Mulher gasta 30 mil para deixar bumbum enorme

Publicado originalmente no Vou te dizer

Vanity Wonder, uma norte-americana de 30 anos, gastou mais de R$ 30 mil para deixar o bumbum enorme. Vanity fez injeções de silicone no mercado negro, e agora escreveu um livro para contar sua experiência.

A publicação, chamada “Shot Girls”, relata como Vanity, se tornou viciada no procedimento. Mãe  de dois filhos, ela diz que o livro tem por objetivo alertar para os perigos das intervenções feitas de forma ilegal.

dica da Leila Reges

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Analista culpa entrada de pais no Facebook pela queda das ações da rede social

Entrada de pais no Facebook espanta jovens da rede social
Entrada de pais no Facebook espanta jovens da rede social

Publicado originalmente no UOL

O vexame da queda das ações do Facebook após o IPO da empresa em maio tem um novo responsável: os pais. A entrada dos “coroas” nas redes sociais para monitorar as ações dos filhos tem causado impacto negativo nas finanças do site. Pelo menos é o que garantiu o analista financeiro Trip Chowdry, em entrevista para o site da “NBC”.

Chowdry diz que o crescimento da rede social ocasionou uma preocupação dos pais e eles começaram a entrar no Facebook para monitorar as ações dos filhos adolescentes. Os jovens, por sua vez, se sentiram incomodados com a presença dos parentes mais velhos e pararam de interagir na rede social. “As crianças estão passando menos tempo no site, como seus pais também já estão no Facebook”, afirmou.

Isso pode ter como consequência a diminuição do engajamento do público no site e queda de anúncios. O que, para Chowdry, resultou na queda das ações do Facebook. Para ele, os jovens estão migrando para o Twitter. No microblog, há mais privacidade e a rede não (ainda) foi invadida pelos pais.

Para ele, a solução poderia estar no banimento dos pais da rede social. Mas o próprio Chowdry sabe que é impossível. “Se os pais fossem banidos, o Facebook poderia se tornar uma rede social mais legal. Mas isso não é possível, porque traria repercussão negativa para o site”, explica.

A própria NBC ironizou o comentário do analista na reportagem: “Então o Facebook não vende mais por causa dos pais? Sem mais perguntas”.

foto: Thinkstock

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Jovem espancado na Ilha pede apoio contra decisão que livrou agressores

Vítor Suarez Cunha, de 21 anos, ao sair do hospital em fevereiroFoto: Arquivo / Marcelo Theobald / Agência O Globo
Vítor Suarez Cunha, de 21 anos, ao sair do hospital em fevereiro Arquivo / Marcelo Theobald / Agência O Globo

Publicado originalmente no O Globo

RIO — Agredido por cinco jovens na Ilha do Governador em fevereiro, Vítor Suarez Cunha, de 21 anos, pediu o apoio de amigos e seguidores no Twitter depois que a Justiça mandou soltar os agressores da prisão. Durante a madrugada desta terça-feira, Vítor pediu que a hashtag #justicavitorsuarez fosse divulgada nas redes sociais e agradeceu a solidariedade de quem o ajudou. A mesma decisão judicial ainda livrou os cinco jovens de ir a júri popular.

Amigos e parentes dos rapazes que agrediram Vítor também usaram as redes sociais para se manifestar. Eles comemoraram a decisão que os favoreceu. Segundo reportagem do EXTRA, uma das tias dos acusados escreveu em sua página no Facebook: “Liberdade! Estou muito feliz”. No mesmo dia, ela postou: “Muito feliz” e “Vou tomar um porre de felicidade… mas essa vai ser com meu afilhado!!!” No dia seguinte, colocou duas fotos ao lado do sobrinho e outras duas pessoas, em casa.

Já uma amiga de um dos acusados comentou: “Deus é fiel e sua misericórdia dura pra sempre. Os que confiam nele, ainda que sofram por um tempo, já têm a certeza de que haverá vitória no tempo certo. Obrigada Deus, por ter protegido ele durante todo tempo, e te agradeço pela justiça feita no seu devido tempo! ACABOUUU O SOFRIMENTOOO! =))) muito ffffeeeeellliiizzz! E pra quem duvidou na inocência, LIVRE ENFIM!!!”

