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A pirâmide no meio do nada construída para evitar o fim do mundo

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Geoff Manaugh, no GizModo

Uma enorme pirâmide no meio do nada tenta prevenir o fim do mundo usando um radar. Uma forma geométrica abstrata sob o céu, sem uma pessoa à vista. Poderia ser a cena de abertura em um filme apocalíptico de ficção científica, mas na verdade é uma estrutura real do Exército dos EUA.

A Biblioteca do Congresso americano tem um conjunto extraordinário de imagens que documentam o Stanley R. Mickelsen Safeguard Complex – próximo à fronteira dos EUA com o Canadá – mostrando-o em vários estados de construção e conclusão. E as fotos são impressionantes.

Elas foram tiradas pelo fotógrafo Benjamin Halpern, a serviço do governo americano, e mostram a pirâmide central – ou obelisco, monumento, megaestrutura – que servia para monitorar e abater mísseis na área. Como uma mistura de Gizé e o olho de Sauron, ela olha para todas as direções com seus círculos brancos que tudo veem, buscando objetos invisíveis no ar.

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A pirâmide fazia parte do sistema antimísseis dos EUA: seu radar ficaria de olho em mísseis vindos da Rússia para derrubá-los no céu. Ela foi construída durante oito anos, porém funcionou por pouquíssimo tempo, até ser desativada. Como explica o Atlas Obscura:

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Site dos EUA se assusta com preços da Apple no Brasil: “impensáveis”

Em nova reportagem, Business Insider diz que valores de produtos da empresa no país são “insanamente altos” e tenta encontrar motivos para isso.

publicado no Macworld

Depois da Bloomberg, agora é a vez de outro respeitado veículo dos EUA se espantar com os altos preços praticados pela Apple no Brasil. Em reportagem publicada na última quinta-feira, 10/4, o site de economia e negócios Business Insider afirma que os valores dos produtos da “maçã” em nosso país são “impensáveis” e “insanamente altos”.

Como exemplo, a BI cita o iPhone 5S, cujo modelo de 64GB sai por 3.600 reais por aqui, sendo o mais caro do mundo. Nos EUA, o produto desbloqueado sai por 849 dólares, cerca de metade do preço no Brasil.

Para fazer a reportagem, a Business Insider diz ter visitado uma loja iPlace localizada no Shopping Bourbon, em São Paulo, notando que ninguém comprou um iPhone ou iMac enquanto a reportagem esteve no local, mas destaca que “a loja parece receber bastante movimento de consumidores”.

Entre as supostas razões para preços tão altos da Apple no Brasil, o site destaca algumas, como políticas protecionistas, histórico de alta inflação, moeda supervalorizda, e sistema de impostos disfuncional.

Ao final da reportagem, a BI cita diversos outros exemplos de produtos da Apple que custam cerca de duas vezes mais no Brasil em relação aos EUA – a lista inclui iMac, Apple TV, iPad Mini e até os fonos de ouvido Earbuds.

 

 

Pessoas inteligentes comem muito chocolate

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Publicado no Já Foste

Comem chocolate, ficam inteligentes e ganham prêmios. Parece bobagem, mas existe uma relação entre o consumo de chocolate e os países onde vivem os vencedores do Prêmio Nobel.

E quem fez essa comparação realmente não tinha mais nada para fazer. O cardiologista Franz Messerli estava deitado num quarto de hotel quando parou para pensar sobre um estudo que mostrava como o flavonoide do cacau pode aprimorar nossas habilidades cognitivas. Aí ele começou a analisar se os países de onde mais saíam vencedores do Prêmio Nobel consumiam muito chocolate. E concluiu: quanto maior o consumo de chocolate per capita (kg/habitantes) de um país, maior o número de gênios premiados com o Nobel, a cada 10 milhões de pessoas.

Os suíços, por exemplo, que somam quase 8 milhões de pessoas, já levaram 29 premiações e comem chocolate para caramba – cada habitante come quase 10 quilos do doce por ano. A Suécia e Alemanha também. Seguindo a média encontrada pela pesquisa, para ganhar mais um Nobel, qualquer país precisa aumentar em 400 gramas o consumo anual de chocolate.

