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Cantor gospel é apontado como novo namorado de Deborah Secco

Deborah Secco e Allyson Castro

Deborah Secco e Allyson Castro

Publicado originalmente no F5

O cantor e socialite Alysson Castro pode ser o novo affair de Deborah Secco.

Recém-separada, a atriz esteve em Porto Velho, Rondônia, no último final de semana, para visitar a mãe de Alysson, que está internada.

Os dois são vizinhos e amigos há 13 anos, desde que Alysson se mudou para o Rio de Janeiro e contracenou com Deborah em uma peça.

Após a visita ao hospital, o suposto casal foi jantar no restaurante Mariposa, em Porto Velho. Os donos do estabelecimento publicaram uma foto de Deborah na página do restaurante no Facebook, atraindo comentários da população da cidade, que garante que os dois estão namorando.

Em entrevista ao jornal “Extra”, Alysson negou o namoro e disse que é apenas muito amigo da atriz, mas não descartou a possibilidade de um romance no futuro.

“Tenho um carinho muito grande pela Deborah, e ela por mim. Ela esteve em Porto Velho visitando a minha mãe, sim. E sabe como é cidade pequena, né? Todo mundo fala. Mas não temos nada. Nessa fase complicada que ambos estamos passando [ela, pela separação, e ele, pela doença da mãe], não temos cabeça para pensar em mais nada. Mas o futuro ninguém sabe, né?”, disse o cantor.

Uma fonte próxima a Alysson teria dito ao “Ego” que os dois estão de fato namorando, e que ele aproveitou a visita de Deborah a Porto Velho para apresentá-la à família.

A assessoria de Deborah Secco não comentou o caso.

A nostalgia do burro inteiro

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Publicado por David Butter

Milito pelo antiontem. Vejo na nostalgia um mal a ser combatido. Tento escapar dela, nem que nessa rejeição gaste um pouco do meu futuro. Se tenho uma nostalgia, uma só na expressão de um mal a ser praticado “socialmente”, essa nostalgia é a nostalgia do burro inteiro. A nostalgia do burro inteiro é a minha cerveja.

Talvez seja o destroço de sinapses antigas, memórias dos meus dias de burro em flor, mas sinto falta autêntica do seguinte personagem: o burro inteiriço, o burro que é mármore da própria burrice, o burro que baixa o pescoço e coloca um vintém no altar da complexidade.

O burro inteiro é humilde: pede licença até para ser burro. O burro inteiro está instalado em si: rubrica um “ciente” nos recibos de sua própria limitação. Mas os burros inteiros quase sumiram. Caíram pela falta de espírito de corpo e pelo excesso de placidez – falhas mortais em tempos de velocidade e de cerco a tudo de certo e fixo (a burrice incluída). No lugar desses burros de ofício, avançam hoje os meio-burros.

O meio-burro é aquele burro que resolve, de uma tirada, grandes questões, grandes investigações. É o detetive-minuto nos grandes crimes, o analista-instantâneo nas grandes crises do poder, o crítico-de-microondas dos grandes movimentos da cultura. O meio-burro sabe sobre muito, mesmo que pouco ou apenas o suficiente para montar sentinela em sua guarita de concreto. Da guarita, o meio-burro guarda a pequena planície do que conhece e, protegido, até se arrisca a mirar outras terras, que não entende.

Para o meio-burro, tudo é simples e a Esfinge não passa de uma carinha sorridente. O meio-burro quer ver nas coisas a simplicidade que nega a si mesmo (o meio-burro é, afinal, um perito). Escolado em cabeçalhos, apressado em concluir e generalizar, o meio-burro é o maior inimigo da complexidade.

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Dirão alguns observadores, com um ranço de decadência na boca, que a explosão nas tecnologias de informação abriu terreno para esse tipo de burro novo. A internet seria, sob esse ponto de vista, uma facilitadora do meio-burro.

O fato, entretanto, é que a expansão das formas de comunicação coloca mais conhecimento na praça. Isoladas outras circunstâncias, essa expansão de oferta tende a favorecer, no lugar de desencorajar, a apreensão da complexidade.

(Ainda que concentrada de forma um tanto artificial nas grandes realizações do espírito, a história do conhecimento é inseparável da história da besteira.)

O que faz o meio-burro prosperar nestes dias é, antes, o aproveitamento de uma oportunidade aberta a todos. Com as novas tecnologias, pode o meio-burro estabelecer redes de apoio, de reforço mútuo de certezas e cegueiras. O meio-burro é o mais gregário dos burros, um burro de cooperativa.

A cooperativa dos meio-burros, um fato de dimensão política, é sólida em sua singeleza, e se assenta num pequeno conjunto de suposições.

A primeira dessas suposições é a de que meio-burro, como todo homem, pode mudar o mundo a partir de sua garagem. O sucesso de gênios solitários ou quase solitários nas últimas três décadas iluminou o céu dos meio-burros, como um raio de esperança. O meio-burro se crê um Napoleão de garagem, um self-made man pronto ou em potência.