Para Vitor, a comemoração de pessoas ligadas aos agressores já era previsível:

— A postura deles é revoltante, mas somos sensíveis a isso tudo. O que não queríamos mesmo é que acabasse nessa impunidade.

Um dos acusados de participação no espancamento de Vitor mudou o nome do seu perfil no mesmo site para Rafael Guimarães, com a foto de um leão. Ele possui 48 amigos na rede social.

Os cinco jovens acusados de espancar Vitor, na Praia da Bica, na Ilha do Governador, em fevereiro deste ano, conseguiram liberdade na última sexta-feira. Um deles teve a prisão preventiva revogada, e os outros quatro tiveram a segregação cautelar convertida em medidas alternativas, como a proibição de terem qualquer aproximação física com Vitor e seus parentes, e a obrigação de comparecerem, sempre no dia 30 de cada mês, ou no primeiro dia útil seguinte, em Juízo.

A decisão, do último dia 27, é do juiz Murilo Kieling, da 3ª Vara Criminal da capital. Na mesma sentença, o magistrado decidiu ainda não pronunciar os acusados pelo crime de homicídio qualificado. Com a decisão, os jovens não serão submetidos a júri popular. Em sua decisão, Kieling argumenta que não é possível atestar, de acordo com as provas produzidas no inquérito, que os jovens tinham intenção de matar Vitor com as agressões.

“A questão é que os elementos granjeados não autorizam a visualização, ainda que mediana, de uma prática de delito de homicídio”, argumenta o magistrado.

Caberá a um novo juiz que assumirá o caso decidir por quais crimes os jovens vão responder. Antes disso, o Ministério Público e a própria defesa de Vitor ainda podem recorrer.

No dia 2 de fevereiro deste ano, Vitor foi espancado com socos e chutes ao tentar defender um mendigo que era agredido pelo grupo, e teve fratura em pelo menos 15 ossos da face.

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‘Achava impossível mudar’, diz ex-travesti que hoje é pastor em MT

Pollyana Araújo, no G1

Pastor diz ajudar quem quer voltar a ser hétero através de associação.
Para Joide Miranda, homossexualidade pode ser desaprendida.

Joide e Édna estão casados há 14 anos e tem Pedro, de um ano e 11 meses. (Foto: Pollyana Araújo/ G1)

Acompanhado da mulher e do filho de 1 ano, o pastor evangélico Joide Miranda, de 47 anos, que até os 26 era travesti, afirma que é possível deixar de ser homossexual. A partir de sua experiência pessoal, ele decidiu ajudar quem quer voltar a ser hétero, por meio da Associação Brasileira de ex-Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABexLGBTTs). “A homossexualidade é um vício que, muitas vezes, vem desde a infância. Achava que era impossível mudar, mas é uma conduta que pode ser desaprendida”, diz o pastor.

O trabalho da associação vai contra a posição do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que orienta profissionais da área a não colaborar com serviços que ofereçam tratamento e cura para homossexualidade e não reforçem preconceitos sociais já existentes em relação ao tema.

Joide retirou silicone dos seios e dos quadris após
a conversão. (Foto: Arquivo pessoal)

Joide Miranda, que aos 14 anos assumiu a homossexualidade e agora se diz “completamente restaurado”, pontua que o trabalho que desenvolve busca a cura e a mudança a partir da espiritualidade e da experiência de vida dele, embora avalie que a psicologia seria importante nesse processo. “Aqueles que querem deixar o estado da homossexualidade dizem que me veêm como referência”, afirma o pastor, que depois da mudança retirou as próteses de silicone dos seios e o silicone industrializado dos quadris.

Ele explica que a entidade, que foi regulamentada em novembro do ano passado, dá suporte emocional a pessoas de vários lugares, inclusive do Japão, Espanha e França. Até hoje, segundo ele, mais de 500 homossexuais o procuraram. O pastor diz que os maiores motivos alegados para querer deixar a homossexualidade são a solidão e a insatisfação. “Fazemos acompanhamento por telefone, mas pretendemos abrir uma casa de apoio, uma espécie de albergue, para podermos auxiliá-los melhor”, conta o pastor, que mora em Cuiabá com a família.

