Arquivo da tag: Pava

30 anúncios com animais que vão fazer você repensar seu estilo de vida

publicado no Hypeness

Cada vez mais anúncios relacionados ao meio ambiente e aos animais se destacam na publicidade. Com uma linguagem que aborda questões globais, que não são fáceis de resolver, as propagandas sugerem que mudemos nossos hábitos negativos, refletindo para uma mudança de comportamento positiva.

Nestes 30 anúncios, o foco gira em torno de conscientizar a humanidade quanto ao aquecimento global, animais de rua e o cruel abuso de animais para entretenimento, comida, roupas e cosméticos.

As imagens são poderosas e têm como objetivo principal reeducar as pessoas para que possamos fazer do planeta Terra um lugar melhor para todos. Dá uma olhada:

1. Animais não são palhaços

anuncio-animal

anuncio-animal-2

2. A cada 60 segundos, uma espécie morre. Cada minuto conta.

anuncio-animal-5

anuncio-animal-3

anuncio-animal-4

3. Imagine que isto é seuanuncio-animal-6

4. O que na Terra estamos fazendo com nosso planeta?

anuncio-animal-8

anuncio-animal-9

5. Horripilante X Mais Horripilante

anuncio-animal-10

anuncio-animal-11

anuncio-animal-12

6. Ajude-nos a combater os efeitos dos testes em cosméticos

anuncio-animal-14

anuncio-animal-13

7. Sacos de plástico matam

anuncio-animal-15

8. Zoológico de Zurich: mais espaço para os grandes

anuncio-animal-16

9. O que será necessário antes que respeitemos o planeta?

anuncio-animal-17

anuncio-animal-18

10. Salve o rinoceronte: nada do que fazemos irá trazê-los de volta

anuncio-animal-19

anuncio-animal-20

11. Pare o abuso

anuncio-animal-21

anuncio-animal-22

12. Última refeição: adotar um cachorro é tirá-lo do corredor da morte

anuncio-animal-23

anuncio-animal-24

13. Você esta olhando para todos os dugongos (espécie animal) que existem na África

anuncio-animal-25

anuncio-animal-26

14. Padrões de costura

anuncio-animal-28

Continue lendo

VÍDEO: cachorro desmaia de emoção ao reencontrar dona

VÍDEO: cachorro desmaia de emoção ao reencontrar dona  Youtube/Reprodução

publicado no ZH

Um cãozinho da Pensilvânia, nos Estados Unidos, foi ao auge da emoção ao reencontrar sua dona. Rebecca Ehalt estava morando na Eslovênia havia dois anos e ao retornar para casa, o cachorro desmaiou de tanta felicidade. Ao postar o vídeo em sua conta no Youtube, a garota lembra que para um cachorro, o período equivale a 14 anos.

O animal foi levado ao veterinário, mas está tudo bem com ele.

Confira o vídeo: 

Quem são as celebridades que escolheram esperar

Jonas Brothers, Miley Cyrus e o jogador de futebol David Luiz apóiam (ou já apoiaram) o movimento

Os Jonas Brothers não usam mais os anéis que simbolizavam pureza e castidade

Os Jonas Brothers não usam mais os anéis que simbolizavam pureza e castidade

Roberta Salomone, em O Globo

Se por aqui o jogador da seleção brasileira David Luiz virou o garoto-propaganda dos sem-sexo, o que não faltam são representantes famosos pelo mundo. Em 2008, Miley Cyrus usava um anel de castidade e jurava que se guardaria até o casamento. Quatro anos depois, a cantora mudou de ideia: “Sexo é uma coisa linda e mágica’’, disse. A partir daí, a moça cortou e pintou os cabelos, adotou figurinos ousadíssimos e saiu por aí rebolando, e beijando meninos e meninas.

Selena Gomez era outra que usava o tal anel desde a adolescência. Quando começou a namorar Justin Bieber, deixou o acessório de lado e não quis mais falar sobre o assunto. Já Demi Lovato, outra estrela nascida nos filmes da Disney, carregou no pescoço uma gargantilha com a frase “Amor verdadeiro espera”. Meses depois de admitir o uso abusivo de álcool e drogas, vazaram na internet fotos da cantora e atriz de 21 anos nua, abraçada ao então namorado Wilmer Valderrama.

