Artista faz versão assustadora de personagens da Disney e da Pixar

publicado no Adoro Cinema

O artista Dan LuVisi tem um talento particular: ele gosta de usar personagens da infância e modificá-los completamente, criando imagens bastante sombrias. Prepare-se para ver uma versão sangrenta de Detona Ralph, uma fotografia de Eve (de Wall-E) em pose de vilã, e retratos nada fofos de Mickey, Minnie e seus amigos!

Na maioria dos casos, o resultado é assustador, mas algumas fotos são mais leves, combinando personagens diferentes ou reunindo vários elementos de um mesmo diretor. Confira acima algumas destas imagens, e descubra todo o portfólio do artista no site de Dan LuVisi.

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Artista usa criatividade para transformar os próprios lábios em personagens de desenhos animados

Publicado no Hypeness

Com criatividade e tinta, você pode pintar verdadeiras obras de arte – e a tela pode ser seu próprio corpo. A maquiadora inglesa Laura Jenkinson surpreendeu ao levar a maquiagem a um novo e desafiador nível, criando personagens dos desenhos animados em sua boca.

Com produtos de maquiagem e tinta para rosto, ela transformou seus lábios nos lábios de cada personagem, dando início a uma divertida série. Pateta, Shrek, Meninas Superpoderosas, Mario e até o peixinho Nemo já fizeram parte da brincadeira.

Confira o resultado desse trabalho criativo de Laura Jenkinson e se surpreenda também:

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Todas as fotos © Laura Jenkinson

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Personagens de contos de fadas ajudam no combate à violência doméstica

publicado no Brainstorm9

Sob o pseudônimo de Saint Hoax, um (ou uma) artista do Oriente Médio usa personagens dos contos de fadas para nos lembrar que, muitas vezes, a realidade pode ser bem diferente. Seu trabalho mais conhecido, Happy Never After, usou algumas das princesas mais conhecidas do universo Disney para falar sobre violência doméstica contra a mulher. Agora, com Prince Charmless, o foco continua na violência doméstica, mas desta vez com foco no público masculino.

Ao lembrar os homens que não existe vergonha em ser uma vítima, a campanha questiona “quando foi que ela parou de tratar você como um herói? Não tenha vergonha de pedir ajuda.”

Entre os personagens escolhidos para ilustrar os pôsteres, aparecem machucados em Aladdin, Hércules, Eric e John Smith.

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Dez espadas famosas de filmes, games e séries

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Publicado na Rolling Stone

Excalibur, Agulha , Ferroada… Algumas espadas são tão importantes no contexto em que estão inseridas que se tornam, basicamente, personagens de filmes, séries e videogames. Elas têm personalidade, vontade própria e, acima de tudo, são vitais para o andamento das histórias. Veja dez exemplos de espadas que marcaram a história do entretenimento.

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A Excalibur era de vital importância para Uther Pendragon. Quem conseguisse tirar a espada, encravada em uma rocha, seria nomeado o herdeiro do trono, ou seja, futuro rei. O escolhido pela arma foi Arthur, retratado em filmes como A Espada Era a Lei, Rei Arthur e até na comédia Monty Python em Busca do Cálice Sagrado.

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A Agulha foi um presente de despedida de Jon Snow à sua irmã Arya, que iria para Porto Real com o pai. Inicialmente, a arma era ridicularizada por alguns personagens de Game of Thrones. Contudo, após o treinamento de Arya com o espadachim Syrio Forel, o objeto deixou de ser tão “inofensivo”.

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Só um verdadeiro membro da Grifinória pode retirar a espada de Godric Gryffindor do chapéu Seletor. É o que acontece com Harry Potter em A Câmara Secreta e Neville Longbottom em As Relíquias da Morte: Parte 2. Em ambos os filmes da cinessérie, a arma foi usada para executar cobras – no segundo longa, o basilisco, e no oitavo, Nagini, o “bichinho de estimação” de Voldemort.

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A Ferroada foi fabricada por elfos na Primeira Era. O apelido, contudo, foi dado por Bilbo Bolseiro, que a encontrou em uma caverna em O Hobbit: Uma Jornada Inesperada. Posteriormente, Bilbo passou a arma para Frodo, em O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel. A grande vantagem de Ferroada é que ela irradia uma luz azul quando os monstruosos “orcs” se aproximam.

