Arquivo da tag: Pesquisa

Estudo associa perda da virgindade à incidência de divórcios

Patricia Zwipp, no Terra

Pesquisa indica que mulheres que perdem a virgindade na adolescência estão mais expostas ao divórcio (foto: Getty Images)

Pesquisa indica que mulheres que perdem a virgindade na adolescência estão mais expostas ao divórcio (foto: Getty Images)

Começar a vida sexual mais cedo pode não ser vantajoso para as mulheres. Pelo menos é o que indica um estudo da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, que aponta que mulheres que perdem a virgindade na adolescência são mais propensas ao divórcio.

A conclusão foi baseada em informações fornecidas por 3793 voluntárias, casadas e divorciadas. Das voluntárias que fizeram sexo pela primeira vez quando adolescentes, com idades até os 16 anos, 31% se divorciaram em cinco anos e, 47%, em dez. O estudo não aponta se as pesquisadas se casaram com o mesmo homem com quem teriam tido as primeiras experiências sexuais.

Apenas 1% afirmou que quis ter relações sexuais aos 13 anos ou menos, comparado com 5% aos 14 ou 15 e 10% aos 16 ou 17. A perda da virgindade antes dos 18 não foi completamente desejada por 42%. Do total, 58% esperaram até os 18 ou mais para iniciar a vida sexual. Nesse grupo, 22% disseram que o ato foi indesejado e, 21%, desejado.

Relações com múltiplos parceiros representam a realidade de 31% das que perderam a virgindade na adolescência e de 24% das que aguardaram por mais tempo. Uma em cada quatro mulheres, que tiveram relações sexuais quando adolescentes, deu à luz antes de casar, contra uma em dez que esperou até a idade adulta.

Os pesquisadores concluíram que o sexo em si não pode aumentar a probabilidade de divórcio, mas sim maior número de parceiros sexuais e gravidez fora do casamento, por exemplo. “Se o sexo não foi completamente desejado ou ocorreu em um contexto traumático, é fácil imaginar como isso poderia ter um impacto negativo na forma como as mulheres podem se sentir em relacionamentos”, completou o autor da pequisa Anthony Paik ao jornal Daily Mail.

Investidores preferem empresas de homens bonitos, diz estudo

Empresa de Mariana Penazzo (à esq.) e Bárbara Diniz recebeu R$ 1 milhão em 2013 (foto: Marlene Bergamo/Folhapress)

Empresa de Mariana Penazzo (à esq.) e Bárbara Diniz recebeu R$ 1 milhão em 2013 (foto: Marlene Bergamo/Folhapress)

Felipe Maia, na Folha de S.Paulo

Os investidores preferem colocar dinheiro em empresas que são apresentadas por homens, especialmente os bonitos -as mulheres ficam em clara desvantagem. Essa é a conclusão de um estudo publicado neste mês por pesquisadores de instituições como a Universidade Harvard e o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).

Em um dos experimentos, eles analisaram o gênero e a atratividade de empreendedores em 90 apresentações feitas em três competições de start-ups (empresas iniciantes de base tecnológica) nos EUA e sua taxa de sucesso em conseguir aportes. É comum que donos de ideias de negócio participem dessas disputas para conseguir recursos.

A probabilidade de conseguir investimento foi 60% maior entre os homens. E, considerando apenas eles, os “altamente atraentes” tinham 36% mais chances de receber o dinheiro. Os próprios investidores indicaram quem eles consideravam bonito ou feio.

Entre as mulheres, não houve relação entre beleza e êxito em receber aportes.

“Como as empreendedoras levam desvantagem em suas apresentações simplesmente por serem mulheres, elas vão continuar sendo pouco representadas no mercado”, escrevem os pesquisadores, liderados por Alison Wood Brooks, de Harvard.

Mayura Okura, 28, sócia-fundadora da B2Blue, uma plataforma virtual para venda de resíduos, é um contraexemplo dos do estudo. Ela recebeu dez prêmios de empreendedorismo e diz que ser mulher até ajuda -em um ambiente majoritariamente masculino, ela se destaca.

