101.604,14

José Aldemário Pinheiro Filho, da OAS: R$ 52.357,15

Agenor Franklin Magalhães Medeiros, da OAS: R$ 46.885,10

Walmir Pinheiro Santana, da UTC: R$ 9.302,59

Fernando Antônio Falcão Soares (lobista) : R$ 8.873,79

Ildefonso Colares Filho, da Queiroz Galvão: R$ 7.511,80

Valdir Lima Carreiro, da Iesa: zero

Erton Medeiros Fonseca, Galvão Engenharia: zero

Empresas:

Technis Planejamento e Gestão em Negócio: 2.001.344,84

Hawk Eyes Administração de Bens: 6.561.074,74

D3TM Consultoria e Participações: R$ 140.140,69.

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egoista

Mariliz Pereira Jorge, na Folha de S.Paulo

Eu leio a mensagem, respondo mentalmente e esqueço de responder de verdade, mas no meu coração eu respondi e é isso que importa. Eu poderia ter escrito essa frase, porque ela define exatamente o que eu me tornei. Relapsa, esquecida, autocentrada. E vejo cada vez mais gente parecida comigo.

Sou eterna devedora. Estou sempre em dívida com meus emails, inbox de redes sociais, Whatsapps. Me mandaram um livro de presente, queriam saber se recebi. Estava dirigindo, pensei em responder depois, foi para o buraco negro das mensagens lidas e esquecidas. Fui convidada para um jantar, quando me lembrei de responder já estavam na sobremesa.

Daqui a pouco faço aniversário de novo e não consegui agradecer individualmente cada mensagem bacana que me escreveram no Facebook. Mandei uma coletiva: “meu coração transborda com as felicitações de aniversário, prometo responder cada uma”.

Mentira. Não respondemos nunca. Ficamos sempre na intenção. E de boa intenção, você sabe, Maomé foi parar no inferno e nunca chegou à montanha.

A gente interage nas redes sociais e fica com essa falsa impressão de que cultiva as amizades, enquanto isso as pessoas vão se perdendo. A gente dá um like e ganha um falso crédito para ligar depois, escreve um kkk e acha que somos cúmplices rindo da mesma piada, manda um monte de coraçãozinho virtual e acredita que os laços estão eternizados. Então, nos damos conta que não sabemos quase nada do que acontece com uma pessoa que a gente chama de amigo.

Tenho a sensação de que só estou disponível quando posso e não quando precisam de mim. Estou enrolada, ligo depois, já vejo os emails. Ocupada demais para pegar o celular que vive grudado na minha mão para ligar para uma amiga que tem algo importante para me contar. E eu só me lembro de ligar três semanas depois.

Não vou ao banheiro sem celular. Ele dorme mais grudado em mim do que meu marido. Tomo banho, caminho, faço aula de pilates, almoço, trabalho, vou ao cinema, sem desgrudar desse aparelhinho dos infernos, mas não tive um único minuto para ligar para alguém que precisava de mim. Eu ocupada demais com assuntos desimportantes e ela no hospital com crise de síndrome do pânico.

Mesmo que não fosse grave. Quando foi mesmo que a gente parou de bater papo ao telefone? E nossos jantares semanais? Liga aí, prometo que vou atender. Funciono mais por telefone. Sim, eu sei, estou carente e com sentimento de culpa.

A gente sabe da vida das pessoas pela internet e se contenta com isso. Mas ninguém vai pedir socorro, contar que terminou um casamento, dizer que foi demitido por meio de um post. Quer dizer, alguns. Sem falar das pessoas que só usam as redes para se livrar do sofá velho da sala. Com essas a amizade se esvai. Soube que uma amiga estava grávida quando já sabiam do sexo e o bebê tinha nome. Onde eu estava nesses meses todos?

Eu ainda faço questão de ligar para os mais chegados e desejar feliz aniversário. Não me rendi à facilidade de celebrar a vida de alguém querido por meio de um post, um Twett ou um Whatsapp. Mas tem gente que não se fala mais nem nessas datas.

O valor das redes sociais na aproximação das pessoas, na criação de novas amizades é inestimável, sou defensora, faço passeata se precisar defender, vale muito mais do que 20 centavos. Mas a gente precisa mais do que kkk e de coraçãozinho virtual nessa vida. Estamos cada vez mais egoístas.

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Eu posso!

