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Polegar diz que não é mais do crime: ‘É um dinheiro que a gente não pode usar’

“Se você não souber ler, você pira. Li muito. A cada quatro dias, lia um livro de 500 páginas”

Polegar, na sede do Afroreggae (foto: Luiz Ackermann / Extra)

Polegar, na sede do Afroreggae (foto: Luiz Ackermann / Extra)

Carolina Heringer, no Extra

O traficante Alexander Mendes da Silva, o Polegar, de 40 anos, disse, em entrevista na sede da ONG Afroreggae, na Lapa, que “não tem mais facção e não pertence mais ao crime”. Polegar foi solto na manhã desta quinta-feira. Preso em 2011, no Paraguai, o ex-chefe do tráfico da Mangueira estava desde janeiro deste ano no Rio, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, depois de ficar quase três anos anos no presidio federal de segurança máxima de Porto Velho, em Rondônia. Há dois meses, ele estava em Bangu 1.

- Perdi minha juventude preso. Eu sabia que se não deixasse o crime, eu ia morrer ou acabar voltando para a cadeia, não tinha opção. O crime dá um dinheiro que a gente não pode usar. O que adianta eu ter dinheiro para comprar um carro, se não posso sair da favela? Prefiro a liberdade, que é o bem mais precioso que tenho – garantiu.

O traficante, que vai agora trabalhar com a ONG Afroreggae, contou que foi a leitura que o fez aguentar tantos anos na prisão, principalmente na unidade federal.

- Se você não souber ler, você pira. Li muito. A cada quatro dias, lia um livro de 500 páginas. Aquele lugar (presídio federal) é uma clausura. Se não fossem os livros, teria enlouquecido – disse Polegar, citando títulos de Dan Brown, Sidney Sheldon e Kim Collier, além dos livros “Ossos da Colina”, “A chave de Rebecca” e “A Hospedeira”.

Nascido e criado na Mangueira, Polegar disse que entrou no crime aos 17 anos, “porque foi o caminho natural”:

- É muita ostentação. Baile funk, mulher, dinheiro e a gente acaba não indo por outro caminho. Na realidade, é uma grande ilusão. Quem vive ali acha que é o único meio de sobreviver – disse ele, novo funcionário da ONG, que chegou a trocar cartas, da prisão, com José Junior, coordenador do Afroreggae.

Polegar ainda responde a um processo na 4ª Vara Criminal, por constrangimento. Ele é acusado de ter mantido reféns durante uma rebelião, em Bangu 3, em 2003. Outros réus da ação respondem por mortes que aconteceram naquela ocasião dentro da unidade.

Facebook exclui perfis brasileiros com ‘nomes estranhos’

Publicado no Techtudo

Usar o Facebook é simples. Basta se inscrever usando nome e e-mail para criar um perfil com foto, gostos pessoais e amigos. Porém, nem sempre é fácil. Alguns esbarram no primeiro passo. É o caso de Nilmar e Luís Henrique, que carregam no sobrenome palavras que a rede social considera ofensivas a ponto de desativar seus perfis, com base em normas de uso polêmicas.

facebookperfil

“No final de maio, meu primo falou para eu tentar entrar no meu Facebook, pois a conta dele não estava mais logando, com aviso de desabilitada. Mais tarde, nossa família foi excluída do Facebook”, conta Nilmar Piroca, 25 anos, que entrou na rede social em 2010 e alega nunca ter recebido qualquer notificação ou advertência.
Caso semelhante acontece com Luís Henrique Fuck, de 23 anos. Ele conta que a rede social nunca aceitou seu sobrenome. “Ao criar uma conta ou, mais tarde, ao tentar modificá-la, aparece uma mensagem indicando que devo usar meu ‘nome real’. Passei a abreviar e utilizar meu outro sobrenome”, explica.

