Viciada em crack, ex-modelo vive nas ruas de São Paulo

A ex-modelo Loemy, 24, anda pela cracolandia no centro de Sao Paulo a procura de pedras de crack (foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)
A ex-modelo Loemy, 24, anda pela cracolandia no centro de Sao Paulo a procura de pedras de crack (foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

Publicado na Folha de S.Paulo

Loemy Marques, 24, não para quieta. A abstinência está no auge. Observa duas fotos suas na capa da revista “Veja São Paulo”. Na primeira, aparece linda, nos tempos de modelo. Na segunda, a imagem atual, após dois anos de vício em crack e morando na rua.

“Você precisa decidir qual das duas você quer ser”, diz um amigo, tentando impedi-la de voltar ao fluxo -nome dado à aglomeração de viciados que hoje fica na esquina da rua Helvétia com a alameda Cleveland, na cracolândia, região central de São Paulo.

“Estou confusa, quero fumar”, diz ela.

É tarde de sábado (22). Loemy senta-se e levanta-se várias vezes de uma cadeira de plástico na sede do Recomeço, projeto do governo estadual para tratar dependentes, enquanto é disputada por equipes de programas de TV.

A ex-modelo que virou craqueira ficou “famosa” a partir da divulgação de sua história, naquele mesmo dia.

Ela contou à revista que começou a fumar crack em 15 de setembro de 2012, quando teve dois celulares e R$ 800 roubados por dois bandidos.

Foi então que alguém colocou um cachimbo com a droga na boca dela, e veio uma sensação descrita como “uma tomada para carregar”.

Vítima de abusos do padrasto na infância, voltou a sofrer abuso na cracolândia. Para manter o vício, também chegou a se prostituir.

Loemy Marques, 24, que vive hoje na cracolândia, tentou carreira de modelo em SP (foto: Divulgação/Skin Model)
Loemy Marques, 24, que vive hoje na cracolândia, tentou carreira de modelo em SP (foto: Divulgação/Skin Model)

PROPOSTA

“Não viemos explorar a tragédia dela”, diz um produtor de TV. “O que estamos oferecendo é uma proposta de final feliz, ela vai para um hotel, para uma clínica. Mas queremos exclusividade.”

Enquanto isso, o funcionário de outra emissora se oferece para comprar um maço de cigarros para ela. Para irritação do primeiro, ela sai por alguns minutos com o homem. Quando volta, segura um Marlboro vermelho e um chocolate Diamante Negro.

Uma das equipes oferece que Loemy vá para um hotel.

“Não quero. Não consigo ficar sozinha lá”, diz. “Estou acordada há dois dias. Vou ficar acordada até apagar e depois me interno no Cratod [centro estadual de referência de álcool e outras drogas].”

Da última vez que a preparadora de modelos Debora Souza, 36, viu Loemy, já a encontrou na casa de um amigo em “estado deplorável”. “Mas não sabia que ela tinha ido parar na rua”, afirma.

Loemy passou por cursos na Skin Model, onde Debora trabalha. “Foi em meados de 2012. Ela estava crua ainda”, conta. “Mas tinha todo o potencial do mundo, uma beleza estilo anos 80.”

Debora conta que começou a receber queixas de indisciplina. “Ela ficava muito revoltada de não ser aprovada no casting [seleção] e tinha comportamentos súbitos de gritar com as pessoas”, diz. “Outra vez, gostaram dela, mas no meio da prova de roupa ela saiu para fumar e voltou com a roupa cheirando cigarro.”

Longe das passarelas, Loemy chegou a tentar se internar e voltar para o interior de Mato Grosso, onde vive a família. No fim, sempre acabava voltando à cracolândia.

No domingo (23), Loemy continua no fluxo.

Quando não está fumando crack, anda de um lado para o outro e, às vezes, abaixa-se para procurar algo no chão.

Poucos ali a conhecem, mas muitos se identificam com a história dela.