Falta força de vontade? Aprenda como manter seus objetivos sempre ao alcance dos olhos para, enfim, materializá-los

foto: Getty Images)
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Publicado por Disney Babble

Fumante por mais de 40 anos, Giovanni Giocondo sempre quis largar o cigarro. Tentou algumas vezes, sem sucesso. Faltava-lhe a obstinação necessária. Até que o pai de três filhos pequenos foi posto contra a parede. Um infarto o pegou de surpresa.

“Os médicos disseram que o cigarro foi o único responsável. Não tenho diabetes, colesterol alto, nada! O problema estava apenas naquele vício ordinário, que quase me levou”, desabafa.

Dali em diante, Giovanni, além de ex-fumante, tornou-se um quase militante da causa para amigos e familiares. “Eu sou a prova de que, com força de vontade, dá para abandonar, antes mesmo do susto”, brinca.

Mas o que permite a algumas pessoas alcançar seus objetivos e outras não? Quando é o tempo certo? Por onde começar?

Nem tudo tem resposta pronta, é claro. “Força de vontade pode ser compreendida como um termo de referência ao movimento que as pessoas têm de ir em direção àquilo que desejam”, resume o psicólogo Vinícius Fontes, especializado em comportamento e autor do livro “Retalhos do Pensamento”.

Segundo ele, é possível pensar em muitas possibilidades para a presença ou ausência de força de vontade nas pessoas, mas também é complicado apontar uma causa para tal comportamento. “É praticamente impossível isolarmos fatores, como se qualquer um deles fosse o real culpado pela falta de determinação de alguém”, salienta.

Verdade é que vários fatores podem até influenciar – veja bem: influenciar, não determinar – uma pessoa a ter mais força de vontade que sua colega, mas não se pode rotular. “Não dá pra dizer que toda criança com pais rígidos será alguém com pouca força de vontade para ir atrás do que deseja porque é reprimida. Isso não é uma ciência exata”, exemplifica.

Para ajudar quem não se sente motivada o suficiente para seguir em busca dos objetivos, Fontes preparou um passo a passo prático. A partir dele, aprenda como trilhar esse árduo – mas gratificante – caminho.

Identifique-se

Vinícius destaca os três tipos de comportamento mais comuns ao justificar a ausência de força de vontade em momentos da vida das pessoas:

  1. Quando não se tem a real percepção do que quer da vida. Vive-se mais externa que internamente. Apenas reage-se às demandas do mundo. É hora de voltar o olhar para si.
  2. Quando se tem plena convicção do que quer e onde deve chegar. No entanto, considera-se o caminho tão longo e difícil, que desiste logo no início – ou mesmo antes. Não atropele fases! Um degrau de cada vez.
  3. Quando se tem medo de alcançar suas metas, porque sente que não dará certo. Não ser tudo aquilo que imaginou, nessa linha de pensamento, romperá com fortes questões da própria história. Frustrar-se faz parte do crescimento. Aceite o aprendizado e siga em frente.

 

Após identificar em qual grupo você se mais se vê nesse momento, tome o prumo da sua vida. Reestabeleça seu objetivo e vá em direção a ele de forma gradual e constante.

Crie metas de curto, médio e longo prazo. São as formas mais efetivas de se alcançar o que deseja. Medidas extremas dificilmente perpetuam.

Responsabilize-se

Aceite que, onde não há lugar para a procrastinação, também não há para as famosas “desculpas e justificativas mil”. Objetivos são exclusivos, pessoais e intransferíveis.

Mesmo quando tratado em grupo, o comprometimento é individual. O mundo e os outros não são responsáveis por um eventual fracasso. Assuma a responsabilidade ao fazer escolhas, ao traçar suas metas.

Planeje-se

Nessa dura jornada, muitas dificuldades surgirão. É importante que cada um entenda o que irá encontrar e como lidar com isso. Mantenha-se atenta. Planeje-se.

Quando possível, tente antecipar os momentos mais difíceis pelos quais você pode passar. Tome por base o que já lhe aconteceu. Caso, de fato, eles ocorram, isso permitirá enfrentá-los com maior tranquilidade.

Seja flexível

Os objetivos de cada um mudam conforme o tempo passa, de acordo com o momento da vida. Isso deve ser encarado de forma natural. Troque o “se eu conseguir” por um “quando eu conseguir”.

Compreender que, ao longo da jornada, pode ser preciso retraçar formas e métodos algumas vezes, permitirá que seus objetivos sejam mantidos sempre alinhados com você mesma, em qualquer tempo.

Ao final, vai descobrir que o grande tesouro da jornada estava no próprio caminho. E que não o desperdiçou.

A razão

Agimos com muito mais rapidez e perseverança se queremos nos livrar de algo ruim, que gera dor e sofrimento, do que quando tentamos atingir algo que nos dá prazer. Buscar o que traz alegria deveria ser a inspiração de todas nós.