Derivada da primeira, vem a segunda: a de que todo código pode ser “quebrado”, que qualquer verdade pode ser revelada ao homem de boa poltrona. É a arrogância do homem que não se move: a certeza de que, ao não se misturar, ao não descer à arena, ele mesmo, o meio-burro, se aprimora numa forma de ascese intelectual. Continue lendo

Velório de gato chama atenção de moradores do interior de Minas Gerais

Gato Cristiano foi velado na casa da dona em São João do Manteninha. Enterro em cemitério da cidade não foi permitido pela polícia.

Velório do gato Cristiano movimentou a pequena cidade de São João do Manteninha, no Leste de Minas Gerais (Foto: Patrícia Aparecida Coutinho / VC no G1)

Velório do gato Cristiano movimentou a pequena cidade de São João do Manteninha, no Leste de Minas Gerais (Foto: Patrícia Aparecida Coutinho / VC no G1)

Patrícia Aparecida Coutinho Lages, no G1

Um velório inusitado chamou a atenção dos moradores de São João do Manteninha, no Leste de Minas Gerais. Uma moradora da cidade resolveu velar o gato da filha.

No velório do gato Cristiano, realizado na noite dessa terça-feira (26), uma fila foi formada. A mãe da dona do gato ofereceu até um lanche para as 200 pessoas que foram dar adeus ao bichano.

Patrícia Aparecida Coutinho Lages é colega da dona do gato e enviou fotos do velório para o VC no G1. Ela conta que o gato tinha 13 anos e sua morte causou muita tristeza à dona. “Ela encontrou uma forma de prestar seus sentimentos ao gatinho tão amado por ela, comprou então um caixão, e fez o velório do seu estimado animal. Foi o comentário da cidade”, conta a internauta.

Uma funerária preparou o corpo do felino que foi coberto por flores brancas em seu pequeno caixão.  O corpo do gato só não foi enterrado no cemitério na cidade, porque não teve autorização da Polícia Militar.

Nota da Redação: Polícia Militar não permitiu que o gato fosse enterrado no cemitério do município. A PM alega que o enterro não foi permitido, pois isto seria um desrespeito com os parentes dos mortos enterrados ali.

 

Nerd que beijou modelo em anúncio da GoDaddy revela: ‘Foram mais 45 vezes’

O polêmico beijo do comercial da GoDaddy (Foto: Reprodução/YouTube)

O polêmico beijo do comercial da GoDaddy (Foto: Reprodução/YouTube)

Daniel Ribeiro, no TechTudo

Um comercial da Go Daddy, empresa hospedeira de sites, exibido durante o último Super Bowl gerou polêmica entre os telespectadores norte-americanos. Na propaganda, apelidada de “Combinação Perfeita”, há um close de um beijo bem apimentado entre a modelo internacional Bar Refaeli e o ator (até então desconhecido) Jesse Heiman. O vídeo do comercial já ultrapassou a marca de 9 milhões de views.

A companhia já possui um histórico de comerciais sensacionalista com forte apelo sexual. Contudo, seu rendimento bilionário mostra que o tradicional burburinho de expectativa na véspera do Super Bowl, seguido pelo choque de indignação da audiência, é propício aos seus negócios.

O anúncio desse ano começa com uma pequena introdução feita pela piloto de automobilismo norte-americana Danica Patrick dizendo que a GoDaddy possui dois lados: “Um sexy, representado por Bar Refaeli e outro inteligente, simbolizado por Walter” (no caso, o ator “nerd” Jesse). “Juntos eles são perfeitos”, conclui Danica. É a deixa para que apareça a cena em que ele e a modelo dão um beijo – bem íntimo – que dura mais de 10 segundos.

Em uma entrevista para NBC News com o ator e a modelo, Jesse disse que “foi uma ótima experiência, mas não lembro quantas vezes tivemos que refazer a cena. Acho que foram mais de 45 vezes, pois eles queriam que ficasse o mais perfeito possível”.

Já Bar relatou que “sempre teve o estranho sonho de beijar um desconhecido e fazê-lo se lembrar desse momento pelo resto da semana, e a Go Daddy tornou isso possível”, e ainda afirma: “Ele beija bem!”.

Ao fim da entrevista, Jesse confessa que sempre foi cliente da Go Daddy e que tentava promover sua carreira de ator com os serviços da empresa. Com um discreto sorriso ele ainda concluiu: “Posso dizer que eles atenderam à todas as minhas expectativas”.

Assista ao comercial:

Via NBC News

Gata percorre 300 km para reencontrar donos

publicado no estadão

A pequena Holly, de quatro anos, se perdeu dos donos em novembro. Eles foram fazer uma viagem de 300 km em um trailer. Estavam no autódromo de Daytona, nos EUA. Numa noite, Holly sumiu assustada com fogos de artifício.

Barb e Jacob Mazzola ficaram desesperados na época. Entregaram folhetos nas ruas, falaram com autoridades. Mas, mesmo assim, tiveram de voltar para casa, em West Palm Beach, sem o animal.

Eis que após 62 dias, em casa, o casal recebe um telefonema: o animal estava vagando a apenas 2km de distância da casa deles. “Ela estava tão magrinha e andava com muita dificuldade”, conta a dona àTV norte-americana ABC.

“É um milagre”, diz o veterinário Marty Becker. “Todos os animais têm um senso de direção, mas é realmente incomum para gatos acharem o caminho de casa em longas distâncias.”