7 passos para ser mais feliz no trabalho, segundo a ciência

Foto: flickr/eóle wind/ creative commons)
Foto: flickr/eóle wind/ creative commons)

Rennan A. Julio, na Galileu
Pode até parecer que a rotina já o engoliu e que todos os seus sonhos de universitário foram atropelados pela vida, mas sempre há como mudar a forma com que você encara o serviço. Pesquisas, estudos e livros mostram que somente alguns passos são necessários para uma vida mais tranquila no trabalho. Então veja a lista de dicas que a The Week separou para ser mais feliz com a sua profissão:

1 – Dinheiro não importa tanto assim

Por mais que pareça um pouco utópico e até mesmo inacreditável para a realidade em que nos encontramos, dinheiro não é sinônimo de felicidade. Segundo pesquisas recentes, dos fatores que fazem as pessoas felizes no trabalho, bom salário está entre os últimos.

Para uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, China, Japão e Índia pela Mercer, “base salarial” se encontra em sétimo dos 12 principais fatores para ser feliz no emprego. Segundo a Harvard Business Review, “aceitar um trabalho pelo salário” é um arrependimento número um na pesquisa de carreiras. Surpreendente?

2 – Status vale menos do que respeito

Por mais que profissões antigas, que carreguem respaldo da sociedade, possam parecer mais prestigiosas, saiba que mais vale um emprego em que se é respeitado do aquele que impõe respeito.

Segundo essa pesquisa, ser um chefe confiável – ou confiar no seu chefe – vale mais do que um aumento de 30% no salário. Para essa equipe, fazer parte de um grupo de colegas que gosta significa maiores chances de promoção. Para o sociólogo Richard Sennett, escritor do livro ‘How to Findi Fulfilling Work’, respeito faz com que as pessoas se sintam “seres humanos completes, cuja presence realmente significa alguma coisa”.

3 – Fazer a diferença faz diferença

Uma lista com os “trabalhos mais felizes” foi divulgada e nas primeiras colocações pudemos encontrar: bombeiros, professores, fisioterapeutas, psicólogos e muito mais. Em breve conclusão, trabalhos que trazem benefícios sociais tendem a trazer satisfação pessoal.

Para os cientistas Howard Gardner, Mihaly Csikszentmihalyi, e William Damon, pessoas que trabalham para o bem dos outros exibem altas taxas de felicidade no emprego.

4 – Use o que você tem de melhor

Procure usar o seu talento! Segundo esta pesquisa, trabalhar com o que gosta é responsável por grande parte das “emoções felizes” que sentimos. Quando incentivadas a fazerem o que sabem – e amam –, as pessoas são mais produtivas.

5 – Corra atrás do que ama

O clichê ataca novamente: fazer o que ama traz benefícios muito positivos. Para essa pesquisa, os indivíduos entrevistados que trabalhavam com o que amavam se mostraram muito mais satisfeitos, animados e felizes com suas vidas. Em contraponto, demonstraram baixíssimos níveis de ansiedade e depressão.

6 – Seja autonômo

Autonomia é um dos passos mais importantes para um bom emprego. Sentir-se capaz de controlar o seu tempo e suas ações, sem que sejam necessárias ordens, é ideal, como diz o livro ‘How to Find Fulfilling Work’. Viva a liberdade!

7 – Pare de procurar o trabalho perfeito

O trabalho perfeito não existe! Pelo menos não aquele que você sonha antes de dormir… Para o autor de ‘Mindset: The New Psychology of Success’, “o que uma pessoa pode aprender, praticamente todas as pessoas podem aprender”. Com isso, ele defende que a evolução dos nossos talentos seja constante, gerando a abertura de portas novas o tempo inteiro. Assim aumentando as chances de fazer o que gosta e, consequentemente, de ser feliz no que faz.

Leia Mais

Fotógrafo cria montagens surreais com cachorros abandonados para incentivar adoção

publicado no Catraca Livre

O fotógrafo hungáro Sarolta Bán utilizou o seu talento para incentivar as pessoas a adotarem cachorros abandonados.

No projeto Help Dogs with Images, ele coleta imagens de animais que procuram abrigo ao redor do mundo e cria montagens surreais. As pessoas que adotarem os cachorros recebem cópias das imagens.

As fotos também estão sendo comercializadas e parte da venda é revertida para os abrigos que cuidam dos animais.

