Pessoas de mau humor ‘stalkeiam’ os amigos mais patéticos do Facebook

Pesquisa mostra o que já sabíamos: quando estamos #chateados não queremos ver o sucesso alheio

"AFF, destruíram a estrela da morte" "Vamos olhar o perfil do jabba, pelo menos não estamos piores que ele" (foto: Kristina Alexanderson / flickr/ creative commons)
“AFF, destruíram a estrela da morte” “Vamos olhar o perfil do jabba, pelo menos não estamos piores que ele” (foto: Kristina Alexanderson / flickr/ creative commons)

Publicado na Galileu

Ok, seu dia foi ruim e lá está você, navegando pelas ondas do Facebook. Quem você vai stalkear? Aquele seu amigo incrível, com um trabalho sensacional e que está curtindo uma viagem para Fiji? Ou aquele seu colega da escola que acabou se dando mal na vida? De acordo com um estudo da Universidade Estadual de Ohio, o mais provável é que você escolha a segunda opção. O motivo parece óbvio: quando nos sentimos mal, queremos ver alguém que está ainda pior.

A pesquisa aponta que, em situações normais, nós ‘stalkeamos’ as pessoas que consideramos ter mais sucesso – mas em casos de mau humor fazemos o completo oposto. Para chegar a essa conclusão, pesquisadores fizeram com que 168 voluntários fizessem um tipo de prova – e, independente da sua performance, contaram a eles de forma aleatória que sua nota tinha sido excelente ou terrível. Depois da prova, os participantes entraram em um site similar ao do Facebook, que dava notas de 1 a 10 para seus membros em categorias como beleza e sucesso. A análise mostrou que as pessoas que receberam uma nota “terrível” na prova tinham uma maior tendência a olhar para os perfis com menores notas nas redes, enquanto o contrário acontecia com aqueles que tiveram “performances excelentes”.

Além disso, aqueles com notas mais baixas também passaram mais tempo stalkeando outros.

Mas vale lembrar que os pesquisadores não perguntaram como os participantes se sentiram após investigarem a vida alheia – então não se sabe se essa estratégia de stalkear alguém em situação pior que a nossa realmente pode melhorar o humor.

Via ScienceOfUs

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Cuidando de quem cuida

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Sandra, no Facebook

Recebi a triste notícia do falecimento de um grande amigo.

Eu, o Guina (como era chamado por todos) e os demais integrantes da Turma Telos nos conhecemos há praticamente vinte anos e passamos três anos intensos estudando no mesmo Seminário Teológico Palavra Da Vida Atibaia.

Juntos, todos nós pudemos aprender bastante um com o outro, vivenciando momentos únicos em nossas vidas, onde pudemos crescer muito através do conhecimento (percepção) de nossas limitações (fraquezas, defeitos…) e daquilo que temos de potencial (dons, talentos…).

Lá, naquele tempo, éramos quem éramos e isso bastava. Todos, cheios de sonhos e planos, ansiosos para tornar o Mundo melhor. Em 1998, cada um seguiu seu próprio caminho.

Vinte anos se passaram desde a primeira vez que nos vimos e muitos de nós se encontram casados, com filhos, envolvidos em muitas responsabilidades, com muitas contas à pagar e provavelmente com muitos fios de cabelos brancos. A vida passou um pouquinho e neste ínterim, cada um fez suas próprias escolhas,construindo assim sua própria história.

Muitos destes amigos, hoje são pastores, missionários, professores, profissionais diversos e quem sabe até estejam desempregados. Porém, a maior parte de nós se tornou “cuidador” de pessoas, dedicando nossas vidas em ajudar o “outro”.

Porém, ser “cuidador” requer muita doação de atenção, tempo e até recursos diversos. Requer a coragem e quem sabe a humildade de se olhar como um ser que também precisa de cuidado de outros “cuidadores” que estejam dispostos a ouvir sem prejulgamentos.

Ontem, perdi um grande amigo porque ele cometeu suicídio. O que o levou a fazer isso? Por que ele fez isso? O que afligia seu coração naquele momento? Provavelmente, respostas que nunca teremos porque quem as conhecia se foi.

Chorei e continuo chorando muito porque é difícil de acreditar que um amigo tão querido, aparentemente tão feliz, tenha entrado em tamanho desespero! Porém, choro por muitos amigos e amigas que sei que também sofrem com a depressão. Choro porque alguns encontram-se tão desesperados, mas ainda escutam dos outros que é bobeira, frescura ou exagero. Choro porque a depressão tem atingido nossas igrejas, nossas escolas, nossos lares e nossa Sociedade. Choro porque ela não é uma doença visível e facilmente detectável, mas age mais cruelmente que o câncer, espalhando-se e destruindo a vida através da desesperança.

Chegou a hora da Sociedade acordar!!! Chegou a hora de nós acordarmos!!! Precisamos aprender a cuidar de quem cuida de nós, lembrando-nos que são tão humanos quanto a gente: pastores, padres, psicólogos, psiquiatras, professores… e pais.

Já passou da hora de aprendermos a cuidar de quem cuida.

 

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Experimento avalia o poder de mascar um chiclete

 

Publicado no Hypeness

Em outubro de 2013, o Museu de Arte Contemporânea de Buenos Aires fez um experimento com gêmeos idênticos para desmistificar um estigma social relacionado à goma de mascar. Em “Quase Idênticos”, da marca de chicletes Beldent, foram expostos alguns irmãos gêmeos – com apenas um deles mascando o chiclete – com uma mesa à frente, onde os visitantes se sentavam e respondiam a algumas perguntas feitas por um computador.

As questões se resumiam a coisas básicas do cotidiano, como por exemplo: “qual deles tem mais amigos?”, “qual deles é mais convidado para festas?”. No total, 481 pessoas responderam as perguntas com base na mera aparência dos irmãos gêmeos, sendo que 73% favoreceram quem estava mascando chiclete. A explicação estará no fato de os que mascavam passarem uma melhor impressão, com uma aura “cool” envolvida, estigma semelhante ao que os cigarros tiveram em seu auge, nos anos 40 e 50, chegando até mesmo aos dias de hoje.

O fato é que o experimento muito tem a ver com a primeira impressão que temos de alguém, onde o porte físico e a atitude, por mais mínima que seja, fazerem um julgamento surgir instantaneamente.

E você, o que acha? Por que o chiclete faz de alguém um cara ou uma moça legal? Seria uma jogada de marketing ou existe alguma verdade nisso? Confira o vídeo abaixo e tire suas conclusões:


Eles Deram Chiclete para Só um Destes Gêmeos… por videosvirais

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Fotógrafo revela os efeitos do sol no rosto das pessoas

Publicado no Catraca Livre

Quando olhamos para as nossas faces no espelho, não conseguimos ver claramente os danos que o sol pode causar. O uso do protetor solar é essencial, pois protege a pele e evita doenças como o câncer de pele. Para mostrar os efeitos disso, o fotógrafo Thomas Leveritt criou uma campanha, na qual filmou várias pessoas na rua com raios ultravioletas em seus rostos.

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As imagens capturam as manchas e outros estragos causados pela exposição diária ao sol, que não podem ser vistos a olho nu. Quando as pessoas aplicam o filtro solar, a diferença na pele é enorme e a reação de surpresa é visível. O vídeo, intitulado “How the sun sees you”, foi postado pelo fotógrafo no YouTube e teve uma enorme repercussão.

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