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Pessoas inteligentes comem muito chocolate

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Publicado no Já Foste

Comem chocolate, ficam inteligentes e ganham prêmios. Parece bobagem, mas existe uma relação entre o consumo de chocolate e os países onde vivem os vencedores do Prêmio Nobel.

E quem fez essa comparação realmente não tinha mais nada para fazer. O cardiologista Franz Messerli estava deitado num quarto de hotel quando parou para pensar sobre um estudo que mostrava como o flavonoide do cacau pode aprimorar nossas habilidades cognitivas. Aí ele começou a analisar se os países de onde mais saíam vencedores do Prêmio Nobel consumiam muito chocolate. E concluiu: quanto maior o consumo de chocolate per capita (kg/habitantes) de um país, maior o número de gênios premiados com o Nobel, a cada 10 milhões de pessoas.

Os suíços, por exemplo, que somam quase 8 milhões de pessoas, já levaram 29 premiações e comem chocolate para caramba – cada habitante come quase 10 quilos do doce por ano. A Suécia e Alemanha também. Seguindo a média encontrada pela pesquisa, para ganhar mais um Nobel, qualquer país precisa aumentar em 400 gramas o consumo anual de chocolate.

Bobeira? Total. Até o pesquisador sabe: ninguém vai ganhar um Nobel depois de se entupir de chocolate. Maaas se esse pessoal inteligente curtia uma barra de chocolate, por que não seguir o exemplo?

 

 

Campanha faz cadelinha abandonada receber carinho de diversas pessoas na rua

Publicado no Irado Rox

Depois de ter sido maltratada, abandonada e ficado desnutrida, a cadelinha Pat viu de perto como é o lado ruim de um ser humano.

A ONG MaxMello, defensora dos animais, resolveu fazer uma campanha para mostrar a Pat que existem pessoas boas no mundo, e que nem todos são iguais. Eles a levaram para a rua e fizeram com que ela recebesse carinho o dia inteiro, de diversas pessoas.

Dava pra ver no seu rosto que ela estava feliz. Assista!

Para incentivar as pessoas, a ONG colocou placas com dizeres: “Pat já conheceu o lado mau do ser humano. Mostre para ela o lado bom – Faça um carinho!”. Será que dava pra resistir?

Além de ajudar a Pat, a ONG também incentivou as pessoas a cuidarem dos seus animais e até mesmo adotar os que estão na rua. Atualmente, a MaxMello trabalha diariamente com mais de 320 cães, 18 gatos e até mesmo 2 porquinhas. A campanha de ajuda é essencial, já que a instituição não tem muitos recursos para abrigar todos esses animais.

Emoções em redes sociais são contagiantes, diz estudo

Posts positivos geram felicidade nos demais usuários, enquanto os negativos induzem sentimentos depressivos

Facebook: expressões positivas são mais contagiantes do que as negativas (foto: Thinkstock)

Facebook: expressões positivas são mais contagiantes do que as negativas (foto: Thinkstock)

Publicado na Veja on-line

Uma olhada nas atualizações dos seus amigos no Facebook pode mudar o seu humor. Essa é a constatação de uma pesquisa da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, publicada no periódico Plos One na quarta-feira. Segundo os autores do estudo, pessoas são contagiadas emocionalmente ao conferir o status de seus amigos na rede social — posts considerados positivos geram felicidade, enquanto os negativos induzem sentimentos depressivos. Posts positivos, concluíram os cientistas, são mais contagiantes.

Já era conhecido que o estado emocional de uma pessoa pode influenciar as outras ao seu redor, estranhas ou conhecidas. Mas os cientistas não sabiam se essa relação se repetia nas redes sociais — até agora.

Os pesquisadores analisaram anonimamente atualizações no Facebook de usuários das 100 cidades mais populosas dos Estados Unidos, de janeiro de 2009 a março de 2012. Nenhum dado como nome ou conteúdo postado foi arquivado. Os cientistas utilizaram um software que analisa automaticamente a emoção contida em cada texto e constataram que aqueles com viés negativo geravam 1,29 publicação com o mesmo sentimento entre os amigos. Já um positivo induzia a publicação de 1,75 post correlacionado. “As expressões mais contagiantes foram as que demonstraram positividade”, diz um dos autores da pesquisa, James Fowler, professor de ciência política da universidade.

Para relacionar as emoções, os pesquisadores fizeram uma pesquisa experimental, associando condições climáticas e sentimentos compartilhados. Em dias de tempo chuvoso, constataram que as publicações com cargas negativas, como tristeza, subiam 1,16%, enquanto as positivas, que demonstravam felicidade, caíam 1,19%.

Depois disso, os estudiosos separaram os usuários destas cidades que demonstraram sentimentos negativos e analisaram seus amigos que residiam em localidades diferentes. Apesar de não serem influenciados pelo tempo ruim, esses amigos também compartilharam alguma emoção negativa após o post daquele que vivia na cidade com chuva.

“Nós devemos fazer tudo para medir os efeitos das redes sociais e aprender a como criar uma epidemia do bem-estar”, diz Fowler.

Persona Invisible

Publicado por Murilo Bispo

Estava a caminho da ETEC quando vi os coletores pegando o lixo e jogando no caminhão, algumas pessoas passavam tampavam seus narizes e fingiam não enxergar o que acontecia. Isso infelizmente é muito comum, não só com os coletores mas com muitas outras profissões em que as pessoas ficam praticamente invisíveis para o resto do mundo, na hora em que pensei sobre isso abri meu caderninho no meio da rua e rabisquei a ideia para não perder o time.

