Cumprimento com o punho é mais higiênico do que aperto de mãos

Experimento realizado por pesquisadores britânicos mostrou que o nível de transmissão de germes durante o chamado ‘fist bump’ chega a ser 90% menor

Cumprimento com os punhos, conhecido como 'fist bump' (foto: Paolo Toffanin/Thinkstock/Thinkstock)
Cumprimento com os punhos, conhecido como ‘fist bump’ (foto: Paolo Toffanin/Thinkstock/Thinkstock)

Publicado na Veja on-line

O aperto de mãos não é a forma mais higiênica de cumprimentar alguém. Segundo uma nova pesquisa britânica, a transmissão de germes é muito menor quando as pessoas usam o fist bump, expressão em inglês para o cumprimento com a mão fechada.

No experimento, o professor da Universidade Aberywstwyth Dave Witworth e a aluna de doutorado Sara Mela usaram luvas contendo uma espessa camada da bactéria E. coli. Eles trocaram aperto de mãos, high fives (quando a palma da mão de uma pessoa encosta na de outra) e o cumprimento com os punhos. Depois, a dupla realizou testes para verificar em que caso a transmissão de microrganismos foi maior.

Barack Obama cumprimenta um soldado americano com um 'fist bump' (foto: Pete Souza/Getty Images/VEJA)
Barack Obama cumprimenta um soldado americano com um ‘fist bump’ (foto: Pete Souza/Getty Images/VEJA)

Os especialistas concluíram que o aperto de mãos foi o cumprimento que provocou a maior transmissão da bactéria. O contágio chegou a ser 90% maior em comparação ao cumprimento com a mão fechada e 50% mais elevado do que com o high five. Ainda de acordo com a dupla, a transmissão de microrganismos é maior quanto mais forte for o aperto de mão.

Segundo os pesquisadores, o cumprimento com os punhos geralmente é mais rápido do que o aperto de mãos, o que reduz a transmissão de micróbios. Além disso, nesse caso, a área de contato com a mão da outra pessoa é menor, fator que também ajuda a explicar o contágio reduzido.

“As pessoas raramente pensam sobre as implicações para a saúde de apertar as mãos. Se o público em geral for encorajado a usar o fist bump, há um genuíno potencial de reduzir a propagação de doenças infecciosas”, diz Witworth. A pesquisa será publicada na edição de agosto do periódico American Journal of Infection Control.

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Oito em cada 10 mulheres editam fotos antes de compartilhar

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Publicado no Terra

Oito em cada 10 mulheres editam as fotos que tiram durante as férias antes de postá-las nas redes sociais e mais da metade (58%) apagam as clicadas pelos maridos e namorados para garantir que apenas as boas irão “sobreviver”. A informação é de uma nova pesquisa feita pela empresa Forza Supplements e divulgada pelo Daily Mail.

De acordo com o estudo, o principal motivo pelo qual as mulheres editam suas fotos é se sentirem intimidadas por celebridades que exibem curvas impecáveis de biquíni, como Elle Macpherson e Gwyneth Paltrow.

A pesquisa também apurou os cinco tipos de imagens que mais incomodam as mulheres e a primeira da lista é aquela em que aparecem sentadas e com a barriga de fora. Aquela foto que mostra um look justo demais, que evidencia os quilos em excesso, aparece em segundo lugar, seguida por cliques que exibem o “queixo duplo”. As imagens em que aparecem bêbadas estão em quarto lugar e, na última colocação, a maioria das mulheres elegeu as fotos em que acabaram de sair da piscina ou mar e estão com os cabelos molhados e despenteados.

Ainda de acordo com o estudo, 76% das mulheres afirmaram que já se sentiram constrangidas depois que um amigo ou parente compartilhou uma foto da qual não gostaram, enquanto 57% pediram que as imagens pouco favoráveis fossem excluídas. A a razão para a remoção das fotos é a já tradicional “estou gorda”.

Entre os casais, são as mulheres que se encarregam de postar fotos nas redes sociais em 74% dos casos. O levantamento ainda mostrou que 95% das pessoas que compartilham imagens de férias o fazem por meio do Facebook, do Instagram, do Twitter ou simplesmente as enviam por e-mail pelo celular.

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Segundo estudo, homens se tornam sexualmente invisíveis aos 39 anos

Segundo estudo, homens se tornam sexualmente invisíveis aos 39 anos

David Beckham: Invisível aos 39? (foto:   LEON NEAL / AFP)
David Beckham: Invisível aos 39? (foto: LEON NEAL / AFP)

Publicado em O Globo

Segundo um estudo realizado pela Crown Clinic, em Manchester, os homens viram invisíveis sexualmente para as mulheres mais jovens quando chegam aos 39 anos. A pesquisa obviamente ignorou o fascínio que Bradley Cooper, David Beckham e Leonardo DiCaprio — só para citar alguns nomes — causam no público feminino — de qualquer idade.

De acordo com o jornal britânico “The Telegraph”, 52% das entrevistadas disseram que os homens perdem o seu “allure” quando chegam na casa dos 40. Dessa fase em diante, eles passam a ser “vistos como figuras paternas em vez de símbolos sexuais”.