Bobeira? Total. Até o pesquisador sabe: ninguém vai ganhar um Nobel depois de se entupir de chocolate. Maaas se esse pessoal inteligente curtia uma barra de chocolate, por que não seguir o exemplo?

 

 

A “camisa 10″ do Brasil por 11 estilistas

Lilian Pacce, no MSN

O Salão Brazil S/A traz uma exposição que ocorre paralelamente ao Salão Internacional do Móvel de Milão, evento mais importante da área de design. Pra edição desse ano, a mostra “Camisa 10: moda & futebol“ reúne 11 estilistas brasileiros que, usando a Copa do Mundo como tema, expõem a “camisa 10” de forma reinventada e customizada.

Entre os estilistas escolhidos pelo TS Studio, que faz a curadoria da mostra, estão Lucas Magalhães, Patrícia Bonaldi, Camila Faria da Vivaz, Gina Guerra da Gig, Patrícia Motta, Tetê Rezende, Alessa, Helen Rödel, Julian Gallasch da Dudalina, Renan Serrano da Trendt e Thomaz Azulay.

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O Brazil S/A, em Milão, apresenta a mostra “Camisa 10: moda & futebol” com o trabalho de 11 estilistas brasileiros

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Cada estilista deu a sua interpretação pra camisa 10! Essa é a feita pela Camila Faria, da Vivaz

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A de Tetê Rezende é amarela e tem rede que sobrepõe a camisa

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A camisa da Blue Man tem cara tropical!

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Menina posta trote no Twitter e quase vira alvo do FBI

Sarah tem 14 anos. No Twitter, ela fingiu ser um terrorista afegão e ameaçou a American Airlines. Em resposta, a empresa aérea disse que ia por o FBI atrás dela

American Airlines

Saulo Guimarães, na EXAME

Por dia, cerca de 500 milhões de mensagens são publicadas no Twitter. Ontem, uma delas parece ter custado uma enorme dor de cabeça a uma usuária americana de 14 anos.

Eram 10h37 quando a jovem Sarah escreveu a seguinte mensagem em @QueenDemetriax_, sua conta no Twitter:

“Olá, @americanairlines meu nome é Ibrahim e sou do Afeganistão. Sou da Al Qaida e em 1º de junho eu vou fazer um grande estrago”.

Seis minutos depois, a empresa aérea American Airlines usou seu perfil no site para responder a mensagem: “Sarah, nós tomamos estas ameaças muito a sério. Seu endereço IP e outros detalhes serão encaminhados para segurança e o FBI”.

Tarde demais

Quando percebeu o que havia feito, Sarah tentou reparar seu erro. Atribuiu o problemático tuíte a uma amiga e pediu desculpas pelo mal-entendido. Mas aí, já era tarde demais.

Entre outras mensagens, Sarah chegou a publicar a seguinte: “Sempre quis ser famosa, mas como a Demi Lovato – não como o Osama Bin Laden”. Demi Lovato é uma cantora americana famosa entre adolescentes. Bin Laden, o terrorista responsável pelos ataques de 11 de setembro.

Hoje, quem tentar visitar o perfil de Sarah no Twitter vai descobrir que sua conta foi suspensa. Na página da American Airlines no site, também já não consta a resposta à menina.

Comentários

Entretanto, comentários sobre o caso ainda estão na rede social. Um exemplo é o tuíte publicado por Nu Wexler, funcionário responsável pelas relações públicas do Twitter. Segundo ele, a American Airlines não tem como ter acesso ao IP ou outros detalhes relativos à Sarah.

É bom lembrar que este não é o primeiro caso de mensagens envolvendo terrorismo que termina mal no Twitter. Em fevereiro, uma espanhola foi condenada a um ano de prisão por apologia a um grupo armado de esquerda que matou dezenas de pessoas no país nas décadas de 1970 e 1980.