17 sinais de que você já virou o tiozão da internet

A idade chegou.

Rafael Capanema, no BuzzFeed

1. Você não entende pra que serve o Snapchat.

MR1805
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Fotos.. que… só dá pra ver uma vez?

2. Mesmo se você já entendeu pra que serve o Snapchat, não consegue entender por que alguém ia querer usar esse negócio.

Elenarts/Elenarts
Elenarts/Elenarts

MAS DEPOIS A FOTO SOME??? QUAL A NECESSIDADE DISSO???

3. Você não entende nem metade dos itens dos Trending Topics do Twitter.

Elenarts
Elenarts

#AtrêFlyers???? #GlobalArtistHMA??? #TwitteirosSeguindoDeVoltaComHeyBrother??? #1DTODAY?????

4. Você tenta tirar uma foto e acaba gravando um vídeo.

MR1805
MR1805

5. Você penou pra conseguir criar um grupo no WhatsApp pela primeira vez.

Elenarts/Elenarts
Elenarts/Elenarts

EPA, PERAÍ, ACABEI MANDANDO A MESMA MENSAGEM SEPARADA PRA CADA PESSOA!!

6. Você ainda usa o Winamp (ou sente saudades).

CoreyFord
CoreyFord

AQUILO QUE ERA PLAYER DE MP3, NÃO ESSAS PORCARIAS QUE VOCÊS USAM HOJE!!!

7. Você tem a impressão de que a interface dos apps e dos sites muda todos os dias.

MR1805
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8. E, quando você finalmente aprende a usar… MUDA DE NOVO.

Elenarts
Elenarts

9. Seu sobrinho sempre te ensina coisas de tecnologia.

Elenarts
Elenarts

COMO QUE VOCÊ NÃO SABIA DISSO, TIO???

10. Mesmo depois desses anos todos, você ainda diigta tuod erraod na tlea touchcsreen.

MR1805
MR1805

11. Você compra um celular e no dia seguinte ele tá obsoleto, porque você não sabia que iam lançar uma versão nova.

MR1805
MR1805

EU PENSEI QUE O IPHONE 4S FOSSE A ÚLTIMA PALAVRA EM TECNOLOGIA!!!

12. Você descobre uma função básica do celular três anos depois de comprá-lo.

Elenarts
Elenarts

ENTÃO ERA SÓ DESLIZAR PRA CIMA PRA ABRIR A CÂMERA???

13. Você descobre uma função legal do celular sem querer e depois não consegue mais fazer de novo.

Elenarts
Elenarts

EU TINHA CERTEZA QUE ERA AQUI QUE APERTAVA PRA FAZER FOTO PANORÂMICA!!!

14. Você cria uma conta na rede social do momento mas não consegue nem trocar a sua foto de perfil.

Elenarts
Elenarts

15. Você ainda usa e-mail com bastante frequência (e curte demais).

tio15

AQUI NÃO DÁ PRA SABER SE EU LI E IGNOREI!!!

16. Você fica muito impressionado com qualquer novidade tecnológica, por mais besta que possa parecer (pros jovens).

Elenarts
Elenarts

NOSSA, VOCÊ SÓ ARRASTA O DEDO NO TECLADO E A PALAVRA JÁ APARECE???

17. Você acha que não, mas tá cada vez mais perto do dia em que vai fazer filhos e sobrinhos passarem vergonha na internet.

MR1805
MR1805

QUE MICO, TIO!!!

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Com celulite e estrias como acessórios, ‘Barbie normal’ tem padrões realistas de beleza

Publicado na Folha de S. Paulo

O designer Nickolay Lamm criou uma boneca com padrões de beleza mais “normais” do que o proposto pela icônica Barbie.

O que começou como um projeto artístico, em julho de 2013, se tornou um produto disponível para compra nesta quarta-feira (19).

“Os pais e seus filhos estavam me mandando e-mails e me perguntando onde eles poderiam comprar a ‘Barbie normal’ —mas ela não existia”, disse Lamm à revista “Time”.

Depois disso, ele decidiu tentar financiar o projeto de forma coletiva —um crowdfunding— e arrecadou cerca de US$ 500 mil dos US$ 95 mil pedidos. “Para ser honesto, eu sabia que seria um tremendo sucesso ou um fracasso total, não havia meio-termo”.

