Mulher diz que foi violentada por telepatia e convence marido a atirar no vizinho

Meloney Selleneit (esq.) é acusada de convencer o marido Michael (dir.) a atirar no vizinho por ter sido violentada por telepatia, em Utah, nos EUA (foto: Divulgação/ Davis County Sheriff's Office)
Meloney Selleneit (esq.) é acusada de convencer o marido Michael (dir.) a atirar no vizinho por ter sido violentada por telepatia, em Utah, nos EUA (foto: Divulgação/ Davis County Sheriff’s Office)

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Uma mulher foi acusada de convencer o marido a atirar no vizinho por ter sido violentada por telepatia, em Utah, nos EUA.

Na última quinta-feira (19), Meloney Selleneit alegou ser culpada pelo caso e disse ter problemas mentais diante do tribunal.

A justiça local, no entanto, julgou Meloney competente para ir a julgamento.

Segundo os registros do tribunal, o marido de Selleneit, Michael Selleneit, atirou duas vezes no vizinho Tony Pierce pelas costas, no dia 30 de outubro de 2011.

A mulher convenceu seu marido de que teria sido “estuprada telepaticamente em várias ocasiões”, segundo os documentos do tribunal.

Em janeiro, Michael admitiu culpa pelas acusações de tentativa de assassinato e posse de arma de uso restrito. Em maio, ele foi condenado a 30 anos de prisão.

Agora, Meloney aguarda o seu julgamento, marcado para final de outubro. Até o momento, ela estava em tratamento psiquiátrico no Hospital Estadual de Utah.

Ainda de acordo com documentos do tribunal, Meloney trouxe a arma para seu marido há 11 anos. O casal mantinha a arma debaixo do travesseiro na cama deles. (Com Standard-Examiner)

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Mulher recebe conta telefônica de R$ 70 mil por acessar Facebook em viagem

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Helen Christie, 40, recebeu conta de R$ 70 mil após postar fotos de viagem de férias no Facebook
Helen Christie, 40, recebeu conta de R$ 70 mil após postar fotos de viagem de férias no Facebook

A britânica Helen Christie, 40, tomou um susto ao ver sua conta telefônica após ter voltado de férias da Turquia. Depois de usar o smartphone em roaming (fora da área de cobertura contratada) para postar fotos no Facebook de sua viagem, a cobrança dizia que ela deveria pagar £ 19.656 mil (cerca de R$ 70 mil). As informações são do tabloide britânico “The Daily Mail”.

Segundo Helen, ela contratou um plano na operadora Orange que custava £ 6 (aproximadamente R$ 22) por dia para usar a internet. Porém, o valor diário acabou ficando £ 2.700 (R$ 9.600). De acordo com a empresa de telecomunicações, a conta alta ocorreu, pois a cliente desmarcou uma opção que limita os gastos de dados em até £ 42 (cerca de R$ 150) por dia.

“Eu achei este valor uma afronta. Todas minhas férias custaram £ 700 [cerca de R$ 2.500]. As táticas usadas pelas operadoras são assustadoras – as pessoas não percebem o que essas companhias estão fazendo”, disse Helen em entrevista do tabloide britânico “The Mirror”.

Depois de ser contatada por um jornal britânico, a operadora Orange informou que reduziria o valor a ser pago para £ 875 (R$ 3.109) pelo caráter “excepcional das circunstâncias”. Mesmo assim, Helen disse que entraria com uma ação para reduzir ainda mais o valor.

A União Europeia tem planos de eliminar as tarifas de roaming entre os países membros do bloco econômico. Recentemente, a Comissão Europeia sugeriu que o custo de telefonemas entre países da região tenha o mesmo valor de uma ligação local. A proposta ainda precisa ser votada pelos 28 países membros.

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As cantadas ofendem

Uma pesquisa mostra que as mulheres têm medo de andar sozinhas por causa das agressões verbais – e físicas – que recebem dos homens. Quando haverá uma campanha oficial contra isso?

Manifestantes na Marcha das Vadias, em julho, no Rio de Janeiro. Elas defendem o respeito ao corpo e à dignidade feminina, ofendidos pelas “cantadas” (Foto: Marcelo Fonseca/Brazil Photo Press/Folhapress)
Manifestantes na Marcha das Vadias, em julho, no Rio de Janeiro. Elas defendem o respeito ao corpo e à dignidade feminina, ofendidos pelas “cantadas” (Foto: Marcelo Fonseca/Brazil Photo Press/Folhapress)