“É como na balada. É mais fácil a mulher conseguir chamar a atenção”, conta Okura, cuja empresa levantou cerca de R$ 1 milhão.

A jovem diz que a relação entre investidor e empreendedor é “quase como um casamento”. “Você não precisa necessariamente ser bonito, mas tem de ter algo que o seduza, que faça com que ele se apaixone pela sua ideia.”

Para Mariana Penazzo, 27, sócia da empresa de aluguel de roupas pela internet Dress & Go, que fez 15 apresentações para investidores, o que vale mesmo é a preparação.

“O investidor quer sentir que você acredita no projeto, que tem um ‘background’ e estudou bastante. Isso vale mais do que uma carinha bonita”, afirma Penazzo.

Do lado dos investidores, a tônica é a de que a beleza não tem grande influência na decisão de apostar em uma start-up. Mas o cuidado com a aparência conta.

“É lógico que estar bem vestido faz diferença”, afirma Gil Giardelli, professor da ESPM e da FIA (Fundação Instituto de Administração). “Boa aparência é estar bem apresentado, cuidar-se. É uma questão de valores da tribo em que você circula”, completa Cassio Spina, da associação de investidores Anjos do Brasil.

Noivas engordam ao menos 4 quilos depois do casamento, revela estudo

Publicado no UOL

De acordo com o estudo, as noivas engordam pelo menos quatro quilos seis meses depois de oficializar a união (foto: Thinkstock/Getty Images)

De acordo com o estudo, as noivas engordam pelo menos quatro quilos seis meses depois de oficializar a união (foto: Thinkstock/Getty Images)

O casamento muda por completo a vida dos recém-casados, mas segundo um estudo publicado na revista científica Body Image, a união pode ser prejudicial para quem quer manter a boa forma, especialmente para as mulheres. Cientistas australianos descobriram que as noivas engordam pelo menos quatro quilos logo nos seis primeiros meses de união.

A pesquisa também comprovou que as mulheres que seguiram meses de dieta rigorosa para perder peso antes do casório, engordaram ainda mais nesse período.

O objetivo do estudo, realizado pelos cientistas da Universidade de Flinders, em Adelaide, na Austrália, era examinar a relação entre o casamento e o aumento de peso. Para isso, eles recrutaram 350 noivas para participar do estudo em feiras de casamento.

A pesquisa mostrou que apesar de metade das mulheres terem vontade de emagrecer antes de casar, a maioria delas não teve alteração no peso, ou seja, nem emagreceu ou engordou.

No entanto, seis meses após o casamento, as participantes engordam, em média, 4,7 quilos, sendo que as que fizeram dieta antes do grande dia ganharam ainda mais peso.

As noivas que tinham como objetivo emagrecer antes do casamento pretendiam eliminar nove quilos. No entanto, as que conseguiram perder peso voltaram a engordar, em média, 3,2 quilos nos primeiros seis meses de casada.

Já as noivas que sentiram mais pressão para emagrecer e entrar no vestido engordaram até 4,5 quilos depois da cerimônia, quase três vezes mais do que as noivas que não foram pressionados a perder peso.

O estudo constatou ainda que uma em cada três noivas foram aconselhadas a perder peso antes da cerimônia pelos noivos ou por outros membros da família.

Segundo os cientistas, esse é o primeiro estudo que se propõe a analisar o ganho de peso depois do casamento. Para eles, o fato da mulher engordar depois da cerimônia não é surpreendente, pois não há mais algum evento especial para que elas se motivem a seguir com bons hábitos alimentares e atividade física.

Outra hipótese levantada pelo estudo é que a motivação para manter a forma é enfraquecida, pois as mulheres sentem que já conquistaram o parceiro e não precisam mais se dedicar na aparência.

