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Museu de Israel expõe pela primeira vez pedra atribuída ao anjo Gabriel

Narrador se identifica como o arcanjo em inscrição do século 1° a.C.
Peça é tida como mais importante achado arqueológico desde anos 1950

Foto: reprodução

Foto: reprodução

Publicado originalmente no G1

Museu de Israel, em Jerusalém, expõe ao público pela primeira vez a Pedra da Revelação do Anjo Gabriel, considerado o mais importante achado arqueológico na região desde a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, nas décadas de 1940 e 1950.

A peça é o objeto central da exposição “Eu sou Gabriel” e abordará a figura desse arcanjo nos primeiros anos do judaísmo rabínico, do cristianismo e do islamismo. A exposição foi inaugurada no dia 1° deste mês e vai até fevereiro do próximo ano. A inscrição, do século 1° antes e Cristo, foi descoberta em 2007 na região do Mar Morto.

Ela havia sido adquirida por um colecionador suíço que declarou tê-la comprado em Londres, de um antiquário jordaniano.

A 'pedra do anjo' (Foto: Ministério do Turismo de Israel)

A ‘pedra do anjo’ (Foto: Ministério
do Turismo de Israel)

De acordo com pesquisadores, a peça procederia da margem leste do Mar Morto, na Jordânia.

Escrita em tinta sobre pedra, o texto de 87 linhas em hebraico está em primeira pessoa e o narrador identifica-se como o Anjo Gabriel. Aparentemente, trata-se de uma conversa do arcanjo com um profeta.

A exposição exibirá outros manuscritos raros, como cópias antigas da Bíblia e fragmentos dos Manuscritos do Mar Morto e do Codex de Damasco do século 13.

Pastor Marco Feliciano se compara a Martin Luther King

Indicado para presidir Direitos Humanos, deputado quer aprovar seu projeto de plebiscito sobre união civil do mesmo sexo

Pastor Marco Feliciano pode ser indicado presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Terceiro / Divulgação

Pastor Marco Feliciano pode ser indicado presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Terceiro / Divulgação

Evandro Éboli, em O Globo

Depois de quase três horas de reunião, o Partido Social Cristão (PSC), sem consenso, indicou o pastor Marco Feliciano (SP) para presidir a Comissão de Direitos Humanos. O anúncio foi feito pelo líder da legenda, André Moura (SE), que afirmou ter sido uma decisão de consenso, ainda que alguns deputados emitiram voto em outros nomes, mas foram vencidos. Em entrevista coletiva, Feliciano citou pastor protestante e ativista político americano Martin Luther King como um exemplo igual ao seu.

- Disseram ser da Idade da Pedra ou dos tempos de caça às bruxas a escolha de um pastor para presidir a Comissão de Direitos Humanos. Lembro que o maior defensor dos direitos humanos de todos os tempos foi um pastor: Martin Luther King. Não me comparo a ele, mas era também um cristão – disse Marco Feliciano.

O deputado disse que não é e nunca foi racista e nem homofóbico, mas não negou as frases sobre negros que inseriu em seu Twitter na internet.

- Não neguei o que escrevi e não nego agora. Foi só um post…A maioria das informações sobre mim não são reais.

Feliciano voltou a afirmar que a Comissão de Direitos Humanos é monotemática e que dá espaço excessivo para apenas um movimento. Ele evitou de citar, mas se referia aos temas relacionados a gays, lésbicas, transsexuais e outros setores desse movimento.

- Mesmo meu partido sendo conservador e de direita, ninguém será tolido na comissão.

O deputado voltou a afirmar ser contra a união civil do mesmo sexo.

- Casamento civil é entre um homem e uma mulher. E ponto final. É o que diz nossa Constituição. Fora disso, nada existe. Defendo o plebiscito e vou ver em que pé está meu projeto, que estava parado na comissão.

Ele afirmou também que a sociedade conhecerá, “de fato”, quem é Marco Feliciano.