Entre os rapazes, os Jonas Brothers propagavam aos quatro ventos o que achavam sobre virgindade. Dizem que Kevin foi o único que conseguiu se segurar até o casório com Danielle, em 2009. O irmão mais novo, Nick, foi flagrado com um chupão no pescoço e sem o anel no dedo anular esquerdo dois meses antes de completar 19 anos, mas contou que transou pela primeira vez só um ano depois. Joe também perdeu a virgindade aos 20 e confessou recentemente que, entre uma festa e outra, fumou muita maconha com Miley Cyrus e Demi Lovato, suas ex-namoradas ex-virgens já citadas aqui.

A fé move montanhas de dinheiro

A pressa é inimiga da perfeição e deseja a ela vida longa pra que ela veja cada dia mais sua vitória

mente vazia oficina do pastortítulo original: O seguro morreu de chato

Gregorio Duvivier, na Folha de S.Paulo

Toda longa caminhada começa com um primeiro post usando o aplicativo da Nike.

Passarinho que come pedra andou usando tóxico.

De grão em grão, a galinha tem uma alimentação super rica em fibras.

Em briga de marido e mulher, se chama a polícia.

Se Maomé não vai à montanha, é porque ela está sendo bombardeada.

Quem conta seus males, espanta.

O pior cego é o Andrea Bocelli.

Os cães ladram, a caravana para pra postar foto de cachorro no Instagram.

Quem não arrisca não morre de atropelamento.

Casa de Ferrero, espeto de Lindt.

O Santos, em casa, não faz milagre.

A fé move montanhas de dinheiro.

Nunca diga nunca a não ser em ditados.

A pressa é inimiga da perfeição e deseja a ela vida longa pra que ela veja cada dia mais sua vitória.

Água mole em pedra dura tanto bate até que cansa.

Quem espera sempre cansa.

Quem não tem net, caça com gato.

A justiça tarda, mas antes tarde do que nunca diga nunca diga dessa água não beberei.

Antes tarde do que só depois do “Globo Repórter”.

O seguro morreu de chato.

A voz do povo é a voz da Claudia Leitte.

Cabeça vazia, oficina do pastor.

Todos os caminhos levam ao coma.

Um olho no gato, outro no namorado dele.

Jogar Chávez para colher Maduro.

Uma andorinha não faz ideia.

Aos amigos, a justiça brasileira. Aos inimigos, a malha fina

Movimento dos Sem sexo

Alianças do movimento Eu escolhi esperar, que defende o sexo depois do casamento (foto:  Daniela Dacorso)

Alianças do movimento Eu escolhi esperar, que defende o sexo depois do casamento (foto: Daniela Dacorso)

Roberta Salomone, em O Globo

No último ano do curso de Turismo de uma universidade em Teresópolis, a carioca Bruna Nunes teve que conciliar os estudos com trabalho durante a Copa do Mundo. Selecionada entre várias outras meninas, ela conseguiu uma vaga de promotora de eventos do espaço de uma marca de sabão em pó na Granja Comary. Entre uma demonstração e outra do produto, a jovem, de 22 anos, via, de longe, a comissão técnica e os astros da seleção brasileira, que ficaram concentrados no local. Um dia, resolveu chegar mais perto de David Luiz.

— Descobri que ele também tinha escolhido esperar. Como eu — conta, enigmática.

A opção de Bruna e David Luiz é um dos pilares do movimento Eu Escolhi Esperar (EEE), que defende o sexo somente depois do casamento:

Bruna Nunes e David Luiz

Bruna Nunes e David Luiz

— Entreguei um pacote com camiseta, livros e pulseiras da campanha, e a gente tirou uma foto que foi publicada em vários lugares, incluindo um jornal da Índia. Fiquei impressionada com a repercussão.

