Garoto de 10 anos faz sucesso como CEO de marca de cookies

size_810_16_9_mrcory
publicado no PME

Cory Nieves administra uma popular marca de cookies nos Estados Unidos, vendendo os biscoitos a 1 dólar. Cory estima que em um único final de semana possa faturar até mil dólares com os cookies. A diferença desta história para a de outros empreendedores é que Cory tem apenas 10 anos de idade.

Com mais de 30 mil seguidores no Instagram, o garoto já participou do popular programa de TV da Ellen Degeneres. Ele está chamando a atenção do mundo com sua história de empreendedorismo que começou em 2009.

Em uma tarde fria, Cory estava cansado de esperar o ônibus quando disse para a mãe que eles precisavam comprar um carro. Para juntar dinheiro, eles passaram a vender chocolate quente. Empenhado em fazer o “negócio” crescer, o garoto incluiu limonada e biscoitos na barraquinha na porta da sua casa, tudo a 1 dólar.

Caseiros e totalmente naturais, os biscoitos começaram a ganhar mercado e hoje eles são vendidos em um carrinho, em Nova Jersey. Para Cory, o segredo do sucesso está no preparo. “Eles são feitos com amor. E são totalmente naturais, sem nenhum conservante”, disse o garoto em entrevista à rede CBS News.

Para fazer o negócio funcionar, ele conta com a ajuda da mãe na operação, mais precisamente para assar os cookies. “Eu cuido das finanças”, disse Cory. Apesar do sucesso, Cory não precisou comprar um carro para a mãe. Durante sua participação no programa de TV, ele ganhou 10 mil dólares e um carro novo. Quando crescer, quer estudar em Princeton e ter ainda sua própria grife de roupas, segundo a Entrepreneur.

Leia Mais

Dilma só ultrapassou Aécio com 89% dos votos apurados

5f734a2c3ec5a82a630f6a70670067b8_original

publicado no Yahoo!

A campanha da presidente Dilma Rousseff (PT) deve ter suado frio na noite de domingo (26), pois Aécio Neves (PSDB) esteve à frente da petista até a apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alcançar 88,91%.
O momento exato da ultrapassagem da presidente foi às 19h32, segundo informações confirmadas pelo Yahoo junto ao TSE. Os resultados só foram divulgados publicamente após as 20h de domingo, quando as eleições haviam sido encerradas em todo território nacional – por conta do fuso-horário, o Acre foi o último estado a finalizar sua votação.

Dilma ganhou a corrida presidencial por uma estreita margem de pouco mais de 3%, totalizando 54,5 milhões de votos (51,6% dos votos válidos), enquanto Aécio conquistou pouco mais de 51 milhões (38,4%).
Um gráfico em circulação na Internet, cuja autoria não pôde ser confirmada pelo Yahoo Brasil, mostrou o momento exato da ultrapassagem de Dilma sobre Aécio. Contatado, o TSE não confirmou os dados anteriores à ultrapassagem (intersecção das linhas azul e vermelha).
59312f70-5e14-11e4-a58e-83495c92c51c_10743668_926241397404038_1099316457_n

 

Leia Mais

Suzane Richthofen se casa dentro da cadeia. Com uma sequestradora

Casal vive em cela especial desde setembro. Antes, parceira de Suzane mantinha relacionamento com Elize Matsunaga

Suzane von Richthofen está presa desde 2002

Publicado na Veja on-line

Suzane Von Richtofen se casou. A nova parceira da detenta, que está há 12 anos encarcerada na penitenciária de Tremembé, no interior paulista, é Sandra Regina Gomes, condenada a 27 anos de prisão pelo sequestro de uma empresária em São Paulo. As informações foram divulgadas pelo jornal Folha de S.Paulo nesta terça-feira.

A história de amor entre Suzane e Sandra tem nuances dignos de trama de novela. Antes do enlace entre as duas, Sandra vivia maritalmente com Elize Matsunaga, presa pela morte e esquartejamento do marido Marcos Kitano Matsunaga, em junho de 2012.

O casal se conheceu na fábrica de roupas que funciona dentro do presídio e onde Suzane ocupa um cargo de chefia. Ao perceber o interesse de Suzane por Sandra, o relacionamento com Elize acabou. O triângulo amoroso acabou por romper a amizade entre as presas.

Desde setembro deste ano Suzane e Sandra passaram a dormir em uma cela especial destina a presas casadas. Lá, dividem o espaço com mais oito casais. Antes Suzane ocupava uma ala especial, destinada a presas evangélicas, desde 2002, quando foi presa pelo assassinato dos pais Manfred e Marísia von Richthofen, mortos a pauladas a mando de Suzane.

