30 sinais de que você já tem quase 30

Jessica Misener, no BuzzFeed

1. Quando alguém lhe pede um documento para conferir se você é maior de idade, a sua primeira reação é: “BELEZA”.

anigif_enhanced-buzz-24896-1372359982-142. Em vez de fotos de bebedeiras em festas, os seus amigos no Facebook só querem saber de fotinhos de bebês.

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Bebês Gêmeos, chorando e Rindo de novo. Você vai se apaixonar por eles… É o melhor do melhor… Espero pelo menos 100 compartilhamentos desse vídeo… Por favor, não nos decepcione… divirta-se

3. … e tempos finais de maratonas.
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4. Você fica super animado quando vai a um show e vê que há ASSENTOS.

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5. Você começa a contar uma história dizendo “quando eu estava na faculdade”, e percebe que isso foi 10 anos atrás.
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6. Quando você assiste a filmes/programas de TV para adolescentes, você fica mais do lado dos pais do que dos filhos.
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7. Você já foi a um bar e foi embora porque estava muito barulhento.
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8. Você tem 10.000 cartões de visita de antigos empregos, e não tem a menor ideia do que fazer com eles.
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9. Você se tornou um nazista do protetor solar.
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10. Quando você vê celebridades legais com uns trinta e poucos, você pensa: “Ainda há esperança”.
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11. Você tem cada vez mais medo de conferir a sua avaliação de crédito.

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12. Você está pensando seriamente em ter um cachorro.Não, em ter um bebê.Não, definitivamente em ter um cachorro.
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13. Você prefere pagar um pouco mais por um quarto de hotel “bom e limpo” do que se espremer num hostel com outros 12 amigos.
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14. Tudo que há de legal no mercado tem como alvo pessoas mais novas do que você.
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você provavelmente quer voltar a assistir o seu NCIS
15. Você definitivamente perdeu as enzimas que permitiam que você digerisse Taco Bell.

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(mais…)

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PF-AM apreende imagens de pedofilia com indígenas na Missão Novas Tribos do Brasil

Missionário norte-americano que atuava no AM foi preso em maio pelo crime.
Operação, deflagrada em Manaus e Acre, prendeu também um designer.

Diversas mídias com conteúdo pornográfico foram apreendidas (Foto: Polícia Federal/Divulgação)
Diversas mídias com conteúdo pornográfico foram apreendidas (Foto: Polícia Federal/Divulgação)

Publicado no G1

Imagens de pornografia infantil foram apreendidas em computadores na sede da ONG ‘Missão Novas Tribos do Brasil’ em Manaus, nesta quinta-feira (12), durante a Operação Ímpio, deflagrada pela Polícia Federal. De acordo com a investigação, um missionário norte-americano da organização, que evangeliza tribos indígenas no país, aparece em fotos e vídeos abusando sexualmente de crianças possivelmente indígenas. Ele foi preso em Orlando, nos Estados Unidos, em maio deste ano. Ao todo, foram cumpridos 18 mandados, sendo 11 de busca e apreensão e sete de conduções coercitivas, em Manaus e Cruzeiro do Sul, no Acre.

Coordenador da operação contou detalhes da operação (Foto: Romulo de Sousa/G1 AM)
Coordenador da operação contou detalhes da operação (Foto: Romulo de Sousa/G1 AM)

A operação foi feita em parceria com a agência norte-americana U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE). Segundo a PF, ao ser detido pela ICE no aeroporto de Orlando, o missionário portava um notebook com imagens de pedofilia. Ele, ainda de acordo com a PF, admitiu ter molestado, pelo menos, quatro menores de idade, na faixa etária de 12 anos, possivelmente indígenas, e confessou também ter fotografado as crianças.

Em Manaus, foram apreendidas mais imagens. “Constatamos que havia material pornográfico em computadores da instituição. O missionário, inclusive, admitiu ter protagonizado vídeos”, explicou o superintendente em exercício da Polícia Federal, delegado Dércio Carvalheda.

A Polícia Federal destacou que a investigação constatou o envolvimento de somente um membro da ONG no caso. “É importante ressaltar que só um dos membros da ONG estava envolvido com os crimes, tanto que outros membros colaboraram com a investigação e se mostravam surpresos, durante a investigação, com a prisão do missionário”, afirmou o coordenador da operação, delegado Rafael Caldeiras.