Antes do encontro e da pífia campanha do time no Mundial, o jogador do Paris Saint-Germain tinha citado o EEE duas vezes em suas redes sociais. Ao contrário do jogador Kaká, que afirmou ter casado virgem, David Luiz, de 27 anos, sempre foi discreto e pouco comenta sobre suas relações — muito menos as sexuais. Mas o fato é que, depois do breve encontro dos dois, a campanha atraiu milhares de adeptos e curiosos. Na página do grupo no Facebook, o número de curtidas quadruplicou desde 2012 e já batem os dois milhões. O zagueiro, que já conquistara a fama de muso fora de campo, acabou virando garoto-propaganda informal do movimento — a ponto de ganhar uma paródia, “David Luiz, eu resolvi esperar você”, numa página de fãs na internet.

— Graças a ele, o movimento saiu das quatro paredes das igrejas católica, batista e evangélica, gerou interesse num número ainda maior de pessoas e, para a nossa surpresa, foi parar até em outros países — comemora Carla Duarte, secretária executiva de uma multinacional de Engenharia e integrante do EEE desde 2011.

No currículo da vida afetiva de Carla, de 27 anos, alguns rolos, namoros, um noivado, decepções amorosas e, sim, experiências sexuais. Ao contrário do que se imagina, quem não é mais virgem também pode voltar à sala de espera. O segredo está em não renegar o passado e aceitar que, a partir dali, é preciso se guardar totalmente para o futuro cônjuge.

— Algumas amigas me chamaram de louca, mas posso dizer que sou muito mais feliz assim — garante Carla, sem namorado há três anos. — É claro que tenho desejos. Eu não sou poste, né? O negócio é controlar a mente e não beijar ninguém na boca. Pra mim, se acender em cima, acaba esquentando embaixo.

Ana Carolina Terto, de 20 anos, é virgem e quer continuar assim, intacta, até o casamento. O grande desafio é segurar a vontade de acender em cima, já que está sem namorado firme no momento. Colunista do site do EEE, Ana escreve sobre os mais diferentes assuntos em seus posts. O último deles foi intitulado “Muita calma nessa hora”. Por causa de seus textos, recebe e-mails de gente de todo o país, e virou uma espécie de consultora virtual para quem quer aprender a resistir às tentações.

— Da noite para o dia virei uma referência para outros jovens, e o que eu explico é que não é exatamente a castidade que buscamos. Queremos relacionamentos saudáveis e duradouros — diz Ana Carolina, funcionária de uma seguradora.

A oficial da Marinha Mercante Nelsiane Carrara conheceu o Eu Escolhi Esperar via internet, há três anos. Desde então, ela confessa que teve algumas recaídas. Namorou durante seis meses e ainda ficou com alguns rapazes depois. Mas ela jura: não rolou nada além de beijo.

— Foi aí que eu percebi que isso não estava me fazendo bem e que estava indo contra o que eu mesmo acreditava. Agora, estou há um ano e três meses sem me envolver com ninguém. Ninguém mesmo — afirma Nelsiane, 25 anos.

Até antes de se conhecerem e começarem a namorar, Cássio Pedroso e Sara Costa pensavam como a colega do EEE. Juntos há pouco mais de um ano, não são mais tão radicais. Quando se encontram, por exemplo, não economizam nas carícias. Tem beijo, abraço e conversa ao pé do ouvido seguida de risadas e outros carinhos. Transar, eles garantem, só depois de subir ao altar, na noite de núpcias.

— Não me finjo de santa. Cássio sabe de tudo que já vivi e não tenho por que esconder nada. Mas agora tudo é diferente: resolvi esperar por ele — afirma a estudante de História, de 22 anos, ainda sem previsão de quando será o grande dia.

Como Cássio e Sara, cada casal tenta estabelecer suas próprias regras dentro do relacionamento. No entanto, o idealizador do movimento, o carioca Nelson Junior, destaca alguns “mandamentos’’ importantes. Em vídeo publicado no canal do EEE no YouTube, que tem mais de 1,3 milhão de visualizações, ele diz: “A maioria das pessoas que se casou virgem só guardou a merenda para o recreio. Mas o que adianta fazer isso se o parquinho está liberado? É uma hipocrisia.”