“Eu queria mostrar que a realidade é legal. Muitos dos brinquedos fazem as crianças fantasiarem, mas por que eles não mostram que a vida real é legal? Não é perfeita, mas a realidade é tudo o que temos e isso é incrível”.

Adesivos imitam machucados, estria, celulite e espinhas para bonecas
Adesivos imitam machucados, estria, celulite e espinhas para bonecas

As bonecas Lammily serão vendidas inicialmente por US$ 25 e além do brinquedo, o site vai disponibilizar, a partir de janeiro, um kit de adesivos que custam US$ 6 e reproduzem espinhas, sardas, bochechas coradas, além de celulites e estrias.

Lamm afirma que não teme a repercussão negativa que os adesivos podem gerar: “No começo muitas pessoas diziam que o projeto era uma piada, então não tenho dúvidas que algumas pessoas não vão levar a sério. Mas espero que várias pessoas acreditem na mesma coisa que eu. Eu acho que cerca de 25%, 30% vão achar que os adesivos são idiotas, mas o resto acharão bom”.

“Essa é a boneca que todos estavam esperando, com marcas pelo corpo inclusive”, afirmou o designer.

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Pais de alunos saem em defesa de ex-monitor preso por suspeita de abuso

Katia Assis, mulher do ex-funcionário acusado de abusar de três crianças em colégio, em Barueri (foto: Ernesto Rodrigues/Folhapress)
Katia Assis, mulher do ex-funcionário acusado de abusar de três crianças em colégio, em Barueri (foto: Ernesto Rodrigues/Folhapress)

Reynaldo Turollo Jr. e Fabrício Lobel, na Folha de S.Paulo

Um grupo de pais de alunos de um colégio de classe média alta de Barueri, na Grande São Paulo, organizou um abaixo-assinado em defesa de um ex-funcionário da escola acusado de abusar de três crianças de três anos.

O abaixo-assinado, com 66 assinaturas, foi entregue à advogada do acusado, 14322677Anabella Marcantonatos, que também é mãe de alunas do colégio Mackenzie Tamboré, onde teria ocorrido o abuso.

A advogada se declara convencida da inocência do réu, após ter realizado uma investigação por conta própria antes de assumir essa causa.

Antônio Bosco de Assis, 44, está preso desde 8 de maio, acusado pela Promotoria de se aproveitar de um descuido da professora e de outra monitora para tocar os genitais das três meninas durante uma aula de educação física em 22 de abril.

A prisão de Antônio tem como base apenas relatos das crianças. A Polícia Civil e o Ministério Público não apresentaram provas técnicas.

Para o advogado das famílias das meninas, as provas contra Antônio são robustas e contam principalmente com o reconhecimento do ex-monitor pelas três crianças.

Conforme a Folha revelou nesta terça (18), não há, no processo, imagens das câmeras da escola (apesar de terem sido analisadas), laudos médicos periciais (apesar de solicitados) nem a análise do computador do réu (apesar de ter sido apreendido).

Procurado, o colégio afirma aguardar a sentença, antes de se pronunciar. O delegado Alexandre Palermo, o promotor Eduardo Querobim e a juíza Cyntia Straforini não comentam o processo, que está em segredo de Justiça.

“Depois que apareceu a denúncia, por que não surgiram mais casos?”, questiona a enfermeira Simone Santos, 42, que tem uma filha de dez anos no colégio e diz acreditar na inocência de Antônio.

“A gente só quer um julgamento justo”, afirma.

ESCALA E CÂMERAS

Na data apontada pela Promotoria como o dia do abuso, Antônio estava escalado para o prédio da educação infantil, e não para o da educação física, onde, segundo a polícia, aconteceu o crime.

Segundo a pedagoga Eliana Rosa, 47, que tem três filhos no Mackenzie e foi coordenadora da educação infantil do colégio por 15 anos, a escala de trabalho apertada não permite que os funcionários saiam de suas funções.

“Qualquer funcionário que saia do seu posto gera uma confusão que é imediatamente percebida”, afirma Eliana. “Nunca houve suspeitas contra o Antônio”, completa.

