Organização evangélica faz campanha contra voto de cajado

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Ruan de Sousa Gabriel, na Época online

Uma organização evangélica que reúne integrantes de diversas confissões chamada Rede Fale lançou a campanha “Diga não ao voto de cajado”, versão religiosa do voto de cabresto.

Em 2013, a Rede Fale lançou a campanha “Feliciano não! Fale por direitos humanos na Câmara”, contra a eleição de Marco Feliciano (PSC-SP) para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

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Microsoft dá 15 GB para quem usar o OneDrive no iPhone e em Android

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publicado no INFO

A Microsoft dará 15 GB de armazenamento gratuito para quem usar o aplicativo do disco virtual OneDrive em dispositivos com sistema Android e iOS, desde que a opção de backup automático de fotos esteja habilitada. Por padrão, o OneDrive já oferece 15 GB de armazenamento na nuvem, ou seja, usando o aplicativo para guardar suas fotografias, você terá o dobro de espaço no serviço. Isso também se aplica a quem usa smartphones com sistema Windows Phone.

A novidade, que foi anunciada no blog oficial da Microsoft, dá ao OneDrive uma vantagem competitiva contra os seus principais concorrentes, Dropbox e Google Drive. O primeiro oferece 2GB de armazenamento grátis enquanto o segundo oferece 15 GB — mas o espaço é unificado com o oferecido pelo Gmail, inicialmente, eram 5 GB.

“Quando você estiver instalando o OneDrive no seu aparelho, todas as suas fotos e vídeos estarão disponíveis instantaneamente sem tomar o preciso espaço do seu aparelho”, segundo a Microsoft.

Vale notar que Dropbox é possível expandir o tamanho do seu disco virtual pessoal de duas formas: pagando uma mensalidade ou então convidando amigos para que eles se cadastrem no serviço. O máximo que você pode conseguir no Dropbox gratuitamente é 18 GB, segundo o site oficial da empresa. Mas quem vincula a conta do Mailbox ao Dropbox no iOS ganha mais 1 GB.

Recentemente, o OneDrive aumentou o tamanho máximo de arquivos únicos que podem ser sincronizados, passando de 2 GB para 10 GB.

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Marina pede orações contra ‘marketing selvagem’

Em encontro com educadores católicos, candidata do PSB disse que argumentos não bastam contra ataques de Dilma Rousseff

Marina durante campanha em Brasília (foto: Reuters)
Marina durante campanha em Brasília (foto: Reuters)

Gabriel Castro, na Veja on-line

A candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, fez um apelo contra o “marketing selvagem” que tem sido vítima na campanha eleitoral. Em encontro com educadores católicos, nesta segunda-feira, em Brasília, ela pediu a eles que roguem a Deus para que o povo tenha “discernimento”.

“Estão dizendo aí que eu vou acabar com tudo e ainda vou acabar com o resto”, disse ela, que afirmou não haver como responder aos ataques com argumentos. “Como vocês são pessoas de fé: contra o marketing selvagem, não vale argumento, só discernimento. Então peçam a Deus pelo discernimento do povo brasileiro”, afirmou.

Depois, a candidata fez uma lista daquilo que, direta ou indiretamente, o PT a acusou de ameaçar: “Não dá para acreditar que uma pessoa possa acabar com o pré-sal, o Prouni, o Fies, o Pronatec, o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida, a transposição do São Francisco, a Transnordestina, o décimo-terceiro, as férias, privatizar a Petrobras, a Caixa Econômica, o Banco do Brasil. Se uma pessoa pode fazer isso, é porque nós temos um país que é o que, de papel? Isso fere o bom senso, a inteligência dos brasileiros”, disse ela.

O uso de ataques contra Marina Silva e Aécio Neves tem sido frequente pela campanha da presidente Dilma Rousseff. Somente na última semana, além de manter o repertório tradicional, a petista insinuou que a adversária poderia mexer nos benefícios trabalhistas e acabar com o Bolsa Família.

O fórum que participou nesta segunda-feira foi organizado pela Associação Nacional da Educação Católica (Anec). Os outros candidatos não compareceram ao evento; eles foram representados por emissários de suas campanhas. Em seu discurso, Marina lembrou as dificuldades que teve para se alfabetizar, aos 16 anos, e depois, quando vivia em um internato de freiras e precisava estudar durante a madrugada, escondida, para poder acompanhar o ritmo das aulas.

A candidata também defendeu a possibilidade de alunos carentes que estudaram em colégios particulares por meio de bolsas de estudo também possam participar do Prouni, o programa do governo federal que beneficia alunos oriundos de escolas públicas.

Em entrevista após o encontro, ela também criticou o uso do Palácio da Alvorada para a gravação de imagens ou entrevistas de conteúdo eleitoral. “O problema da reeleição é exatamente esse: o de criar uma confusão entre o uso institucional para o exercício da função e o uso dos meios e equipamentos que são do Estado para a campanha. Essa é uma ambiguidade que será resolvida com o fim da reeleição”, disse ela, que promete não disputar um segundo mandato se for eleita.

 

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