12 filmes de peso que estreiam nos cinemas em setembro

Publicado na Revista Exame

“Se Eu Ficar” – 4 de setembro

O filme “Se Eu Ficar”, que estreia no dia 4 de setembro, é baseado no best-seller de Gayle Forman. A história traz o drama de Mia Hall (Chlöe Grace Moretz), uma garota extremamente talentosa para a música que vive dedicada a ensaios e à carreira, até que conhece Adam (Jamie Blackley), por quem se apaixona loucamente. Mas a dificuldade de conciliar amor e trabalho não é o único desafio que ela enfrentará. Ao sofrer um acidente de carro, em que perde sua família e entra em coma, Mia passa a refletir sobre o que poderá se tornar sua vida, caso ela sobreviva.

“Hércules” – 4 de setembro

Estrelado por Dwayne Johnson, o filme “Hércules” conta a história do semi-deus após realizar os 12 trabalhos e perder sua família. Em busca de novos desafios, Hércules aceita entrar em uma nova aventura em troca de dinheiro. Ele é contratado pelo rei da Trácia para treinar seu exército e enfrentar um poderoso inimigo. A estreia do longa está marcada para 4 de setembro.

“Anjos da Lei 2” – 4 de setembro

Depois do sucesso da primeira missão, os policiais Schmidt (Jonah Hill) e Jenko (Channing Tatum) têm uma nova missão, no filme “Anjos da Lei 2”, que estreia no dia 4 de setembro. Sua tarefa será se infiltrar em uma faculdade para desvendar um esquema criminoso que pode estar se desenrolando por lá.

“Rio, Eu Te Amo” – 11 de setembro

Com estreia marcada para 11 de setembro, o filme “Rio, Eu Te Amo” é uma homenagem à cidade fluminense. A produção une diversas histórias, dirigidas por diferentes cineastas, para mostrar as facetas do cartão-postal. O filme faz parte da franquia “Cities of Love”, e conta com participação de grandes estrelas, como Tonico Pereira, Rodrigo Santoro e Fernanda Montenegro.

“Os Cavaleiros do Zodíaco” – 11 de setembro

Os fãs de anime poderão matar a saudade do desenho “Os Cavaleiros do Zodíaco” com o novo filme “A Lenda do Santuário”, que estreia no dia 11 de setembro. No longa, os cavaleiros de bronze Seiya, Shun, Hyoga, Shiryu e Ikki terão de enfrentar os cavaleiros de ouro, no santuário para onde a jovem Saori Kido decide ir.

“O Doador de Memórias” – 11 de setembro

O filme “O Doador de Memórias” é baseado no best-seller de Lois Lowry e mostra a que ponto os humanos podem chegar para conquistar o sonhado “mundo perfeito”. No longa, que estreia dia 11 de setembro, o jovem Jonas (Brenton Thwaites) vive em um lugar onde todos vivem em paz, mas, para isso, não possuem sentimentos, nem memórias.

“Era Uma Vez Em Nova York” – 11 de setembro

O filme “Era Uma Vez Em Nova York” mostra a comovente história de Ewa Cybulski (Marion Cotillard), uma imigrante polonesa que viaja a Nova York com sua irmã Magda em busca de uma vida melhor.Chegando ao destino, Magda é deportada por estar doente e Ewa, seduzida pela promessa de ajuda do cafetão Bruno (Joaquin Phoenix), acaba explorada em uma rede de prostituição. Seu destino, porém, vai mudar com a chegada do mágico Orlando (Jeremy Renner), primo de Bruno, pelo qual irá se apaixonar.

“O Último Concerto” – 18 de setembro

Cerca de seis meses depois da morte de Philip Seymour Hoffman, o filme “O Último Concerto”, estrelado por ele, chega aos cinemas brasileiros, no dia 18 de setembro. O longa conta a história de um quarteto musical que, após 25 anos de parceria, se prepara para sua última apresentação, já que um de seus integrantes está com o mal de Parkinson.

“Mesmo Se Nada Der Certo” – 18 de setembro

O filme “Mesmo Se Nada Der Certo”, que estreia em 18 de setembro, traz a história de fracasso de Gretta (Keira Knightley) e Dan (Mark Ruffalo). Ela é uma cantora e, assim que chega a Nova York, é dispensada por seu namorado, também cantor. Ele é um divorciado produtor musical desempregado. Ao ouvi-la cantar em um bar, Dan resolve gravar um disco de Gretta, para tentar dar uma guinada na vida de ambos.