- Vou dignificar a Nação. Sou muito querido dentro do Parlamento. Tive 210 mil votos.

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), na semana passada, disse que pode não integrar a comissão se confirmada a indicação de Feliciano, que respondeu.

- Gostaria de tê-lo na comissão. Mas se ele fugir da raia vai ficar feio para ele – disse.

Chico Alencar (PSOL-RJ), também integrante da comissão, criticou a indicação de Feliciano.

- Essa indicação vai inviabilizar a comissão que é dos direitos humanos. Será a comissão dos valores religiosos, do fundamentalismo e da higienização da raça. Foi uma insensatez do PSC – disse Chico Alencar.

Elba Ramalho diz que vive há dois anos na castidade. “Não quero homem me aperreando”

Cantora está há dois anos vivendo a castidade

Cantora está há dois anos vivendo a castidade

Bruno Astuto, na Época

Elba Ramalho comemora o que diz ser a melhor fase de sua vida. A cantora está preparando o show de lançamento do 31º álbum da carreira, Vambora lá Dançar, no Sesc Pompéia, em São Paulo, neste fim de semana. “Estou acelerada, mas não posso reclamar. Sou meio burro de carga, que descansa carregando pedra. Não sei ficar muito quieta”, diz Elba.

“O show é baseado no disco mais um apanhado de toda minha carreira, porque o publico sempre pede alguns clássicos. Também terá uma parte acústica. Não preciso mais de direção quando estou em cima do palco, eu mesma faço o roteiro com a banda”, afirma a cantora. No repertório, compositores de diversas gerações como Chico César, Vander Lee, Herbert Azul, Dominguinhos, Fagner e os menos conhecidos Petrúcio Amorim, Cecéu e Antônio Barros. “Tudo o que faço hoje em dia musicalmente está mais aprimorado e também melhorei muito como ser humano. Minha fé ficou mais sólida. A experiência justifica todos os equívocos. Hoje tenho mais responsabilidade, faço ioga, meditação, corro na praia, não bebo e vivo muito para o trabalho e filhos. E vou todos os dias à Igreja”, conta Elba, que é devota de Nossa Senhora e engajada em trabalhos assistenciais.

Há alguns anos ela descobriu o Instituto Pró-vida – ONG que defende a dignidade e a moral da vida humana – e, desde então, dedica parte de seu tempo aconselhando meninas a desistir da ideia do aborto. “Já passei pela experiência do aborto e, quando acordei, tomei a consciência do que tinha feito, esse pecado gravíssimo. Tive que encarar a morte e carreguei essa culpa durante anos até ser resgatada, quando conheci a misericórdia de Deus”.

Como é o voluntariado?

Sou a favor da vida. Não condeno nem critico ninguém, só aconselho as meninas que foram abandonadas pelos namorados e procuram as clínicas de aborto. Ofereço amparo e aconselhamento. As pessoas são livres para fazer o que quiserem, mas digo que o aborto poderá causar danos profundos ao espírito e ao coração porque a maternidade é um presente de Deus. Meu trabalho social é aconselhar e não coagir. Se elas ouvem, é menos uma criança morta.

Como encara as críticas dos movimentos feministas?

Sofro quando me atacam. Tive até ameaça de ser apedrejada. Elas acham que eu condeno isso ou aquilo, mas eu só salvo vidas. Eu seria reacionária se fosse hipócrita, não condeno homossexuais, negros, budistas. Quero ser a soma no mundo. O Brasil deveria ter a preocupação de não legalizar o aborto oficialmente. Vivemos num país em que, se matar um passarinho é um crime, legalizar a morte de bebês inocentes é contraditório. Não tenho medo das pedras das feministas. Rezo por elas.

Já demoveu alguma menina da ideia do aborto?

