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A fé move montanhas de dinheiro

A pressa é inimiga da perfeição e deseja a ela vida longa pra que ela veja cada dia mais sua vitória

mente vazia oficina do pastortítulo original: O seguro morreu de chato

Gregorio Duvivier, na Folha de S.Paulo

Toda longa caminhada começa com um primeiro post usando o aplicativo da Nike.

Passarinho que come pedra andou usando tóxico.

De grão em grão, a galinha tem uma alimentação super rica em fibras.

Em briga de marido e mulher, se chama a polícia.

Se Maomé não vai à montanha, é porque ela está sendo bombardeada.

Quem conta seus males, espanta.

O pior cego é o Andrea Bocelli.

Os cães ladram, a caravana para pra postar foto de cachorro no Instagram.

Quem não arrisca não morre de atropelamento.

Casa de Ferrero, espeto de Lindt.

O Santos, em casa, não faz milagre.

A fé move montanhas de dinheiro.

Nunca diga nunca a não ser em ditados.

A pressa é inimiga da perfeição e deseja a ela vida longa pra que ela veja cada dia mais sua vitória.

Água mole em pedra dura tanto bate até que cansa.

Quem espera sempre cansa.

Quem não tem net, caça com gato.

A justiça tarda, mas antes tarde do que nunca diga nunca diga dessa água não beberei.

Antes tarde do que só depois do “Globo Repórter”.

O seguro morreu de chato.

A voz do povo é a voz da Claudia Leitte.

Cabeça vazia, oficina do pastor.

Todos os caminhos levam ao coma.

Um olho no gato, outro no namorado dele.

Jogar Chávez para colher Maduro.

Uma andorinha não faz ideia.

Aos amigos, a justiça brasileira. Aos inimigos, a malha fina

A fé move montanhas: as mais belas igrejas e monastérios esculpidos na rocha

Publicado no Brasil Post

Muito embora grande parte das igrejas mais impressionantes do mundo apresentem tetos elevados e torres altas, às vezes você precisa percorrer os subterrâneos para encontrar verdadeiras preciosidades arquitetônicas. Jesus chamou o apóstolo Pedro e disse, “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja”, mas estas igrejas são construídas (literalmente) dentro da rocha.

Mosteiros da caverna e igrejas subterrâneas existem desde o início da igreja, muitas vezes como uma forma de buscar socorro espiritual em um lugar remoto e solitário. Escavadas nas rochas, ou posicionadas dentro de cavernas, elas têm um aspecto bruto que muitas vezes contrasta com catedrais urbanas e seus vitrais.

Conheça aqui uma lista delas:

Uma visão geral da Igreja Ortodoxa Sérvia subterrânea em 5 de maio de 2009, na região de Coober Pedy, na Austrália. (Foto: Quinn Rooney / Getty Images)

Uma visão geral da Igreja Ortodoxa Sérvia subterrânea em 5 de maio de 2009, na região de Coober Pedy, na Austrália. (Foto: Quinn Rooney / Getty Images)

Vista panorâmica da pequena capela construída em caverna, na região oeste do Syros, Cyclades, na Grécia. (V. paravas / Getty)

Vista panorâmica da pequena capela construída em caverna, na região oeste do Syros, Cyclades, na Grécia. (V. paravas / Getty)

O eremitério de Santo Antônio e sua capela subterrânea, localizado na parte inferior das gargantas Galamus. O desfiladeiro é a fronteira entre o Aude e Pyrénées-Orientales, Languedoc-Roussillon, França, Europa (P. Eoche / Getty)

O eremitério de Santo Antônio e sua capela subterrânea, localizado na parte inferior das gargantas Galamus. O desfiladeiro é a fronteira entre o Aude e Pyrénées-Orientales, Languedoc-Roussillon, França, Europa (P. Eoche / Getty)

Igreja subterrânea de São Pedro, Hatay, Turquia

Igreja subterrânea de São Pedro, Hatay, Turquia

Capela do Rei Santíssimo, Mina de Sal Wieliczka, Cracóvia, Polônia

Capela do Rei Santíssimo, Mina de Sal Wieliczka, Cracóvia, Polônia

A Igreja na caverna de Goreme, Turquia

A Igreja na caverna de Goreme, Turquia

Igreja subterrânea de Santo Estevão, Budapeste, Hungria

Igreja subterrânea de Santo Estevão, Budapeste, Hungria

Como vencer qualquer um no ‘pedra-papel-tesoura’

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Marcelo Venceslau, na INFO

Ganhar no jogo pedra-papel-tesoura não é apenas uma questão de sorte. Isso é o que sugere um estudo realizado por matemáticos da Universidade de Zhejiang, na China.

O experimento feito por Zhijian Wang e sua equipe de pesquisadores usou jogadores reais para chegar em uma teoria de sequência vencedora.

Para isso, os pesquisadores recrutaram 72 estudantes para jogar o game. Eles dividiram os estudantes em 12 grupos de 6 jogadores e os fizeram jogar mais de 300 rodadas de pedra-papel-tesoura. Para motivar os jogadores, os pesquisadores pagavam uma quantia proporcional ao número de vitórias.

Depois de analisar os resultados do experimento, Zhijian descobriu que os jogadores vencedores tendem a manter o mesmo símbolo, enquanto os perdedores tendem a trocar mais os símbolos na sequência ‘pedra-papel-tesoura’. Se o jogador perder usando papel, por exemplo, vai usar tesoura na próxima rodada.