Mas, atenção: normalmente o caminho para isso será mais longo e dispenderá ainda mais força de vontade. É aí que surge a essencial de todas as dúvidas: você está preparada para ser feliz?

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Casais que postam unidos permanecem unidos

Adeptos do oversharing nas redes sociais estão mesmo mais felizes com parceiros

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Publicado na Galileu

Se você faz parte do time de cínicos que tem certeza que aquele sujeito que não para de se declarar para a namorada no Facebook está pulando a cerca, este é um bom momento para voltar a acreditar no amor.

Pesquisadores do Allbright College, na Pensilvânia, analisaram as personalidades e os hábitos nas redes sociais (que incluíam posts sobre o relacionamento e interações com os parceiros) de um grupo de voluntários. E descobriram que os casais que inundam a timeline de fato estão mais satisfeitos com seus relacionamentos do que os mais discretos, independente dos traços de personalidade.

Dica: talvez seja hora de finalmente assumir seu status de relacionamento no Facebook.

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17 sinais de que você já virou o tiozão da internet

A idade chegou.

Rafael Capanema, no BuzzFeed

1. Você não entende pra que serve o Snapchat.

MR1805
MR1805

Fotos.. que… só dá pra ver uma vez?

2. Mesmo se você já entendeu pra que serve o Snapchat, não consegue entender por que alguém ia querer usar esse negócio.

Elenarts/Elenarts
Elenarts/Elenarts

MAS DEPOIS A FOTO SOME??? QUAL A NECESSIDADE DISSO???

3. Você não entende nem metade dos itens dos Trending Topics do Twitter.

Elenarts
Elenarts

#AtrêFlyers???? #GlobalArtistHMA??? #TwitteirosSeguindoDeVoltaComHeyBrother??? #1DTODAY?????

4. Você tenta tirar uma foto e acaba gravando um vídeo.

MR1805
MR1805

5. Você penou pra conseguir criar um grupo no WhatsApp pela primeira vez.

Elenarts/Elenarts
Elenarts/Elenarts

EPA, PERAÍ, ACABEI MANDANDO A MESMA MENSAGEM SEPARADA PRA CADA PESSOA!!

6. Você ainda usa o Winamp (ou sente saudades).

CoreyFord
CoreyFord

AQUILO QUE ERA PLAYER DE MP3, NÃO ESSAS PORCARIAS QUE VOCÊS USAM HOJE!!!

7. Você tem a impressão de que a interface dos apps e dos sites muda todos os dias.

MR1805
MR1805

8. E, quando você finalmente aprende a usar… MUDA DE NOVO.

Elenarts
Elenarts

9. Seu sobrinho sempre te ensina coisas de tecnologia.

Elenarts
Elenarts

COMO QUE VOCÊ NÃO SABIA DISSO, TIO???

10. Mesmo depois desses anos todos, você ainda diigta tuod erraod na tlea touchcsreen.

MR1805
MR1805

11. Você compra um celular e no dia seguinte ele tá obsoleto, porque você não sabia que iam lançar uma versão nova.

MR1805
MR1805

EU PENSEI QUE O IPHONE 4S FOSSE A ÚLTIMA PALAVRA EM TECNOLOGIA!!!

12. Você descobre uma função básica do celular três anos depois de comprá-lo.

Elenarts
Elenarts

ENTÃO ERA SÓ DESLIZAR PRA CIMA PRA ABRIR A CÂMERA???

13. Você descobre uma função legal do celular sem querer e depois não consegue mais fazer de novo.

Elenarts
Elenarts

EU TINHA CERTEZA QUE ERA AQUI QUE APERTAVA PRA FAZER FOTO PANORÂMICA!!!

14. Você cria uma conta na rede social do momento mas não consegue nem trocar a sua foto de perfil.

Elenarts
Elenarts

15. Você ainda usa e-mail com bastante frequência (e curte demais).

tio15

AQUI NÃO DÁ PRA SABER SE EU LI E IGNOREI!!!

16. Você fica muito impressionado com qualquer novidade tecnológica, por mais besta que possa parecer (pros jovens).

Elenarts
Elenarts

NOSSA, VOCÊ SÓ ARRASTA O DEDO NO TECLADO E A PALAVRA JÁ APARECE???

17. Você acha que não, mas tá cada vez mais perto do dia em que vai fazer filhos e sobrinhos passarem vergonha na internet.

MR1805
MR1805

QUE MICO, TIO!!!

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