Quando salvo uma vida, fico emocionada. Sou católica, tiro mendigo das ruas e salvo bebês. Quando uma grávida diz sim à vida, é uma alegria enorme, porque muitas fazem por aconselhamento dos namorados. No Pró-Vida, salvamos 14 vidas de meninas que foram estupradas e hoje todas elas estão felizes com os filhos. Uma realidade que a sociedade não conhece é que elas abortam com seis, sete meses. Já peguei o avião várias vezes para ir a São Paulo para tentar evitar abortos de gravidez avançada. Elas vêm à minha casa e trazem os bebês para eu conhecer e são muito gratas.

Quantas vidas já salvou?

Umas 30. E, às vezes, muitas de que eu nem tomei conhecimento. Vejo a humanidade entrando num processo de decadência. Pai matando filho e vice-versa. Essas crianças são o grito silencioso. Deus sofre muito com o aborto. Temos que dar a oportunidade para essas crianças nascerem. Nossa Senhora disse sim aos 14 anos quando teve Jesus.

E sua relação com a religião?

Nasci numa cidade chamada Conceição (PA). Quando cheguei ao Rio, achei que podia tudo e não queria compromisso com Deus. De uns 20 anos para cá, estou no percalço de Nossa Senhora e hoje minha fé é o que me movimenta, o que me faz caminhar tranquila e sorrindo. Sou uma pessoa simples, vivo de forma simples, compartilho muito e tenho uma paz infinita. Recebo orientação do alto nessa luta. Estudo as aparições de Nossa Senhora pelo mundo e passei a ter uma relação mais estreita com ela. Mas é uma coisa muito pessoal para ser falada. São pequenos sinais em que presto atenção. Sei que estou no caminho certo, mas ainda com muita imperfeição e a música me faz uma mensageira da alegria.

Está namorando?

Estou dando um tempo para mim e há dois anos estou feliz na castidade. Existe o assédio, mas eu nem olho. Virei essa página. Nunca tive um tempo para mim e estou rindo à toa, numa paz infinita. Mas se Nossa Senhora quiser me mandar um bom José, eu aceito. Pareço até mais jovem, uma menina. Homem me aperreando, quero não.

Alguma crise quando completou 60 anos?

Estou envelhecendo na boa. A palavra é conformidade. A vida é um ciclo e vou ficar feliz quando chegar a hora extrema. Quero me preparar para encontrar meu noivo eterno. Leio o evangelho e ele não está na minha mansão. Está na esquina, no Centro do Recife, na Cracolândia.

Carlinhos Cachoeira está se convertendo, diz pastor evangélico que o casou

Chico Felitti, no blog Digo Sim [via Folha de S.Paulo]

O pastor que realizou no último dia 28 a cerimônia religiosa de casamento de Carlinhos Cachoeira, 49, diz estar se encontrando com o empresário para sessões de oração desde que ele saiu da prisão, em 11 de dezembro.

“Nós temos nos reunido com eles semanalmente. A maior parte das vezes na casa deles mesmo [no condomínio Alphaville, em Goiânia]. Oramos. Acredito que ele esteja se convertendo”, diz Vitor Hugo Queiroz,  pastor da igreja Nova Vida de Anápolis (GO), que a noiva Andressa Mendonça, 30, frequenta.

O líder religioso disse ao blog por telefone que a cerimônia foi “sucinta e objetiva”. Depois de abençoar a união por cerca de dez minutos, ele reservou espaço para que o casal fizesse seus votos.

“A noiva falou brevemente, o noivo em vez de falar se ajoelhou e beijou os pés dela.” Foi a cena que Cachoeira repetiu para a imprensa que esperava no portão da mansão, depois que a celebração e o casamento civil haviam terminado.

O trecho bíblico escolhido para a celebração religiosa foi Mateus 7. “A passagem é sobre construir sua casa sobre rocha ou sobre areia. A pedra é Jesus, em que devemos basear nossas vidas, e em que o casal se baseou”, diz Queiroz.

