Universitários desenvolvem esmalte de unha que pode detectar drogas em bebidas

Produto que muda de cor permite que mulheres verifiquem se alguém adulterou o seu drinque durante uma festa, por exemplo

Esmaltes de unha: arma contra estupros (foto: Marcio Oliveira / Agência O Globo)
Esmaltes de unha: arma contra estupros (foto: Marcio Oliveira / Agência O Globo)

Publicado em O Globo

Quatro estudantes da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, estão desenvolvendo um esmalte de unha capaz de revelar a presença de drogas, como Rohypnol e GHB, que costumam ser utilizadas por estupradores para adulterar bebidas de potenciais vítimas. Ao entrar em contato com essas substâncias, o esmalte alteraria a sua cor, alertando sobre a tentativa de ataque.

Batizada de Unvercober colors, a empresa criada pelos universitários tem como objetivo desenvolver tecnologias que permitam o empoderamento das mulheres na sua própria proteção contra criminosos.

“Para o nosso primeiro produto, estamos desenvolvendo um esmalte de unha que muda de cor quando em contato com drogas usadas em estupros, como a Rohypnol, Xanax, e GHB. Com o nosso esmalte, qualquer mulher poderá discretamente garantir a sua própria segurança ao simplesmente mergulhar o seu dedo na sua bebida. Se o esmalte mudar de cor, ela saberá que há algo errado”, afirma a empresa em sua página no Facebook.

Tecnologias que procuram garantir que bebidas estão livres de substâncias que podem ser usadas para crimes, como porta-copos, ou mesmo copos, não são novidade. No entanto, caso vingue, a iniciativa do esmalte permitiria uma ferramenta mais discreta para aqueles que não querem deixar transparecer que suspeitam que a sua bebida tenha sido adulterada.

Apesar de promissor, o produto ainda não tem data para chegar ao mercado.

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Aulas para adolescentes deveriam começar depois das 8h30, diz estudo

De acordo com Academia Americana de Pediatria, mais horas de sono para adolescentes evitariam notas baixas e problemas de saúde

Segundo estudo, adolescentes que dormem pelo menos oito horas e meia por noite têm menos propensão a obesidade, diabetes e problemas comportamentais (foto: ThinkStock/VEJA)
Segundo estudo, adolescentes que dormem pelo menos oito horas e meia por noite têm menos propensão a obesidade, diabetes e problemas comportamentais (foto: ThinkStock/VEJA)

Publicado na Veja on-line

Uma nova recomendação da Academia Americana de Pediatria sugere que as aulas do ensino fundamental e médio comecem às 8h30 — ou mais tarde. Publicada nesta segunda-feira no periódico Pediatrics, a sugestão foi baseada em pesquisas que mostram que os adolescentes americanos dormem menos que o recomendado — de oito horas e meia a nove horas e meia por noite — e que a privação de sono é prejudicial para a saúde.

Segundo a instituição, apenas 15% das escolas americanas de ensino médio iniciam as aulas depois das 8h30. No caso do ensino fundamental, a maioria dos colégios dá o sinal às 8 horas — 20% começa antes disso.

De acordo com os médicos, adolescentes que dormem a quantidade de horas recomendadas têm menos propensão a obesidade, diabetes e problemas comportamentais como ansiedade e depressão.

Puberdade — O levantamento mostrou que essa medida seria mais eficaz do que mandar os filhos para a cama cedo. Nas mudanças hormonais da puberdade, o adolescente tende a mudar o seu relógio biológico e encontrar dificuldade para dormir antes das 23 horas. Nessa fase da vida, o jovem demora mais para sentir o cansaço acumulado durante o dia do que um adulto.

“O organismo dos adolescentes libera melatonina (um hormônio que induz ao sono) mais tarde do que dos adultos”, diz Judith Owens, líder da recomendação e diretora de medicina do sono do Centro Nacional de Medicina Infantil, nos Estados Unidos. Outro problema que favorece a falta de descanso adequado, segundo a pesquisa, é o excesso de tarefas dos adolescentes. “É importante eles terem menos coisas para fazer e poderem dormir antes da meia-noite”, diz

CONHEÇA A RECOMENDAÇÃO

Título original: School Start Times for Adolescents​

Onde foi divulgada: periódico Pediatrics

Quem fez: Judith A. Owens, Rhoda Au, Mary Carskadon, Richard Millman, entre outros

Instituição: Academia Americana de Pediatria

Recomendação: Segundo os médicos, as aulas dos adolescentes deveriam começar depois das 8h30. Desse modo, os jovens poderiam dormir a quantidade de horas recomendada por noite, o que evitaria problemas comportamentais e fisiológicos.

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Personagens de contos de fadas ajudam no combate à violência doméstica

publicado no Brainstorm9

Sob o pseudônimo de Saint Hoax, um (ou uma) artista do Oriente Médio usa personagens dos contos de fadas para nos lembrar que, muitas vezes, a realidade pode ser bem diferente. Seu trabalho mais conhecido, Happy Never After, usou algumas das princesas mais conhecidas do universo Disney para falar sobre violência doméstica contra a mulher. Agora, com Prince Charmless, o foco continua na violência doméstica, mas desta vez com foco no público masculino.

Ao lembrar os homens que não existe vergonha em ser uma vítima, a campanha questiona “quando foi que ela parou de tratar você como um herói? Não tenha vergonha de pedir ajuda.”

Entre os personagens escolhidos para ilustrar os pôsteres, aparecem machucados em Aladdin, Hércules, Eric e John Smith.

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Fazer o bem sem olhar a quem

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publicado no IdeaFixa

Lilian Weber tem 99 anos de idade e passou os últimos anos fazendo um vestido por dia para garotinhas africanas.
Essa criatura altruísta do Iowa (EUA) costura os vestidinhos para a Little Dresses For Africa, uma uma organização cristã que os distribui para crianças carentes na África.

Ela tem como objetivo fazer 1000 vestidos antes do seu aniversário de 100 anos – já fez 840. Lilian diz que conseguiria fazer até dois no mesmo dia, mas prefere se dedicar a tornar cada peça única e com muita personalidade

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