Segundo funcionários e pais de alunos, o Mackenzie não tem câmeras nas salas, mas sim no trajeto entre os prédios. Para eles, se Antônio tivesse se deslocado do prédio para o qual estava escalado até o da educação física, onde teria acontecido o crime, as câmeras o teriam flagrado.

“Que o colégio apresente as imagens, as provas”, diz o empresário Flávio Fujimoto, 37, que conta ter se tornado próximo a Antônio devido à amizade de seu filho, de nove anos, com o ex-monitor.

Os pais se queixam de que o colégio “aceitou como verdade” a versão das famílias denunciantes antes de realizar uma apuração rigorosa.

Leia mais:

Agora, polícia diz não saber data e local de abuso em colégio em SP

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Ex-ministro Márcio Thomaz Bastos morre aos 79 anos em SP

Márcio Thomaz Bastos, advogado de José Roberto Salgado no processo do mensalão (foto: Pedro Ladeira - 5.set.2013/Folhapress)
Márcio Thomaz Bastos, advogado de José Roberto Salgado no processo do mensalão (foto: Pedro Ladeira – 5.set.2013/Folhapress)

Publicado por Monica Bergamo

O ex-ministro da Justiça Marcio Thomaz Bastos morreu aos 79 anos na manhã desta quinta. A informação foi confirmada pela família.

Ele estava internado há alguns dias no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para tratamento de problemas no pulmão.

Desde o mês passado, o ex-ministro apresentava tosse e um pouco de fraqueza. Na semana passada, ele fez uma viagem de trabalho aos Estados Unidos e na volta apresentou um quadro de embolia, que chegou a afetar seu coração.

Thomaz Bastos é considerado um dos principais advogados criminalistas do país. Foi presidente da OAB-SP entre 1983 e 1985 e do Conselho Federal da OAB (1987 a 1989) antes de virar ministro da Justiça (2003 a 2007) no governo Lula.

No julgamento do mensalão, ele fez a defesa do ex-dirigente do Banco Rural José Roberto Salgado, condenado a uma pena de 14 anos e 4 meses de prisão por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e evasão de divisas.

O ex-ministro driblou os médicos e chamou advogados de sua equipe envolvidos na Operação Lava Jato para despachar ontem no hospital Sírio-Libanês. Levou uma bronca da família.

Bastos foi internado há alguns dias por causa de uma embolia, definida no boletim médico como “descompensação de fibrose pulmonar”.

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Jovens do RJ se unem pela internet para valorizar a beleza negra

Troca de experiências sobre maquiagem e cabelo fortalecem autoestima.
Mulheres ressaltam importância da rede para a discussão de padrões.

A administradora Rosângela José começou seu blog em novembro de 2010. (foto: Arquivo pessoal)
A administradora Rosângela José começou seu
blog em novembro de 2010. (foto: Arquivo pessoal)

Cristina Boeckel, no G1

A necessidade de discutir padrões, falar sobre truques de beleza específicos e relatar experiências pessoais tem unido mulheres que vivem no Rio de Janeiro e trabalham no fortalecimento da autoestima e no reconhecimento da beleza negra pela internet. Entre relatos sobre maquiagem e cuidados para cabelos afro, elas ajudam outras mulheres a se aceitarem.

A administradora Rosângela José, autora do blog Negra Rosa, Rosa Negra, começou a produzir conteúdo depois de não se identificar com as imagens que via na internet: “Quando eu comecei a acompanhar blogs de beleza, eu tinha dificuldade, porque as cores em peles negras ficam totalmente diferentes. E eu só via cores de batom em blogs de meninas que não são negras. Até você compreender todo este processo, de que a cor dos lábios influencia, às vezes você se frustra, porque a cor não fica igual.”

Ativa em fóruns sobre maquiagem, Rosângela decidiu montar um canal no YouTube e, mais tarde, o blog, que existe desde novembro de 2010.

A professora de literatura Fabiana Lima, dona do canal do YouTube Beleza de Preta, acredita que a internet potencializou uma tendência histórica de reconhecimento e valorização da estética dos negros.

“Eu acho que, desde a década de 1970, os movimentos negros lutaram por isso. Com a internet, a partir da década de 1990, isso tomou um novo sentido. Porque pessoas de diferentes lugares e idades podem se relacionar por esta rede. Acho que tem sido bastante interessante, embora não seja o ideal ainda” diz Fabiana.