Além da sede da ONG, a operação da PF também combateu outros casos de pedofilia infantil no Amazonas e no Acre. Um designer de 40 anos foi preso, em Manaus, em flagrante, com uma grande quantidade de imagens de crianças e adolescentes com teor pornográfico, segundo a Polícia Federal. Além dele, outras seis pessoas foram detidas, mas liberadas após prestarem depoimento.

O G1 contatou a sede da ONG ‘Missão Novas Tribos do Brasil’ em Manaus e em Goiás, mas não obteve resposta. Segundo o site da instituição, a organização atua há 59 anos no Brasil “servindo a causa missionária, formada de crentes dedicados cujo objetivo é alcançar grupos minoritários com o Evangelho de Cristo, e prestar assistência ‘integral’ nas áreas de saúde, educação e desenvolvimento comunitário”.

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Crime e preconceito: mães e filhos de santo são expulsos de favelas por traficantes evangélicos

A filha de santo foi expulsa do Lins porque deixou suas roupas brancas no varal Foto: Urbano Erbiste / Extra
A filha de santo foi expulsa do Lins porque deixou suas roupas brancas no varal Foto: Urbano Erbiste / Extra

Publicado no Extra

A roupa branca no varal era o único indício da religião da filha de santo, que, até 2010, morava no Morro do Amor, no Complexo do Lins. Iniciada no candomblé em 2005, ela logo soube que deveria esconder sua fé: os traficantes da favela, frequentadores de igrejas evangélicas, não toleravam a “macumba”. Terreiros, roupas brancas e adereços que denunciassem a crença já haviam sido proibidos, há pelo menos cinco anos, em todo o morro. Por isso, ela saía da favela rumo a seu terreiro, na Zona Oeste, sempre com roupas comuns. O vestido branco ia na bolsa. Um dia, por descuido, deixou a “roupa de santo” no varal. Na semana seguinte, saía da favela, expulsa pelos bandidos, para não mais voltar.

- Não dava mais para suportar as ameaças. Lá, ser do candomblé é proibido. Não existem mais terreiros e quem pratica a religião, o faz de modo clandestino – conta a filha de santo, que se mudou para a Zona Oeste.

A situação da mulher não é um ponto fora da curva: já há registros na Associação de Proteção dos Amigos e Adeptos do Culto Afro Brasileiro e Espírita de pelo menos 40 pais e mães de santo expulsos de favelas da Zona Norte pelo tráfico. Em alguns locais, como no Lins e na Serrinha, em Madureira, além do fechamento dos terreiros também foi determinada a proibição do uso de colares afro e roupas brancas. De acordo com quatro pais de santo ouvidos pelo EXTRA, que passaram pela situação, o motivo das expulsões é o mesmo: a conversão dos chefes do tráfico a denominações evangélicas.

Mãe de santo teve terreiro fechado na Pavuna pelo "exército de Jesus" Foto: Urbano Erbiste / Extra
Mãe de santo teve terreiro fechado na Pavuna pelo “exército de Jesus” Foto: Urbano Erbiste / Extra

Atabaques proibidos na Pavuna

A intolerância religiosa não é exclusividade de uma facção criminosa. Distante 13km do Lins e ocupada por um grupo rival, o Parque Colúmbia, na Pavuna, convive com a mesma realidade: a expulsão dos terreiros, acompanhados de perto pelo crescimento de igrejas evangélicas. Desinformada sobre as “regras locais”, uma mãe de santo tentou fundar, ali, seu terreiro. Logo, recebeu a visita do presidente da associação de moradores que a alertou: atabaques e despachos eram proibidos ali.

-Tive que sair fugida, porque tentei permanecer, só com consultas. Eles não gostaram — afirma.

A situação já é do conhecimento de pelo menos um órgão do governo: o Conselho Estadual de Direitos do Negro (Cedine), empossado pelo próprio governador. O presidente do órgão, Roberto dos Santos, admite que já foram encaminhadas denúncias ao Cedine:

- Já temos informações desse tipo. Mas a intolerância armada só pode ser vencida com a chegada do estado a esses locais, com as UPPs.

O deputado estadual Átila Nunes (PSL) fez um pedido formal, na última sexta-feira, para que a Secretaria de Segurança investigue os casos.

- Não se trata de disputa religiosa mas, sim, econômica. Líderes evangélicos não querem perder parte de seus rebanhos para outras religiões, e fazem a cabeça dos bandidos — afirma.