Karin Hueck, na Época

Natália, de 28 anos, andava por uma avenida movimentada de São Paulo com uma amiga. O rapaz que vinha na direção oposta se esgueirou entre as duas. Encarou-as de alto a baixo e soltou: “Sem calcinha vocês devem ser uma delícia”. Débora, de 29 anos, esperava o semáforo abrir para atravessar uma avenida. Foi abordada por um estranho que a convidava para um café. Puxou-a pelo braço, insistiu e depois começou a segui-la. Thatiane, de 23 anos, estava numa festa. Sentiu alguém deslizar a mão por seu corpo. Ela se voltou para tirar satisfação, e o rapaz a chamou de vagabunda. Thatiane jogou o conteúdo do copo que tinha nas mãos sobre ele. Levou um tapa na cara. Laura tinha 14 anos, estudava no centro de Porto Alegre e saiu para almoçar. Três homens cruzaram seu caminho, passaram a mão no meio de suas pernas e discorreram sobre suas partes íntimas, com uma frase que jamais poderia ser publicada em ÉPOCA.

Natália, Débora, Thatiane e Laura são minhas amigas. Não precisei ir longe para reunir essas histórias assustadoras, porque elas não são exceção. Assim como minhas amigas e eu, já passaram por situações constrangedoras nas ruas 99,6% das quase 8 mil mulheres que responderam a um questionário on-line elaborado por mim. O levantamento, promovido entre julho e agosto, faz parte da campanha “Chega de Fiu-Fiu”, organizada pelo blog Think Olga, um espaço virtual para discutir questões femininas. O percentual de mais de 99% é parecido com o encontrado num trabalho feito nos Estados Unidos pela organização Stop Street Harassment (Parem com Assédio nas Ruas). Lá, 99% das mulheres afirmaram ser incomodadas nas ruas. Como não sou pesquisadora e não usei metodologia científica, sei que meus resultados podem não ser exatos. Mas eles traçam um bom panorama do que as mulheres enfrentam – e do que sentem – quando andam pelas ruas. Como mulher e jornalista, foi a maneira que encontrei de mostrar que esse tipo de “elogio” não agrada. Ofende, humilha e causa medo.

É tão comum que uma mulher ouça cantadas ou passe por situações que beiram ao assédio que o assunto é pouquíssimo discutido. Parece apenas mais um fato da existência. A chuva molha. Seres humanos envelhecem. Mulheres são importunadas nas ruas. É tão frequente que algumas dizem não se importar. Parecem ter se conformado. De acordo com a pesquisa, 17% consideram cantadas algo legal.

Imaginando que algum comentário sobre nosso corpo feito por estranhos seja admissível, qual o limite entre o elogio aceitável e a cantada ofensiva? Pode chamar de princesa? Pode passar a mão no cabelo? E colocar a mão no corpo, pode? Parece que muitos acham que sim. No levantamento, 85% das mulheres afirmaram já ter sido tocadas ao andar sozinhas. Nas nádegas (88%), na cintura (56%), nos seios (20%), entre as pernas (17%). Se isso não é agressão sexual, o que será?

Todas essas “cantadas” – da “princesa” à passada de mão – violam a intimidade feminina. O assediador parte de um princípio: o corpo da mulher é visto como público, algo sobre o qual se pode opinar e, por que não, do qual pode se servir à vontade. Como essa percepção é generalizada, a mulher que decide se manifestar contra o assédio corre o risco de ser ofendida. Vira metida, baranga e outros insultos que não cabem neste artigo. Entre as voluntárias que responderam ao questionário, 68% relataram ter sofrido intimidações verbais ao revidar. Talvez por isso, poucas mulheres reajam às cantadas que ouvem: apenas 27%. “Medo de apanhar” é uma das principais justificativas para o silêncio delas, e faz sentido. Dados da Secretaria de Política para as Mulheres mostram que 37% das brasileiras foram agredidas em vias públicas, e 29% foram atacadas por desconhecidos.

Isso significa que mais da metade da população brasileira – 51,5% de mulheres – sente medo quando sai à rua. Isso faz com que esse enorme grupo não se expresse da maneira como gostaria. Meu levantamento revela que 90% das mulheres já trocaram de roupa para sair de casa, com medo de chamar a atenção. Mais de 80% mudaram de caminho, desistiram de sair a pé ou até de ir aonde desejavam, por medo da atitude dos homens. As cantadas tolhem a liberdade da mulher. Lembro-me de como abaixava a cabeça e fingia chorar quando passava na frente de um aglomerado de homens durante a adolescência. Torcia para que se enternecessem e não me dissessem nada.

A intimidação não acontece só nas ruas. Sofri ataques pelo simples fato de ter lançado o questionário. Internautas anônimos mandaram mensagens de ódio e ameaças para o blog que hospedou o formulário. “Por fora vocês não gostam, mas por dentro adoram”, escreveu um. “Que mimimi é esse? Tem de olhar reto e, se não quiser aparecer, põe uma roupa maior”, escreveu outro. E o campeão: “Essa pesquisa é a coisa mais imbecil que já li. Vocês merecem ser estupradas”, de um usuário cujo e-mail era rapist@raperz…(estuprador@estupradores…). Gente assim deve achar que é direito dos homens cantar as mulheres. Que homem nenhum deveria se controlar perto de uma mulher, passando por cima – imagine, que absurdo! – do impulso de falar obscenidades.