“Maze Runner – Correr ou Morrer” – 18 de setembro

Chegando aos cinemas no dia 18 de setembro, o filme “Maze Runner – Correr ou Morrer” traz a realidade de um mundo pós-apocalíptico. Nesse contexto, o jovem Thomas (Dylan O’Brien) tem sua memória apagada e, logo após, é deixado em um lugar com garotos na mesma situação. Ele percebe, então, que está em um labirinto e precisará agir rápido e contar com a ajuda dos outros para que consigam sobreviver.

“Sin City: A Dama Fatal” – 25 de setembro

A continuação de “Sin City: Cidade do Pecado” estreia no dia 25 de setembro. Na sequência “A Dama Fatal”, três histórias de Frank Miller serão passadas dos quadrinhos para as telonas, com direção de Frank Miller, Robert Rodriguez e participação especial de Quentin Tarantino.

“O Protetor” – 25 de setembro

Com Denzel Washington no elenco, o filme “O Protetor” estreia no dia 25 de setembro. A produção é baseada na série de TV dos anos 80 chamada “The Equalizer” e conta a história de Robert McCall (Washington), um misterioso homem que trabalhou na polícia e, agora, tenta acabar com as injustiças ajudando vítimas e pessoas em perigo.

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Paulo Roberto Costa começa a revelar nomes dos beneficiários do esquema de corrupção da Petrobras

Sergio Cabral, Roseana Sarney, Eduardo Campos, Renan Calheiros e Edison Lobão estão entre os citados nos depoimentos do ex-diretor da Petrobras

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Rodrigo Rangel, na Veja

Preso em março pela Polícia Federal, sob a acusação de participar de um mega esquema de lavagem de dinheiro comandado pelo doleiro Alberto Youssef, o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa aceitou recentemente os termos de um acordo de delação premiada – e começou a falar.

No prédio da PF em Curitiba, ele vem sendo interrogado por delegados e procuradores. Os depoimentos são registrados em vídeo — na metade da semana passada, já havia pelo menos 42 horas de gravação. Paulo Roberto acusa uma verdadeira constelação de participar do esquema de corrupção.

Entre eles estão os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), além do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA). Do Senado,  Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP, e Romero Jucá (PMDB-RR), o eterno líder de qualquer governo. Já no grupo de deputados figuram o petista Cândido Vaccarezza (SP) e João Pizzolatti (SC), um dos mais ativos integrantes da bancada do PP na casa. O ex-ministro das Cidades e ex-deputado Mario Negromonte, também do PP, é outro citado por Paulo Roberto como destinatário da propina. Da lista de três “governadores” citados pelo ex-diretor, todos os políticos são de estados onde a Petrobras tem grandes projetos em curso: Sérgio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio, Roseana Sarney (PMDB), atual governadora do Maranhão, e Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco e ex-candidato à Presidência da República morto no mês passado em um acidente aéreo.

Paulo Roberto também esmiúça a lógica que predominava na assinatura dos contratos bilionários da Petrobras – admitindo, pela primeira vez, que as empreiteiras contratadas pela companhia tinham, obrigatoriamente, que contribuir para um caixa paralelo cujo destino final eram partidos e políticos de diferentes partidos da base aliada do governo.

Sobre o PT, ele afirmou que o operador encarregado de fazer a ponte com o esquema era o tesoureiro nacional do partido, João Vaccari Neto, cujo nome já havia aparecidao nas investigações como personagem de negócios suspeitos do doleiro Alberto Youssef.

Conheça, nesta edição de VEJA, outros detalhes dos depoimentos que podem jogar o governo no centro de um escândalo de corrupção de proporções semelhantes às do mensalão.

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Papiro citando a Santa Ceia pode ser o mais antigo amuleto do cristianismo

Fragmento indica que cristãos adotaram costume egípcio de usar amuletos contra perigos (foto: University of Manchester, John Rylands Research Institute)
Fragmento indica que cristãos adotaram costume egípcio de usar amuletos contra perigos (foto: University of Manchester, John Rylands Research Institute)

Publicado no UOL

Um fragmento de papiro com referência à Santa Ceia pode ser o mais antigo amuleto do Cristianismo. O pedaço de papel foi descoberto por uma pesquisadora entre milhares de papiros mantidos na biblioteca da Universidade de Manchester, no Reino Unido.