Eis o que acontece na prática:

1ª rodada: o jogador X e o jogador Y começam a jogar usando símbolos aleatórios. Se o jogador Xusar Pedra e o jogador Y usar Papel, o jogador X perde.

2ª rodada: dessa vez, o jogador X assume que o jogador Y vai usar Papel de novo (já que ganhou), então usa Tesoura para ganhar.

3ª rodada: depois do jogador Y perder, o jogador X assume que o adversário vai usar o próximo símbolo da sequência — Tesoura, já que tinha usado Papel antes. Logo, o jogador X usa Pedra e, assim, vence de novo.

Apesar de acontecer na maioria dos casos estudados, os jogadores podem escolher os símbolos de forma randômica e os movimentos não serão tão previsíveis assim.

Teste a técnica e nos diga nos comentários se funcionou.

 

Antes de atirar a primeira pedra

janela_quebrada_atirar_pedraRicardo Gondim

“Se algum de vocês estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar pedra…”.
João 8:7

Para ganhar o direito de apontar o dedo, cabe a cada um o dever de olhar para dentro de si. Para julgar é preciso ter consciência de que a régua que mede os demais também mede o juiz. Quem deseja manter contabilidade dos erros alheios tem que estar ciente do livro que vem sendo redigido sobre os próprios pecados.

Antes de atirar a primeira pedra convém fazer algumas perguntas:

  1. A injustiça social, tão condenada na tradição profética da Bíblia, me incomoda? Eu a considero pecado?
  2. Consumismo e materialismo me fascinam? Perco a tranquilidade por não alcançar os desejos suscitados pela propaganda?
  3. Amo o resplendor do poder, a pompa da glória e a espetaculosidade que o dinheiro promove?
  4. Minha vida se caracteriza por frivolidade? Os novos ricos superficiais me consideram um dos seus?
  5. Gasto quanto tempo de minha vida engajado em procurar o direito do órfão e da viúva – metáforas vivas do pobre?
  6. Sou intolerante e raivoso com os diferentes? Perco a paciência ao perceber outras pessoas com a razão que, outrora, eu entendia estar comigo?
  7. Nutro inveja? Quando noto outras pessoas preferidas acima de mim fico amuado? Me ressinto de que exista gente mais inteligente, mais rica, mais bem relacionada e mais saudável que eu?
  8. Me sinto ofendido com facilidade? Quando outros parecem não perceber minha presença ou sem valorizar o tanto que eu acho merecer, fico chateado?
  9. Orgulho se insinuou em minha alma? Dou excessiva importância a posição, título e reputação? Tenho medo de perder dinheiro, audiência, respeitabilidade e bom trânsito entre meus pares se expor honestamente minhas convicções?
  10. Meus negócios e minha vida profissional precisam de anonimato? O meu metro tem cem centímetros? O meu quilo tem mil gramas?
  11. Divulgo bisbilhotices? Nutro um prazer mórbido de conversar sobre fracassos alheios? Fantasio histórias inverídicas sobre a vida particular dos outros?
  12. Critico sem amor? Minha fala vem com ranho?
  13. Sou verdadeiro no que falo, ou antes exagero, procurando dar uma impressão falsa sobre mim e sobre minhas convicções?
  14. Vivo sem compromisso com o futuro, na lógica do “comamos e bebamos porque amanhã morreremos”?
  15. Caminho sob a bandeira da gratidão, constantemente reconhecido das inúmeras pessoas que me deram a mão, investiram, perdoaram e cuidaram de mim? E que sem elas eu não seria quem sou hoje?

Só depois desse olhar introspectivo alguém pode ser atrever a sentar na cadeira de Moisés, julgar e sentenciar um apedrejamento.

Eu não me atrevo.

Soli Deo Gloria

fonte: site do Ricardo Gondim

Félix, o vilão bíblico de ‘Amor à Vida’

Félix (Mateus Solano): quem nunca repetiu um bordão de novela por aí, que atire a primeira pedra (Divulgação)

Félix (Mateus Solano): quem nunca repetiu um bordão de novela por aí, que atire a primeira pedra (Divulgação)

Patrícia Villalba, na Veja on-line

Bordão de novela é um deleite e um risco. Num primeiro momento, serve para que a trama invada o dia dos telespectadores, que saem repetindo as frases de efeitos de determinado personagem. Mas, passado algum tempo, não é raro que a repetição canse o mesmo público que a consagrou.

Foi assim com o Félix (Mateus Solano) e o seu “salguei a Santa Ceia”, em Amor a Vida (Globo, 21h15). Repetido e readaptado à exaustão – inclusive na variante “salgay”, que circula na internet numa à orientação sexual do vilão –, o bordão já vinha cansando quando o autor Walcyr Carrasco, de olho nos comentários nas redes sociais, resolveu abrir a Bíblia. Agora, nenhum ícone sacro escapa da língua ferina do nosso malvado favorito do horário nobre – terá ele um passado carola?

Confira 5 bordões bíblicos de Félix Khouri:

“Eu devo ter colado chiclete na Santa Cruz!”

“Devo ter feito uma peruca com os cabelos de Sansão!”

“Eu dancei pole dance na cruz!”

“Só posso ter assoado o nariz no Santo Sudário para merecer isso…”

“Será que eu engarrafei as águas do Rio Jordão?”