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Chip faz tetraplégico mover a mão

Publicado no Catraca Livre

Um chip no cérebro de um paciente tetraplégico conseguiu fazê-lo mover a mão. Inventada por cientistas do Instituto Batelle, de Columbus (EUA), o dispositivo usa um bracelete que faz mover os músculos do braço do paciente.

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No experimento, realizado em colaboração com a Universidade do Estado do Ohio, o voluntário Ian Burkhart, 23 anos, conseguiu mover os dedos individualmente e flexionar o punho de sua mão direita.

Cerca de 40% dos homens preferem futebol na TV a sexo na cama, diz pesquisa

Cerca de 27% dos entrevistados revelaram que pensam em futebol durante a relação sexual

sexotvWendy Candido, no Virgula

A Copa do Mundo não é a responsável por apenas piorar o trânsito, mas também por desacelerar a vida sexual das pessoas. Pelo menos é o que concluiu a pesquisa da 72 Point, que conversou com 2 mil homens do Reino Unido e descobriu que 42% deles recusariam sexo para ver futebol na televisão.

Há também aqueles que preferem dividir as atividades: cerca de 37% dos entrevistados revelaram que fariam sexo se pudessem deixar uma televisão ligada durante a partida; e ainda assim, 27% deles declararam que pensam em futebol durante a relação sexual.

A pesquisa, divulgada pelo Daily Mail, também fez uma lista com as dez justificativas mais comuns para que os homens recusem sexo. Confira a lista abaixo:

  1. “Quero assistir ao jogo de futebol”
  2. “Estou com dor nas costas”
  3. “Estou muito cansado”
  4. “Estou com dor de cabeça”
  5. “Tenho trabalhado até tarde”
  6. “Tenho trabalho a fazer”
  7. “Estou muito bêbado”
  8. “Podemos fazer isso depois?”
  9. “Eu não me sinto bem”
  10. “Tenho que acordar cedo amanhã”

Raios solares podem causar vício semelhante ao de drogas, sugere novo estudo

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Publicado em O Globo

A exposição constante a raios ultravioleta (UV) pode provocar efeitos no organismo parecidos com o vício em drogas, o que ajudaria a explicar por que algumas pessoas não deixam de ir à praia ou tomar banhos de sol mesmo diante dos comprovados riscos de desenvolverem câncer de pele. A conclusão é de um experimento realizado com camundongos por pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts e da Escola de Medicina da Universidade de Harvard, nos EUA. Segundo os cientistas, a radiação ultravioleta eleva a concentração de endorfina, o chamado “hormônio do prazer”, na corrente sanguínea, cuja redução, por sua vez, leva a sintomas de abstinência similares aos observados em usuários de opiáceos, como heroína e morfina.

— Nosso estudo identificou um caminho orgânico codificado na pele pelo qual a radiação UV causa a síntese e a liberação de endorfina e produz efeitos parecidos com o de opiáceos, incluindo comportamentos de vício — conta David Fisher, diretor do departamento de dermatologia do Hospital Geral de Massachusetts e principal autor de artigo sobre a descoberta, publicado na edição desta semana do periódico científico “Cell”. — Isso fornece uma potencial explicação para essa busca pelo sol que pode estar por trás do constante aumento na incidência da maioria das formas de câncer de pele.

‘Fico mal-humorada sem praia’

Estudos anteriores, particularmente os envolvendo frequentadores de clínicas de bronzeamento artificial, já tinham revelado pistas sobre esse possível vício. Em um deles, por exemplo, os usuários podiam diferenciar em um teste cego se foram colocados em uma cama de bronzeamento que de fato emitia raios ultravioleta ou se usaram aparelho sem esse tipo de radiação.

Assídua frequentadora das praias cariocas, a advogada Renata Santos Machado não ficou muito surpresa a saber que seu hábito se assemelha ao comportamento de viciados.

— Fico mesmo mal-humorada se não vou à praia por muito tempo — lembra. — Depois de muitos dias nublados e chuvosos como hoje (ontem), qualquer nesga de sol parece que me chama para ir à praia. Além disso, a sensação na pele de estar sob a luz do Sol me é agradável e prazerosa. Ficar bronzeada é só uma consequência. De repente, estou vendo que sou mesmo uma viciada e só não sabia.