A responsável pelo achado, Roberta Mazza, diz que ele provavelmente foi usado dobrado em um pingente como amuleto de proteção. “Foi uma descoberta importante e inesperada. Trata-se de um dos primeiros registros de uso de magia no contexto do cristianismo e o primeiro amuleto com referência à Santa Ceia”, diz Mazza.

O fragmento é provavelmente originário de uma cidade do Egito. Seu texto traz uma mistura de trechos dos Salmos e do evangelho de Matheus. “Na época, cristãos começaram a utilizar passagens da Bíblia como amuleto de proteção”, diz Mazza. “Por isso, este achado marca o início de uma importante tendência”, completa.

Análises de carbono indicam que o papiro data de período entre os anos de 574 e 660. O criador provavelmente transcreveu trechos da Bíblica de que lembrava de cabeça, ao invés de copiá-los. Segundo a pesquisa, há erros de ortografia e palavras que não estão na ordem correta, como estão na Bíblia.

A íntegra do texto diz:

“Temei o que governará sobre a terra.

Saibam nações e povos que Cristo é o nosso Deus.

Pois ele falou e tudo veio a ser, ele mandou, e tudo foi criado; ele colocou tudo sob os nossos pés e nos libertou da cobiça de nossos inimigos.

Nosso Deus preparou uma Ceia Sagrada no deserto para o povo e deu o maná da Nova Aliança para comermos, o corpo imortal do Senhor e o sangue de Cristo derramado por nós para a remissão dos pecados”.

A passagem foi originalmente escrita na parte de trás de um recibo usado para pagamento ou cobrança de imposto. Um texto quase ilegível faz referência à coleta de tributos da vila de Tertembuthis, localizada no interior de Hermópolis, cidade da antiguidade onde hoje está localizada El Ashmunein, no Egito.

“Provavelmente, a pessoa que utilizou as costas do papiro para escrever o texto do amuleto era dessa mesma região”, diz Mazza.

A descoberta será apresentada por Roberta Mazza em conferência internacional. Em seu estudo, ela mostra que cristãos adotaram a prática egípcia de usar amuletos para proteger seu portador e afastar perigos. Segundo a pesquisadora, a prática pode ser verificada ainda hoje, no uso de escapulários e orações em santinhos.

A pesquisa foi publicada na revista especializada Zeitschrift für Papyrologie und Epigraphik.it.

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Fernando Meirelles: “Marina paga o pato, mas PT e PSDB não puniram homofobia”

Meirelles: "Eles [a equipe do programa de governo] erraram e vão ter que absorver o tranco, engolir o choro e seguir"
Meirelles: “Eles [a equipe do programa de governo] erraram e vão ter que absorver o tranco, engolir o choro e seguir”
Luciano Máximo, no Valor Econômico

Leia os principais trechos da entrevista com Fernando Meirelles:

Valor: Você apoiou a Marina em 2010 e está com ela agora também.

Fernando Meirelles: Sim, com mais convicção. Nestes quatro anos, a Marina não parou de se reunir com pessoas de todas as áreas para compreender mais profundamente o país e se preparar para uma possível eleição. Os estudos que dão sustentação às ideias da Marina estão disponíveis no site do Instituto Democracia e Sustentabilidade [IDS].

Valor: O que o motivou a optar por ela nessas duas ocasiões?

Meirelles: A plataforma que mira desenvolvimento sustentável. Leio bastante sobre aquecimento global, crise da água, segurança alimentar, matrizes energéticas, esgotamento dos biomas naturais e dos recursos do planeta. Nada me tira mais o sono do que perceber que estamos numa rota de colisão e ver que a turma continua querendo acelerar e crescer. Marina tem visão de estadista, pensa no país que ficará para os nossos netos. Isso que faz toda a diferença.

Valor: Teve/tem participação efetiva nas campanhas de Marina?

Meirelles: Em 2010 queriam que eu fizesse o programa [de TV], mas eu não quis transformar minha vontade de participar em um trabalho, então ajudei a montar uma equipe de produção e dei uma de palpiteiro sem compromisso. Na campanha atual, como seria feita pelo pessoal do Eduardo, não me envolvi. Mas só participaria mesmo como voluntário.

Valor: As eleições deste ano serão diferentes do pleito de 2010?