Emoções em redes sociais são contagiantes, diz estudo

Posts positivos geram felicidade nos demais usuários, enquanto os negativos induzem sentimentos depressivos

Facebook: expressões positivas são mais contagiantes do que as negativas (foto: Thinkstock)

Facebook: expressões positivas são mais contagiantes do que as negativas (foto: Thinkstock)

Publicado na Veja on-line

Uma olhada nas atualizações dos seus amigos no Facebook pode mudar o seu humor. Essa é a constatação de uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, publicada no periódico Plos One na quarta-feira. Segundo os autores do estudo, pessoas são contagiadas emocionalmente ao conferir o status de seus amigos na rede social — posts considerados positivos geram felicidade, enquanto os negativos induzem sentimentos depressivos. Posts positivos, concluíram os cientistas, são mais contagiantes.

Já era conhecido que o estado emocional de uma pessoa pode influenciar as outras ao seu redor, estranhas ou conhecidas. Mas os cientistas não sabiam se essa relação se repetia nas redes sociais — até agora.

Os pesquisadores analisaram anonimamente atualizações no Facebook de usuários das 100 cidades mais populosas dos Estados Unidos, de janeiro de 2009 a março de 2012. Nenhum dado como nome ou conteúdo postado foi arquivado. Os cientistas utilizaram um software que analisa automaticamente a emoção contida em cada texto e constataram que aqueles com viés negativo geravam 1,29 publicação com o mesmo sentimento entre os amigos. Já um positivo induzia a publicação de 1,75 post correlacionado. “As expressões mais contagiantes foram as que demonstraram positividade”, diz um dos autores da pesquisa, James Fowler, professor de ciência política da universidade.

Para relacionar as emoções, os pesquisadores fizeram uma pesquisa experimental, associando condições climáticas e sentimentos compartilhados. Em dias de tempo chuvoso, constataram que as publicações com cargas negativas, como tristeza, subiam 1,16%, enquanto as positivas, que demonstravam felicidade, caíam 1,19%.

Depois disso, os estudiosos separaram os usuários destas cidades que demonstraram sentimentos negativos e analisaram seus amigos que residiam em localidades diferentes. Apesar de não serem influenciados pelo tempo ruim, esses amigos também compartilharam alguma emoção negativa após o post daquele que vivia na cidade com chuva.

“Nós devemos fazer tudo para medir os efeitos das redes sociais e aprender a como criar uma epidemia do bem-estar”, diz Fowler.

Você é o que você tweeta?

twitter-reuters-e1394565134881

 

Publicado no Estadão

Twitter divulgou uma análise das publicações no microblog feitas ao longo de 2013.

A base de dados foi restrita à publicações em inglês sobre quatro situações: estou triste (feel sad), estou feliz (feel happy)estou atrasado para o trabalho (late for work) e estou de ressaca (hungover).

A conclusão do microblog é de que muitos usuários tweetam da mesma forma em determinados dias ou meses e, com isso, as postagens refletem sentimentos comuns.

O resultado (veja abaixo) é um mosaico de sentimentos percebidos por meio dos tweets. Quanto mais escuro o azul, mais tweets foram registrados sobre aquele tema.

O difícil, no entanto, é explicar por que o sentimento de tristeza é mais recorrente nos tweets de domingos de julho e sábados de dezembro. Ou por que segundas, terças e quartas de dezembro são as mais felizes. Ou por que o mês de abril, em geral, parece o mais neutro entre todos.

Os atrasados para o trabalho publicaram muito mais nas quartas e sextas de janeiro e nas segundas, terças e quartas de julho do que em outras ocasiões.

E a ressaca pós-bebedeira é tema de mais tweetes nas terças de janeiro, domingos de março, segundas de maio, quintas e sextas de novembro e quartas de dezembro.

Você é o que você tweeta? Tire suas conclusões.

ressaca-twitter-e1394564279536 atrasado-twitter-e1394564258935 feliz-twitter-e1394564240190 triste-twiter-e1394564214744