Nilmar Piroca teve perfil no Facebook apagado por causa do seu sobrenome (Foto: Reprodução/Acervo Pessoal)

Nilmar Piroca teve perfil no Facebook apagado por causa do seu sobrenome (Foto: Reprodução/Acervo Pessoal)

Os dois brasileiros foram impedidos de manter contas com seus nomes reais. Em função disso, o primeiro perdeu todos os dados armazenados por quatro anos, enquanto o segundo é obrigado a ocultar o sobrenome. Tudo isso acontece por conta da rígida política de uso: “O Facebook é uma comunidade na qual as pessoas usam suas identidades verdadeiras”. Sendo assim, solicita que forneçam nomes reais, por razões de segurança.
Entretanto, nem todos são aceitos. Os perfis com nomes que usam símbolos, números, repetição de caracteres ou pontuação, letras em mais de um idioma, apelidos ou palavras ofensivas, são desativados quando reconhecidos entre os demais. É aí que mora o problema: nomes considerados ofensivos.

Em contato com o TechTudo, o Facebook Brasil disse que não comenta casos específicos e orientou a cadastrar um nome alternativo e/ou entrar em contato por meio do formulário para problemas de login e acesso a perfis.

Família banida

Segundo Nilmar, a perda de perfis aconteceu também com parentes. “Todos foram, sem aviso ou motivo algum, banidos, tendo suas contas apagadas. O aviso ao tentar logar ou entrar é de conta desabilitada”, lamenta. Um passo atrás, Luís Henrique diz que toda a família procuram usar o nome de outro jeito. “Minha avó e muitos de meus primos escrevem o sobrenome apenas com “Fuc”, sem o “k” no final. Outros, como eu e o meu irmão, apenas abreviam o Fuck (“F.”) e usam outro sobrenome”, conta.

Luís Henrique Fuck usa sobrenome de outras formas para evitar patrulha do Facebook (Foto: Reprodução/Acervo Pessoal)

Luís Henrique Fuck usa sobrenome de outras formas para evitar patrulha do Facebook (Foto: Reprodução/Acervo Pessoal)

Em busca de uma solução, Nilmar conta que achou uma opção na Central de Ajuda do Facebook. “Escrevi que minha conta está desativada devido ao meu sobrenome e anexei minha CNH”, reclama ele que perdeu informações importantes em grupos da faculdade, além de suas fotos pessoais.

Segundo o jovem, depois de preenchido o recurso com as informações solicitadas, foi enviado um email automático do Facebook que informava violação na Declaração de Direitos e Responsabilidade. “No final desse email, dizia que minha conta não poderia ser reativada de forma alguma, nem divulgar mais informações, e que essa é uma decisão final e não pode ser contestada”, diz.

“Fiquei completamente arrasado e humilhado depois que tive a conta desabilitada. Ali eu armazenava contatos de familiares, amigos e profissionais. Sou da comissão dos formandos, havia informações importantíssimas na minha conta sobre tudo que envolve a formatura de mais de 25 pessoas”, lamenta.

Final Feliz
No último dia 3 de julho, Nilmar conseguiu voltar ao Facebook, após sair da rede social. “Eu voltei. Depois de toda vergonha que passei”, celebra em post público com a aprovação dos amigos. A vitória veio após uma rádio local do Rio Grande do Sul tornar sua história pública e atrair a atenção da rede social, que devolveu o seu perfil. O resto da família, no entanto, não teve a mesma felicidade – a política do site permanece inalterada.

dica do Emerson Catarina

Menina com câncer faz dueto de ‘Frozen’ com enfermeiro e vídeo se torna viral

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Kamryn Slater e o enfermeiro Tom fazem dueto da canção ‘Love is an open door’, do filme ‘Frozen’<br />
Foto: Reprodução

publicado no O Globo

Um vídeo publicado no Facebook pela mãe da corajosa Kamryn Slater, uma americana de 7 anos que está lutando contra um câncer, caiu nas graças dos usuários do Facebook esta semana e se tornou um viral. O vídeo, que mostra a garotinha dublando uma música do filme “Frozen”, da Disney, já tem mais de 214 mil compartilhamentos e, com a ajuda do prórpio Facebook, que, através do “FB Newswire”, promoveu a publicação de Andrea Lynn, a mãe de Kamryn.