No experimento, um grupo de camundongos teve a parte de trás do corpo raspada e, durante seis semanas, recebeu doses diárias de radiação UV equivalentes à exposição de uma pessoa de pele clara a 20 a 30 minutos por volta do meio-dia na Flórida, o suficiente para que ficassem bronzeados mas não tivessem queimaduras. Logo ao fim da primeira semana, porém, o sangue dos animais já mostrava um significativo aumento nos níveis de endorfina, que permaneceram elevados durante todo período da experiência e só recuaram gradualmente quando eles deixaram se ser expostos aos raios ultravioleta. Posteriormente, porém, quando parte desses animais recebeu medicamento que bloqueia a ação de opiáceos, passou a exibir alguns sintomas típicos de abstinência de drogas, como tremores e convulsões.

Segundo Fisher, o mecanismo de recompensa ligado à exposição aos raios ultravioleta na pele provavelmente é uma resposta evolutiva dos mamíferos, já que a radiação é fundamental para que realizem a síntese de vitamina D, mas hoje é prejudicial por estimular comportamentos que aumentam o risco de câncer de pele.

— É possível que um mecanismo natural que reforça comportamentos de busca pela radiação ultravioleta tenha se desenvolvido em certos estágios da evolução dos mamíferos devido à sua contribuição para a síntese da vitamina D, mas tais efeitos comportamentais também trazem riscos de câncer que só agora reconhecemos — diz. — Hoje, porém, fontes alternativas de vitamina D, como suplementos orais baratos, são tanto mais seguros quanto mais eficazes para a manutenção de níveis saudáveis da vitamina no organismo.

Estudo revela 10 atitudes que matam a produtividade no trabalho

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Publicado no G1

O que faz com que os trabalhadores a perdem a maior parte do tempo no escritório? Enviar mensagens de texto? Navegar nainternet? Conversar com colegas de trabalho perto do bebedouro? Uma pesquisa da CareerBuilder identifica os 10 comportamentos que os empregadores dizem ser os maiores assassinos de produtividade no local de trabalho.

O uso pessoal da tecnologia é um dos principais culpados por trás atividade improdutiva no trabalho. Um em cada quatro trabalhadores (24%) admitiu que durante um dia de trabalho eles utilizam pelo menos 1 hora em chamadas pessoais, e-mails ou textos; 25 estimam que gastam 1 hora ou mais durante o dia de trabalho para pesquisar na internet assuntos não relacionados ao trabalho.

Comportamentos de colegas de trabalho, reuniões e outros fatores também criam obstáculos para maximizar o desempenho, segundo os recrutadores.

Veja os 10 comportamentos que ‘matam’ a produtividade:

1) Telefone e mensagens de texto – 50%
2) Fofoca – 42%
3) Internet – 39%
4) Mídias sociais – 38%
5) Pausa para lanches ou para fumar – 27%
6) Colegas de trabalho barulhentos – 24%
7) Reuniões – 23%
8) E-mail – 23%
9) Colegas de trabalho que param em sua mesa para conversar – 23%
10) Colegas de trabalho fazendo chamadas em viva-voz – 10%

A pesquisa on-line foi realizada pela Harris Poll em nome da CareerBuilder, nos Estados Unidos, de 10 fevereiro a 4 março com 2.138 gerentes de contratação e profissionais de recursos humanos, e 3.022 trabalhadores do setor privado de indústrias e empresas.

Pesquisa: ter televisão no quarto melhora a vida sexual

Cena de 'Sex and the City' / Divulgação

Cena de ‘Sex and the City’ / Divulgação

Fernando Moreira, no Page not Found

Uma recente pesquisa revelou que casais que têm uma televisão no quarto tem vida sexual mais intensa que aqueles que não possuem. Pelo menos, no Reino Unido.

A pesquisa com 2.431 britânicos feita pela Voucher Codes Pro, empresa de ofertas on-line, apontou que 2/3 dos entrevistados acreditam ter uma vida sexual mais movimentada e saudável porque têm o aparelho de TV no quarto. Destes, 50% afirmaram que o motivo é simples: eles podem fazer sexo e assistir aos programas preferidos ao mesmo tempo. Mais: 37% usam a tevê para se estimular assistindo a filmes eróticos.

Por outro lado, 26% dos entrevistados disseram não ter uma televisão na alcova porque ela arruinaria o sexo.

A pesquisa não revelou se o número de polegadas do aparelho tem algum peso sobre a intensidade sexual.