A masturbação, outro tema polêmico, é sumariamente condenada. “Toda pessoa que se masturba precisa abusar da criatividade sexual e fantasiar sendo tocado por uma outra pessoa. Por exemplo, ninguém se masturba pensando num iPhone”, brinca o pastor de 37 anos, sempre usando uma linguagem engraçadinha e cheia de gírias.

A história de Nelson foi a inspiração para a criação de uma conta no Twitter em 2011. Ele se casou virgem aos 21 anos e até hoje vive com a mesma mulher. Com a repercussão crescente, a campanha virou um instituto, tem uma equipe de oito pessoas baseada em Vila Velha, no Espírito Santo, e uma loja virtual que vende diversos produtos temáticos, como livros, DVDs, chaveiros e pulseiras.

— Eu mesmo sofri bullying por parte dos meus amigos quando dizia que não tinha tido relação sexual com ninguém, que foi uma decisão pessoal e não uma imposição religiosa. Mas hoje, mais do que falar sobre virgindade, queremos debater a cultura dos relacionamentos descartáveis e mostrar que não somos extraterrestres só porque achamos que prazer sexual não pode estar em primeiro lugar — acredita o pai de Ana Carolina, de 7 anos, e Milena, de 4 anos.

Com 80% dos integrantes mulheres e com idade entre 18 e 30 anos, o Eu Escolhi Esperar tem como símbolo uma mão espalmada com um anel no dedo anelar. A aliança é um dos produtos de maior sucesso, o único que não é vendido pelo site. Os aneis em prata só estão disponíveis para quem participa de encontros, que normalmente acontecem nos finais de semana e têm taxa simbólica de até R$ 20. Em fevereiro, cerca de oito mil pessoas estiveram em Fortaleza para ouvir Nelson e, por que não?, conhecer possíveis candidatos a futuros maridos e esposas.

— Acho que esse é o melhor lugar para você encontrar alguém que pense exatamente como você. Estou ansiosa aguardando o próximo evento no Rio — conta a corretora de seguros Adriana Laurindo, de 33 anos, simpatizante do grupo há sete meses.

Antes de São Gonçalo, que tem seminário marcado para o dia 22 de setembro, Nelson embarca no sábado que vem para Pernambuco, onde explana suas ideias sobre sexo, castidade e casamento em Recife e Caruaru. Até outubro, passará ainda por Brasília, Campinas, Carapicuíba, Goiânia e São José dos Campos. Em 29 de agosto, Coral Springs, na Flórida, será seu destino.

Para os próximos meses estão marcadas palestras para as comunidades brasileiras em Portugal, Itália, Japão e Guiné Bissau. No fim do ano, a grande atração é um cruzeiro com atividades para os “casados e os não casados”. O navio Costa Favolosa, com teatro, cinema 4D, piscinas e academia de ginástica, sai de Santos no dia 13 de dezembro, numa viagem de três dias por Angra dos Reis e Ilhabela, com preços entre R$ 1.266 (cabine interna dupla) e R$ 2.116 (externa single).

Escolha de alguns famosos, como Miley Cyrus, Jonas Brothers e Selena Gomez — ainda que muitos deles não tenham ido adiante no compromisso com a castidade —, a virgindade é tema também de um programa na MTV americana, que estreou no último dia 16. “Virgin territory” acompanha e mostra os questionamentos de 15 virgens entre 19 e 23 anos. Até o final da série, o público vai descobrir quem conseguiu (ou não) controlar os próprios desejos.

— É muito importante dar aos jovens alternativas para que eles possam, sem pressão, fazer escolhas verdadeiras — acredita a americana Wendy Shalit, especialista no assunto e autora dos livros “The good girl revolution” (2008) e “A return to modesty: discovering the lost virtue”, não lançados no Brasil.

Para a sexóloga e colunista do GLOBO Laura Muller, não há regra que funcione para todos quando o tema é sexo:

— Cada um deve escolher como viver sua própria sexualidade, descobrindo os seus limites e caminhos. Mas é importante lembrar que é possível, sim, viver o sexo com amor, e também apenas por prazer. Na minha opinião, a palavra de ordem deve ser respeito.