Nas favelas, os ‘guerreiros de Deus’

Fernando Gomes de Freitas, o Fernandinho Guarabu, chefe do tráfico no Morro do Dendê, ostenta, no antebraço direito, a tatuagem com o nome de Jesus Cristo. Pela casa, Bíblias por todos os lados. Já em seus domínios, reina o preconceito: enquanto os muros da favela foram preenchidos por dizeres bíblicos, os dez terreiros que funcionavam no local deixaram de existir.

Guarabu passou a frequentar a Assembleia de Deus Ministério Monte Sinai em 2006 e se converteu. A partir daí, quem andasse de branco pela favela era “convidado a sair”. Os pais de santo que ainda vivem no local não praticam mais a religião.

A situação se repete na Serrinha, ocupada pela mesma facção. No último dia 22, bandidos passaram a madrugada cobrindo imagens de santos nos muros da favela. Sobre a tinta fresca, agora lê-se: “Só Jesus salva”.

O babalaô Ivanir dos Santos, representante da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), criada justamente após casos de intolerância contra religiões afro-brasileiras em 2006, afirma que os casos serão discutido pelo grupo, que vai pressionar o governo e o Ministério Público para que a segurança do locais seja garantida e os responsáveis pelo ato sejam punidos. “Essas pessoas são criminosas e devem ser punidas. Cercear a fé é crime”, diz o pai de santo.

Mãe de santo: proibida de circular na favela com as "roupas do demônio" Foto: Urbano Erbiste / Extra
Mãe de santo: proibida de circular na favela com as “roupas do demônio” Foto: Urbano Erbiste / Extra

Lei mais severa

Desde novembro de 2008, a Polícia Civil considera como crimes inafiançáveis invasões a templos e agressões a religiosos de qualquer credo a Lei Caó. A partir de então, passou a vigorar no sistema das delegacias do estado a Lei 7.716/89, que determina que crimes de intolerância religiosa passem a ser respondidos em Varas Criminais e não mais nos Juizados Especiais. Atualmente, o crime não prescreve e a pena vai de um a três anos de detenção.

Filha de santo, que foi expulsa do Lins: ‘Não suportava mais fingir ser o que não era’.

- Me iniciei no candomblé em 2005. A partir de minha iniciação, comecei a ter problemas com os traficantes do Complexo do Lins. Quando cheguei à favela de cabeça raspada, por conta da iniciação, eles viravam o rosto quando eu passava. Com o tempo, as demostrações de intolerância aumentaram. Quando saía da favela vestida de branco, para ir ao terreiro que frequento, eles reclamavam. Um dia, um deles veio até a minha casa e disse que eu estava proibida de circular pela favela com aquelas “roupas do demônio”. As ameaças chegaram ao ponto de proibirem que eu pendurasse as roupas brancas no varal. Se eu desrespeitasse, seria expulsa de lá. No fim de 2010, dei um basta nisso. Não suportava mais fingir ser o que eu não era e saí de lá.

Mãe de santo há 30 anos, expulsa da Pavuna: ‘Disseram que quem mandava ali era o ‘Exército de Jesus”.

- Comprei, em 2009, um terreno no Parque Colúmbia, na Pavuna. No local, não havia nada. Mas eu queria fundar um terreiro ali e comecei a construir. No início, só fazia consulta, jogava búzios e recebia pessoas. Não fazia festas nem sessões. Não andava de branco pelas ruas nem tocava atabaque, para não chamar a atenção. Um dia, o presidente da associação de moradores foi até o local e disse que o tráfico havia ordenado que eu parasse com a “macumba”. Ali, quem mandava na época era a facção de Acari. Já era mais de santo há 30 anos e não acreditei naquilo. Fui até a boca de fumo tentar argumentar. Dei de cara com vários bandidos com fuzis, que disseram que ali quem mandava era o “Exército de Jesus”. Disse que tinha acabado de comprar o terreno e que não iria incomodar ninguém. Dias depois, cheguei ao terreiro e vi uma placa escrito “Vende-se” na porta — eles tomaram o terreno e o puseram a venda. Não podia fazer nada. Vendi o terreno o mais rapidamente possível por R$ 2 mil e fui arrumar outro lugar.

dica do Igor Bonan e do Alexandre Melo Franco Bahia

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Estudo mostra que maioria das pessoas escuta sempre as mesmas músicas

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Iara Biderman, na Folha de S.Paulo

A opção de ouvir toda e qualquer música nova está a um toque na tela. E você vai sempre escolher aquelas mesmas velhas canções.

