3 medos sexuais que a ciência considera bobagem

foto: flickr.com/reynard_karman/
foto: flickr.com/reynard_karman/

Carol Castro, no Ciência Maluca

Estar solteiro é estar disposto a levar um fora. E sofrer com crises de insegurança sobre sexo, paquera… mas não precisa disso tudo. Nem todos os seus medos têm fundamento. Pelo menos não para a ciência. Confira esses três medos sexuais que a ciência considera pura bobagem.

NÃO SE PREOCUPE COM O TAMANHO DO PÊNIS
Ninguém deveria se preocupar tanto com essa questão de tamanho. Até porque, vale lembrar, homem com pênis grande corre mais risco de ser traído. E outra, as mulheres tendem a superestimar o tamanho do pênis quando se lembram dele. Foi o que mostra uma pesquisa liderada pela bióloga Shannon Leung, da Universidade da Califórnia. Ele convidou 41 mulheres para olhar, por apenas 30 segundos, um modelo 3D de pênis. Em seguida, ou 10 minutos depois, elas precisavam encontrar o tal modelo no meio de outros 32 exemplares. E elas quase sempre escolhiam um tamanho maior. “Aos homens que consideram uma cirurgia, talvez não seja necessário, já que as mulheres superestimam o tamanho de pênis”, conta Leung.

NÃO SE PREOCUPE COM XAVECO
Xaveco
bom é um bom papo. E só. E não é de hoje que a ciência sabe disso. Pesquisadores americanos mostraram a 600 pessoas mais de 100 cantadas, que se encaixavam em três grupos: diretas (quando os envolvidos vão logo ao ponto: “olar, gostaria de conhecer você”), engraçadinhos (“doeu quando você caiu do céu? Você é um anjo” he he he) ou aquele papinho furado, como quer não nada, do tipo “e essa música, hein? Você gosta?”.  E pediram aos participantes para classificar os melhores papos. A maioria confirmou: o que vale mesmo é puxar conversa despretensiosamente. Pedir um beijo logo de cara ou tentar um papo pronto não tá com nada.

NINGUÉM FAZ TANTO SEXO ASSIM
Talvez você pense que todo mundo já fez mais sexo que você. Talvez seja verdade. Ou talvez não. Segundo pesquisa do Instituto Kinsey, nos Estados Unidos, os homens tendem a ter de 6 a 8 parceiras sexuais durante toda a vida. Elas variam um pouco menos: transam, em média, com 4 homens diferentes.

E aí, dá pra acreditar nessa história toda?

(Via Cracked)

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Jogar videogame diariamente faz bem a crianças e adolescentes, diz estudo

Jogos como "Minecraft" estão entre os favoritos dos jovens e crianças
Jogos como “Minecraft” estão entre os favoritos dos jovens e crianças

Publicado no UOL

Crianças e adolescentes que jogam videogame menos de uma hora por dia, em dias de semana, são “melhor ajustadas” do que as que não jogam videogame, aponta um estudo da Universidade de Oxford, na Inglaterra.

A universidade realizou um estudo com 5 mil jovens entre 10 e 15 anos de idade, onde 75% deles jogam videogame todos os dias. A pesquisa observou como os jovens socializam com seus pares, se eles ajudam outros com frequência e o grau de satisfação deles com suas vidas.

Comparados com outros grupos, os jovens ‘gamers’ que jogam menos de uma hora por dia sofriam menos com hiperatividade e problemas emocionais, além de informarem estar mais satisfeitos de forma geral.

“Pouco envolvimento [com jogos] foi associado com maior satisfação pessoal, comportamento pro-social e menos exteriorização ou internalização de problemas”, explicou o Dr. Andrew Przybylski, que conduziu o estudo. “Esse foi o resultado oposto do encontrado em [jovens com] altos níveis de jogatina”.

“Nenhum efeito foi observado em níveis moderados de jogo quando comparados a jovens que não jogam nada”.

“Estar envolvido com videogames pode dar uma linguagem em comum para as crianças”, disse Pryzbylski ao canal britânico BBC. “E para alguém que não faz parte dessa conversa, isso pode acabar deixando o jovem de fora”.

Benefícios dos games

O estudo da Universidade de Oxford é a mais recente pesquisa que aponta os benefícios de jogar videogame. Outros projetos concluíram que os jogos podem aumentar o tamanho do cérebro, afetar a percepção e o comportamento e aprimorar a atividade cerebral.

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Perder peso é bom, mas não vai te fazer mais feliz, alerta pesquisa

Publicado por Jairo Boueremagrecer300

Pessoas que perdem 5% ou mais de seu peso corporal apresentam melhora significativa em vários aspectos da saúde física, mas são mais propensas a ter depressão do que aquelas que emagrecem menos ou mantêm o mesmo peso. É o que mostra um estudo feito com quase 2.000 adultos no Reino Unido ao longo de quatro anos.

Publicada na revista PLoS ONE, a pesquisa indica que é preciso considerar a saúde mental, além da física, quando alguém é submetido a programas para perda de peso. Alguns trabalhos sugerem que emagrecer melhora o humor das pessoas, mas pode ser que isso seja apenas resultado do ambiente de apoio que um programa pode proporcionar, e não tenha a ver com a perda de peso em si.

Os autores do estudo ressaltam que os resultados não indicam que perder peso cause depressão, mas que talvez ambos os problemas tenham alguma causa em comum.

