Aécio mantém 51% das intenções de voto, ante 49% de Dilma, diz Datafolha

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Ricardo Mendonça,  na Folha de S.Paulo

A 11 dias do segundo turno, a disputa pela Presidência da República continua extremamente acirrada, mostra pesquisa Datafolha feita na terça-feira (14) e divulgada nesta quarta (15). O senador Aécio Neves (PSDB) tem 51% dos votos válidos, a presidente Dilma Rousseff (PT) alcança 49%.

É um empate técnico, com exatamente os mesmos percentuais de voto válido da primeira pesquisa Datafolha do segundo turno, feita nos dias 8 e 9 deste mês. Nos dois casos, a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Em votos totais, Aécio tem 45%; Dilma, 43%. Na rodada anterior, cada um tinha um ponto percentual a mais. Os eleitores dispostos a votar nulo ou em branco oscilaram de 4% para 6%. Os indecisos continuam sendo 6%.

O instituto investigou ainda o grau de decisão dos eleitores. Aécio e Dilma também estão empatados na taxa de convicção: 42% afirmam intenção de votar nele “com certeza”, o mesmo valor para Dilma.

Há 18% que “talvez” possam votar no tucano (eram 22% na pesquisa anterior) ante 15% para Dilma (eram 14%). Já os que não votam em Aécio “de jeito nenhum” são 38% agora (eram 34% no dia 9), enquanto 42% rejeitam votar em Dilma (eram 43%).

O Datafolha ouviu 9.081 eleitores em 366 municípios. O nível de confiança do levantamento é 95% (em 100 pesquisas com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões). O registro do estudo no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR 01098/2014.

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Aécio dispara e abre 17 pontos de vantagem sobre Dilma, mostra pesquisa Istoé/Sensus

Primeiro levantamento após divulgação de áudios da Petrobrás mostra que escândalo atingiu em cheio campanha da petista

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Mário Simas Filho, na IstoÉ

Primeira pesquisa ISTOÉ\Sensus realizada depois do primeiro turno da sucessão presidencial mostra o candidato Aécio Neves (PSDB) com 58,8% dos votos válidos e a petista Dilma Rousseff com 41,2%. Uma diferença de 17,6 pontos percentuais.

O levantamento feito entre a quarta-feira 7 e o sábado 10 é o primeiro a captar parte dos efeitos provocados pelas revelações feitas pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa sobre o detalhamento do esquema de corrupção na estatal. “Além do crescimento da candidatura de Aécio Neves, observa-se um forte aumento na rejeição da presidenta Dilma Rousseff”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus.

Segundo a pesquisa, o índice de eleitores que afirmam não votar em Dilma de forma alguma é de 46,3%. A rejeição de Aécio Neves é de 29,2%. “O tamanho da rejeição à candidatura de Dilma, torna praticamente impossível a reeleição da presidenta”, diz Guedes. A pesquisa também capta, segundo o diretor do Sensus, os apoios políticos que Aécio recebeu durante a semana, entre eles o do PSB, PV e PPS.

As 2000 entrevistas feitas em 24 Estados e 136 municípios mostra que houve uma migração do eleitorado à candidatura tucana mais rápida do que as manifestações oficiais dos líderes políticos. No levantamento sobre o total dos votos, Aécio soma 52,4%, Dilma 36,7% e os indecisos, brancos e nulos são 11%, tudo com margem de erro de 2,2% e índice de confiança de 95%. Nos votos espontâneos, quando nenhum nome é apresentado ao eleitor, Aécio soma 52,1%, Dilma fica 35,4% e os indecisos são 12,6%. “A análise de todos esses dados permite afirmar que onda a favor de Aécio detectada nas duas semanas que antecederam o primeiro turno continua muito forte”, diz Guedes.

O tucano, segundo a pesquisa ISTOÉ\Sensus, vence em todas as regiões do País, menos no Nordeste. No PSDB, a expectativa é a de que a diferença a favor de Dilma no Nordeste caia nas próximas pesquisas, principalmente em Pernambuco, na Bahia e no Ceará. Em Pernambuco devido o engajamento da família de Eduardo Campos na campanha, oficializado na manhã do sábado 10. Na Bahia em função da presença mais forte do prefeito de Salvador, ACM Neto, no palanque tucano. E, no Ceará, com a participação do senador eleito Tasso Jereissati.

Além da vantagem regional, Aécio, de acordo com o levantamento, supera Dilma em todas as categorias socioeconômicas, o que, segundo a análise de Guedes, indica que a estratégia petista de apostar na divisão do País entre pobres e ricos não tem dado resultado.

