Juiz legaliza parcialmente a poligamia em estado americano

Juiz legaliza parcialmente a poligamia em estado americano
Kody Brown pode viver legalmente com suas quatro esposas – Reprodução

Mórmons fundamentalistas de Utah podem ter quantas esposas quiserem, desde que não casem formalmente

Publicado em O Globo

UTAH – Os mórmons fundamentalistas que praticam a poligamia em Utah conseguiram uma vitória legal na última quarta-feira, quando um juiz federal deu razão a uma conhecida família em seu litígio contra o Estado. As leis estaduais proíbem o matrimônio múltiplo e a coabitação, mas o juiz Clark Waddoups decidiu que poligamia é legal, desde que não exista o casamento formal, informa o “El País”.

A decisão encerra uma batalha legal de três anos entre o estado de Utah e Kody Brown, conhecido por protagonizar o programa de TV “Sister Wives”, que mostra como Brown vive com suas quatro esposas e 16 filhos. Quando o programa começou, em 2010, a família vivia na cidade de Lehi, em Utah, e o estado iniciou uma investigação contra Brown. Apesar de nunca ter sido denunciado, o mórmon fundamentalista processou o estado por impedir a prática de sua religião.

Em sua decisão, Waddoups determina que a proibição da coabitação vai contra a proteção das liberdades individuais, presente na Constituição americana. Com isso, Brown pode continuar vivendo com suas quatro mulheres, desde que não casem formalmente.

Em dezembro do ano passado, Brown já havia conseguido sentença favorável, mas ela estava suspensa até a decisão do valor a ser pago pelo estado pelos danos causados. Entretanto, a família renunciou ao direito de ser ressarcido, cobrando apenas os custos processuais.

A promotoria do estado de Utah informou que irá recorrer à Corte de Apelações, mas até o momento nada foi feito. Em comunicado, a família Brown agradeceu o trabalho dos advogados e pediu respeito à prática religiosa.

Os casamentos múltiplos são ilegais nos EUA desde o século XIX. Os próprios mórmons condenam a prática há mais de um século, mas alguns membros da comunidade mórmon fundamentalista em Utah continuam com a prática. As estimativas apontam que 38 mil mórmons pratiquem a poligamia no estado.

– Agora não somos criminosos. É um grande alívio. Não precisamos temer que alguém bata na porta e leve os seus filhos. Espero que esta decisão elimine o estigma de viver sobre um princípio que é uma forte crença religiosa – disse Anne Wilde, cofundadora do grupo Principle Voices, que defende a poligamia, à agência AP.

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Padre exorcista polonês diz receber SMS do demônio

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publicado no Vi na internet

O padre Marian Rajchel, da cidade polonesa de Jaroslaw, está tendo problemas inusitados com a tecnologia: o religioso está recebendo mensagens de texto malcriadas de ninguém menos que o demônio. Tudo começou quando o padre realizou um exorcismo em uma adolescente e o procedimento não foi bem sucedido. Desde então, o exorcista recebe SMS no celular da garota enviados por Satanás, segundo ele.

Em entrevista ao jornal inglês Daily Mail, Rajchel afirma: “O autor dessas mensagens é um espírito mau”. Muitas vezes, os donos de telefones celulares nem têm noção de estarem sendo usados desse modo. No entanto, isso é muito claro nesse caso, disse o padre ao site do jornal inglês. De acordo com ele, o demônio não faz cerimônia em usar as novas tecnologias para assediar as pessoas.

Veja o conteúdo de uma das mensagens recebidas pelo padre polonês: “Ela não vai sair deste inferno. Ela é minha e qualquer um que rezar por ela vai morrer”. Rajchel respondeu que rezaria pela garota e obteve outra resposta malcriada: “Cale a boca, pregador. Você não pode salvar a si mesmo. Idiota. Seu patético e velho pregador”. E aí, você já recebeu algum SMS maligno?

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Empresa japonesa esclarece confusão e diz que Hello Kitty é, sim, uma gata

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publicado no O Globo

Nesta quarta-feira, a internet ficou em polvorosa com a revelação de que Hello Kitty não é uma gata, e sim um ser humano. Mas, nesta quinta, o site “Kotaku” entrou em contato com a empresa japonesa Sanrio, criadora da personagem, para buscar mais esclarecimentos. Em resposta, a Sanrio disse que a história não é bem essa: Hello Kitty é, sim, uma gata, só que antropomorfizada – ou seja, com características humanas.

“A Hello Kitty foi feita com a ideia de ser uma gata. Dizer que ela não é uma gata é ir longe demais. Hello Kitty é a personificação de um gato”, disse um porta-voz da empresa.

A informação de que a personagem não era uma felina veio à tona depois que a antropóloga Christine R. Yano disse ao jornal “LA Times” ter sido corrigida pela Sanrio enquanto escrevia os textos para uma exposição que fará sobre Hello Kitty, que ao longo de décadas se tornou um ícone cultural em todo o mundo. Mas, segundo o “Kotaku”, a palavra usada na correção foi “gijinka”, que originalmente significa “antropomorfização” ou “personificação”.

Embora toda uma história de vida tenha sido criada para Hello Kitty, incluindo o detalhe de ela ter um gatinho como bicho de estimação, o site esclarece que as palavras “menino” ou “menina” nunca foram usadas para se referir à personagem. Inclusive, nas histórias da Disney, Minnie Mouse também possui um gato de estimação – o que não a transforma automaticamente numa pessoa.

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Aprenda a falar corretamente o nome de algumas marcas

publicado no Cri Visual

O redator publicitário de 26 anos, Gustavo Asth sabe que o brasileiro tem um problema sério quando o assunto é pronunciar um nome de marca estrangeira, de forma correta, então ele acabou criando um Tumbr para ajudar as pessoas com esta tarefa trocando o nome verdadeiro pela pronúncia e virou um sucesso. O resultado é bem legal, confiram nas imagens:

Always-como-se-fala Canon-como-fala DolceGabbana-como-fala Gucci-como-fala HäagenDazs-como-fala Heinz-como-fala HotWheels-como-fala LouisVitton-como-fala

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