Anastacia vê as mesmas dúvidas que tinha na adolescência nos seus alunos. (foto: Arquivo pessoal)
Anastacia vê as mesmas dúvidas que tinha na
adolescência nos seus alunos.
(foto: Arquivo pessoal)

A importância da autoestima
Anastacia Moreno, do blog Ame Seu Crespo, acredita que a difusão de conhecimentos sobre a beleza negra pela internet é importante para que as meninas conquistem autoestima desde cedo: “São outras possibilidades de cuidado e beleza para meninas que, de outra forma, não teriam acesso a isso.”

Por ser professora de Sociologia para estudantes do Ensino Médio, Anastacia vê nas suas alunas os mesmos dilemas que via em si mesmo quando tinha a idade delas. Para ela, a web amplia o espaço no qual as jovens podem encontrar soluções para seus dilemas de beleza.

“Infelizmente não tive acesso às coisas bacanas que elas têm hoje na internet. Foi um processo dolorido, mas que me motivou a escrever no blog e a compartilhar os meus conhecimentos nos fóruns porque é muito difícil estar sozinha. E é importante ter essa rede de apoio. Ter alguém para poder compartilhar informações técnicas e inseguranças que temos nas nossas vidas. E também ter modelos nos quais nós possamos nos espelhar também. Ter pessoas bonitas e felizes que não precisam alisar o cabelo para serem aceitas” diz Anastacia.

Além dela, Mabia Barros, do blog MaxiBolsa, também considera importante ter modelos nos quais as meninas negras possam se ver refletidas: “Como toda menina negra, eu dei muita cabeçada, testei muita coisa no cabelo para alisar, porque a gente cresce achando que o cabelo é ruim, que tem que relaxar, que tem que controlar, que tem que fazer alguma coisa. Eu levei bastante tempo até chegar a uma estética que tivesse mais a ver comigo, com as minhas origens, com a minha raiz, com a minha identidade. É um processo de construção de identidade.”

O caminho de descobrir a própria beleza

Mabia Barros acredita que o Rio de Janeiro tem um cenário favorável a uma valorização maior da beleza negra. (foto: Arquivo pessoal)
Mabia Barros acredita que o Rio de Janeiro tem um
cenário favorável a uma valorização maior da beleza
negra. (foto: Arquivo pessoal)

Mabia também acredita que o Rio de Janeiro tem um cenário favorável à valorização da beleza negra. “É uma cena forte, até por conta dos bailes charme, do hip hop e, inclusive, dos bailes funk. Tem uma galera se juntando e que tem produzido muita coisa sobre beleza negra aqui no Rio de Janeiro.”

Fabiana Lima também começou a descobrir a própria beleza na adolescência, em um longo processo de aceitação: “Desde os 15 anos, eu me aproximei de movimentos e grupos culturais negros. E, desde então, eu comecei a me ver de outra forma. Mas somente com 33 anos eu passei a usar os meus cabelos naturais. Passei a deixar de usar química de alisamento. Isso inspirada nas mulheres que eu admirava, dos grupos culturais e movimentos negros que eu frequentava.”

A jornalista e pesquisadora da cultura negra, Luciana Xavier, é frequentadora de fóruns de discussão sobre a beleza negra desde os tempos do Orkut. Ela ajuda a espalhar o conhecimento que conquistou: “Aprendi muito nesses fóruns e comunidades, e comecei a repassar essas informações para outras pessoas. Muita gente me parava na rua, para perguntar o que eu fazia no cabelo, como cuidava, e eu indicava essas comunidades. Foi um aprendizado espontâneo, em que discutíamos questões ligadas à estética, e também à própria identidade negra, autoestima, feminismo.”

Segundo Rosângela, descobrir a própria beleza passa pela autoaceitação: “Eu sempre gostei de mim. Mas quando eu assumi meu cabelo natural, mudou realmente. Eu me sinto muito mais completa, mais autêntica. E isso transformou tudo. Se você pegar uma foto minha antes do cabelo natural e uma depois, eu acho que é visível a diferença. Foi uma coisa vindo com o tempo.”

 

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