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A Espada Mestra é a única arma capaz de derrotar Ganon, em A Lenda de Zelda. Ela pode ser encontrada em diferentes locais em cada episódio – o único game em que ela não aparece é Majora’s Mask. Lembre-se: “A Espada Mestra cuja lâmina sagrada o mal nunca irá tocar.”

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A Vorpal foi citada inicialmente no poema “Jabberwocky”, escrito por Lewis Carroll, que conta a história de um garoto que vai à caça de um monstro e retorna vitorioso após cortar sua cabeça com a espada. Em seguida, a arma foi inserida no RPG Dungeons & Dragons. Na adaptação de Tim Burton de Alice no País das Maravilhas, a protagonista também usa a Vorpal para derrotar o Jabberwocky.

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A Katana de Beatrix Kiddo, a.k.a. The Bride, foi forjada por Hattori Hanzo em Kill Bill, mestre que convenceu a personagem a deixar a aposentadoria. O objetivo principal de The Bride era matar Bill, mas ela acabou assassinando muitas – mas muitas – pessoas no caminho.

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Bem, os Sabres de Luz não são bem espadas – há fãs de Star Wars que odeiam que eles sejam associados à arma. Contudo, são utilizados pelas duas ordens mais importantes da cinessérie: Os Siths (com objetivo de agressão e tortura física) e os Jedis (que os enxergam como uma forma de defesa e conexão com a Força).

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A Espada Justiceira é absolutamente vital para os ThunderCats, felinos sobreviventes do ataque dos mutantes Plun-Darr ao planeta natal deles, conhecido como Thundera. E é justamente o Olho Místico de Thundera, incrustado na empunhadura da arma, a fonte do poder de Lion-O, Cheetara, Panthro, Tygra, WilyKit, WilyKat e Snarf.

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A bat’leth foi criada inicialmente por Dan Curry, produtor de efeitos especiais da franquia Stark Trek. A arma tem quatro punhos, enquanto sua lâmina é equipada com quatro pontas. Réplicas da espada estão disponíveis para venda. Contudo, existe um largo debate sobre a criminalização da bat’leth, já que ela foi usada por criminosos para cometer assassinatos.

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La Vita

lavitaYago Licarião, no Retalhos e Frestas

Viver é um filme ruim sem trilha sonora. Não, não sou nem estou desacreditado da vida, tampouco quero desmerecê-la. É que grandes produções hollywoodianas e filmes estrangeiros excêntricos possuem algo em comum: sua capacidade de amplificação.

Dentro da película, mesmo cenas simples do cotidiano estupefazem com um bom ângulo e saturação. Já a nossa vida, se gravada, certamente não faria nenhum sucesso. Não bateríamos recordes de ingressos, tampouco teríamos indicações para Cannes. Mesmo filmes biográficos necessitam de boa direção e roteiro para poder funcionar. Gandhi e Mandela não viviam seus personagens vinteequatrohoraspordia.

Na vida real, não toca ‘don’t let me down’ quando estamos tristes, nem sapateamos na chuva após sair com um grande amor. Enquanto filmes flanqueiam em preto e branco, a vida corre pelo cinza.

Sou aficionado por cinema. Vivo o drama, conheço personagens, encosto a cabeça no travesseiro e continuo pensando em como elas seriam de verdade. Adoro idealizações, e as acho necessárias. Contudo, não sou imaturo ao ponto de acreditar em contos de fadas. Sei que minha história de amor não será tão perfeita quanto comédias românticas de sessão da tarde, e não vou enfrentar a morte, a minha ou de outrem, com um sorriso no rosto e fé inabalável.

Aceito ser um filme ruim e não comercial, desde que minhas cenas silenciosas façam sentido para alguém. A vida tangível é muito mais que frases de efeito e bons figurinos. Nosso final não precisa ser grandioso nem arrebatar o público. Temos caneta e papel, mas a beleza maior é poder construir um enredo em conjunto, onde cada um se intromete nas histórias alheias. Somos todos parte de um grande filme, com nossas narrações imperfeitas e repletas de intromissões.

Antes de comover multidões, almejo manter acesa a chama dos que estão ao meu redor. Mesmo com a fraca atuação, anseio compartilhar momentos bons e ruins ao lado de gente humana, e pouco importa se esqueçamos as falas . Sei que a crítica vai odiar, mas quem se importa?

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