Engana-se quem acha que esse tipo de violência é exclusividade do Brasil. Débora, citada no começo do texto, foi perseguida pelo rapaz em Berlim, na Alemanha. Nos Estados Unidos, o problema é tão comum que uma jornalista criou o site ihollaback.org para receber e divulgar vídeos e relatos de mulheres que passaram por situações constrangedoras. O site, que funciona a partir de financiamentos coletivos, também treina pessoas de 64 cidades em 22 países para gravar pequenos filmes de celular com flagrantes de assédio nas ruas.

Para as mulheres, é incômodo falar sobre o assunto. Elas sentem vergonha, como sugerem os relatos das voluntárias que participaram da pesquisa (além de responder às perguntas de múltipla escolha, elas podiam relatar casos que tivessem vivido). Por que as mulheres têm vergonha? Atrevo-me a sugerir uma explicação: muitas podem pensar que tiveram culpa, que provocaram de alguma maneira o comportamento dos homens. Não raro, quando sofremos uma agressão dessas, pensamos: “Como eu estava vestida?”. Como se isso fosse uma justificativa. Como se isso importasse. Esse raciocínio já é uma forma de violência. É a velha cultura do estupro, absorvida pelas próprias mulheres: “Ela mereceu”. As histórias contadas pelas mulheres que responderam ao questionário são tão chocantes, que é de estranhar que não exista nenhuma campanha pública educativa contra esse tipo de comportamento. Há adolescentes e meninas pré-púberes ouvindo ameaças à virgindade nas ruas, sob o olhar complacente de todo mundo. Essas meninas aprendem desde cedo que, em pleno Brasil do século XXI, a rua pertence aos homens, e nela a mulher anda de cabeça baixa. Já passou da hora de levantarmos a cabeça.

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Famosos criticam piadas sobre a morte do músico Champignon: ‘Não existe prêmio para quem julga os outros mais rápido’, diz Leo Jaime

Leo Jaime, Marina Ruy Barbosa e Tico Santa Cruz usam as redes sociais para criticar internautas que fazem piada sobre a morte de Champignon. Junior Lima, que já trabalhou com o músico, lamentou a tragédia

Famosos criticam piadas sobre a morte do músico Champignon: 'Não existe prêmio para quem julga os outros mais rápido', diz Leo Jaime
Famosos criticam piadas sobre a morte do músico Champignon: ‘Não existe prêmio para quem julga os outros mais rápido’, diz Leo Jaime

Publicado por Caras Online

Assim como milhares de fãs, muitos famosos usaram as redes sociais para lamentar a morte do músico Luiz Carlos Leão Duarte Junior, o Champignon, ex-integrante da banda Charlie Brown Jr. Ele foi encontrado morto na madrugada desta segunda-feira, 9, em seu apartamento, em São Paulo.

“Acordei agora com a notícia do Champ!!! To em choque!!!!! Perdi mais um irmão!!!!!!!! Não to conseguindo acreditar!!!! Pqp!!!!”, escreveu Junior Lima. Os dois trabalharam juntos na banda Nove Mil Anjos em 2008 e 2009. “Alguém sabe o porquê?? Se ele deixou algum recado?? O que que aconteceu??? To perdido aqui sem informações!!! NÃO CONSIGO ACREDITAR!!!!!”, lamentou.

Diante da notícia, muitos internautas fizeram piadas sobre o ocorrido. A atriz Marina Ruy Barbosa publicou em seu Twitter trecho da música Dom de Ilusão. “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é….”, e criticou as brincadeiras na web. “Impressionante…. Quanta gente má surge nessas horas né?! Feio ficar brincando com algo tão triste….”.

“Estivemos juntos no último capítulo de Malhação. Ele tentava se reerguer da perda do parceiro. Trollado por muitos. Valeu, Champignon. Obrigado pelas belas canções. Isto é o que vai ficar”, escreveu Leo Jaime. “Um aviso a geral: não existe prêmio para quem julga os outros mais rápido. Defina hipocrisia. Lamentar a morte de conhecidos é hipocrisia? Por quê? Deveríamos lamentar a morte dos desconhecidos? Como?”, continuou o músico diante de críticas de seguidores. “Outro aviso: não existe concurso para ver quem é o maior cuzão das redes sociais. Burrice é a única coisa infinita do universo”.