Meirelles: Já estão e as chances de Marina vencer são grandes. Em 2010, Dilma era a continuação dos anos dourados que o Brasil viveu graças à China no mercado de commodities. A festa acabou e está cada vez mais claro que investir só em consumo deu errado. Pesquisas mostram que ninguém aguenta mais o velho pensamento político do confronto e da oposição.

Valor: Marina também está diferente de lá para cá? Vê evolução?

Meirelles: Como ela gosta de filosofia e psicologia, costumava ser muito analítica, conceituava cada ideia tornando seu discurso acadêmico e mais difícil. Agora está mais sintética e assertiva. Os quatro anos estudando o Brasil e conversando com gente de Norte a Sul deram-lhe estofo e segurança.

Valor: O que achou da decisão de Marina de se aliar ao PSB?

Meirelles: Calou quem dizia que ela era intransigente e sem cintura para o jogo político. Que outro político no Brasil com um cacife de 20 milhões de votos toparia ser vice numa chapa, só para poder ver algumas ideias que acredita contempladas no programa de governo? O negócio dela é o seu programa e não o poder.

Valor: Gostou do programa de governo de Marina?

Meirelles: Gostei. Pena que ninguém leia o programa. Ele propõe uma grande mudança para o país. São três eixos principais: o primeiro será manter as conquistas dos outros governos, tentando aprimorá-las, sem se importar se quem as inventou pode estar na oposição. Não se desperdiça boas ideias só por não serem de autoria do partido. O segundo é democratizar a democracia, que significa criar instrumentos, incluindo redes sociais, para que as decisões do governo reflitam de fato a vontade dos brasileiros. O terceiro é criar as bases para um desenvolvimento ambientalmente sustentável para podermos ter um país justo, com cidadãos livre e criativos. Diria que o capítulo sobre educação é o que mais me animou. A Marina quer recuperar a qualidade do ensino das escolas públicas, com ciência e cultura como pilares.

Valor: O que achou das mudanças anunciadas momentos depois?

Meirelles: Foi uma tremenda comida de bolas eles terem publicado a versão errada e depois voltado atrás. O fato de ter recuado foi um vacilo. Mas o programa toca em tantos pontos importantes que é uma pena que essa questão, também importante, esteja se tornando o fiel da balança. É tão difícil pegar a Marina no pulo que quando aparece um aluguel de avião ou a troca de “casamento” por “união estável” num documento, a turma aproveita e sai gritando. Faz parte, eles erraram e vão ter que absorver o tranco. Engolir o choro e seguir.

Valor: Marina é mais visada que os outros candidatos na abordagem de certos temas polêmicos, como direitos civis, religião, aborto?

Meirelles: Me parece que sim. Nem PSDB e nem PT criminalizaram a homofobia em seus governos e nem lançaram cartilhas com noções de tolerância em escolas, mas a Marina é quem paga o pato com o eleitor. Tanto a Dilma quanto o Aécio, que não creem, usam o nome de Deus em suas falas. Há duas semanas, na Assembleia de Deus, a Dilma começou seu discurso citando o salmo de Davi. Foi falsa como uma nota de dois dólares. Já a Marina, que crê de fato, paradoxalmente é a única que não usa Deus em seu discurso, mas é a única criticada por isso.

Valor: Como interpreta essa “nova política” que Marina tanto fala?

Meirelles: Parece ser o seu tema central, mas no programa a reforma política que ela propõe é só um instrumento para chegar ao que realmente interessa, que é a construção de um país afinado com os valores e a cultura do milênio em que estamos e não mais com a visão desenvolvimentista do século XX. Ela sabe que governar não é mais abrir estradas nem construir ferrovias. Claro que ferrovias precisam ser construídas e serão, mas um presidente precisa ter visão de país e de futuro, e é isso que ela tem de sobra e é isso que encanta quem a escuta com atenção.

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Proposta de governo de Levy Fidelix para 2014 é de 2010 ¯\_(ツ)_/¯

publicado no BuzzFeed

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Com direito a uma aba especifica para a proposta.

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Para nossa surpresa, a do Levy Fidelix é de 2010.

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O programa conta com informações desatualizadas, como o valor do salário mínimo.

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E ainda fala da Copa.

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Ao R7, Fidelix explicou que, como sua candidatura foi registrada no dia 2 de julho, próximo ao prazo final (dia 5 de julho), não houve tempo para concluir o documento.

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