Entre as principais causas apontadas para o desinteresse das jovens em homens nessa faixa são o “queixo dublo”, “madeixas grisalhas”, “queda de cabelo” e “dentes ruins”. Ou seja: apenas a aparência é levada em consideração. Tanto que Bibi Lynch, autora do artigo publicado pelo “The Telegraph”, diz que o mais relevante, em sua opinião, é a atitude, a confiança e o charme.

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Cachorros ajudam você a se manter mais jovem

foto: flickr.com/sharkbait
foto: flickr.com/sharkbait

Carol Castro, no Ciência Maluca

Ah, os cachorros. Além de serem bons companheiros, ainda fazem bem à saúde – tanto que até ajudam você a ter o pique de alguém 10 anos mais jovem.

Pesquisadores da Universidade St Andrews colocaram um dispositivo eletrônico em 547 idosos, com idade média de 79 anos, para medir o nível de atividade física praticada por eles. Cerca de 9% dos participantes tinham um cão em casa. E eles eram os mais ativos: 12% mais que os outros.

Segundo a pesquisa, apesar das dificuldades da velhice, essas pessoas aguentam, em média, praticar a mesma atividade física que alguém 10 anos mais jovem. E o motivo é simples: eles precisam brincar e sair para passear com os cães. Aí acabam se esforçando para se movimentar mais, com dor ou não.

Além disso, os voluntários também responderam a um questionário. E os idosos donos de cães apresentam menos sintomas de depressão.

E aí? Não vale a pena ter um deles em casa?

(Via Telegraph)

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Os homens preferem, sim, as ‘boazinhas’, diz estudo

Sensibilidade pode ser determinante para garantir segundo encontro, mas mulheres não associam masculinidade a esta característica

Já algumas mulheres percebem um homem sensível como vulnerável e menos dominante
Já algumas mulheres percebem um homem sensível como vulnerável e menos dominante

Publicado em O Globo

A primeira saída com o potencial parceiro pode ser tanto traumática quanto promissora, e determinante para o destino da relação. Um estudo publicado no “Personality and Social Psychology Bulletin” constatou que uma das iniciais e necessárias “faíscas” para garantir o segundo encontro pode ser a sensibilidade às necessidades do parceiro. Isto é, as “boazinhas” são tidas pelos homens como mais atraentes, apontou a pesquisa. E o contrário também ocorre?

Pesquisadores do Centro Interdisciplinar Herzliya da Universidade de Rochester e da Universidade de Illinois, em Urbana-Champaign, EUA colaboraram em três estudos para observar as percepções de receptividade das pessoas. O quesito “sensível às minhas necessidades” aparecia como prioridade para muitos na hora de encontrar uma companhia – isso aumentaria a atração pelo outro. Vale ressaltar que, para o estudo, uma pessoa receptiva é aquela que apoia as necessidades e os objetivos do outro.

- O desejo sexual prospera com a crescente intimidade, e ser receptivo é uma das melhores maneiras de incutir essa sensação ao longo do tempo – explica o principal autor do estudo, Gurit Birnbaum, que ressalta, no entanto, que um primeiro encontro não é medidor fiel dessa característica, já que um potencial parceiro receptivo pode transmitir significados opostos para diferentes pessoas.

No primeiro estudo, os pesquisadores testaram se a sensibilidade às necessidades do parceiro era uma característica feminina ou masculina, para descobrir se homens e mulheres consideravam essa característica sexualmente desejável numa pessoa do sexo oposto.

Homens que consideraram as parceiras mais receptivas também as classificaram como mais femininas e mais atraentes. Já para as mulheres, a associação entre a receptividade e a masculinidade do parceiro não foi significativa, pelo contrário: foi negativamente associada com a atração pelo parceiro.

Para o segundo estudo, os pesquisadores pediram para que os participantes interagissem com um indivíduo sensível ou insensível do sexo oposto após verem a foto do mesmo (a foto dada para cada participante foi igual). Eles interagiram on-line e discutiram detalhes sobre um atual problema em sua vida. A sensibilidade do indivíduo virtual às necessidades do outro foi manipulada a partir do teor da resposta que davam, como por exemplo, “você deve ter passado por um momento muito difícil”, como uma reação atenciosa, versus “não parece tão ruim para mim”, como uma resposta pouco sensível.

Os homens que interagiram com a reação atenciosa da mulher a consideraram mais feminina ou mais sexualmente atraente. As percepções femininas aparentemente não foram afetadas pela receptividade e refletiram tendências conflitantes entre as diferentes mulheres.

- Algumas mulheres interpretaram a receptividade de forma negativa e se sentiram desconfortáveis; outras perceberam a resposta sensível como atenciosa e, portanto, como desejável em um parceiro para um longo relacionamento – elabora Birnbaum.

O terceiro e último estudo colocou em prova a possibilidade de a receptividade estimular mecanismos motivacionais para os homens que buscam tanto um relacionamento sexual rápido, quanto um relacionamento duradouro. A sensibilidade de uma parceira levou os homens a considerá-la mais feminina, e, consequentemente, mais sexualmente atraente. A excitação sexual intensa, no entanto, estava ligada ao aumento da atração pelo outro e ao maior desejo de desenvolver um longo relacionamento.

O estudo ajuda a explicar por que os homens acham as mulheres sensíveis às suas necessidades mais atraentes, mas não revela os mecanismos que regulam o desejo das mulheres por novas companhias. Nesse sentido, as mulheres não percebem um homem sensível como menos masculino, mas mesmo assim, também não acham um homem sensível mais atraente.

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