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Marcas escritas do jeito que a gente fala

Publicado no Fala Fil

Gustavo Asth teve uma ideia simples porém genial, criar uma página mostrando como seria se o nome das marcas fossem como a gente fala.

Ele criou o Tumblr chamado Como fala, e lá vocês podem ver uma série de logos famosos com essa pequena mudança, o nome como a gente fala.

Veja abaixo se você fala o nome da marca corretamente.

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Facebook começa a testar Trending Topics

O AllThingD noticiou a novidade ontem, contudo, foi só nesta quinta (7) que um porta-voz do Facebook confirmou a informação

Smartphone conectado ao Facebook: rede social informou ao site Mashable que está testando o recurso de Trending Topics

Smartphone conectado ao Facebook: rede social informou ao site Mashable que está testando o recurso de Trending Topics

Publicado originalmente no site da Exame

São Paulo – Quase dois meses após a chegada de hashtags ao Facebook, a rede social informou ao site Mashable que está testando o recurso de Trending Topics.

O AllThingD noticiou a novidade ontem, contudo, foi só nesta quinta (7) que um porta-voz do Facebook confirmou a informação.

Segundo comunicado emitido ao site, os testes estão sendo feitos na versão mobile, com uma pequena parcela dos usuários dos Estados Unidos.

Surgido no Twitter, o Trending Topics mostra os assuntos mais comentados de acordo com uma região do globo ou ainda, mundialmente.

No Facebook, uma pequena lista com três ou mais palavras-chaves é mostrada no feed do usuário.

Vale lembrar que essas não são as primeiras funcionalidades “emprestadas” do Twitter.

O Facebook também já utilizou a função “@” para menções, contas oficiais para personalidades e a opção de seguir pessoas.

Ateus encontram refúgio espiritual em “missa ateia” realizada no sul dos EUA

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Dave Thier, no The New York Times [via UOL]

Teria sido fácil confundir o que estava acontecendo no salão de baile do hotel local com um ritual religioso. Todas as coisas que costumam estar associadas a um estavam presentes num domingo recente: 80 pessoas atraídas por uma convicção comum. Exortações ao serviço. Cantos e luzes. Um sermão apaixonado.

Só não foi feita nenhuma menção a Deus.

Anunciada como a primeira “missa” ateia da Louisiana e intitulada “Joie de Vivre: sentir prazer em estar vivo”, foi realizada por Jerry DeWitt, um homem pequeno e carismático vestido todo de preto, com um cabelo liso e brilhante.

“Oh, vai ser tão difícil não falar: ‘agora um amém!’”, disse ele com um sorriso, alertando as pessoas de que o serviço seria muito mais parecido com o de uma igreja do que elas poderiam esperar. “Quero que vocês se sintam à vontade para cantar. E quero que vocês se sintam à vontade para bater palmas. Vou pedir para vocês silenciarem os celulares, mas não vou pedir para desligá-los. Porque quero que você publique mensagens.”

Enquanto DeWitt andou para frente e para trás, falando com um sotaque pesado do sul dos EUA, sua voz poderosa às vezes tremia de emoção. O termo pode ser uma contradição, mas é impossível descrevê-lo como outra coisa que não um pregador ateu.

DeWitt age tanto como um clérigo por que já foi um.

Ele foi criado pentecostal em DeRidder, Louisiana, uma pequena cidade perto da fronteira com o Texas. Em 2011, depois de 25 anos como pregador, ele percebeu que tinha perdido toda a conexão com a visão religiosa que havia definido a maior parte de sua vida. Ele deixou a igreja e se viu num verdadeiro ostracismo em sua cidade natal e em sua família. Desde então, DeWitt, 43, tornou-se um proeminente defensor do ateísmo, dando palestras por toda a região e proporcionando um contraponto mais emocional para os expoentes ateus mais acadêmicos como Richard Dawkins e Christopher Hitchens.

Com o serviço de domingo – que marca o início da Capela Missão Comunitária em Lake Charles, que o DeWitt chamou de verdadeira “igreja” ateísta –, ele queria trazer algumas das coisas que ele havia aprendido durante seus anos de líder religioso para os ateus no sul da Louisiana.

Mais ateus

A porcentagem de norte-americanos não afiliados a religião parece estar aumentando. Um estudo do Pew Research Center de 2012 revelou que embora apenas cerca de 6% se identifique como ateus ou agnósticos, eles estavam entre os quase 20% classificados como sem religião. Esse número subiu em relação aos 15% de 2007, um aumento bem maior do que para qualquer crença tradicional.

DeWitt se considera um ateu linha-dura, mas acredita que algo pode se perder quando alguém sai da igreja – e não só as partes que dizem respeito a Deus, mas também um senso de comunidade e uma conexão com a emoção.