A palavra proferida por Vitor Hugo também versou sobre períodos difíceis do casal, diz ele. “Jesus sempre esteve no casamento, mas houve momentos em que faltou vinho, que é a alegria. Espero que não falte mais.”

dica do Bruno Barak

Vovó do pó se regenera e agora combate o vício em BH

Sandra Kiefer, no Estado de Minas

Aos 60 anos de vida, dos quais nove longe das drogas, a ex-traficante ora com louvor no Culto dos Resgatados, na Igreja Batista da Lagoinha, no bairro de mesmo nome

Da primeira impressão que se tem ao ser apresentado a Leida Gabriel Batista, 60 anos completos em outubro, fica a imagem de uma vovó de antigamente, de coque nos cabelos e saia comprida. Faladeira, a velha senhora recita passagens inteiras da Bíblia. Sabe dizer de cor números dos capítulos e versículos. É difícil acreditar que essa pessoa seja a mesma Vovó do Pó, conhecida também como Baiana, ex-traficante de drogas que, sozinha, chegou a comandar oito bocas de fumo da Vila do Índio, na Região da Pampulha, em Venda Nova, e na Vila São José, em Ribeirão das Neves, na Grande Belo Horizonte.

Quando Leida assume o microfone, um ar de desprezo é percebido no público do Culto dos Resgatados, na Igreja Batista da Lagoinha, no bairro de mesmo nome, na capital. O que aquela velhota teria a dizer a jovens tatuados, olhos vidrados, bonés com a aba virada para trás, tentando sair do vício do crack? Em poucos minutos, porém, já está tudo dominado pela ex-Vovó do Pó. Entre cânticos e provérbios, Leida solta o verbo: “Não é lero-lero de Jesus, não! Já cachimbei maconha com pedra, com cinza, com tudo o quanto há. Passava três, quatro dias sem comer, escornada em cima de uma cama.”

Fascinado pelo testemunho, o público delira. Depois de se iniciar nas drogas aos 7 anos e começar a traficar aos 12, Leida Gabriel tem muito a contar. Nas décadas de 1970 e1980, antes da chegada do crack a BH, ela era uma das poucas mulheres a participar do lucrativo negócio de drogas, controlado por homens e adolescentes usados como aviõezinhos para repassar os produtos aos clientes. “Era a época da maconha, do haxixe, da cocaína. Não existia a maldita da pedra. Cheguei até a emprestar a cozinha da casa como laboratório (de refino da cocaína)”, revela.

Condenada por tráfico de entorpecentes, porte de armas, formação de quadrilha e tentativa de homicídio, Leida cumpriu pena na Penitenciária Feminina de Santana, em São Paulo. Não deve mais nada. Por onde anda, leva a tiracolo a Bíblia e uma pasta onde estão os registros de internação no Hospital Galba Velloso, em BH, e as fotos dos tempos de traficante (quando chegou a pesar menos de 50 quilos e a perder os cabelos). Exibe ainda o atestado de bons antecedentes, plastificado.

O documento serve como passaporte para a entrada em presídios como o Dutra Ladeira e a penitenciária de Neves, na Grande BH, onde ela ministra palestras de conscientização de duas a três vezes por semana. Experiente, Leida conversa de igual para igual com os detentos. “Digo a eles que Jesus não vai ficar parado esperando que larguem o treszoitão (revólver calibre 38). Explico que passarinho parado ou é estilingue ou é gaiola. E que com eles é a mesma coisa, ou morrem no tráfico ou vão para a cadeia. Peço para lembrar quantos colegas deles já desceram a sepultura enquanto eles estão seguros dentro da prisão. E termino citando João, capítulo 8, versículo 32: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”.

Do mesmo jeito que veio, o dinheiro fácil do tráfico foi embora. Leida mora hoje em barracão alugado de três cômodos na Favela São José, em Neves. Paga R$ 250 por mês, quase a metade do benefício da aposentadoria especial de um salário mínimo, obtida por ser dependente de remédios controlados. Desde 1974, foi internada cinco vezes para desintoxicação no Galba. Da última vez, em 2001, segundo ela mesma conta, negaram-se a acreditar que Leida havia se convertido e abandonado a vida de traficante. “O médico que me acompanhava brincou comigo: “Meu Deus, agora ela enlouqueceu de vez. A Vovó do Pó virou Vovó de Deus?””, teria dito o doutor.