Para poder dormir com seu novo amor, a ex-estudante teve de assinar um documento de reconhecimento de relacionamento afetivo, exigido para todas as presas que resolvem viver juntas.

Em Tremembé, esse papel funciona com uma certidão de casamento. Permite o convívio marital, mas também impõe regras de convivência aos casais.

Após assinatura desse compromisso, por exemplo, caso se separe, a presa não poderá voltar à cela especial – única destinada a casais –em um prazo de seis meses.

Por já ter vivido com Elize no espaço, Sandra teve que passar por uma quarentena antes de poder assumir o relacionamento com Suzane. Ela é apontada também como o principal motivo para que Suzane abrisse mão do regime semiaberto. Em agosto passado, a juíza Sueli de Oliveira Armani concedeu a chamada “progressão de regime”, mas a moça abriu mão do benefício.

Os advogados tentavam essa decisão desde final de 2008 e começo de 2009. Surpreendentemente, Suzane pediu à magistrada para adiar sua ida para o regime semiaberto e permanecer na cadeia em tempo integral.

Se aceitasse o benefício, seria transferida para outra unidade, já que a unidade feminina de Tremembé onde elas estão só tem autorização para receber presas em regime fechado.

Recentemente, Suzane abriu mão de lutar pela herança dos pais e tenta se reaproximar do irmão, Andreas.

Por outras penitenciárias onde passou Suzane também despertou paixões. Em Rio Claro, por exemplo, duas funcionárias do presídio se apaixonaram por ela. Com isso, recebeu algumas regalias ilegais, como acesso à internet. A história só foi descoberta porque as funcionárias brigaram pelo amor de Suzane.

Em Ribeirão Preto, para onde foi transferida, um promotor teria se apaixonado por Suzane e prometido lutar para tirá-la da “vida do crime”. Ela não gostou da proposta e denunciou as investidas.

O promotor foi punido pelo Ministério Público por comportamento inadequado – ele nega o suposto assédio.

Pessoas que conversaram com Suzane recentemente afirmam que ela pretendia fazer uma cerimônia para celebrar o enlace no começo de novembro. Tinha escolhido até padrinhos. O plano, no entanto, foi adiado depois que ela soube que uma TV preparava uma reportagem sobre ela. Com medo de expor a relação, adiou o evento.

Quando foi presa, Suzane namorava Daniel Cravinhos de Paula e Silva. Teria sido em nome desse amor que eles arquitetaram a morte dos pais. O pai da menina não aceitaria o namoro porque Daniel não estudava nem trabalhava. Para concretizar o plano, contaram com a ajuda do irmão de Daniel, Cristian.

Todos foram condenados. Os irmãos cumprem pena no regime semiaberto. O Ministério Público acredita que ela foi a mentora do crime.

Leia Mais

8 provas definitivas que o ano já acabou e você não tá sabendo

publicado no BuzzFeed

1. Já estamos no horário de verão \o/
1

2. Daqui 50 dias as aulas acabam e chegam as Férias!!!!!
enhanced-22413-1413898099-9
E tudo isso só porque teve Copa então atrasou tudo.

3. Faltam apenas 60 dias para o Natal.
anigif_enhanced-buzz-22858-1413907267-14
4. Inclusive já começaram as decorações.

enhanced-buzz-4131-1413896421-9
Essa ai de cima é de Palmas. Quem também já deu a largada foi Gramado e Cascavel.

5. E os clássicos Panetones já estão nas prateleiras.
enhanced-buzz-1548-1413896645-23
6. Quem também já está ai é o Reveillon. Faltam apenas 67 dias para a virada!
anigif_enhanced-buzz-26491-1413906961-35
7. E 115 dias para o Carnaval <3

anigif_enhanced-9516-1413907139-6

8. Inclusive, já começou a escolha das rainhas de bateria.
rainha
Susana Vieira foi coroada a rainha da Grande Rio ao som de Valesca Popozuda.

VEM 2015!!!

2015

Leia Mais

Você não é tão bom quanto pensa, diz professor

profs

publicado na EXAME

Duvidar, lá no fundo, da sua própria competência pode ser o segredo para o sucesso. Essa é a opinião do psicólogo Tomas Chamorro-Premuzic, professor na University College London (UCL) e consultor de diversas empresas como HSBC, J.P. Morgan e Unilever.

Crítico ferrenho das correntes de autoajuda que pregam frases como “acredite em si mesmo” ou “você é capaz de qualquer coisa”, ele defende que profissionais confiantes têm menos amigos, menos oportunidades de carreira e, a longo prazo, menos realizações.