“Eu era engenheiro mecânico até um ano e meio atrás. Saí com uma prostituta, fumei uma pedra e hoje não consigo sair daqui”, diz um homem de 36 anos, ao ser questionado se a conhecia.

Apesar do 1,79 m de altura, Loemy passa despercebida no meio dos demais viciados.

Com o cachimbo na mão, não quer conversa. Enfia-se entre as dezenas de barracas onde os viciados fumam e desaparece de vista.

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Dani Calabresa beija Marco Luque no ‘CQC’ e pede para cada um cuidar da sua vida

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Publicado no Extra

Dani Calabresa deu a resposta que muita gente esperava depois da traição de Marcelo Adnet — o humorista foi flagrado aos beijos com uma mulher misteriosa na madrugada de sexta-feira. Durante o “CQC”, nesta segunda-feira, a loira aproveitou para se manifestar sobre o assunto. Ela deu um beijo no companheiro de bancada Marco Luque.

“Pessoas perfeitas e canonizadas: podem guardar a pedra”, disse ela, que antes deu uma alfinetada nos “santos, fiscais da vida alheia”. Para encerrar, Calabresa falou: “Viva o amor!”.

Na sexta-feira, Marcelo Adnet se manifestou sobre o assunto, assumindo a traição.

“Errei e me arrependo. Minha atitude afetou a mulher mais importante pra mim. Eu e Dani estivemos sempre juntos. Ela é minha melhor amiga e o amor da minha vida. Nos amamos e vamos superar isso juntos e casados. Nada importa mais do que a nossa relação. Bjs. Adnet”, tuitou.

Calabresa responde sobre Adnet e beija Luque

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A fé move montanhas de dinheiro

A pressa é inimiga da perfeição e deseja a ela vida longa pra que ela veja cada dia mais sua vitória

mente vazia oficina do pastortítulo original: O seguro morreu de chato

Gregorio Duvivier, na Folha de S.Paulo

Toda longa caminhada começa com um primeiro post usando o aplicativo da Nike.

Passarinho que come pedra andou usando tóxico.

De grão em grão, a galinha tem uma alimentação super rica em fibras.

Em briga de marido e mulher, se chama a polícia.

Se Maomé não vai à montanha, é porque ela está sendo bombardeada.

Quem conta seus males, espanta.

O pior cego é o Andrea Bocelli.

Os cães ladram, a caravana para pra postar foto de cachorro no Instagram.

Quem não arrisca não morre de atropelamento.

Casa de Ferrero, espeto de Lindt.

O Santos, em casa, não faz milagre.

A fé move montanhas de dinheiro.

Nunca diga nunca a não ser em ditados.

A pressa é inimiga da perfeição e deseja a ela vida longa pra que ela veja cada dia mais sua vitória.

Água mole em pedra dura tanto bate até que cansa.

Quem espera sempre cansa.

Quem não tem net, caça com gato.

A justiça tarda, mas antes tarde do que nunca diga nunca diga dessa água não beberei.

Antes tarde do que só depois do “Globo Repórter”.

O seguro morreu de chato.

A voz do povo é a voz da Claudia Leitte.

Cabeça vazia, oficina do pastor.

Todos os caminhos levam ao coma.

Um olho no gato, outro no namorado dele.

Jogar Chávez para colher Maduro.

Uma andorinha não faz ideia.

Aos amigos, a justiça brasileira. Aos inimigos, a malha fina

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A fé move montanhas: as mais belas igrejas e monastérios esculpidos na rocha

Publicado no Brasil Post

Muito embora grande parte das igrejas mais impressionantes do mundo apresentem tetos elevados e torres altas, às vezes você precisa percorrer os subterrâneos para encontrar verdadeiras preciosidades arquitetônicas. Jesus chamou o apóstolo Pedro e disse, “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja”, mas estas igrejas são construídas (literalmente) dentro da rocha.