“Há muitas pessoas que, apesar de chegarem a essa conclusão, sentem falta da forma como a igreja funciona, de uma maneira que poucas outras comunidades são capazes de imitar”, disse ele em uma entrevista por telefone. “O secular pode aprender que só porque nós valorizamos o pensamento crítico e o método científico, isso não quer dizer que de repente nos desconectamos do corpo e já não podemos mais beneficiar de nossas vidas emocionais.”

Alguns na platéia enfrentaram dificuldades até chegar ao ateísmo. Hammers Joshua, membro de uma organização ateísta em Lake Charles, disse que foi completamente separado de sua comunidade e da vida social quando deixou a igreja pentecostal em que foi criado. Para ele, há algo confortável, uma lembrança da infância, ao ouvir DeWitt pregar.

“Estávamos no Reason na conferência de Bayou, e todo o resto parecia mais uma palestra,” disse Hammers, referindo-se a uma manifestação secular realizada em abril na Universidade Estadual da Louisiana. “Então, Jerry se levantou, e começou a pregar a mensagem. A maioria dos outros líderes ateus são acadêmicos e intelectuais, e Jerry não é assim. Ele fala direto ao seu coração.”

Refúgio

As “missas” estão ganhando força como saídas para o ateísmo organizado em lugares como Londres, Houston, Sacramento e Nova York, assim como em universidades com capelães humanistas. Numa região profundamente conservadora como o sul dos EUA, elas podem servir a um propósito essencial: proporcionar um sentimento de camaradagem num ambiente que muitos consideram hostil para pessoas não-religiosas.

“Aqui, temos um forte senso de comunidade”, disse Russell Rush, ex-pastor de jovens de DeRidder. “Quando você entra numa igreja de verdade, é quase como ter uma reunião de família. Quando você deixa esse estilo de vida, e deixa a vida da igreja para trás, muitas vezes você pode se sentir no ostracismo. Coisas como essa e dizer aos companheiros ateus e agnósticos que eles não estão sozinhos.”

Sr. DeWitt vê serviços como o seu como um esforço para dar uma forma humana a um amplo movimento intelectual que está em sua infância. Ele acredita que ele e os outros na sala estão construindo algo feito para durar.

“Embora este movimento tenha tido arranques e paradas ao longo da história mundial, agora é importante lembrar que somos jovens”, disse ele depois de um coro de uma música da banda Fun. “Algum dia, aquilo que você está fazendo vai se tornar normal. Isso não é um sentimento?”

tradução: Eloise de Vyder

Abaixo a repressão

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Por Rosana Hermann, no Querido Leitor

Em todas as homepages, todas as capas dos principais jornais do país, vemos imagens do que está acontecendo em grandes capitais como São Paulo e Rio. Falarei sobre São Paulo, cidade onde vivo. E tentarei ser o mais justa e clara que conseguir. Porque se tem uma coisa que não podemos mais tolerar no Brasil (e no mundo) é a falta de clareza e a falta de justiça.

Estudei na USP nos anos 70. Vivi uma parte da repressão. Fui na missa do Herzog, vivi uma pequena parte do grande absursdo que foi a Ditadura Militar, participei de manifestações, fugi de polícia.

Vivi também a sensação de, ao mesmo tempo que condenava a ditadura assassina, sentir lampejos de ser filha de militar da aeronáutica, que nada tinha a ver com o exército ou os abusos, mas usava farda e representava o poder, ainda que involuntariamente e, por isso, era vista eventualmente com maus olhos. Mas não estou aqui falando de meus problemas, estou falando do Brasil.

O confronto com a polícia, a ideia de enfrentar o abuso do autoritarismo sempre existiu. Porque a polícia é sinônimo de ‘autoridade’ e toda autoridade quer impor seu poder pela força. Está errado, não faz sentido, não podemos admitir mas, infelizmente, é o que vem acontecendo há muito, muito tempo.

A polícia, aliás, é um assunto contraditório na vida de todos nós. Porque precisamos dela para manter a segurança pública e nos defender dos crimes, porque pagamos para que ela nos defenda e, quando vamos nos manifestar ela se volta contra nós, seus patrões. Ter uma polícia mal-paga, corrompida, com elementos despreparados, cruéis, guiados por ordens estúpidas, é como nascer num lar onde os mesmos pais que deveriam proteger acabam abusando dos filhos. Isso não só é inaceitável como é uma covardia. Não que a população seja criança, nada disso, mas a ‘autoridade’ despreparada acaba fazendo isso: reprime.

