Plantas aumentam produtividade no ambiente de trabalho

size_590_planta-mesa-de-trabalho

publicado no EXAME

Esqueça os móveis caros e equipamentos cheios de funções: aumentar a produtividade no ambiente de trabalho é mais barato do que se imagina. Basta decorá-lo com plantas.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Queensland descobriu que um escritório decorado com plantas pode aumentar em até 15% a produtividade dos funcionários.

Este é o primeiro estudo nesse sentido para analisar os efeitos das plantas em um ambiente de trabalho em longo prazo, e ele também descobriu que essa medida melhorou a satisfação e a qualidade de vida dos empregados.

De acordo com o professor da Universidade de Queensland e co-autor da pesquisa, Alex Haslam, um escritório mais “verde” ajuda o profissional a ficar fisicamente, mentalmente e até emocionalmente mais envolvido em seu trabalho.

Realizado em parceria com as universidades de Cardiff, Exeter e Groningen, o estudo analisou o impacto de um ambiente enxuto e um com plantas nos funcionários em grandes escritórios comerciais no Reino Unido e na Holanda.

Os pesquisadores monitoraram os níveis de produtividade dos empregados por dois meses e também entrevistaram as pessoas para saber suas percepções sobre a qualidade do ar, concentração e satisfação no ambiente de trabalho.

Como resultado, eles se mostraram mais satisfeitos e afirmaram ter percebido melhor qualidade no ar nos ambientes em que haviam plantas.

Segundo Haslam, o retorno que uma empresa tem ao investir no paisagismo é uma equipe de trabalho mais satisfeita, com qualidade de vida, e também mais produtiva – algo que leva a melhores resultados para a companhia.

Ainda de acordo com o professor, as descobertas feitas na pesquisa desafiam filosofias empresariais modernas que sugerem que um ambiente enxuto traz mais produtividade.

Ao site UQ News, da Universidade de Queensland, Haslam afirma: “Os escritórios modernos ficaram mais enxutos para criar ambientes mais espaçosos. Nossas descobertas questionam essa teoria difundida de que menos é mais. Às vezes, menos é apenas menos”.

Leia Mais

Vinte anos depois, elenco de ‘Os Batutinhas’ recria cenas do filme

batutinhas

publicado no EGO

Vai ter muita gente que foi adolescente nos anos 1990 dando suspiros de nostalgia ao ver as fotos abaixo. A produtora 22 Vision, de Los Angeles, reuniu o elenco de “Os Batutinhas”, sucesso em 1994, para recriar o pôster e algumas cenas do filme. A produção das imagens, feitas por Bradford Rogne, foi assinada por Brian Pocrass, com co-produção de Joey Lauren Koch.O figurino é de Erin Micklow.

batutinhas2 batutinhas3 batutinhas4

batutinhas5

 

Leia Mais

A criação dos bichos

publicado no IdeaFixa

O ilustrador Ricardo Solis imaginou a criação dos animais e de seus padrões e cores de pele de uma forma lúdica e fantasiosa – e transformou tudo em ilustração.
Ricardo Solis nasceu em Guadalajara, México. Desde jovem Ricardo se sentia atraído pela a arte e pela natureza. Agora, como um artista profissional, ele tenta expressar em sua obra a beleza e a perfeição de ambos, juntamente com sua crença na existência de um criador.

Ricardo vive atualmente em Guadalajara com sua esposa e quatro filhos, que eles ensinam em casa.

Ricardo-Solis-animal-paintings-12 Ricardo-Solis-animal-paintings-3 Ricardo-Solis-animal-paintings-14 Ricardo-Solis-animal-paintings-1 Ricardo-Solis-animal-paintings-2 Ricardo-Solis-animal-paintings-4 Ricardo-Solis-animal-paintings-7 Ricardo-Solis-animal-paintings-8 Ricardo-Solis-animal-paintings-9 Ricardo-Solis-animal-paintings-10 Ricardo-Solis-animal-paintings-13 Ricardo-Solis-animal-paintings-11 Ricardo-Solis-animal-paintings-6 Ricardo-Solis-animal-paintings-5

Leia Mais

Juiz legaliza parcialmente a poligamia em estado americano

Juiz legaliza parcialmente a poligamia em estado americano
Kody Brown pode viver legalmente com suas quatro esposas – Reprodução

Mórmons fundamentalistas de Utah podem ter quantas esposas quiserem, desde que não casem formalmente

Publicado em O Globo

UTAH – Os mórmons fundamentalistas que praticam a poligamia em Utah conseguiram uma vitória legal na última quarta-feira, quando um juiz federal deu razão a uma conhecida família em seu litígio contra o Estado. As leis estaduais proíbem o matrimônio múltiplo e a coabitação, mas o juiz Clark Waddoups decidiu que poligamia é legal, desde que não exista o casamento formal, informa o “El País”.

A decisão encerra uma batalha legal de três anos entre o estado de Utah e Kody Brown, conhecido por protagonizar o programa de TV “Sister Wives”, que mostra como Brown vive com suas quatro esposas e 16 filhos. Quando o programa começou, em 2010, a família vivia na cidade de Lehi, em Utah, e o estado iniciou uma investigação contra Brown. Apesar de nunca ter sido denunciado, o mórmon fundamentalista processou o estado por impedir a prática de sua religião.

Em sua decisão, Waddoups determina que a proibição da coabitação vai contra a proteção das liberdades individuais, presente na Constituição americana. Com isso, Brown pode continuar vivendo com suas quatro mulheres, desde que não casem formalmente.

Em dezembro do ano passado, Brown já havia conseguido sentença favorável, mas ela estava suspensa até a decisão do valor a ser pago pelo estado pelos danos causados. Entretanto, a família renunciou ao direito de ser ressarcido, cobrando apenas os custos processuais.

A promotoria do estado de Utah informou que irá recorrer à Corte de Apelações, mas até o momento nada foi feito. Em comunicado, a família Brown agradeceu o trabalho dos advogados e pediu respeito à prática religiosa.

Os casamentos múltiplos são ilegais nos EUA desde o século XIX. Os próprios mórmons condenam a prática há mais de um século, mas alguns membros da comunidade mórmon fundamentalista em Utah continuam com a prática. As estimativas apontam que 38 mil mórmons pratiquem a poligamia no estado.

– Agora não somos criminosos. É um grande alívio. Não precisamos temer que alguém bata na porta e leve os seus filhos. Espero que esta decisão elimine o estigma de viver sobre um princípio que é uma forte crença religiosa – disse Anne Wilde, cofundadora do grupo Principle Voices, que defende a poligamia, à agência AP.

Leia Mais