“A má notícia é que nós estamos no hospital para uma transfusão de sangue, mas a boa notícia é que nós conhecemos o enfermeiro mais legal do mundo, Tom, que por acaso é um fã do filme ‘Frozen’. Isso aqui acabou de acontecer”, escreveu Andrea antes de publicar o vídeo que mostra os dois novos amigos interpretando de maniera muito empolgada a letra da canção “Love is an open door” (“o amor é uma porta aberta”).

Mais de US$ 17 mil já foram arrecadados através de uma campanha criada por Andrea para financiar o tratamento da filha. Os interessados em ajudar podem comprar uma camisa da iniciativa #TeamKamryn, e parte da verba irá diretamente para a família da menina, que mora no estado de Nova York e luta contra um câncer em estágio III.

A página da campanha explica que, após sentir dores na barriga, a menina fez um ultrassom que indicou um tumor extenso em um dis rins da garotinha. A cirurgia de remoção da massa, no entanto, não foi bem-sucedida — o tumor rompeu durante a operação —, e a estudante ainda está em recuperação para, só então, começar a quimioterapia. Se o tumor encolher com o tratamento, a menina poderá passar novamente por uma cirurgia e mais rodadas de quimio e radioterapia.

“Essa menina doce tem que passar por algo que nenhuma criança deveria enfrentar (…) Mas Kamryn é forte e vai superar isso!”, diz, otimista, um trecho do texto publicado na página da campanha.

Conheça o novo jogo que está virando febre nos smartphones

Publicado no TecMundo

Órfão de Flappy Bird? Então conheça Timberman, um game que explora uma jogabilidade parecida com a do famoso game do pássaro voador e que está fazendo sucesso mundo a fora. De acordo com App Annie, o jogo já é líder na categoria games da AppStore em oito países diferentes, e está entre os cinco mais baixados em 28 nações.

Em Timberman, você deverá encarnar um lenhador daqueles bem icônicos: barbudo, parrudo, de calça jeans e camisa xadrez. Seu objetivo é cortar a árvore com um machado pedaço a pedaço, cuidando para não deixar que os galhos acertem o personagem.

Descendo lenha

Jogar é bem simples: tudo o que você precisa fazer é tocar na tela para que o lenhador corte a árvore. Você pode tocar no canto esquerdo ou direito, fazendo o lenhador mudar de lado, desviando dos galhos que fazem você perder toda a jogada.

À medida que você consegue cortar mais e mais pedaços de lenha, o nível de dificuldade vai subindo e mais galhos vão aparecendo. Seja rápido para evitar que a barra de vida se esvazie completamente. Caso contrário, é game over.

Fórmula viciante

O game é viciante porque faz a contagem de machadadas que você deu na árvore e por não oferecer uma segunda chance para os jogadores. Dessa forma, você poderá comparar os resultados com seus amigos de uma forma simples. Além disso, ele se conecta a Play Games e a Game Center.

O jogo está disponível desde maio na AppStore e na Play Store, mas só agora que ele realmente começou a bombar. O sucesso na loja de aplicativos da Apple se deve ao fato de que o game entrou para o seleto grupo de aplicativos “Escolha do Editor”, sendo baixado mais de um milhão de vezes em apenas três dias.

Timberman é gratuito e pode ser baixado para Android e iPhone. E você? Qual é o seu recorde?

LEGO na Copa do Mundo 2014: Maracanã e Arena Corinthians em LEGO

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publicado no Blog do Brinquedo

O Maracanã Stadium LEGO, onde acontece a grande final entre Alemanha e Argentina, foi construído pelo LEGO artist Schfio Factory em 6 semanas, tem mais de 1.8 m de diâmetro e a Arena Corinthians, também numa escala enorme e com as arquibancadas divididas entre torcidas de Brasil e Argentina (infelizmente não encontrei o autor do modelo). Foram gastos mais de 100.000 blocos LEGO para replicar os dois estádios!

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