Depois busquei mais informações uma boa base conceitual e terminei a execução por coincidência no dia do trabalho (1 de maio), acho que a função do design deve ir além de fazer coisas bonitas para o público, meu papel como designer também deve ser conscientizar e fazer as pessoas pensarem a respeito da forma que levam suas vidas. Optei por utilizar pictogramas, pela linguagem simples e versatilidade.

Conceito:

Na Psicologia Analítica (Jung), é dado o nome de persona à função psíquica relacional voltada ao mundo externo, na busca de adaptação social. Jung usou este termo para mostrar a maneira como uma pessoa adapta-se ao mundo, sua máscara, sua maneira de ser socialmente. Essa máscara é necessária para nos adaptarmos à vida e sobrevivermos em sociedade.

Este projeto é acima de tudo, um manifesto e crítica sobre a má educação de algumas (muitas) pessoas que passam diariamente ao lado destes honrados e dignos profissionais, ignorando-os.

Para aqueles que quando precisam correm para perguntar e pedir, sem nem lembrar de agradecer depois ou para aqueles que não dão bom dia, boa tarde, boa noite, por não achar necessário cumprimentar estes profissionais. Também para aqueles que simplesmente não os enxergam, por ter uma visão limitada de mundo e já estarem condicionados a uma associação cromática entre a cor dos uniformes e a cor dos ambientes em que estão inseridos, automaticamente excluindo-os do seu campo de visão.

Infelizmente, para alguns são personas invisibles.

Pense um pouco como seria se sentir invisível, cheio gente ao seu redor. Algumas pessoas ainda não entenderam que todo trabalho tem o seu valor.

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Ian SBF, do Porta dos Fundos: ‘Não há nenhum tema proibido para a gente’

Ian SBF, fundador do canal Porta dos Fundos Simone Marinho / Agência O Globo

Ian SBF, fundador do canal Porta dos Fundos Simone Marinho / Agência O Globo

Publicado no O Globo

Único dos sócios fundadores do Porta dos Fundos que não é ator, o diretor Ian SBF, que será jurado do concurso The Walkers, de curtas para o YouTube, fala dos novos caminhos do audiovisual e diz que não abre mão da liberdade proporcionada pela internet.

Por que aceitou o convite para ser jurado do concurso de curtas para o YouTube?

Achei a ideia interessante, porque sou cria da internet. Eu até tinha um projeto semelhante com o Google, que não andou. Acho legal a ideia de revelar novos talentos. Vim disso aí. Se um concurso como esse tivesse acontecido anos atrás, antes do Porta, eu teria participado, com certeza, porque pra mim faz todo sentido.

A internet, para você, é um meio ou um fim para a sua produção?

Tenho dois momentos de relacionamento com a internet. Comecei a carreira tentando fazer cinema, mas era muito difícil, nunca consegui. Aí busquei a internet, com o canal de humor Anões em Chamas. Ao mesmo tempo, fui fazer TV, como produtor e diretor, impulsionado pelo sucessinho do canal. Logo percebi que a televisão não permitiria fazer tudo o que gostaria de fazer, como eu gostaria de fazer, e então criamos o Porta. Descobri que a internet era onde eu deveria estar.

Então a internet te dá a liberdade e o controle que você não tinha na TV ou no cinema?

Com certeza. Na internet, você não passa pelo critério de avaliação de ninguém, só o seu. O que acho legal nela é justamente isso: ali, é você e o público, sem intermediários, seu trabalho não passa por diretores gerais, acionistas, advogados. Você cria e vai direto para o público, tem uma respostas rápida.

A internet é o futuro do audiovisual?

Ela é apenas um meio de acesso aos produtos audiovisuais. O que vemos nela não é muito diferente do que se faz há quase cem anos nas mídias tradicionais. O que vemos na Netflix, por exemplo, é diferente do que vemos na TV convencional? Acho que a internet é só uma nova maneira de as pessoas assistirem a esse tipo de conteúdo.

O Porta já recebeu propostas para produzir conteúdo para a TV?

Já tivemos muitas ofertas, de TVs abertas e cabo. Mas o que apresentavam não era o modelo de produto que queríamos fazer. Aqui temos liberdade total, ganhamos dinheiro, então qual o motivo de fazer TV?

Quais os próximos passos do Porta?

Vamos lançar quatro séries temáticas ainda este ano, com quatro episódios cada uma, a serem disponibilizadas em quatro meses diferentes. Esperamos exibir a primeira ainda em abril. Já estamos escolhendo os assuntos e escrevendo os roteiros. E continuamos trabalhando em um longa-metragem para cinema, mas é uma projeto ainda muito embrionário.

Já esperavam tentativas de censura aos vídeos do Porta? Há algum tema proibido para vocês?

Na verdade, ficamos surpresos que as reações não tivessem sido mais fortes. Mas são problemas pontuais. As pessoas estão mais abertas a um tipo de humor mais pesado ou a conteúdos que não estavam preparadas para ver na TV. Hoje em dia, posso dizer que não há nenhum tema proibido pra gente. Se acharmos engraçado, fazemos. A coisa que mais prezamos é a liberdade de expressão.