Mosteiros da caverna e igrejas subterrâneas existem desde o início da igreja, muitas vezes como uma forma de buscar socorro espiritual em um lugar remoto e solitário. Escavadas nas rochas, ou posicionadas dentro de cavernas, elas têm um aspecto bruto que muitas vezes contrasta com catedrais urbanas e seus vitrais.

Conheça aqui uma lista delas:

Uma visão geral da Igreja Ortodoxa Sérvia subterrânea em 5 de maio de 2009, na região de Coober Pedy, na Austrália. (Foto: Quinn Rooney / Getty Images)
Uma visão geral da Igreja Ortodoxa Sérvia subterrânea em 5 de maio de 2009, na região de Coober Pedy, na Austrália. (Foto: Quinn Rooney / Getty Images)
Vista panorâmica da pequena capela construída em caverna, na região oeste do Syros, Cyclades, na Grécia. (V. paravas / Getty)
Vista panorâmica da pequena capela construída em caverna, na região oeste do Syros, Cyclades, na Grécia. (V. paravas / Getty)
O eremitério de Santo Antônio e sua capela subterrânea, localizado na parte inferior das gargantas Galamus. O desfiladeiro é a fronteira entre o Aude e Pyrénées-Orientales, Languedoc-Roussillon, França, Europa (P. Eoche / Getty)
O eremitério de Santo Antônio e sua capela subterrânea, localizado na parte inferior das gargantas Galamus. O desfiladeiro é a fronteira entre o Aude e Pyrénées-Orientales, Languedoc-Roussillon, França, Europa (P. Eoche / Getty)
Igreja subterrânea de São Pedro, Hatay, Turquia
Igreja subterrânea de São Pedro, Hatay, Turquia
Capela do Rei Santíssimo, Mina de Sal Wieliczka, Cracóvia, Polônia
Capela do Rei Santíssimo, Mina de Sal Wieliczka, Cracóvia, Polônia
A Igreja na caverna de Goreme, Turquia
A Igreja na caverna de Goreme, Turquia
Igreja subterrânea de Santo Estevão, Budapeste, Hungria
Igreja subterrânea de Santo Estevão, Budapeste, Hungria

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Como vencer qualquer um no ‘pedra-papel-tesoura’

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Marcelo Venceslau, na INFO

Ganhar no jogo pedra-papel-tesoura não é apenas uma questão de sorte. Isso é o que sugere um estudo realizado por matemáticos da Universidade de Zhejiang, na China.

O experimento feito por Zhijian Wang e sua equipe de pesquisadores usou jogadores reais para chegar em uma teoria de sequência vencedora.

Para isso, os pesquisadores recrutaram 72 estudantes para jogar o game. Eles dividiram os estudantes em 12 grupos de 6 jogadores e os fizeram jogar mais de 300 rodadas de pedra-papel-tesoura. Para motivar os jogadores, os pesquisadores pagavam uma quantia proporcional ao número de vitórias.

Depois de analisar os resultados do experimento, Zhijian descobriu que os jogadores vencedores tendem a manter o mesmo símbolo, enquanto os perdedores tendem a trocar mais os símbolos na sequência ‘pedra-papel-tesoura’. Se o jogador perder usando papel, por exemplo, vai usar tesoura na próxima rodada.

Eis o que acontece na prática:

1ª rodada: o jogador X e o jogador Y começam a jogar usando símbolos aleatórios. Se o jogador Xusar Pedra e o jogador Y usar Papel, o jogador X perde.

2ª rodada: dessa vez, o jogador X assume que o jogador Y vai usar Papel de novo (já que ganhou), então usa Tesoura para ganhar.

3ª rodada: depois do jogador Y perder, o jogador X assume que o adversário vai usar o próximo símbolo da sequência — Tesoura, já que tinha usado Papel antes. Logo, o jogador X usa Pedra e, assim, vence de novo.

Apesar de acontecer na maioria dos casos estudados, os jogadores podem escolher os símbolos de forma randômica e os movimentos não serão tão previsíveis assim.

Teste a técnica e nos diga nos comentários se funcionou.

 

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