O que vimos ontem aqui em São Paulo, documentado em fotos, textos e vídeos, foi chocante. A manifestação poderia ter sido linda, porque há muitos anos não vemos a população com coragem para sair às ruas e se manifestar, não só um direito da democracia mas quase um dever do cidadão de não ser um zumbi calado, ainda mais em tempos de redes sociais sempre acusadas de promover a revolução inanimada de sofá. Pois milhares de pessoas de todas as vertentes ideológicas e por diferentes motivos, aglutinadas pelo gatilho do aumento da passagem, resolveram botar pra fora toda a indignação com o acúmulo de erros que nos destroem dia a dia. O transporte público indecente, que coloca todo mundo em situação indigna, a falta de segurança que nos rouba, corta, estupra e mata. O sistema de saúde que trata médicos e pacientes como chorume, que deixa gente morrer na fila, com filas de espera que subtraem chance de vida de tantos brasileiros.

A manifestação não é por nada, é por tudo. Os vinte centavos já se tornaram simbólicos, como as árvores do parque Gezi em Istambul. Já não queremos mais uma tarifa menor ou árvores preservadas, nós, enquanto humanos, estamos de saco cheio de ver a beleza do progresso, da tecnologia, que nunca chega até o sistema de gestão do governo. Por que não podemos ter política moderna, gente moderna, pensamento aberto, governo humanizado e competente?

Nas imagens que vimos e vivemos ontem vimos um grupo de policiais bem armados e mal comandados, em número grande e preparo pequeno, atirando em homens, mulheres, jornalistas, estudantes. A Global Voice condenou, a população condenou, a parte sã da mídia condenou e até o prefeito Haddad parece ter condenado a ação da polícia. Dá pra saber agora quem foi que mandou a policia agir assim ou vamos continuar com a farsa eterna reproduzida recentemente no caso do assassinato de 111 presos no Carandiru, quando ninguém deu a ordem de atirar e os culpados acabam sendo ‘o sistema’ e os mortos?

Sim, senhores e senhoras, queridos leitores, há policiais feridos também e eles também são pais, maridos, irmãos, vizinhos e amigos de muita gente que estava na rua. Como eu, há filhos e parentes de policiais. Os filhos também querem que seus pais que são policiais voltem pra casa. E é confuso ver um mesmo policial que um dia nos salva e no outro nos ataca. Grande parte da população está confusa, assustada e quase não sabe nem de que lado ficar, de tão perdida. Porque entre os manifestantes também há quem esteja lá para destruir e depredar.

O que sobre hoje é uma visão do inferno, campo de guerra, de lixeiras destruidas, lixo no chão, depredação e isso parece contar contra a população que foi reprimida. Mas olhar o lixo, como vi ontem e ver ‘vandalismo’ é fechar os olhos e a mente para compreender que uma lixeira pode ter sido o escudo que salvou alguém de ficar cego com um tiro de borracha.

Quando o cidadão tem que usar lixo como trincheira para não ser atacado porque está exercendo seu direito de manifestação, tem algo muito errado e não é com a COMLURB.

Lutamos muito, lutamos sempre e chegou a hora de olhar para tudo, sem medo, com justiça e clareza e ver o que está acontecendo com todos os envolvidos. E descobrir de onde emanam as ordens. E a quem interessa o caos. E como se cobrem os eventos. VAmos discutir tudo, mídia, poder, governo, leis, direitos e nossa ação cidadã.

Amigos, a luta nunca parou.
A luta sempre continua.
Abaixo a repressão.

Sueco Emil Nystrom cria série fotográfica com filha em aventuras surreais

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Publicado originalmente no Techtudo

O fotógrafo sueco Emil Nystrom criou uma serie fotográfica muito criativa. Ele resolveu fazer composições com sua filha, a pequena Signhild, em aventuras completamente surreais. As montagens feitas com Photoshop mostram o bebê em diversas situações inusitadas, como consertando um carro ou escalando prateleiras.

Com apenas um ano de carreira, o fotógrafo ganhou destaque na revista Practical Photoshop e no site da Hasselblad pela sua série de fotos. As imagens são um trabalho pessoal do sueco e ele conta que precisou da ajuda de sua esposa para conseguir fotografar sua filha, uma vez que ela ainda não aprendeu a andar. Nystrom revelou que cada foto é diferente em termos de pós-produção. Algumas podem levar 20 minutos para serem tratadas enquanto outras podem levar até 16 horas.

“Tudo depende da expressão do bebê. Eu adoro encontrar uma cara que se encaixa com o ambiente em que ele está.”, afirma o fotógrafo. Ele ainda conta que dispara as fotografias rapidamente para não perder o momento e atenção de sua pequena filha. Sem dúvidas, o resultado de todo esse esforço é brilhante.

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