“Estado completo de Choque com a notícia sobre o Champignon”, escreveu Tico Santa Cruz. “Quanta gente má surge nessas horas de tristeza. Tenho dó de vocês que estão fazendo piadinhas e brincadeiras com algo tão triste”.

A morte de Champignon ocorreu seis meses após a morte de Chorão, seu ex-colega do Charlie Brown Jr. Atualmente ele liderava a banda A Banca.

Veja mais declarações dos famosos:

Giovanna Lancellotti: “Como assim cara ??? agora? to chocada!”

Péricles: “Infelizmente a música perde mais um grande guerreiro pra depressão: Champignon,ex-Charlie Brown Jr, e A Banca, é encontrado morto em casa,e supõe-se que se suicidou. Acordei agora com essa noticia,e nao tenho palavras pra demonstrar minha tristeza em perder esse amigo. Que Deus conforte a sua alma,e cuide da família e de todos os que o amavam”.

Preta Gil: Champignon descanse em paz!!!!! muito muito triste!!!!”

Didi Wagner: Que notícia mais triste. Poxa, Champignon. Você tinha uma vida inteira pela frente”

Dinho Ouro Preto: “Caraca champs que porra é essa? continuo sem acreditar. Tô tentando falar com o Thiago mas não consigo. deve ser algum engano. tô recebendo emails dizendo q é verdade. nossa, que tristeza. nossa bro”.

Morte de Champignon

O baixista Luiz Carlos Leão Duarte Junior, 35, o Champignon da banda Charlie Brown Jr. e A Banca, foi encontrado morto na madrugada desta segunda-feira, 9, com um tiro na cabeça, em seu apartamento no Jardim Caboré, na zona oeste de São Paulo.

Segundo relatos de vizinhos, um tiro foi ouvido por volta da 0h, vindo do apartamento de Champignon, seguido de gritos da mulher do músico, Claudia Campos, e latidos do cachorro do casal. Poucos minutos antes, o casal havia chegado de um jantar com os amigos.

Claudia está grávida de cinco meses e foi levada em estado de choque para um hospital da região. De acordo com relatos do tenente da Polícia Militar Rafael Elias Franco Pinto, o músico foi encontrado caído no chão com uma pistola 380 em uma das mãos e um tiro na boca. O corpo estava em um quarto junto aos instrumentos musicais do baixista.

Morte de Chorão

Em março, Alexandre Magno Abrão, o Chorão, foi encontrado morto em seu apartamento no bairro de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista. Segundo laudo da Polícia Técnico-Científica de São Paulo, Chorão morreu em decorrência de uma overdose de cocaína.

Repercussão

Na manhã desta segunda-feira, 9, a hashtag RIPChampignon já ocupa a primeira posição no Twitter Brasil. Já a hashtag Charlie Brown Jr. está na sétima colocação no Twitter Mundial.

 

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Fã do Superman faz 19 cirurgias para ficar parecido com o super-herói

Filipino operou nariz, queixo, fez clareamento na pele e procedimentos no corpo para ficar parecido com o super-herói

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Publicado no Terra

O Filipino Herbert Chavez, 35 anos, passou 16 anos fazendo cirurgias plásticas para ficar parecido com o personagem Clark Kent, do filme Superman. Ele operou o nariz, os lábios, fez clareamento da pele, lipoaspiração, realinhamento da mandíbula e implantes abdominais para se assemelhar ao ídolo. Chavez gastou mais de R$ 15 mil em procedimentos, uma fortuna em comparação com o salário médio nas Filipinas que é de R$ 4,66 por hora. As informações são do Daily Mail.

O Filipino costuma sair pelas ruas ao redor de sua casa vestido como o super-herói, alegra as crianças e ensina bons costumes. “Me sinto um super-herói sempre que eu visto o traje do Superman, mas a minha missão não é salvar o mundo, é levar o sorriso aos rostos das crianças da região. Não me arrependo de nada”, contou ele.

Chavez disse ser difícil se manter como uma pessoa “perfeita”. “Quando se fala em super-heróis, as pessoas pensam que eles são impecáveis, não se machucam, nem morrem. Mas como humanos, só podemos copiar a aparência deles”, afirmou. Chavez precisa fazer retoques constantes nas modificações para manter a aparência. O cirurgião Tito Garcia faz todo o trabalho de graça, em troca da divulgação do nome do profissional feita por Chavez.

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Chávez cria suas próprias fantasias e tem intenção de fazer mais procedimentos cirúrgicos para ficar ainda mais parecido com o personagem. Em junho de 2013, o Guinness reconheceu Chávez por ter a maior coleção em homenagem ao Superman, com 1.253 itens – entre bonecos de tamanho real, cartazes e anéis valiosos. O plano de Chavez é aumentar a coleção para 10 mil peças.

Dica da Cristina Danuta

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