Quem crava qual será a sua seleção são os autores de um estudo feito na Universidade de Washington sobre o poder da familiaridade na escolha musical.

A pesquisa foi feita com mais de 900 universitários, autodeclarados apreciadores de novos sons. Pelo menos foi isso o que disseram em questionários prévios. Curiosamente, o lado B dos participantes apareceu quando foram confrontados com escolhas reais entre pares de músicas. A maioria optou por aquelas que tinha ouvido mais vezes.

Ouvir sempre a mesma música não é falta de opção ou imaginação. Segundo o coordenador do laboratório de neuromarketing da Fundação Getulio Vargas de São Paulo, Carlos Augustos Costa, é coisa da sua cabeça.

“O cérebro não gosta de nada complicado. Se você ouve um som novo, tem de parar para entender, mas se a música tem padrões familiares, é sopa no mel: você decide imediatamente ouvi-la.”

Familiar é um padrão musical que a pessoa sabe reconhecer ou um estilo associado a memórias positivas.

“A música que você já conhece tem um valor emocional enorme. Cada vez que você a ouve, a associa a uma sensação de prazer e, quanto mais ouve, mais reforça essa associação”, diz a neurocientista e colunista da Folha Suzana Herculano-Houzel.

O compositor Arrigo Barnabé, que desde a década de 1980 faz experimentações em música, diz ter a esperança que as novas plataformas ajudem a mudar o disco.

“Hoje, com a internet e o YouTube, vejo as pessoas mais interessados em ouvir novidades. Mas há a tendência de a pessoa buscar o conforto, o que já conhece bem.”

A causa do fenômeno é mais material do que neuroemocional, na opinião do pesquisador e crítico musical José Ramos Tinhorão.

“A produção de música popular obedece as regras do capitalismo, com uma grande quantidade de produtos iguais sendo jogada no mercado. Isso começa a cansar e as pessoas sentem saudades das músicas antigas”, afirma.

As músicas megarrepetidas nas rádios teriam então, segundo ele, efeito contrário. Mas não funciona assim.

“De tanto ouvirem, as pessoas acabam se familiarizando e não sabem mais se gostam ou não. Mas criam fidelidade”, diz Rifka Smith, diretora da Radiodelicatassen, empresa de planejamento de produtos radiofônicos.

A repetição funciona até um limite. Grande parte do prazer da música é a oportunidade que ela dá ao cérebro de antecipar como será a próxima frase musical, segundo Herculano-Houzel.

Na música conhecida, a pessoa antecipa o prazer e é recompensada ouvindo o que já esperava. Vai querer repetir a experiência. “Mas, quando o cérebro já tem a certeza absoluta do que virá, perde a graça”, diz a neurocientista.

É a brecha para seu cérebro ouvir algo de novo.

Mas o poder das velhas músicas continua, afirma o professor de marketing Morgan Ward, autor do estudo americano. “Quando as pessoas estão prontas para uma mudança, não querem uma revolução. A maioria dos novos estilos musicais é só uma atualização do que veio antes”, disse Ward à Folha.

Colaborou LUCAS NOBILE, de São Paulo

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Eike Batista procura ajuda espiritual

Empresário Eike Batista (foto: Jonathan Alcorn / Agência O Globo)
Empresário Eike Batista (foto: Jonathan Alcorn / Agência O Globo)

Publicado originalmente no Extra

No meio de uma grave crise financeira, Eike Batista resolveu recorrer a forças espirituais. O empresário anda frequentando a Casa do Mago, um centro místico localizado no Humaitá, Zona Sul do Rio, já visitado por outras personalidades.

Nesta sexta-feira, pelo menos, Eike teve direito a uma notícia boa: Balder, seu filho caçula, recebeu alta depois de estar internado por mais de uma semana com coqueluche.

E por falar no pequeno Balder, Thor e Olin, os filhos mais velhos de Eike com Luma de Oliveira, ainda não conhecem o irmão nem o visitaram no hospital. O bebê nasceu no dia 19 de junho. Thor e Olin nunca tiveram uma boa relação com a madrasta.

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