Segundo um delegado aposentado da ex-Divisão de Tóxicos, traficantes antigos, de 15, 20 anos atrás, foram presos ou tiveram seus bens tomados pela Justiça. Ele garante que se lembra da Baiana – morena e bem falante. Ela teria perdido um carro confiscado pela polícia com drogas em seu interior. Leida, porém, admite apenas ter “fritado” (para o crack) o barracão de cinco cômodos deixado como herança pelos pais. Recebe R$ 100 do templo evangélico e descola vez por outra o almoço nas casas das amigas da igreja.

ÁGUAS DO BATISMO “No passado, quando via essa mulher vagando pelo bairro, careca, feia, sem dentes, em vez de ter medo eu sentia compaixão”, conta a vizinha Elida Ismael dos Santos, de 71 anos, que, com o marido, o presbítero Antônio Vieira, oferecia café com leite e pão, além da leitura do trecho de Mateus, capítulo 11, versículo 28: “Vinde a mim vós que estais cansados e oprimidos, que eu vos aliviarei”. “Tinha pavor dos crentes, mas na hora em que mais precisei, só conseguia me lembrar da vizinha dizendo que Jesus tinha um plano para minha vida. Meus filhos tinham virado as costas para mim, meus netos tinham medo da avó, a Divisão de Tóxicos ameaçava dar uma batida no meu barraco. Eu estava sem saúde, igual a um defunto ambulante, sem ter para onde ir. Naquele dia, pela primeira vez dobrei meus joelhos no banheiro nos fundos da casa e chorei a noite inteira”, relembra Leida.

No dia seguinte, 2 de junho de 2000, ela tomou coragem para deixar as dependências da antiga Rua 18, que funcionava como ponto de droga, e seguiu em direção à igreja. Em 2002, desceu nas águas do batismo, como ela mesma diz, depois de enfrentar internações e recaídas. Há nove anos está totalmente limpa, depois de 44 anos de convívio com as drogas. “Sei de gente que me critica por aí. Questionam que depois de todas as maldades que fiz agora ando com a Bíblia embaixo do braço. Não devo mais nada para a Justiça e quem tem de me julgar é Deus. Só ele pode dizer se passei por essa experiência para que hoje pudesse ajudar a resgatar mais almas.”

NOME VERDADEIRO “
Vovó do Pó, não! Baiana, não! De hoje em diante, exijo ser chamada por meu nome de batismo: Leida Gabriel Batista, a seu dispor”. Com esse apelo emocionado, a mulher encerra seu depoimento na Igreja Batista da Lagoinha. Está dado o recado. Ela agora quer ser só vovó. Quando um filho tinha seis meses e o outro dois anos, Leida partiu para São Paulo, voltando apenas quando os filhos tinham 13 e 12 anos. “O meu mais velho me chama de mãe e o mais novo de Leda. Eles ainda não deixam meus netos sozinhos comigo. De vez em quando, consigo fazer uma comidinha especial ou cortar o cabelo de um deles. Se eu soubesse antes que era tão bom andar assim…”

FRASES

“Não é lero-lero de Jesus, não! Já cachimbei maconha com pedra, com cinza, com tudo o quanto há. Passava três, quatro dias sem comer, escornada em cima de uma cama.”

“Era a época da maconha, do haxixe, da cocaína. Não existia a maldita da pedra. Cheguei até a emprestar a cozinha da casa como laboratório (de refino da cocaína).”

“Digo a eles que Jesus não vai ficar parado esperando que larguem o tresoitão (revólver calibre 38). Explico que passarinho parado ou é estilingue ou é gaiola. E que com eles é a mesma coisa, ou morrem no tráfico ou vão para a cadeia.”

dica do Thiago Ferreira de Morais