EXAME.com conversou com o professor para entender por quê, na visão dele, o mundo é dos modestos. Confira a seguir os principais trechos da entrevista.

A média das pessoas tende a subestimar ou superestimar suas próprias competências?

Tomas Chamorro-Premuzic: Superestimar. Essa é uma das tendências mais universais que já foram documentadas sobre o comportamento humano. A maioria das pessoas acha que é melhor do que realmente é.

Essa visão distorcida que temos de nós mesmos aparece até nos contextos mais bobos. Supervalorizamos nosso desempenho no trabalho, mas também na hora de cantar no karaokê ou contar uma piada. Só 9% das pessoas avaliam suas próprias habilidades de forma realista.

Por que a humildade é tão rara?

Tomas Chamorro-Premuzic: A única explicação simples para isso é que os seres humanos sentem desconforto ao pensar coisas negativas sobre si mesmos. O otimismo faz bem para o emocional das pessoas, é uma adaptação evolutiva.

O senhor já disse que pessoas menos confiantes são mais bem-sucedidas. De onde vem essa correlação?

Tomas Chamorro-Premuzic: É simples. Pegue o caso do tenista Roger Federer. A competência dele no esporte deve ser aproximadamente 100 vezes maior do que a de um jogador mediano de tênis. Mas a autoconfiança dele só deve ser três ou quatro vezes maior do que a de um indivíduo comum. Proporcionalmente, as pessoas mais bem-sucedidas são as mais humildes.

Ser pouco confiante é bom por dois motivos. O primeiro é que você é mais crítico sobre você mesmo, sabe quando as coisas não vão bem e tende a reagir mais prontamente a feedbacks negativos.

Além disso, no contato diário com o outro, você é percebido como modesto e humilde. Os outros criam uma imagem simpática de você. O mundo do trabalho está cheio de pessoas que são percebidas negativamente por serem muito confiantes.

A autoconfiança teria então uma face perversa?

Tomas Chamorro-Premuzic: Sim. Confiar em si mesmo é tóxico para a carreira de uma pessoa, principalmente se lhe faltar competência. O papel original da insegurança, durante a evolução da espécie, foi o de funcionar como um sistema de alarme para detecção de ameaças. Quanto mais confiante você é, menos consciente dos riscos e perigos você se torna.

A longo prazo, ser confiante demais tende a prejudicar a sua capacidade de se aperfeiçoar profissionalmente. Se você já acredita que é ótimo, tem menos energia para se superar.

O senhor já afirmou que, no trabalho, os homens geralmente são muito mais autoconfiantes do que as mulheres. Dentro desse contexto desigual, a autoconfiança é mesmo tão nociva à carreira das mulheres?

Tomas Chamorro-Premuzic: Em qualquer ambiente, profissional ou não, os homens tendem a se superestimar, e as mulheres, a se subestimar. Fica difícil mesmo que elas sejam recompensadas por serem modestas. Então, da forma como as coisas são, sim, infelizmente a assertividade e a autoconfiança ainda valem a pena para a profissional mulher.

Mesmo assim, acredito que a confiança excessiva prejudica qualquer pessoa. A única ressalva que faço é que, como existem mais homens iludidos sobre sua própria competência do que mulheres, o meu conselho vale mais para eles do que para elas.

A geração Y é muitas vezes taxada de narcisista. O senhor concorda com essa qualificação?

Tomas Chamorro-Premuzic: Sim, o membro típico da geração Y tem uma grande necessidade de se sentir “único”. É uma pessoa que acredita estar destinada a se tornar famosa. Embora narcisista, é também alguém muito inseguro: precisa se admirar muito, mas também necessita de aprovação constante dos outros para reforçar a sua autoimagem positiva. Essa é uma combinação perigosa de características, e acho que já estamos vendo o impacto disso no mundo do trabalho.

Qual é esse impacto?

Tomas Chamorro-Premuzic: Em primeiro lugar, mais do que nunca, os jovens querem abrir suas próprias empresas, fazer as coisas “do jeito deles”. Eles acham que grandes organizações não enxergam o quão bons eles são. O problema é que, estatisticamente, sabemos que a maior parte desses empreendedores não vai se dar bem.

O segundo problema é a forma como os jovens se comportam no mercado de trabalho. A geração Y precisa de reconhecimento constante, e espera que o trabalho seja divertido, estimulante e pague bem. Quantas pessoas conseguem tudo isso? Conheço muitos jovens que constantemente estão trocando de emprego, que nunca estão felizes. Esse é o resultado de uma geração que cresceu ouvindo que é ótima e que foi mimada por pais superprotetores. Essa ilusão exigirá muito tempo para ser desconstruída.

Leia Mais