A análise foi feita com em um grupo de adultos com 50 anos ou mais, sendo que foram excluídos indivíduos com diagnóstico de depressão e outras doenças. O humor e o bem-estar geral dos participantes foram avaliados por meio de questionários.

Dos 1.979 participantes com sobrepeso e obesidade, 14% perderam pelo menos 5% do peso corporal inicial, com uma redução média de 6,8 kg por pessoa. Sem isolar fatores como luto e outros acontecimentos que pudessem interferir no humor, detectou-se que os participantes que emagreceram foram 78% mais propensos a apresentar sintomas depressivos. Mesmo ao se isolar esses fatores, porém, a proporção continuou alta, em 52%.

A principal autora do estudo, Sarah Jackson, da faculdade de epidemiologia e saúde pública da UCL (University College London), enfatiza que perder peso traz enormes benefícios e é algo que deve ser sempre estimulado. Mas, para ela, é preciso ter em mente que o emagrecimento não vai melhorar todos os aspectos da vida, argumento que muitos programas de dieta costumam usar para fazer propaganda.

Resistir a comidas calóricas requer uma força de vontade considerável e envolve abrir mão de certas atividades prazerosas. As pessoas devem estar cientes disso e buscar ajuda caso percebam alterações de humor depois de emagrecer. Também é importante que os profissionais de saúde estejam atentos a isso e deem o apoio necessário aos pacientes.

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Homens mentem mais do que mulheres, afirma estudo

Síndrome de Pinóquio: homens mentem mais do que mulheres, diz estudo (foto: Walt Disney Pictures)
Síndrome de Pinóquio: homens mentem mais do que mulheres, diz estudo (foto: Walt Disney Pictures)

Publicado no Extra

É oficial: os homens são mais desonestos do que as mulheres. Pelo menos, é o que afirma um levantamento feito pelo site britânico Paying Too Much, e divulgada pelo jornal Daily Mail. Em média, eles mentem quatro vezes por semana, e elas, três.

O estudo também mostrou os motivos pelos quais ambos os sexos evitam dizer a verdade. Enquanto a intenção das mulheres é, na maioria dos casos, preservar os sentimentos de alguém, os homens mentem para economizar dinheiro e para “vencer” uma discussão.

Eles também são mais propensos a ser desonestos para conseguir algo que querem ou para parecer mais interessantes ou melhores do que realmente são.

A mentira mais comum é dizer “Eu estou bem” quando, na verdade, se está chateado, apontou a pesquisa da qual participaram 2.000 adultos britânicos.

A segunda mentira mais contada é dizer que gostou de um presente quando o detestou, seguida de esconder a verdade sobre o preço de alguma coisa e fingir que está doente.

Outras inverdades citadas foram elogiar a comida mesmo quando está ruim, dizer que alguém ficou bonito com uma roupa que não lhe cai bem e esconder o quanto de álcool se bebeu.

Quase metade dos entrevistados admitiu que já foi descoberto quando falou mentira, geralmente pelo parceiro, pais ou chefe.

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Cumprimento com o punho é mais higiênico do que aperto de mãos

Experimento realizado por pesquisadores britânicos mostrou que o nível de transmissão de germes durante o chamado ‘fist bump’ chega a ser 90% menor

Cumprimento com os punhos, conhecido como 'fist bump' (foto: Paolo Toffanin/Thinkstock/Thinkstock)
Cumprimento com os punhos, conhecido como ‘fist bump’ (foto: Paolo Toffanin/Thinkstock/Thinkstock)

Publicado na Veja on-line

O aperto de mãos não é a forma mais higiênica de cumprimentar alguém. Segundo uma nova pesquisa britânica, a transmissão de germes é muito menor quando as pessoas usam o fist bump, expressão em inglês para o cumprimento com a mão fechada.

No experimento, o professor da Universidade Aberywstwyth Dave Witworth e a aluna de doutorado Sara Mela usaram luvas contendo uma espessa camada da bactéria E. coli. Eles trocaram aperto de mãos, high fives (quando a palma da mão de uma pessoa encosta na de outra) e o cumprimento com os punhos. Depois, a dupla realizou testes para verificar em que caso a transmissão de microrganismos foi maior.

Barack Obama cumprimenta um soldado americano com um 'fist bump' (foto: Pete Souza/Getty Images/VEJA)
Barack Obama cumprimenta um soldado americano com um ‘fist bump’ (foto: Pete Souza/Getty Images/VEJA)

Os especialistas concluíram que o aperto de mãos foi o cumprimento que provocou a maior transmissão da bactéria. O contágio chegou a ser 90% maior em comparação ao cumprimento com a mão fechada e 50% mais elevado do que com o high five. Ainda de acordo com a dupla, a transmissão de microrganismos é maior quanto mais forte for o aperto de mão.

Segundo os pesquisadores, o cumprimento com os punhos geralmente é mais rápido do que o aperto de mãos, o que reduz a transmissão de micróbios. Além disso, nesse caso, a área de contato com a mão da outra pessoa é menor, fator que também ajuda a explicar o contágio reduzido.

“As pessoas raramente pensam sobre as implicações para a saúde de apertar as mãos. Se o público em geral for encorajado a usar o fist bump, há um genuíno potencial de reduzir a propagação de doenças infecciosas”, diz Witworth. A pesquisa será publicada na edição de agosto do periódico American Journal of Infection Control.

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