Um dos pilares da associação, segundo ele, é a estruturação familiar. Para o pastor, a desordem familiar tem grande parcela de responsabilidade nos casos de homossexualidade. Ele diz alertar os pais durante as palestras que ministra para que se atentem sobre o comportamento dos filhos, de modo que atuem de forma preventiva. “Um dos maiores fatores que contribuem para a homossexualidade são os abusos sexuais e a ausência de limites para as crianças”, enfatiza, ao relatar que, aos 6 anos, foi abusado por um vizinho.

Joide morou em vários países, entre eles na França
(Foto: Arquivo pessoal)

Além dos próprios homossexuais, Joide diz receber inúmeros telefonemas de mães que não concordam com a orientação sexual dos filhos. Ele diz que muitas delas pedem para conversar com a mãe dele, que, após muita insistência, conseguiu fazer com que ele fosse para a igreja. Antes disso, o ex-travesti morou em vários países, entre eles Itália e França, onde se prostituía.

Ele cita dois casos de ex-gays que teriam se tornado heterossexuais depois de receberem acompanhamento através da associação. Um deles na França, que morava com outro homem e hoje já está casado com uma mulher.

Outro é o caso de um ex-travesti do Maranhão, que colocou silicone até nos lábios e agora é missionário de uma igreja evangélica. “Quando a pessoa resolve mudar, o interior está todo bagunçado e demora algum tempo para mudar completamente, inclusive os trejeitos femininos”, explica.

Joide se casou, mas diz que casamento não pode
servir de fuga. (Foto: Arquivo pessoal)

Casamento

No caso de Joide, a mulher Édna, que hoje o acompanha nas palestras em que dá o seu testemunho, foi quem o ajudou. “Falava para ele que não era para colocar a mão na cintura, nem cruzar as pernas como mulher”, disse. Ela, no entanto, faz questão de enfatizar que se casou com um heterossexual e que nunca duvidou da mudança do marido. “Antes achava que gay era sempre gay, mas depois que o conheci mudei esse conceito. Não me importo em falar sobre o passado dele, pois falo de alguém que não existe mais”, afirma.

Casada há 14 anos com Joide, Édna conta que os dois eram empresários e deixaram os negócios para ajudar as pessoas que pretendem deixar de ser homossexuais. “Só fazemos isso para que a nossa história possa ajudar outras pessoas”. Ela conta que no início do relacionamento enfrentou certo preconceito por parte daqueles que não acreditavam na mudança de Joide.

No entanto, os dois afirmaram que o casamento não pode servir como uma “fuga”. Antes de conhecer a mulher, o pastor disse não ter sentido atração por nenhuma outra pessoa do sexo oposto. “Tive tudo que um travesti sonha, como glamour e dinheiro, mas não era feliz. Sentia um vazio muito grande dentro de mim. Era uma vida de hipocrisia”, recorda Joide, ao se dizer realizado hoje com a mulher e o filho, que foi adotado porque Édna não conseguia engravidar.

Na visão dele, a homossexualidade está na mente e, por isso, pode ser restaurada.”Depois que fui abusado sexualmente, tive a minha heterossexualidade violada”, afirma. Ele disse ainda que, quando foi molestado pelo vizinho, teve medo de contar para a família, principalmente ao pai, que era alcoólatra.

dica do Tércio Ribas Torres

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Vídeo de pai e filho vestidos de Homem-Aranha faz sucesso na internet

Da Galileu

O dia dos pais está chegando e você já deve estar em busca de um presente para ele. Mas este papai resolveu fazer uma coisa diferente por seu filho, Oliver, de três anos. Ele conta que desde que viu Adam Sandler se vestir de super-herói em “O Paizão”, ele quis fazer a mesma coisa por Oliver.

Então ele comprou uma fantasia de Homem-Aranha para ele e outra para o seu filho. O resultado foi tão fofo que o vídeo já alcançou quase 200 mil visualizações em três dias. Confira:

atualizando: já foram + de 208 mil visualizações.

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