PESQUISA ISTOÉ|Sensus

Realização – Sensus

Registro na Justiça Eleitoral – BR-01076/2014

Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 Estados e 136 municípios do País

Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural

Campo – de 07 a 10 de Outubro de 2014

Margem de erro – +/- 2,2%

Confiança – 95%

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Candidatos muito bonitos têm menos chances de emprego, diz pesquisa

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Publicado no Estadão

A maioria dos recrutadores de pessoal para as empresas brasileiras prefere evitar a contratação ou promover trabalhadores com beleza acima da média, segundo uma pesquisa desenvolvida pela Elancers, com 2.075 recrutadores no Brasil.

A empresa do segmento de sistemas de recrutamento e seleção constatou que 46% dos recrutadores olham com restrições os candidatos muito bonitos.

As mulheres bonitas têm suas chances de contratação reduzidas em até 30%, em comparação às não tão atraentes. Segundo a pesquisa, um dos motivos é o fato de que a seleção é feita geralmente por mulheres (96%), solteiras (67%) e com idade média de 29 anos

Cezar Tegon, presidente da Elancers, diz que a pesquisa evidenciou que apenas 2% dos pesquisados admitiu buscar no mercado pessoas com beleza acima da média.

“Pelo menos 1% de empresas contratam, deliberadamente, profissionais considerados feios”, diz Tegon. “É evidente que a grande maioria das empresas evita pessoas muito bonitas, talvez com exceção daquelas empresas que buscam profissionais para atendimento ao público ou em áreas de vendas”, explica Tegon.

Ele acrescenta que em alguns casos as mulheres muito bonitas são preteridas porque alguns recrutadores as consideram um ‘fator de distração’ no trabalho”. Outro motivo seria o preconceito que associa beleza à falta de inteligência, segundo a empresa, ou até medo da esposa, no caso de diretores casados.

Segundo Tegon, os profissionais muito bonitos precisam de uma estratégia diferenciada para conseguir um bom emprego: “O ideal é que pessoas mostrem suas qualidades, suas competências profissionais e suas qualificações, sem se preocupar tanto com a aparência e questões estéticas”, diz.

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Com apoio de Marina a Aécio, 28% dos eleitores indecisos dela votariam nele

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Publicado por Mônica Bergamo

A campanha de Dilma Rousseff fez pesquisa para analisar o peso de eventual apoio de Marina Silva a Aécio Neves. Entre os que votaram nela no primeiro turno e agora estão indecisos –10% dos 22,1 milhões que “marinaram” no primeiro turno–, 28% disseram que uma declaração da ex-candidata “aumenta” a chance de votarem em Aécio. Outros 10%, que o apoio dela “diminui” as chances de voto no tucano. E 49% se disseram “indiferentes”.

Feitas as contas entre o que o apoio de Marina soma e subtrai entre os eleitores dela que agora estão indecisos, a pesquisa revela um “saldo” de cerca de 400 mil votantes –ou 0,28% do eleitorado.

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Aécio começa 2º turno com 51% ante 49% de Dilma, mostra Datafolha

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Ricardo Mendonça, na Folha de S.Paulo

O segundo turno da eleição presidencial começa com uma disputa extremamente acirrada. Pesquisa Datafolha finalizada nesta quinta (9) mostra empate técnico entre o senador Aécio Neves (PSDB) e a presidente Dilma Rousseff (PT). Mas, pela primeira vez, com o tucano numericamente à frente. Ele tem 51% das intenções de voto válido ante 49% da petista.

A margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos. Dessa forma, Aécio pode ter entre 49% e 53%. Já Dilma pode ter entre 47% e 51%.

Considerando todas as pesquisas do instituto desde 1989, é a primeira vez que um candidato que ficou em segundo lugar no primeiro turno aparece com mais intenções de voto que o vencedor num estudo de segundo turno. No 1º, Dilma alcançou 41,59% dos votos, ante 33,55% de Aécio; em terceiro, Marina Silva (PSB) teve 21,32%.

Analisando o histórico da polarização PT x PSDB, é a primeira vez também, desde 2002, que um tucano aparece numericamente à frente de um petista em simulação de turno decisivo.

Em votos totais, o placar é 46% para Aécio, 44% para Dilma, 4% dispostos a votar nulo ou em branco, e 6% de indecisos.

AVALIAÇÃO

A avaliação do governo Dilma revela uma situação de estabilidade para a presidente da República. Nesta última pesquisa Datafolha, 39% das pessoas ouvidas julgam que o governo é ótimo ou bom. Trata-se do mesmo patamar nas duas pesquisas anteriores. Em seguida, 38% avaliam o governo como regular e 22% dizem que o governo é ruim ou péssimo –um ponto a menos que na pesquisa anterior.

O Datafolha ouviu 2.879 eleitores em 178 municípios na quarta e nesta quinta. O nível de confiança da pesquisa é 95% (em 100 levantamentos com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões). O registro da pesquisa no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-01068/2014.

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