Veja a galeria:

surreal-photography-shelter-dogs-sarolta-ban-1b

surreal-photography-shelter-dogs-sarolta-ban-2


surreal-photography-shelter-dogs-sarolta-ban-4b

surreal-photography-shelter-dogs-sarolta-ban-5-b

surreal-photography-shelter-dogs-sarolta-ban-7b

surreal-photography-shelter-dogs-sarolta-ban-8

surreal-photography-shelter-dogs-sarolta-ban-9b

surreal-photography-shelter-dogs-sarolta-ban-10b

Leia Mais

Alckmin usa página “Picolé de Chuchu” para ganhar curtidas no Facebook

3214905337-campanha-de-geraldo-alckmin-usa-pagina-picole-de-chuchu-para-aumentar-curtidas-de-candidato-reeleica

publicado no Virgula

A equipe de mídia sociais da campanha do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, deu um passo em falso na disputa por mais curtidas no Facebook. Usuários da rede social que curtiam a página Picolé de Chuchu – inspirada no apelido nada carinhoso dado por José Simão ao governador – são agora redirecionados para a página oficial do candidato.

A reportagem do Virgula Diversão entrou em contato com o comitê da campanha do tucano. Por telefone, uma assessora de imprensa frisou que o Facebook oficial do candidato não é de responsabilidade da campanha e, sim, do próprio candidato. A assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes não soube informar quem administra a página no dia-a-dia. Já a assessoria de imprensa do Facebook afirmou que foi um “erro do sistema”.

Contudo, a página Picolé de Chuchu não consta mais na busca da rede social, e o número de curtidas na página do candidato permanece igual, mesmo sem a correlação.

Nesta quarta-feira (13), especialistas em tecnologia e mídias sociais ouvidos pela reportagem afirmam nunca terem ouvido falar de tal “erro de sistema” ou de páginas mescladas sem a solicitação de administradores.

Se uma página no Facebook usa o nome de um terceiro, o mesmo tem o direito de se apropriar dos seguidores deste endereço em sua página oficial. O problema é que, ao acessar a página, um constrangedor aviso aparecia logo abaixo da foto de Alckmin: “A página Picolé de chuchu foi mesclada com esta página”.

O site ainda mostrava ainda um aviso de “página duplicada”. “Você foi automaticamente redirecionado porque Picolé de chuchu foi associada a esta página.”

A estratégia funcionou, já que o número de curtidas na página de Alckimin cresceu para 352 mil. O lado ruim é que boa parte dos novos seguidores, na verdade, não gostam nem um pouco do político que agora estão “curtindo” no Facebook.
u

Leia Mais

Cartazes mostram filmes que gostaríamos de ter visto nos cinemas

publicado no Criatives

Você já assistiu algum desenho ou até mesmo uma série, e ficou pensando: Isso poderia ter virado Filme ? É normal isso pelo envolvimento que temos com algumas histórias criadas. Pensando assim também, o publicitário André Cox, criou uma série de posteres de filmes que ele e muitos gostariam de assistir no cinema algum dia.
Um dos que mais me chamou a atenção foi o Doug Funny, O Fantástico Mundo de Bob e claro Chapolin.
E o seu ?

087

038

048

068

078

0210

019

058

098

 

Leia Mais

Boneca com pênis é vendida no Canadá e causa polêmica entre pais e na internet

publicado no Brasil Post

Uma boneca com um pênis está deixando alguns consumidores e internautas assustados.

O brinquedo, que é feito e distribuído pela marca You & Me Mommy, chora quando sua fralda precisa ser trocada, de tão real que é sua proposta.

Não é especificado no site da empresa ou na caixa do brinquedo, mas a boneca é anatomicamente um bebê do sexo masculino (a maioria dos bonecos são feitas sem os órgãos genitais no mundo todo). Recentemente, a marca publicou uma imagem no Facebook, que já foi retirada, e que despertou certa inquietação em alguns consumidores e cidadãos.

o-BONECA-COM-SEXO-900

umas pessoas consideraram a boneca inapropriada e desnecessária para as crianças, enquanto outros brincaram que poderia ser uma forma única de celebrar a questão de “gênero”. Enquanto isso, outros usuários do Facebook só queriam que a boneca continuasse na caixa e que viesse com uma etiqueta indicando a “novidade”.

A escritora Monica Beyer, do site SheKnows.com, no entanto, não viu problema algum no sexo da boneca. “Como assim não é adequado uma criança ver um bebê nu? Ou ele ter um pênis ou uma vagina?”. Ela escreve: “A verdade é que, quando uma criança aponta para uma parte do corpo que ela não tem, os pais são obrigados a explicar”.

Dr. Logan Levkoff, sexólogo, diz que proibir algo como a boneca com pênis, é um erro dos pais e que, se não dermos nomes para as partes do corpo, pode ser difícil para as crianças identificarem quando sentirem alguma dor no local, por exemplo.

Esta não é a primeira boneca anatomicamente correta. Sites como Momlogic, data a primeira boneca feita com forma “perfeita” em 1976, que ainda está disponível para venda no eBay.

Leia Mais