Funcionário de loja publica mensagem ‘Sou gay’ em Facebook de cliente

Aline Jesus, no TechTudo

Uma brincadeira de mau gosto feita por um empregado da loja Best Buy, em Denver, nos Estados Unidos, causou polêmica. Um rapaz, que não quis se identificar, contou ao site 7 News que levou um smartphone defeituoso para ser trocado na loja e acabou tendo uma mensagem maldosa publicada em seu perfil no Facebook. “Sou gay, estou saindo do armário”, dizia o texto.

Pouco depois de pegar o novo telefone, o homem começou a receber diversas ligações avisando sobre uma atualização estranha no status do seu Facebook. Quando abriu o aplicativo da rede social, entendeu que alguém tinha usado o aparelho antigo para publicar a mensagem. “O telefone tocou várias vezes depois disso. Da minha ex-esposa aos amigos, todos ligaram. Não é uma piada. Não teve a menor graça”, disse ele.

O homem contou que foi humilhado e entrou com uma representação na Justiça contra a loja. Até o momento, a Best Buy emitiu apenas uma nota oficial dizendo que todos os empregados de suas lojas são obrigados a ler e assinar o Código de Ética da companhia. O ocorrido deixa uma lição: sempre que for dar seu celular para alguém, faça primeiro o logout dos aplicativos de todas as suas redes sociais.

Via Consumerist

dica do Fábio Carvalho

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Um Deus que sofre

Ed René Kivitz

O relacionamento entre Deus e a pessoa – raça humana, baseado no paradigma salvação e danação – ir para o céu ou para o inferno, pode ser interpretado pelo menos de duas maneiras. A maneira mais tradicional foi bem caricaturada pelo meu amigo Ricardo Gondim em sua “metáfora da festa”, que apresenta um Deus furioso dizendo à raça humana algo mais ou menos assim: “Vocês estragaram a minha festa, e eu vou estragar a festa de vocês. Sairei atrás de vocês com um chicote em punho, ferindo de morte todos os que se rebelaram contra mim e mostrarei quem tem a autoridade e o poder no mundo. Pouparei alguns poucos para dar ao universo um vislumbre de minha misericórdia, bondade e graça, e não terei piedade do restante da raça, que amargará no inferno, por toda a eternidade, a escolha errada que fez ao abandonar a minha festa”.

Essa descrição tradicional, que chamo de “paradigma moral”, compreende o pecado como um ato de desobediência que desperta a ira de Deus. Mas há outra maneira de perceber a relação entre Deus e a pessoa humana, que chamo “paradigma ontológico”. A metáfora do corpo pode ajudar. Imagine que Deus e a raça humana são uma unidade em que Cristo é o/a cabeça e a raça humana é o corpo.

Imagine também que cada membro do corpo tem um cérebro, e que, portanto, a harmonia do corpo depende do alinhamento de todos os pequenos cérebros (dos membros) com o grande cérebro (do/da cabeça). Caso o cérebro do braço direito se rebele e comece a esbofetear o rosto, isso seria uma rebelião moral.

Mas se o cérebro do braço direito reivindicasse ser amputado do corpo para viver de maneira autônoma, isso seria uma rebelião ontológica: uma pretensão de viver como ser auto suficiente, à parte do corpo, rompendo a unidade original do corpo e gerando, então, dois seres.

O grande cérebro diria ao braço: “Você não conseguirá sobreviver, você não tem vida em si mesmo, sua vida depende de estar no corpo”. Mas o braço insistente, se amputaria do corpo e ao debater-se no chão, com energia residual, imaginaria ainda estar vivo, mesmo separado do corpo. Até que morresse. Nessa metáfora (quase grotesca, desculpe), Deus não estaria ocupado em punir, destruir ou condenar o braço rebelde, mas faria todo o possível para reimplantar o braço no corpo.

A “metáfora da festa”, mais popular, é bem simbolizada no famoso sermão de Jonathan Edwards, no movimento puritano da Inglaterra do século XVI, entitulado: “Pecadores nas mãos de um Deus irado”.

Alguém precisa oferecer outro sermão, que bem poderia receber como título: “Pecadores nas mãos de um Deus ferido de amor”. Nele estaria um Deus que sofre ao perceber suas criaturas se rebelando contra o amor, a verdade, a compaixão, a justiça e a solidariedade, por exemplo, e ferindo-se umas às outras.

Deus seria apresentado, nas palavras de Jesus, como Aquele que “não apagará o pavio que fumega; não esmagará a cana trilhada”. Os pecadores seriam expostos não ao Deus que tem nas mãos um chicote e espuma o ódio transbordando de sua boca, mas um Deus com lágrimas nos olhos, caminhando entre os homens com laços de amor, sussurrando nas praças: “Com amor eterno eu te amo e com misericórdia te chamo”.

fonte: Blog do Ed René Kivitz

imagem via Facebook

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Willy Wonka foi inspirado em ‘George Bush chapado’, diz Johnny Depp

Publicado originalmente na Folha.com

Johnny Depp revelou, em entrevista à apresentadora americana Ellen Degeneres, as inspirações para alguns de seus personagens mais famosos.

Willy Wonka, de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, por exemplo, foi baseado no ex-presidente George W. Bush. “Eu imaginei como George Bush seria se estivesse incrivelmente chapado”, disse. “Assim nasceu minha versão de Willy Wonka.”

Edward Mãos de Tesoura, por sua vez, foi inspirado em um cachorro de Depp. “Seu amor incondicional, essa pureza do cachorro, foram os ingredientes básicos”, afirmou.

Johnny Depp como Willy Wonka em "A Fantástica Fábrica de Chocolate"

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